Club Sport Marítimo

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Marítimo
Logo CS Maritimo.png
Nome Club Sport Marítimo
Alcunhas Verde-Rubros,
Leões da Madeira
Fundação 20 de Setembro de 1910
Estádio Estádio dos Barreiros,
FNC.png Funchal
Capacidade 9.117
Presidente José Carlos Pereira
Treinador Portugal Pedro Martins
Patrocinador Portugal Banif - Coral - Serlima
Material esportivo Portugal Lacatoni
Competição
(Futebol)
Primeira Liga
2010/11 9.º lugar
Website www.csmaritimo.pt
Kit left arm redborder.png Kit body greenstripes.png Kit right arm redborder.png
Kit shorts.png
Kit socks.png
Uniforme
titular
Kit left arm.png Kit body.png Kit right arm.png
Kit shorts.png
Kit socks.png
Uniforme
alternativo
Soccerball current event.svg Temporada atual
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O Club Sport Marítimo MH M é um clube de futebol da ilha da Madeira, tendo cerca de 24000 sócios inscritos.[1] A sua principal modalidade é o futebol, mas conta ainda com andebol, automobilismo, atletismo, basquetebol, futsal, hóquei em patins, patinagem, karaté, natação, pesca desportiva, tiro e voleibol.

O maior clube da Madeira, fruto de uma maior mobilidade social, tem claramente a maioria da população da sua região como adepta.

Um dos clubes mais históricos do campeonato português tem no futebol a sua maior e mais mediática modalidade, estando a sua história indubitavelmente ligada a este desporto.

Em 2011, o ranking da prestigiada Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS) colocou o Club Sport Marítimo como o quinto melhor clube português da primeira década do século XXI.[2] Este ranking confirma igualmente o estatuto do Club Sport Marítimo de melhor clube da Região Autónoma da Madeira no século XXI. No ranking europeu surge na 239ª posição e no ranking mundial na 442ª posição.

O Club Sport Marítimo ganhou o Campeonato de Portugal de 1925-1926.

Índice

[editar] História

[editar] Origens

O Primeiro Símbolo

Tendo a sua formação estado ligada ao mar e aos que daí tiravam o seu sustento, desde cedo foi adoptado como a voz e a principal força desportiva das camadas mais baixas da população a contrapor com o carácter monárquico e elitista do Club Sports Madeira o seu principal rival nos primeiros tempos.[3] Fundado por Cândido Gouveia,[4] tem uma data de fundação algo incerta, sendo no entanto consensualmente apontado o dia 20 de Setembro de 1910.[4] Dada a crença numa nova ordem de progresso e liberdade (os ecos republicanos já se faziam fortemente sentir, levando a que a 5 de Outubro de 1910 fosse instaurada a República), adopta as cores conotadas com o Partido Republicano Português.[5]

[editar] Os primeiros tempos

Desde cedo começa a evidenciar-se, primeiro em jogos de exibição, depois já com a disputa a partir de 1916 do Campeonato da Madeira, tendo ganho os dois primeiros títulos e perdido de forma inglória o terceiro para o Clube Futebol União, clube formado depois de uma cisão dentro do próprio Marítimo em 1914[6] e que cedo se tornaria durante épocas o seu principal rival. Contudo, foi o União que impediu que o Marítimo viesse a fechar as portas mais tarde, devido a uma grave crise financeira, cedendo-lhe as suas instalações temporariamente.

Com uma combatividade e raça fora do normais e evidenciada pelos jornais da época,[7][8] o Marítimo exerce a sua supremacia a seu bel-prazer dentro das provas domésticas, quer em jogos de exibição que ia fazendo com equipas de fora do espaço da região. Era o modo da população descarregar as frustrações de um dia-a-dia árduo, numa terra pobre como era a Madeira.

Equipa que venceu o Campeonato de Portugal (1925-1926)

[editar] Campeão nacional

A partir da época 1921/22 é instituído o campeonato nacional português, chamado Campeonato de Portugal, jogado num sistema de eliminatórias (semelhante à actual Taça de Portugal), para o qual estavam habilitados a competir os respectivos vencedores dos campeonatos regionais das associações recentemente criadas. Naturalmente, e fruto do seu domínio a nível interno, os verde-rubros marcam inúmeras presenças na prova - 13 presenças em 17 edições desta competição.[9] Depois de algumas tentativas, na época de 1925/26, o clube sagra-se campeão nacional, tendo vencido na final o Clube de Futebol Os Belenenses por 2-0 depois de uma caminhada épica, em que derrotou o Futebol Clube do Porto na Meia-final por um concludente 7-1. A Final seria disputada no Campo do Ameal, na cidade do Porto. Estava criado o epíteto de Maior das Ilhas, que mantém-se até aos dias de hoje.

[editar] Exclusão das equipas insulares

No início da década de 1930, o clube entra numa grave crise financeira, não tendo no entanto a sua supremacia interna ter sido beliscada, fruto da abegnação dos seus atletas e simpatizantes.

Vivia-se em pleno Estado Novo e provavelmente a Revolta da Madeira ocorrida ainda durante o período de ditadura militar em 1931, dificultou o aceder das equipas fora do espaço continental europeu português ao então recém criado Campeonato da I Liga (1934). A estas equipas restava o acesso à criada Taça de Portugal a partir de 1938/39, tendo o vencedor madeirense que disputar uma espécie de liguilha com o vencedor açoriano.

Os clubes insulares são impedidos de esgrimir os seus argumentos, tendo de se voltar para as suas competições internas, conseguindo nesta altura o clube a impressionante marca de 12 vitórias seguidas no Campeonato da Madeira de 1944/45 a 1955/56. No entanto, o contacto com equipas de fora prossegue, tendo na década de 1950 a equipa feito uma espantosa digressão por África, elevando bem alto o nome da Região e enchendo de orgulho os seus naturais. A nível interno, o final de 50 e o início da década de 1960, a equipa passa por um período menos bom, assistindo a boas perfomances por parte do seu rival União.

[editar] Regresso aos nacionais

O Marítimo retoma entretanto nos finais da década de 1960 a senda das vitórias, vincando toda a sua hegemonia. As competições internas já eram demasiado pequenas para as justas ambições do clube. O Marítimo começa a interceder junto de vários canais, para se começar a equacionar o acesso dos clubes insulares às divisões nacionais, facto que foi vedado durante décadas. Na mesma altura, de modo a criar uma equipa suficientemente competitiva para representar o futebol madeirense nos campeonatos nacionais, a Associação de Futebol da Madeira faz a proposta de junção dos 4 maiores clubes madeirenses da altura - Marítimo, União, Nacional e Sporting da Madeira. O Marítimo não se opõe à criação dessa equipa, mas recusa aderir ao projecto, indicando que quer ter a hipótese de conseguir o acesso por seu mérito. Após árduas negociações, nas quais se estabeleceu que o clube que obtivesse o primeiro lugar no campeonato regional de 1972/73, disporaria de uma vaga para disputar a liguilha entre os últimos da II Divisão e os primeiros da III Divisão, mas ficando o clube encarregue das despesas das viagens das equipas adversárias e das respectivas equipas de arbitragem, o Marítimo garante essa vaga, vencendo o seu último Campeonato Regional AF Madeira nessa época, sendo a primeira equipa insular a aceder aos nacionais. Destaque-se que a supremacia do Marítimo na Madeira fica vincada pelos 35 Campeonatos da Madeira conquistados, disputando esta competição apenas até à época 1972/73. De referir que o clube continuou a disputar até aos dias de hoje uma outra competição de cariz regional em seniores, a Taça da Madeira tendo obtido até ao momento 25 vitórias em 62 edições desta prova, a última das quais em 2008/09.

Equipa que subiu à I Divisão (1976-1977)

[editar] Consolidação nacional

Foi a primeira colectividade fora do espaço continental português a conseguir aceder à I Divisão. Desde aí acumulou 32 presenças no escalão maior do futebol português - 10º clube com mais participações, num total de 78 edições.[10] As sequelas de longos anos sem poder competir de forma regular nos nacionais, são visíveis nos primeiros tempos. O facto dos clubes insulares terem sido arredados de participar nas provas nacionais, mostram as discrepâncias existentes a nível de infraestruturas e de organização de uma realidade regional face a uma realidade nacional. Mesmo assim em 1976/77 o clube ascende à I Divisão, mantendo-se por lá mais três épocas, fruto da abnegação e raça dos seus jogadores. Face ao semi-profissionalismo existente e a algumas dificuldades de nível logístico, o clube desce de divisão em 1980/81, subindo logo na época seguinte. No entanto este sobe e desce, viria a ter mais uma etapa, volvendo o clube de divisão na época 1982/83. Ao fim de duas épocas, o clube regressa ao convívio dos grandes, estando ininterruptamente desde aí até hoje,[11] consolidando o seu estatuto primodivisionário e sendo vista como uma equipa que normalmente almeja alcançar as competições europeias.

[editar] Estatuto europeu

Até ao início da década de 1990, a melhor classificação do clube tinha sido o 9º lugar na época 87/88.[12] A entrada de um jovem treinador de 35 anos, o ambicioso brasileiro Paulo Autuori, aliado a uma maior organização interna, fazem com que em 1991/92 o clube atinja o 7º lugar, ficando mesmo às portas de um possível qualificação europeia. Na época 1992/1993 vivia-se os tempos do chamado trio-maravilha (Ademir, Edmilson e Jorge Andrade), apostando Autuori num futebol atractivo e com o terceiro melhor ataque do campeonato (56 golos). A qualificação chega na última jornada, depois de um embate considerado pelo comentarista Gabriel Alves como um os melhores desafios daquela época, frente ao Boavista Futebol Clube, com vitória final do Marítimo por 3-2. Nessa mesma época realce-se ainda as vitórias em casa frente ao Sporting Clube de Portugal (4-2) e frente ao Gil Vicente Futebol Clube (7-0). Novamente o clube era pioneiro, sendo a primeira equipa insular portuguesa a conseguir uma qualificação para uma prova europeia, em virtude do 5ºlugar alcançado. Desde aí o clube tem sido presença assídua nos lugares de destaque no campeonato português, tendo consolidado a sua posição de destaque. Na época de 2007/2008 o clube garantiu mais uma presença europeia (Taça UEFA), terminando o campeonato na 5ª posição com 46 pontos. Depois de uma época sem jogar nas competições europeias, o Marítimo qualificou-se para a edição 2010/2011 da Liga Europa no último jogo do campeonato português, vencendo o Vitória Sport Clube em Guimarães por 1-2, assegurando o quinto lugar na Liga Sagres 2009/2010 e a sua sétima presença em competições da UEFA.

Final da Taça de Portugal (1994-1995)

[editar] Idas ao Jamor

Na época de 1994/95, o clube consegue a qualificação para a final da Taça de Portugal, após derrotar nas meias-finais da provas o Futebol Clube do Porto. Disputa a final com o Sporting Clube de Portugal, que já não vencia qualquer troféu nacional há mais de dez anos. Num clima adverso, perde por duas bolas sem resposta, tendo o seu guarda-redes Everton efectuado uma exibição de sonho. Volvidos seis anos, em 2000/01 voltam a conseguir atingir a final da Taça de Portugal, desta feita frente ao Futebol Clube do Porto, após ter derrotado o Boavista Futebol Clube nas meias-finais disputada no Estadio do Bessa. Estabeleceu-se então a maior ponte aérea alguma vez registada até então entre a Madeira e Lisboa. Apoiado por mais de 5000 madeirenses que se deslocaram de propósito para ver a final, averba no entanto nova derrota por duas bolas desta feita contra o Futebol Clube do Porto. No entanto é o único clube Região Autónoma da Madeira a registar presenças na final da prova-rainha do futebol português.

[editar] Clube único e criação da SAD

O forte investimento feito no início da década de 1990, provocou que em finais dessa década as finanças do clube estivessem no vermelho. Entretanto Alberto João Jardim, ressuscita a ideia do clube único, anseando juntar os três maiores clubes do Funchal - que já haviam estado juntos na IªDivisão no início da década de 1990 - de modo a dispor de uma equipa capaz de lutar pelo título nacional. O projecto suscitou forte oposição da enorme massa adepta, assim como dos seus corpos sociais. Depois do União e do Nacional concordarem com a ideia votando favoravelmente em assembleias gerais esta proposta, os sócios do Marítimo recusam por esmagadora maioria esta ideia. Fica famosa a vaia que Alberto João Jardim sofre em pleno Caldeirão dos Barreiros, ficando provado que o clube é de longe a maior instituição da Região Autónoma da Madeira.

Face ao enorme desgoverno das contas existente e talvez como consequência da recusa popular em aderir à ideia do clube único, o Governo Regional corta com as verbas disponibilizadas para o desporto profissional.

Entretanto a nova direcção, seguindo o advento das recentes sociedades anónimas desportivas, estabelece com o Executivo madeirense a criação de uma SAD (Sociedade Anónima Desportiva) - sendo esta criada em 99 - ficando o clube com 40%, a Região Autónoma da Madeira com outros 40% e os restantes 20% a ficarem na posse de outros accionistas. Ficariam assim regulamentadas as transferências orçamentais e as contrapartidas existentes ("naming" e promoção da região, assim como a promoção do desporto e bem estar da região).

[editar] Tempos actuais e o futuro

O Club Sport Marítimo continua a ser o clube madeirense com maior palmarés, popularidade e ecletismo, tendo apostado nos últimos anos no apetrechamento do seu património, procurando criar assim bases de sustenção para a prática dos mais variados desportos, fazendo um crescimento sustentado e contribuindo para o bem estar da Região Autónoma da Madeira, de que é exemplo a construção do seu complexo com pavilhão.

Estão lançadas as bases, para a equipa de futebol voltar a ter um espaço próprio e condigno, depois da saída do mítico campo Almirante Reis, berço de inúmeras glórias que pontificaram no futebol madeirense, sendo que estava projectado esse espaço nascer na Praia Formosa, a oeste do concelho do Funchal, numa zona para onde está projectada uma nova centralidade da cidade. No entanto dificuldades logísticas a nível da aquisição de terrenos aliadas a uma nova realidade financeira da Região Autónoma da Madeira, fizeram abandonar este ambicioso projecto, fazendo com que o actual Estádio dos Barreiros seja objecto de futura reconstrução, passando este recinto das mãos da Região Autónoma da Madeira para o clube.[13] Estima-se que no seu centenário a obra já esteja concluída, oferecendo à região um recinto com todas as condições, para poder acolher eventos internacionais.

Com estatuto estabelecido de equipa que luta para chegar às provas europeias, e habituando os seus adeptos a verem a equipa a lutar para estes objectivos. Paralelamente e embora haja algum distanciamento entre o clube e a sua enorme massa adepta, este possui todas as condições para almejar e acreditar num futuro com novas e mais ambiciosas conquistas.

[editar] Palmarés

[editar] Futebol

Troféu do Campeonato de Portugal (1925-1926)
Competição Participações Títulos Épocas
Regional
Região Autónoma da Madeira Campeonato da Madeira 56 Vencedor 35x 1916-17; 1917-18; 1921-22; 1922-23; 1923-24; 1924-25; 1925-26; 1926-27; 1928-29; 1929-30; 1930-31; 1932-33; 1935-36; 1939-40; 1940-41; 1944-45; 1945-46; 1946-47; 1947-48; 1948-49; 1949-50; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1954-55; 1955-56; 1957-58; 1965-66; 1966-67; 1967-68; 1969-70; 1970-71; 1971-72 e 1972-73;
Região Autónoma da Madeira Taça da Madeira 64 Vencedor 25x 1946-47; 1947-48; 1949-50; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1954-55; 1955-56; 1958-59; 1959-60; 1965-66; 1966-67; 1967-68; 1968-69; 1969-70; 1970-71; 1971-72; 1978-79; 1980-81; 1981-82; 1984-85; 1997-98; 2006-07; 2008-09
Nacional
Taça de Portugal.svgCampeonato de Portugal 13 Vencedor 1x 1925-26
Portuguese shield.svg I Liga / I Divisão 32
Taça de Portugal.svg Taça de Portugal 64
Taça da Liga.svg Taça da Liga 5
Portuguese shield.svg II Liga / II Divisão 7 Vencedor 2x 1976-77 e 1981-82
Internacional
UEFA Cup (adjusted).png Taça UEFA 7

[editar] Futebol de formação

[editar] Modalidades

[editar] Jogadores

[editar] Plantel do futebol (2011/2012)

No. Nome Posição Clube Anterior Idade
Guarda-Redes
1 Brasil Peçanha G Grécia Thrasyvoulos Fylis 31
77 França Salin G Portugal Associação Naval 1º de Maio 27
47 Portugal Ricardo Ferreira G Portugal Marítimo B 22
Defesas
21 Portugal BriguelCapitão D Portugal Marítimo B 32
22 Portugal João Diogo D Portugal Marítimo B 23
16 França Valentin Roberge D Grécia Aris Salônica 24
3 Brasil Robson D Portugal Vitória Futebol Clube 28
44 Brasil João GuilhermeCapitão D Brasil Sport Club Internacional 25
2 Brasil Igor Rossi D Portugal Marítimo B 22
18 Portugal Luís Olim D Portugal Marítimo B 30
41 Portugal Rúben Ferreira D Portugal Marítimo B 22
Médios
25 Brasil Rafael Miranda M Brasil Clube Atlético Mineiro 27
8 Brasil Roberto Souza M Portugal Leixões Sport Club 27
13 Brasil Olberdam M Roménia Rapid Bucureşti 27
28 Brasil João Luiz M Portugal Sport Clube Beira-Mar 26
81 Tunísia Benachour M Espanha Málaga Club de Fútbol 30
Avançados
30 Brasil Danilo Dias A Brasil Ipatinga Futebol Clube 26
7 Brasil Marquinho A Portugal Vitória Sport Clube 26
20 Cabo Verde Héldon A Portugal Marítimo B 23
17 Guiné-Bissau Sami A Portugal Marítimo B 23
26 Portugal Fábio Felício A Portugal Rio Ave Futebol Clube 29
10 Camarões Christian Pouga A Roménia FC Vaslui 25
35 Brasil Fidélis A Portugal Marítimo B 22
11 Nigéria Ibrahim A Nigéria Dolphins Football Club 19


Legenda

Capitão: Capitão

[editar] Tranferências 2011/2012

Entradas
  Jogador Clube de Origem
Fairytale right.png Brasil João Luiz Portugal Beira-Mar Regresso após empréstimo.
Fairytale right.png Brasil Olberdam Roménia Rapid Bucureşti Regresso após empréstimo.
Fairytale right.png Portugal Rúben Ferreira Portugal Marítimo B
Fairytale right.png Guiné-Bissau Sami Portugal Marítimo B
Fairytale right.png Portugal Fábio Felício Portugal Rio Ave
Fairytale right.png Camarões Christian Pouga Roménia FC Vaslui
Fairytale right.png Nigéria Ibrahim Nigéria Dolphins Football Club
Fairytale right.png França Salin Portugal Naval 1º de Maio
Saídas
  Jogador Clube de Destino
Fairytale left red.png Brasil Marcelo Boeck Portugal Sporting CP
Fairytale left red.png Portugal Marafona Portugal CD das Aves Emprestado.
Fairytale left red.png Brasil Adilson Portugal Estoril PraiaEmprestado.
Fairytale left red.png Portugal Ricardo Esteves Portugal Dalian Shide
Fairytale left red.png Portugal André Vilas Boas Portugal Rio Ave
Fairytale left red.png Brasil Alonso Brasil Desconhecido
Fairytale left red.png Portugal Fernando Angola Recreativo do Libolo Fim de contrato.
Fairytale left red.png Cabo Verde Sidnei Portugal Gil Vicente Fim de contrato.
Fairytale left red.png Angola Djalma Portugal FC Porto Fim de contrato.
Fairytale left red.png Brasil Luciano Amaral Brasil CoritibaFim de contrato.
Fairytale left red.png Portugal Edinho Espanha MálagaFim de contrato.
Fairytale left red.png Brasil Kléber Brasil Atlético MineiroFim de contrato.
Fairytale left red.png Senegal Baba Diawara Espanha Sevilha FC
Fairytale left red.png Brasil Tchô Brasil Guaratinguetá


Legenda
  • Vindo de Empréstimo.: Jogadores que chegaram por empréstimo
  • Emprestado.: Jogadores emprestados pelo Marítimo
  • Regresso após empréstimo.: Jogadores que voltaram após serem emprestados
  • Fim de contrato.: Jogadores que saíram após o fim do contrato

[editar] Equipa técnica

Função Nome
Treinador principal Portugal Pedro Martins
Treinador adjunto Portugal Carlos Jorge
Treinador adjunto Portugal Rui Pedro
Treinador adjunto Portugal António Manuel
Técnico de guarda-redes Portugal Quim Loureiro

[editar] Antigos treinadores

 
Nome Nacionalidade Período
Mário Nunes Portugal 1985
António Oliveira Portugal 1985-86
Stefan Lundin Suécia 1986–87
Manuel Oliveira Portugal 1987-88
Ferreira da Costa Portugal 1988-89
Joaquim Lucas|Quinito Portugal 1989–90
Ferreira da Costa Portugal 1990
Paulo Autuori Brasil 1991–93
Edinho Brasil 1993–94
Paulo Autuori Brasil 1994-95
Raul Águas Portugal 1995–96
Marinho Peres Brasil 1996
Manuel José Portugal 1996-97
Augusto Inácio Portugal 1997-99
Nelo Vingada Portugal 1999-03
 
Nome Nacionalidade Período
Anatoliy Byshovets Rússia 2003
Manuel Cajuda Portugal 2003–04
Mariano Barreto Portugal 2004–05
Juca Portugal 2005
Paulo Bonamigo Brasil 2005–06
Ulisses Morais Portugal 2006–07
Alberto Pazos Espanha 2007
Sebastião Lazaroni Brasil 2007–08
Lori Sandri Brasil 2008–09
Carlos Carvalhal Portugal 2009
Mitchell van der Gaag Países Baixos 2009-10
Pedro Martins Portugal 2010–

[editar] Histórico das competições

[editar] Competições nacionais

Qualificação à divisão superior
Desqualificação à divisão inferior

[editar] Competições europeias

Época Competição Eliminatória País Clube Casa Fora Agregado PCU
1993-94 Taça UEFA 1 Bélgica Royal Antwerp 2–2 0–2 2–4 1.0
1994-95 Taça UEFA 1 Suíça Aarau 1–0 0–0 1–0 3.0
2 Itália Juventus 0–1 1–2 1–3
1998-99 Taça UEFA 1 Inglaterra Leeds United 1–0 (p 1-4) 0–1 1–1 2.0
2001-02 Taça UEFA Q Bósnia e Herzegovina FK Sarajevo 1–0 1–0 2–0 4.0
1 Inglaterra Leeds United 1–0 0–3 1–3
2004-05 Taça UEFA 1 Escócia Rangers 1–0 0–1 (p 2-4) 1–1 2.0
2008-09 Taça UEFA 1 Espanha Valencia 0–1 1–2 1–3 0.0
2010-11 Liga Europa 2Q República da Irlanda Sporting Fingal 3–2 3–2 6–4 4.0
3Q País de Gales Bangor City 8–2 2–1 10–3
Play-off Bielorrússia BATE Borisov 1–2 0–3 1–5
  • Q = Eliminatória de Qualificação
  • PCU = Pontos do Coeficiente Uefa

[editar] Estatísticas e Recordes

[editar] Velhas glórias


[editar] Presidentes

  • Joaquim Pontes - (1910-1913)
  • Manuel Humberto Passos Freitas - (1910-1913)
  • César Marcelino Vieira - (1914-1917)
  • Pedro Auguesto Gouveia - (1917-1921)
  • Francisco Aquino Baptista Santos - (1921-1922)
  • Joaquim Quintino Travassos Lopes - (1922-1927)
  • António Felix Pita - (1927-1928)
  • Joaquim Quintino Travassos Lopes - (1928-1930)
  • Alváro Menezes Alves Reis Gomes - (1930-1931)
  • Jordão Menezes Azevedo - (1931-1932)
  • Amâncio Franco Olim Marote - (1932-1932)
  • Fernando Augusto Câmara - (1932-1933)
  • Jaime Elói Luis - (1933-1934)
  • José Marcos Freitas Morna - (1934-1935)
  • Álvaro Menezes Alves Reis Gomes - (1935-1936)
  • João Carlos de Sousa - (1936-1939)
  • Eduardo Ferreira T. S. Albergaria - (1939-1940)
  • João Gouveia Menezes - (1940-1943)
  • Amaro Magno Ferreira - (1943-1945)
  • João Carlos de Sousa - (1945-1947)
  • Manuel Rodrigues Gouveia - (1947-1948)
  • Carlos Sousa - (1948-1950)
  • João Carlos de Sousa - (1950-1952)
  • João Lemos Gomes - (1952-1953)
  • João Carlos de Sousa - (1953-1954)
  • Jaime Ornelas Camacho - (1954-1955)
  • João José Pita da Silva - (1955-1959)
  • Henrique Viera da Luz - (1959-1968)
  • Bacili Alcino Dionísio - (1968-1973)
  • José Miguel Jardim Olival Mendonça - (1973-1978)
  • Nicolau Alberto A. Drumond Borges - (1978-1981)
  • Manuel Honório Ferreira de Sousa - (1981-1982)
  • António Silva Henriques - (1982-1988)
  • Rui Emanuel Baptista Fontes - (1988-1997)
  • José Carlos Rodrigues Pereira - (1997-....)

[editar] Marchas do Marítimo

Marcha do Marítimo

Somos Campeões

Pela vida inteira

Nossos Corações

São para a Madeira

Desde a terra-mãe

Até ao Ultramar

Nosso lema tem

De lutar, lutar

Lá no Continente

E até aos Açores

Momçabique e Angola

São nossos amores

Já deixamos fama

De valor sem par

Arde em nós a chama

De lutar, lutar

Estribilho

Encarnado e verde

Cores sem igual

Da nossa bandeira

E de Portugal

E que ninguém pense

Em ter ilusões

Ser bom Madeirense

É gostar dos campeões

Saudação ao Marítimo

Lá vêm, lá vêm

Os nossos Maravilhas

Os Endiabrados

Campeões das Ilhas

Não há, não há

Não há outro igual

Como o Marítimo

O mais popular

Lá vêm, lá vêm

Os nossos campeões

O grande Marítimo

Clube das tradições

Vamos rapazes!

Cantai com ritmo

Cantai com alma

Saudai o Marítimo

Estribilho

Ó Marítimo!

Ó Marítimo!

Soubeste honrar a Madeira

Com orgulho e altivez

Ó Marítimo!

Ó Marítimo!

Tens o nome à cabeceira

Do desporto português

Viv' O Marítimo

Viv' O Marítimo

Tu sempre foste campeão

Ao mundo vais mostrar o teu leão

A alma e a força deste chão

Viv' O Marítimo

A voz da ilha vai chegar

Num Grande grito de alegria

De mais um jogo conquistar

Vai ao ataque - vai lá!

P'rá frente - já está!

A claque - gritou, gritou!

É golo, é golo - já está!

P'rá frente - mais um!

Marcou - ganhou!

É Golo

É verde-rubro o sonho

Sem barreiras

A Madeira vai brilhar

No outro lado do mar

Ganhar, ganhar, ganhar!

Referências

  1. Lisboa 22-06-2007, 8ºAnuário "As Finanças do Futebol Profissional" 2005/2006, jornal A Bola em parceria com a Deloitte, pág. 41
  2. O Clube Sport Marítimo surge no ranking europeu na posição 144.º e no ranking mundial na posição 246.º http://www.iffhs.de/?b002ec70a814f4cd003f09
  3. Funchal, "Historial do Club Sport Marítimo" Fascículo nº1 - Dos Primórdio à Fundação, edições Diário de Notícias do Funchal, pág. 3 - disponível em http://www.csmaritimo.pt/content/view/343/43/1/2/
  4. a b Funchal, "Historial do Club Sport Marítimo" Fascículo nº1 - Dos Primórdio à Fundação, edições Diário de Notícias do Funchal, pág. 4 - disponível em http://www.csmaritimo.pt/content/view/343/43/1/3/
  5. Funchal, "Historial do Club Sport Marítimo" Fascículo nº1 - Dos Primórdio à Fundação, edições Diário de Notícias do Funchal, pág. 1 - disponível em http://www.csmaritimo.pt/content/view/343/43/
  6. Funchal, "Historial do Club Sport Marítimo" Fascículo nº2 - Um Clube Imbatível, edições Diário de Notícias do Funchal - disponível em http://www.csmaritimo.pt/content/view/351/43/
  7. Lisboa, 1912 Jornal O Século escrevia a propósito da 1ªdigressão a Lisboa: "O team do Funchal é o mais forte que nos tem visitado; menos científicos que os bordaleses, mas talvez mais enérgicos e mais homogéneos. O seu halfcenter tem condições excepcionais dum excelente jogador, e o forward da esquerda (…) é muito bom (…)".
  8. Lisboa, 1913 Diário de Notícias escrevia a propósito da 2ªdigressão a Lisboa: "O team visitante, além dos seus recursos de jogadores, tem quase todos dotados de bastante rapidez, bom pontapé e robustez, o que os torna adversários perigosos, mas destacaremos, no entanto, as pontas, o half-center Barrinhas e a meia ponta direita (Jusa) como belos jogadores".
  9. Lisboa, Agosto 2007 "Guia de Futebol 2007/2008", editado pelo Jornal Record, pág.112
  10. Lisboa, Agosto 2007 "Guia de Futebol 2007/2008", editado pelo Jornal Record, pág.7. Ver também http://www.zerozero.pt/competicao.php?op=campclassif&id_comp=3
  11. Lisboa, Agosto 2007 "Guia de Futebol 2007/2008", editado pelo Jornal Record, pág.265 a 274 - contabilizando 22 épocas ininterruptas na divisão mais alta do futebol português.
  12. Lisboa, Agosto 2007 "Guia de Futebol 2007/2008", editado pelo Jornal Record, pág.266
  13. Funchal, 14 de Setembro de 2007, Diário de Notícias da Madeira "O Governo Regional da Madeira propôs ao CS Marítimo prescindir do prometido Estádio para a zona da Praia Formosa e, ao que foi possível apurar, os responsáveis do clube terão aceite a nova/velha ideia de fazer dos 'Barreiros' um novo e moderno espaço desportivo(…)"

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