Nike Inc.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Nike, Inc.)
Ir para: navegação, pesquisa
Nike Inc.
Slogan Just Do It
Tipo Empresa de capital aberto
Fundação 1972[1]
Sede Beaverton, Oregon,  Estados Unidos
Pessoa(s) chave Bill Bowerman, Co-Foundador (falecido em 24 de Dezembro, 1999); Phillip Knight, Co-Fundador presidente; Mark Parker, CEO e presidente
Empregados 30.200
Indústria Calçados e equipamentos esportivos
Produtos Tênis, Roupas, Acessórios e Equipamentos esportivos
Faturamento US$16.326 bilhões (FY 2007)[2]
Website Nike Web Site

Nike, Inc. é uma empresa estadunidense, considerada a maior no segmento de roupas e calçados para esportes.

Índice

[editar] História

Loja da Nike em Osaka, no Japão.

A empresa tirou seu nome da deusa grega da vitória, Nice. O chamado Swoosh, logotipo da marca, é um desenho gráfico criado por Carolyn Davidson em 1971 e vendido por apenas U$35 à empresa.

Seus principais rivais são a Adidas, Puma AG e a Reebok, que foi vendida para a Adidas. A sede da Nike fica em Beaverton, Oregon.

A verdadeira empresa nasceu através de um treinador de atletismo universitário, Bill Bowerman, e seu sócio Phil Knight, que efetuaram várias experiências com a torradeira elétrica na casa de Bill, usando materiais como cimento, borracha a fim de descobrir uma sola melhor adaptada ao desempenho desportivo e ao bem estar. Com resultados bastante satisfatórios, começaram a ser-lhe cobiçados cada vez mais e mais pares. Desta maneira se fez a Blue Ribon Sports, que mais tarde viria a se chamar Swoosh e depois Nike (inicialmente uma linha da marca Swoosh).

  • Em 23 de outubro de 2007, foi anunciada a compra da Umbro à sua grande concorrente pelo valor de US$ 580 milhões.

[editar] Fornecimento e patrocínios

Modelo de chuteira produzido pela Nike

A Nike é a líder mundial em vendas de material esportivo e na Europa a segunda maior, perdendo apenas para a alemã Adidas (Reebok*) em países como França, Espanha e Alemanha; no Reino Unido perde para marca local Umbro.[carece de fontes?] (*) Reebok foi adquirida pela Adidas em 2005 em busca do mercado perdido para a Nike.

No Brasil, a empresa fornece materiais esportivos para o Corinthians, Santos, Internacional, Coritiba e Bahia.

[editar] Jogadores

A Nike patrocina muitos jogadores de futebol, basquetebol e outros esportes. Entre os mais famosos encontra-se o ex-jogador de futebol Ronaldo, que foi o primeiro jogador de futebol do mundo a ser patrocinado pela empresa Nike, e o futebolista português Cristiano Ronaldo. O primeiro desportista a ter um contrato com a Nike foi o jogador de basquete Michael Jordan, para quem hoje a própria Nike fabrica acessorios esportivos da linha Air Jordan. Também pelo basquete, Kobe Bryant, que é considerado o melhor jogador de basquete do mundo, é patrocinado pela Nike. Os jogadores patrocinados pela marca têm um prestígio grande no meio esportivo devido a sua grandeza. Entre os 3 melhores jogadores de futebol do mundo de 2009 eleitos pela FIFA, somente o argentino Messi não é patrocinado pela marca.

Em janeiro de 2010, a tenista Maria Sharapova voltou a ser a desportista mais bem paga do mundo, ao renovar o seu contrato com a marca, no valor de 70 milhões de dólares (cerca de 48 milhões de euros).[3]

[editar] Parcerias

A Nike em 2006 fez um feito para concorrer com suas rivais Adidas, Mizuno e Asics. Lançou o Nike+ para concorrer com o Adidas1.1. Para isso, foi firmada uma parceria com a Apple, usando seu modelo mais popular de iPod, o iPod Nano. O aparelho monitora as passadas e o desempenho do usuário e os registra no computador para que possam ser comparados. Além disso, a Nike, introduziu uma linha de camisas projetadas com bolsos especiais na manga ou no tronco com as dimensoes do pequeno aparelho da Apple. Entretanto para concorrer com a dobradinha, no início de 2008 a Samsung e a Adidas se uniram para criar o primeiro rival da tecnologia Nike+iPod, que permite aos seus usuários integrar seu calçado ao seu tocador portátil na hora de fazer exercícios e avaliar seu desempenho. A resposta da Samsung foi batizada de miCoach, um sistema que combina o telefone miCoach com um monitor de batimento cardíaco e um sensor que dá respostas precisas sobre atividades físicas. Será permitido transmitir dados para o website miCoach.com, que ajudará no planejamento de exercícios. A Sony Ericsson também passou a equipar sua linha Walkman (W) com acelerômetros e aplicativos em prol de monitorar as passadas de seus usuários. Para manter a competitividade ante os concorrentes, a Nike e Apple lançaram uma pulseira chamada Nike+ SportBand, na qual a presença de um iPod Nano se faz desnescessária, além de uma opção mais em conta.

[editar] Críticas

A Nike é criticada por explorar os trabalhadores em países como Indonésia e México. A companhia tem sido objeto de muitas críticas pelas condições de trabalho precárias e a exploração de mão-de-obra barata empregada em outros países sem legislação trabalhista adequada e com incentivos fiscais onde seus produtos são manufaturados. Fontes dessas críticas incluem o livro No Logo de Naomi Klein e os documentários de Michael Moore. Max Barro ironizou a reputação da companhia através de críticas em seu romance EU S/A (Jennifer Government em inglês), na qual um executivo da Nike imoral é o vilão da história responsável pelo financiamento do golpe militar de 1964, no Brasil.

A empresa também enfrentou críticas quando pediu imunidade a um processo de propaganda enganosa na Califórnia baseado no fato de que ela gozava dos direitos da Primeira Emenda, como se a corporação fosse um ser humano. A disputa chegou até a Suprema Corte norte-americana (Nike v. Kasky), mas foi mandada de volta aos tribunais da Califórnia sem significativas resoluções e subseqüentemente foi decidida fora do tribunal.

Em 2011 a Nike foi acusada por ativistas de comprar materiais de fornecedores que poluem os rios da China com resíduos químicos perigosos à saúde humana e para o meio ambiente.[4]

Referências

[editar] Ligações externas

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Commons Imagens e media no Commons
Commons Categoria no Commons
Ferramentas pessoais
Espaços nominais
Variantes
Ações
Navegação
Colaboração
Imprimir/exportar
Ferramentas
Noutras línguas