Clube de Futebol Os Belenenses

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C.F. Belenenses
Logo Belenenses.png
Nome Clube de Futebol Os Belenenses
Alcunhas Azuis, Azuis do Restelo,
Pastéis, O Belém
Fundação 23 de setembro de 1919 (94 anos)
Estádio Estádio do Restelo
Capacidade 19.980
Localização Lisboa,  Portugal
Treinador Angola Lito Vidigal
Patrocinador Estados Unidos MetLife
Material esportivo Estados Unidos Nike
Competição Portugal Primeira Liga
2013-2014
Website Sítio oficial
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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O Clube de Futebol Os Belenenses ComCOB é um clube português fundado em 23 de Setembro de 1919, e tem sede em Lisboa, na freguesia de Santa Maria de Belém.

Entre outras conquistas, para além de 3 Campeonatos de Portugal e 3 Taças de Portugal, a vitória no Campeonato Nacional, em 1945/1946, foi o momento mais significativo da sua história.

Durante décadas fez parte do quarteto dos "Grandes", juntamente com o Porto, Benfica e o Sporting, pois até 82/83, estes foram os clubes que estiveram sempre na 1ª Divisão.

Em 1933, o Belenenses era o mais poderoso clube de futebol em Portugal: tinha 3 Campeonatos de Portugal, tal como o F.C. Porto, contra 2 do Benfica, 1 do Sporting, 1 do Olhanense e 1 do Marítimo, e era também o clube com mais jogadores presentes na Selecção Nacional desde o início da atividade desta. Manteve esta posição até 1935, e a 2ª posição até 1951. Ainda hoje é o 4º clube com mais internacionalizações, com cerca do dobro dos 5º e 6º (Boavista e Vitória de Setúbal).

Daí que os grandes rivais do Belenenses sejam Benfica, Sporting e Porto, para além dos mais recentes Boavista e Braga.

Dados Históricos e Relevantes[editar | editar código-fonte]

Banco de pedra com inscrição alusiva ao local de nascimento do Belenenses.

O Belenenses tem vários simpatizantes fora de Lisboa e noutros países (ex colónias portuguesas e comuniddades emigrantes no estrangeiro). Prova disso são as suas casas e núcleos fora do país: Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Angola, São Tomé e Príncipe, Timor, Bélgica, Estados Unidos da América e Canadá. O Belenenses tem ainda cerca de 50 filiais e núcleos em Portugal continental e ilhas.

Por exemplo, na final da Taça de Portugal de 2007, havia faixas a assinalar presenças de adeptos de: Suíça, Canadá, Minho, Bragança, Vila Real, Porto, Ermesinde, Vila do Conde, Espinho, Estarreja, Viseu, Repeses, Covilhã, Coimbra, Tomar, Óbidos, Peniche, Elvas, Laranjeiro, Costa da Caparica/Trafaria, Litoral Alentejano, Santiago do Cacém, Faro, além dos núcleos da Fúria Azul, não só da grande Lisboa e Margem Sul, como ainda do Alentejo e de Ovar.

Ao final da Temporada 2006/2007 o Belenenses havia conquistado 2.197 pontos em 1900 partidas, com 811 vitórias, 445 empates, 634 derrotas, 3.109 golos a favor, 2.391 contra em 68 participações na primeira divisão do Campeonato Português, sendo este o quarto melhor retrospeto entre as equipas portuguesas, com larga distância do 5ª (Vitória de Guimarães).

«Digamos que o Belenenses, parecendo uma inevitabilidade, nasceu de um impulso. Mas, mais do que ter vindo ao mundo numa maternidade ao ar livre, surpreendeu pela robustez e, sobretudo, pela determinação dos seus fundadores que enfrentaram o dédalo formado por más vontades, intrigas e ausência total de desportivismo de várias forças. Chegou ao desporto português à revelia dos interesses bizantinos de muitas e boas almas. (Homero Serpa

Ao longo da sua história, o Belenenses defrontou e venceu algumas das mais poderosas e conhecidas equipas do mundo: o Barcelona, o Valência, o Borussia Dortmund (na Alemanha), o Bayer Leverkusen, o Mónaco, o Olympique Lyonnais, o Vasco da Gama, o Cruzeiro de Belo Horizonte, o Newcastle, o Deportivo de La Coruña,o Bayern de Munique, o Sevilha, o Stade de Reims, o Dínamo de Zagreb e o Real Madrid (uma das vezes por 3-0). Com o Real Madrid, o mais bem sucedido clube mundial do século XX, o Belenenses teve fortes ligações: foi especialmente convidado para inaugurar o Estádio daquele clube, e voltou a sê-lo quando o estádio fez as bodas de prata e houve a festa de homenagem ao hexacampeão europeu, Francisco Gento.

O Belenenses foi o primeiro clube português a participar na Taça UEFA, estreando-se com um empate 3-3 em casa dos escoceses do Hibernian.

Registo ainda para o facto de o Belenenses ter sido a equipa a marcar mais golos num só jogo de todos os campeonatos nacionais: 15-2 à Académica. Aliás, no espaço de uma semana ganhou também por 14-1 ao Salgueiros, ou seja, marcou 29 golos em duas jornadas. Na Taça de Portugal tem a segunda maior goleada de sempre com 17-0 ao GD Vila Franca. Entre os clubes que foram goleados pelo Belenenses, contam-se o Sporting (9-0, 6-0 e 5-0), o Benfica (8-3 em casa e 5-0 em campo neutro), o Futebol Clube do Porto (7-3 em casa e 6-2 e 4-0 fora) e o Sporting Clube de Braga (9-3), ou ainda o Vitória de Guimarães (12-1), o Boavista (10-0) e o Vitória de Setúbal (9-0), para referir alguns dos mais cotados.

Emblema[editar | editar código-fonte]

O emblema do Belenenses é relativamente simples e pouco se alterou do original, apenas com mudanças nas cores (e padrões) e no escudo.

O emblema atual é constituído por um escudo branco (com margens azuis), duas faixas azuis em X (com margens brancas), a Cruz de Cristo ao centro e as iniciais do clube (CFB) foram postas em três dos quatro espaços brancos (em preto).

Ao longo do tempo o emblema foi gradualmente alterado até ao atual (que mesmo assim não difere muito do inicial), o original era parecido ao atual diferindo apenas na forma do escudo, que era mais triangular e a cor que era um azul acinzentado, mais tarde o fundo do emblema foi arredondado e as margens do escudo e das faixas passaram a ser douradas. Em tempos mais recentes as margens (do escudo e das faixas) passaram a ser azuis, as inicias passaram a ser douradas e mantiveram o escudo, as modificações seguintes iriam da origem ao emblema atual.

Variações históricas

Talvez a variação mais dramática do emblema em relação à evolução deste foi um emblema usado pelo Belenenses na década de 70 que consistia num escudo branco com margens douradas, a Cruz de Cristo ao centro e as iniciais (CFB) dentro do escudo por cima da cruz.

Futebol[editar | editar código-fonte]

Desempenho nos últimos anos[editar | editar código-fonte]

Belenenses:
Temporada Pos Escalão J V E D GM GS Pts Res
1991-92 34 19 10 5 53 25 67 Promovido
1992-93 34 11 12 11 42 40 34
1993-94 13° 34 12 6 16 39 51 30
1994-95 12° 34 10 7 17 30 39 27
1995-96 34 14 9 11 53 33 51
1996-97 13° 34 10 10 14 37 50 40
1997-98 18° 34 5 9 20 22 52 24 Despromovido
1998-99 34 17 10 7 55 28 61 Promovido
1999-00 12º 34 9 13 12 36 38 40
2000-01 34 14 10 10 43 36 52
2001-02 34 17 6 11 54 44 57
2002-03 34 11 10 13 47 48 43
2003-04 15° 34 8 11 15 35 54 35
2004-05 34 13 7 14 38 34 46
2005-06 15° 34 11 6 17 40 42 39
2006-07 30 15 4 11 36 29 49 Taça Uefa
2007-08 30 11 10 9 35 33 40
2008-09 15° 30 5 9 16 28 52 24
2009-10 15° 30 4 11 15 23 44 23 Despromovido
2010-11 13° 30 8 11 11 33 36 35
2011-12 30 10 11 9 34 32 41
2012-13 42 29 7 6 75 41 94 Promovido 1ª Liga
2013-14 14º 30 6 10 14 19 33 28

Pos =posição na tabela de classificação; J= partidas jogadas; V =partidas vencidas; E= partidas empatadas; D =partidas perdidas; GF= gols a favor; GS =gols sofridos; Pts= pontuação final

Palmarés[editar | editar código-fonte]

Escalão Nº Presenças Títulos Melhor Classificação
I 72 1
II 7 2
III 0 0 Nunca participou
Distritais 0 0 Nunca participou
Taça de Portugal 71 3 Vencedor
Taça da Liga 4 0 -
Supertaça de Portugal 1 0 0
Liga Europa 9 0 0
Taça das Taças 1 0 0
inclui época 2010/2011; - informação não disponível

Classificações[editar | editar código-fonte]

Escalão 00/01 01/02 02/03 03/04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13
Liga Sagres 15º 15º 15º 15º - -
Liga Orangina - - - - - - - - - - 13º
II Divisão - - - - - - - - - - - -
III Divisão - - - - - - - - - - - -
1º Escalão Dist. - - - - - - - - - - - -

Palmarés Futebol[editar | editar código-fonte]

Campeonato Nacional da 1ª Divisão[editar | editar código-fonte]

Campeonato de Portugal[editar | editar código-fonte]

Taça de Portugal[editar | editar código-fonte]

  •  Taça de Portugal: 3 : - 1941/1942; 1959/1960; 1988/1989
  • 5 vezes finalista vencido da Taça de Portugal - 1939/40; 1940/41; 1947/48; 1985/86; 2006/07
  • 13 vezes semifinalista da Taça de Portugal - 1950/51; 1953/54; 1955/56; 1960/61; 1961/62; 1962/63; 1969/70; 1971/72; 1974/75; 1980/81; 1989/90; 2003/04; 2012/13

Outros campeonatos e taças[editar | editar código-fonte]

Torneios Internacionais[editar | editar código-fonte]

  • Vencedor do Torneio de Melila - 1969/1970
  • Vencedor do Torneio Príncipe de Espanha - 1974/1975
  • Vencedor do Troféu Presidente - 1975/1976
  • Vencedor do Torneio Cidade Real - 1975/1976
  • Vencedor do Torneio Cidade de Córdoba - 1975/1976
  • Vencedor do Torneio Cidade de Marbella - 1983/1984
  • Vencedor do Torneio 1º de Maio - 1986/1987
  • Vencedor do Troféu T.A.P. - 1987/1988
  • Vencedor do Troféu Internacional Cidade do Porto - 2002/2003
  • Vencedor do Torneio de Casablanca - 2006/2007
  • Vencedor do Torneio de Granada - 2013/2014

Presenças em competições continentais[editar | editar código-fonte]

  • 9 presenças na Taça UEFA
  • 1 presença na Taça das Taças/Recopa Europeia
  • 1 presença na Taça Latina
  • 3 presenças na Taça Intertoto

Modalidades[editar | editar código-fonte]

Palmarés das Modalidades Amadoras[editar | editar código-fonte]

Andebol[editar | editar código-fonte]

  • 5 Campeonatos Nacionais
  • 1 Campeonato Nacional na variante de 11
  • 1 Campeonato Metropolitano
  • 4 Taças de Portugal
  • 1 Taça da Liga
  • 2 Supertaças de Portugal
  • 1 Taça Presidente da República
  • 4 Campeonatos de Lisboa
  • 5 Campeonatos de Lisboa na variante de 11
  • 6 Campeonatos Nacionais de Juniores
  • 3 Campeonatos Nacionais de Juniores na variante de 11
  • 1 Campeonato Nacional de Juvenis
  • 8 Campeonatos de Lisboa, em Juniores
  • 3 Campeonatos de Lisboa, em Juniores na variante de 11
  • 6 Campeonatos de Lisboa, em Juvenis
  • 1 Campeonato de Lisboa, em Iniciados
  • 3 Campeonatos de Lisboa, em Infantis
  • 1 Taça de Portugal, no Setor Feminino
  • 1 Campeonato de Lisboa, no Setor Feminino
  • 1 Campeonato de Lisboa, em Juniores Femininos

Atletismo[editar | editar código-fonte]

  • 10 Campeonatos Nacionais em Equipas Femininas
  • 13 Campeonatos de Lisboa em Equipas Femininas
  • 3 Campeonatos Nacionais de Juniores em Equipas Femininas
  • 4 Campeonatos de Lisboa de Juniores em Equipas Femininas
  • 1 Campeonato Nacional de Juniores, em Equipas Masculinas
  • 2 Campeonatos de Lisboa de Juniores, em Equipas Masculinas
  • 1 Campeonato Nacional de Juvenis em Equipas Femininas
  • 2 Campeonatos de Lisboa de Juvenis em Equipas Femininas
  • 1 Campeonato Nacional de Juvenis em Equipas Masculinas
  • 1 Campeonato de Lisboa de Juvenis em Equipas Masculinas
  • 1 Campeonato Nacional de Iniciados, em Equipas Masculinas
  • 1 Campeonato Regional de Iniciados, em Equipas Masculinas
  • 1 Campeonato Regional de Infantis, em Equipas.
  • 4 Campeonatos Nacionais de Corta Mato em Equipas Masculinas
  • 3 Campeonatos Individuais de Corta Mato, no Setor Masculino
  • 2 Campeonatos de Lisboa Corta Mato em Equipas Masculinas
  • 2 Campeonatos Individuais de Lisboa de Corta Mato, no Setor Masculino
  • 1 Campeonato Nacional de Corta Mato, em Juniores Masculinos
  • 1 Campeonato Nacional de Corta Mato, em Juvenis Masculinos
  • 1 Campeonato Nacional de Corta Mato, em Iniciados Masculinos
  • 2 Campeonatos Individuais de Corta Mato, no Setor Feminino
  • 2 Campeonatos Nacionais de Marcha Atlética por Equipas
  • 1 Campeonato Nacional de Salto à Vara
  • 8 Campeonatos Nacionais de Salto em Comprimento
  • 3 Campeonatos Nacionais de Triplo Salto
  • 1 Medalha de Ouro nos Campeonatos Mundiais de Juniores de Atletismo
  • 2 Medalhas de Ouro nos Jogos Paraolímpicos
  • 1 Medalha de Ouro no Campeonato Europeu de Atletismo – invisuais
  • 1 Medalha de Prata no Campeonato Europeu de Atletismo - invisuais
  • 1 Medalha de Prata no Campeonato Europeu de Triplo Salto

Basquetebol[editar | editar código-fonte]

  • 2 Campeonatos Nacionais
  • 2 Taças de Portugal
  • 1 Taça "Federação"
  • 1 Liga de Verão
  • 4 Campeonatos de Lisboa
  • 3 Campeonatos Nacionais, em Juniores
  • 3 Campeonatos Nacionais, em Juvenis
  • 2 Campeonatos Nacionais, em Infantis
  • 8 Campeonatos de Lisboa, em Juniores
  • 4 Campeonatos de Lisboa, em Juvenis
  • 5 Campeonato de Lisboa, em Infantis
  • 1 Campeonato Nacionais, no Setor Feminino
  • 7 Campeonatos de Lisboa, no Setor Feminino

Natação[editar | editar código-fonte]

  • 3 nadadores atravessaram o Estreito de Gibraltar (1962 e 2010).
  • 1 participação nos Jogos Olímpicos em Águas Abertas (Beijing 2008)
  • 2 Campeonatos Nacionais de Águas Abertas (Masters) 2009 e 2010
  • Vencedor do Circuito Nacional de Águas Abertas 2009
  • 2 Vitórias no Challenge Open Water 2009 e 2010.

Secção de Rugby[editar | editar código-fonte]

Ver mais em Anexo:Rugby no Clube de Futebol Os Belenenses

  • 7 Campeonatos Nacionais (1955/56; 1957/58; 1962/63; 1972/73; 1974/75; 2002/03; 2007/2008)
  • 3 Campeonatos Nacionais de "Sevens"
  • 3 Taças de Portugal
  • 4 Supertaças de Portugal
  • 3 Taças de Honra
  • 11 Campeonatos de Lisboa
  • 13 Campeonatos Nacionais, em Juniores
  • 3 Taças Ibéricas, em Juniores
  • 8 Campeonatos Nacionais, em Juvenis
  • 4 Taças de Portugal, em Juvenis
  • 4 Supertaças de Portugal, em Juvenis
  • 6 Campeonatos Nacionais de Iniciados
  • 1 Taça de Portugal de Iniciados
  • 1 Campeonato de Lisboa de Iniciados

Triatlo e Duatlo[editar | editar código-fonte]

Conquistas Internacionais:

  • 1 Campeonato Mundial de Juniores Individuais em Triatlo
  • 1 Campeonato Europeu de Juniores Individuais em Triatlo
  • 1 Medalha de Bronze na Taça do Mundo de Triatlo.
  • 1 Medalha de Prata na Taça da Europa de Triatlo.
  • 1 Medalha de Prata no Campeonato Europeu de Juniores Femininos
  • 1 Medalha de Bronze no Campeonato Europeu de Juniores Femininos
  • 1 Medalha de Prata no Triatlo Internacional de Makuhari
  • 1 Medalha de Prata nos Campeonatos Ibero-Americanos de Triatlo
  • 1 Medalha de Bronze nos Campeonatos Ibero-Americanos de Triatlo
  • 1 Medalha de Prata no Campeonato Europeu de Juniores de Duatlo

Futsal[editar | editar código-fonte]

  • 1 Taça de Portugal
  • 1 Campeonato Nacional da 3ª Divisão
  • 1 Campeonato Nacional da 2ª Divisão

Condecorações[editar | editar código-fonte]

  • Instituição de Utilidade Pública
  • Comendador da Ordem Militar de Cristo (5 de Outubro de 1933)[1]
  • Oficial da Ordem de Benemerência (5 de Outubro de 1935)[2]
  • Ordem de Benemerência da Cruz Vermelha
  • Benemérito da Cruz de Malta
  • Medalha de Mérito Desportivo
  • Medalha de Ouro da Cidade de Lisboa

Estádio do Restelo[editar | editar código-fonte]

O Estádio do Restelo foi inaugurado a 23 de setembro de 1956, tendo feito em 2006 50 anos, com o Clube a realizar uma série de eventos comemorativos. A lotação original era de 44.000 pessoas (com projeto para aumentar para 62.000), tendo esgotado pela 1ª vez em 1 de fevereiro de 1959.

Hoje, tem cerca de 22.000 cadeiras, num total de lugares para cerca de 32.000. Mas a maior assistência ter-se-á verificado em outubro de 1975, quando 60.000 pessoas assistiram à vitória do Belenenses sobre o Benfica, por 4-2, alcançado os azuis a liderança do Campeonato Nacional.

Geralmente considerado um dos mais belos estádios Portugueses, foi durante anos local de eleição para mostrar a ilustres visitantes estrangeiros, desde a Rainha de Inglaterra ao Imperador da Etiópia.

Pavilhão Acácio Rosa e Piscinas Olímpicas[editar | editar código-fonte]

Integram ainda o complexo desportivo do Restelo 2 campos relvados (um sintético) e 1 pelado, 1 Pavilhão Gimnodesportivo e umas Piscinas Olímpicas.

O Pavilhão foi inaugurado em 1977, com grandes sacrifícios, sendo-lhe 15 anos mais tarde dado o nome de "Acácio Rosa", um grande dirigente, historiador e amigo das modalidades no Belenenses. Inicialmente com lotação para mais de 3.000 pessoas, tem hoje capacidade para cerca de 1.700 lugares (com a colocação de cadeiras). É temido pelo ambiente nele gerado no apoio às equipas do Belenenses, sobretudo em Andebol.

As piscinas olímpicas, as únicas que um clube de futebol de topo possui em Portugal, foram inauguradas em 1993, depois de um longo processo. Já tiveram cerca de 3.000 utentes mas encontram-se em crise.

Jogadores históricos (Futebol)[editar | editar código-fonte]

O Belenenses teve nas suas fileiras alguns dos maiores jogadores portugueses de sempre. Entre estes, destacam-se:

  • Artur José Pereira - Fundador do clube. 25 anos depois de ter posto termo à sua carreira, era ainda considerado o melhor jogador português de sempre. Como treinador, ganhou para o Belenenses 2 Campeonatos de Portugal e 3 Campeonatos de Lisboa. Incansavelmente, lançava e formava muitos dos grandes jogadores do Belenenses no primeiro quartel da sua existência. O seu corpo está depositado num mausoléu do Belenenses, no cemitério da Ajuda, juntamente com Pepe e Matateu.
  • Augusto Silva - Juntamente com César de Matos, Pepe e Alfredo Ramos, fez do Belenenses o clube mais representado na seleção portuguesa na sua primeira grande participação internacional, nos jogos Olímpicos de Amsterdão. Augusto Silva foi um autêntico herói em Amsterdão. Em 1934, tornou-se o jogador português com mais internacionalizações de sempre, posição que manteve durante 16 anos. Como jogador, ganhou, sempre ao serviço do Belenenses, 3 Campeonatos de Portugal (e foi 2 vezes vice-Campeão) e 4 Campeonatos de Lisboa. Mais tarde, como treinador, conduziu o Belenenses à conquista do Campeonato Nacional de 1946 - foi o 1ª treinador lusitano a ser Campeão Nacional.
  • Pepe - Seu nome próprio era José Manuel Soares. Apesar de ter morrido envenenado, aos 23 anos de idade, deixou marca no futebol, tornando-se uma lenda e um mito do futebol português e do Belenenses. Para o homenagear, o clube deu o seu nome ao Estádio das Salésias e erigiu-se um monumento com um magnífico baixo-relevo, depois levado para o Estádio do Restelo. Pepe detém ainda hoje o recorde de golos num jogo oficial: 10. Apesar da idade em que morreu, ganhou 2 Campeonatos de Portugal e 3 Campeonatos de Lisboa. Estreou-se no Belenenses, aos 18 anos de idade, em 28 de fevereiro de 1926, num jogo épico, em que o Belenenses venceu o Benfica por 5-4, quando estava a perder a 15 minutos do fim. Pepe fez o golo da vitória, neste de um dos muitos "quartos de hora à Belenenses" que durante muitos anos foi marca distintiva do popular clube. Na seleção Nacional, estreou-se aos 19 anos e com tal brilho que, depois de marcar 2 golos à França, foi levado em triunfo pelo público. Foi-lhe dado o nome ao Estádio das Salésias e erigido uma baixo-relevo, depois transferido para o Restelo.
  • Mariano Amaro - Capitão da equipa Campeã Nacional em 1946, jogador genial, chamado o "Einstein do futebol português", tornando-se durante décadas um modelo para os médios-ala. Foi também, durante muito tempo, um dos jogadores com mais internacionalizações. As suas disputas com o jogador Pinga, do F.C.Porto, outro grande jogador, marcaram uma época.Além do Campeonato Nacional de 1946, ganhou a Taça de Portugal de 1942 e os Campeonatos de Lisboa (ao tempo quase tão importantes como os Campeonatos Nacionais) de 1943/44 e 1945/46.
  • As Torres de Belém - Esta era a denominação dada a Capela, Feliciano, Vasco, Francisco Gomes (condecorado com a Medalha de Mérito Desportivo do C.F.B. em 1946) e, em algumas versões, Serafim das Neves. Todos foram campeões em 1946. Os três defesas e o Guarda-Redes Capela fizeram do Belenenses, várias vezes, a defesa menos batida do Campeonato. Destacavam-se pela sua altura, envergadura e pujança física, e ficaram célebres os seus duelos com o ataque do Sporting, os famosos "cinco violinos". Feliciano, em 1946, foi considerado o melhor defesa central da Europa. Serafim das Neves foi um dos jogadores com mais internacionalizações da sua época. Era o capitão da equipa que, em 1955, perdeu tragicamente o Campeonato a 4 minutos do fim, quando o Sporting fez o golo do empate e ofereceu o título ao Benfica. Foi um golpe duríssimo no clube de Belém, e um momento importante de fortuna para o Benfica, que vivia jejum de títulos, antes da sua fama europeia dos anos de 60. Além deste Campeonato de 1955, o Belenenses esteve perto de ser Campeão em 1935, 1937, 1943, 1945 e 1959 - seis títulos que poderia ter juntado ao Campeonato Nacional de 1946 e aos Campeonatos de Portugal de 1927, 1929 e 1933.
  • Matateu - Foi, certamente, um dos maiores jogadores portugueses de sempre e indiscutivelmente o melhor de todos em potência de remate e finta curta e veloz dentro da grande área. Muitos dos que o viram jogar afirmam que era no mínimo um jogador de tanta classe como Eusébio. Recentemente, em votação promovida pelo jornal Record foi considerado, juntamente com Figo e Rosa Mota, o 4º melhor desportista português de sempre. À sua frente ficaram Eusébio, Carlos Lopes (que foi treinador um ou dois anos no Belenenses) e nos 10 primeiros ficaram ainda António Livramento (assumido adepto do Belenenses) e Jesus Correia (idem, pelo menos até ser um símbolo do Sporting). Porém, na votação feita apenas pelos leitores, Matateu ficou em 1º lugar, só descendo após a votação dos jornalistas.
  • Vicente - Nascido em 24 de setembro de 1935, é, talvez, a maior lenda viva do Belenenses. Além da grande carreira que teve, e da ininterrupta ligação ao Belenenses, desde 1954 até hoje, é irmão de Matateu. No Belenenses conquistou (e viu escapar), aliás, os mesmos títulos que o seu irmão. Foi ele, como capitão de equipa, que recebeu e ergueu a Taça de Portugal de 1960. Chegou a Portugal no início da época de 54/55, graças à intervenção de grandes belenenses radicados em Moçambique, como o Capitão Francisco Soares da Cunha. Estreou-se na festa de despedida de Feliciano (um dos campeões de 1946 ainda vivos, juntamente com Artur Quaresma, Andrade e Sério), marcando logo um golo ao F.C.Porto. De resto, em Moçambique jogava a avançado; mas, em Portugal e no Belenenses, fixou-se como médio e, depois, como defesa. Jogador fino e elegante, sempre correto, era, porém, de eficácia tremenda na marcação a jogadores adversários de pendor atacante. Ficou lendário por ter sido de todos os jogadores do mundo, o que melhor marcava o maior futebolista de todos os tempos, o brasileiro Pelé - facto reconhecido por este, que lhe tributava a maior admiração, expressa várias vezes (por exemplo, em entrevista ao jornal "Record" em 1963). Isso mesmo aconteceu no Mundial de 1966, onde, juntamente com José Perreira, foi um dos jogadores azuis ao serviço da Seleção de Portugal. Na altura, o jornal Inglês Daily Mail elegeu-o o defesa mais elegante do mundo. Envergou a camisola das quinas por 20 vezes. Em pleno apogeu da sua carreira individual, logo após o Mundial de 1966, sofreu um acidente de viação que lhe afetou gravemente um dos olhos, obrigando-o a pôr prematuramente termo à carreira. Pouco tempo depois, em 22 de janeiro de 1967, foi alvo de uma homenagem ímpar: teve lugar em todos os campos onde se jogou, então, uma jornada dos Campeonatos Portugueses. Desde então para cá, permaneceu sempre ligado ao Belenenses, por vezes como Treinador Adjunto e também como técnico das escolas de jogadores com o seu nome.
  • José Pereira - Defendeu as balizas do Belenenses durante quase 15 anos, desde 1953 a 1967. Venceu a Taça de Portugal de 1960 e as Taças de Honra de 1959/60 e 1960/61; foi Vice-Campeão Nacional em 1955. Ficou 5 vezes em 3º lugar e 2 vezes em 4º lugar. Os seus voos elegantes, que lhe permitiam defesas espetaculares, valeram-lhe o cognome de "O Pássaro Azul". Esteve presente no Mundial de 1966, alinhando em todos os jogos mesmo no primeiro, e contribuindo assim para o 3º lugar alcançado por Portugal. De resto, fora extremamente importante para garantir a qualificação de Portugal para a fase final disputada em Inglaterra, ao defender um penalty contra a Checoslováquia, garantindo a vitória de Portugal, reduzido a 10 jogadores, por 1-0 em casa do adversário, num dos jogos mais épicos da Seleção Nacional.
  • César de Matos - Um dos mais represntativos jogadores de sempre do Belenenses. Foi Campeão de Portugal em 1927, 29 e 33 e Campeão de Lisboa em 26, 29, 31 e 32. Cognomimado "o médio que voa", representou 17 vezes a Seleção (era então o 4º jogador com mais internacionalizações), tendo estado nos Jogos Olímpicos de 1928 (ao tempo, a grande competição internacional de seleções, pois só 2 anos depois se iniciaram os Campeonatos do Mundo).
  • Stoycho Mladenov - Um dos mais famosos jogadores búlgaros, possuía uma verdadeira classe mundial. Representou a seleção do seu país 59 vezes. Esteve presente na fase final do Campeonato Mundial de 1986. Foi 4 vezes campeão da Bulgária e chegou a uma meia-final da Taça dos Campeões Europeus pelo CSKA. Foi 1 vez o melhor marcador do Campeonato Búlgaro. Esteve no Belenenses entre 1986 e 1989. Foi 3º classificado em 87/88 e vencedor da Taça de Portugal em 89, além de ter estado presente nas vitórias sobre o Barcelona (87) e Bayer Leverkusen (88) para a Taça Uefa. Ao longo da sua carreira apontou 154 golos. Mladenov já foi treinador da seleção búlgara.
  • Batista - Médio de classe mundial. Esteve no Belenenses na época de 87/88, já em fim de carreira, contribuindo para o 3º lugar. Esteve presente em duas fases finais do Campeonato Mundial (1978 e 1982) ao serviço da Seleção do Brasil. Jogou também nos campeonatos italiano e espanhol.
  • Meyong - Internacional de Camarões, representou o Belenenses em 2005/2006, tendo sido o melhor marcador do Campeonato Português.
  • Marco Aurélio - Guarda-redes brasileiro, que representou o Belenenses entre 1998 e 2007, se aposentando nesse mesmo ano. Por suas belas defesas, foi muitas vezes considerado o melhor ou um dos melhores guarda-redes do Campeonato Português.
  • Henrique Guedes da Silva, o "Catanha" - Contratado pelo Belenenses a meio da época de 1995/96, num esforço para garantir a presença na Taça Uefa, que escapou por um lugar (o Belenenses ficou em 6º). Rapidamente mostrou a sua classe. Rumou a Espanha, onde representou o Salamanca, o Málaga e o Celta. Foi o 2º melhor marcador no Campeonato Espanhol em 2000. A sua eficácia continuou nos anos seguintes, tendo obtido a naturalidade espanhola, e representado esta seleção. Voltou ao Belenenses, onde esteva na 2ª metade da época 2004/05.
  • José António - Capitão da equipa vencedora da Taça de Portugal em 1989. 3º lugar em 87/88. Vencedor da Taça de Honra de 89/90. Representou a seleção Nacional, tendo alinhado na fase final do Campeonato Mundial do México, em 1986. Atuou em 6 jogos da Taça Uefa e 2 jogos da Taça das Taças.
  • Jaime - Esteve no Belenenses durante 6 anos, obtendo um 3º lugar e estando presente nas finais da Taça de Portugal de 1986 e 1989. Vencedor da Taça de Honra de 89/90. 9 vezes internacional pela seleção A.
  • Jorge Martins - Um dos grandes guarda-redes da história do Belenenses. 3º lugar em 87/88, vencedor da Taça de Portugal de 1989, finalista vencido em 1986. Esteve presente nas fases finais do Campeonato da Europa de 1984 e do Campeonato do Mundo de 1986.
  • Luís Sobrinho - Esteve 4 épocas ao serviço do Belenenses, de 1985 a 1989. Ganhou uma Taça de Portugal, foi finalista de outra e 3º classificado num Campeonato. Representou a seleção de Portugal 8 vezes, tendo sido selecionado para a fase final do Campeonato do Mundo de 1986.
  • José Mário - Extraordinário Defesa Esquerdo brasileiro que representou o Belenenses desde 1987 a 1991. Também jogava a defesa central ou a extremo esquerdo. As suas arrancadas desde a sua área até à linha final ou à baliza contrária eram temíveis e ficaram famosas. Foi, por algum tempo, o melhor defesa esquerdo do Campeonato Português. Vencedor da Taça de Portugal em 1989 e 3º classificado em 1988.
  • Alfredo Quaresma - Representou o Belenenses, na categoria principal, desde 61/62 até 76/77. Vice-Campeão em 1973, 3º lugar em 1976, 4º lugar em 1963. Vencedor da Taça de Honra de 1969. Foi 4 vezes internacional, apontando um golo. Era costume marcar em jogos decisivos ou importantes, quando avançou de defesa central para médio. Por exemplo, marcou no jogo com o Real Madrid em dezembro de 1972, quando o Belenenses foi convidado para as Bodas de Pratas do estádio dos madrilenos e para a festa de despedida do hexacampeão europeu Paco Gento. Também brilhou nos jogos da Taça UEFA com o Barcelona de Cruyff, Neeskens e Heredía em 76/77 (2-2 no Restelo; 2-3 em Barcelona). Já falecido, é tio-avô de Ricardo Quaresma.
  • Vítor Godinho - Vindo das camadas jovens, onde foi internacional, representou a 1ª categoria do Belenenses desde 1961 a 1977. Vice-Campeão em 1973, 3º lugar em 1976, 4º lugar em 1963. Vencedor da Taça de Honra de 1969. Internacional. Em 1973, a asa esquerda do Belenenses, com João Cardoso (ou Pietra), Godinho e Gonzalez foi considerada a melhor da Europa.
  • Pietra - Jogador dos anos 70. Vice-Campeão-Nacional em 1973 e 3º classificado em 1976. Transferiu-se para o Benfica em 76/77. 28 vezes internacional.
  • Fernando Freitas - Jogador dos anos 60 e 70. Vice-Campeão-Nacional em 1973 e 3º classificado em 1976. Transferiu-se para o F.C.Porto em 76/77. Foi 9 vezes internacional.
  • Alfredo Murça - Vice-Campeão Nacional em 1973. Transferiu-se a seguir para o F.C.Porto. Foi 5 vezes internacional.
  • Paco Gonzalez - Jogador paraguaio, internacional pelo seu país nos anos 70. O Belenenses foi buscá-lo ao Real Madrid. Com um pé esquerdo extraordinário, evidenciou classe mundial. Foi por várias vezes o melhor marcador da equipa. Exímio marcador de livres, dos quais resultaram muitos golos.
  • Félix Mourinho - Pai do treinador José Mourinho, defendeu com muita eficácia as redes do Belenenses desde 1969 a 1974, tendo chegado a internacional. Enquanto jogador, chegou a ser adjunto do treinador (Homero Serpa, que serviu o clube dessa forma numa emergência). Ele foi vice-Campeão-Nacional em 1973.
  • Alfredo Ramos - Esteve presente nos Jogos Olímpicos de 1928. o Belenenses, com 4 jogadores, foi a equipa mais representada na seleção de Portugal. Foi 3 vezes Campeão de Portugal e 4 vezes Campeão de Lisboa pela equipa azul.
  • José Simões - Outro grande e malogrado jogador do Belenenses, pois morreu aos 31 anos. Foi titular da Seleção Nacional entre 1936 e 1941, jogando no setor defensivo. No clube, conquistou o Campeonato de Portugal de 32/33, a Taça de Portugal de 41/42 e o Campeonato de Lisboa de 43/44. Foi Vice-Campeão de Portugal em 1934 e Vice-Campeão Nacional em 1937.
  • Raúl Figueiredo - Defesa dos anos 50. Capitaneou a equipa nos jogos de inauguração do Restelo. Vice-Campeão Nacional em 54/55, 3º classificado em 52/53, 55/56, 56/57 e 58/58 e 4º lugar (a pior classificação do clube na década) em 51/52, 53/54 e 57/58. Jogou 3 vezes na Seleção. Em 1984 foi adjunto do treinador Jimmy Meliá.
  • Di Pace - Jogador argentino de grande classe, internacionalmente famoso, que representou o clube entre 1953 e 1958. De técnica refinada, as suas fintas e passes de mestre causaram sensação. No Belenenses obteve um 2º lugar, três 3ºs lugares e dois 4ºs lugares. Voltou à Argentina, mas veio visitar Portugal e o "seu" Belenenses em 1984 e 2004.
  • Artur Quaresma - Um dos imortais do Belenenses que está ainda entre nós, como uma verdadeira lenda viva. Nasceu em 1917, tendo chegado ao Belenenses, vindo do Barreirense, na época de 36/37. A sua carreira regista a conquista de 1 Campeonato Nacional (46), 1 Taça de Portugal (42) e 2 Campeonatos de Lisboa (43/44 e 45/46). Foi vice-campeão Nacional em 1937. Ficou ainda 6 vezes em 3º lugar e 3 vezes em 4º lugar. Foi finalista em mais 3 Taças de Portugal. Marcou no jogo decisivo do Campeonato de 46, no qual assinou 14 golos, apesar de não ser ponta de lança, mas interior direito, na finbal da Taça de Portugal de 1942, e brilhou a grande altura nos jogos com o Real Madrid em 1945 e 1947. Depois da despedida como jogador, continuou o seu trabalho, já antes iniciado, nos escalões de formação do Belenenses.
  • Rafael - Um dos campeões de 1946, marcando aliás o jogo decisivo, contra o SL Elvas, para onde o Benfica mandara um treinador (Valadas) tempo antes, a fim de evitar a conquista do título pelo Belenenses. Foi 1 vez Campeão Nacional, 1 vez vice-Campeão Nacional, ficou 6 vezes em 3º lugar, obteve 2 Campeonatos de Lisboa, ganhou 1 Taça de Portugal e esteve em mais 2 finais, foi ainda finalista vencido de um Campeonato de Portugal. Brilhou nos jogos com o Real Madrid, incluindo a inauguração do estádio do gigante espanhol. Pela Seleção A, foi internacional por 6 vezes. Na última das vezes, o Belenenses tinha 5 jogadores no Onze Nacional.
  • Yaúca- Jogador do fim da década de 50 e princípio da década de 80. Vencedor da Taça de Portugal de 1960 e das Taças de Honra de 1959 e 60. 3º Lugar nos Campeonatos de 59 e 60, 4º lugar, em 63. Presente em jogos europeus com a Roma, o Barcelona, o Hibernian, etc., em que fez sensação. Avançado de grande qualidade, foi o 3º melhor marcador do Campeonato de 61/62. Representou a Seleção Nacional por 10 vezes, marcando 4 golos. Devido às tremendas dificuldades financeiras que o Belenenses passava, foi transferido para o Benfica em 64/65, o que, mesmo assim, provocou grande consternação e descontentamento entre largos sectores de adeptos.
  • Scopelli, Tárrio e Telechia - Trio de argentinos de grande classe, que chegaram ao Belenenses em 39/40 e introduziram novos conceitos táticos em Portugal. Alejandro Scopelli, que particpara no Campeonato Mundial de 1934, como jogador, ao serviço da Argentina, foi também treinador do Belenenses, tanto no fim da década de 40, como na década de 70, obtendo um 2º e um 3º lugar.
  • José Luís - Avançado e goleador que conquistou os 3 Campeonatos de Portugal e 4 Campeonatos de Lisboa, sendo ainda 1 vez Vice-Campeão de Portugal. Internacional.
  • Rodolfo Faroleiro - Outro histórico do Belenenses. Como jogador, foi 2 vezes Campeão de Portugal e 3 vezes Campeão de Lisboa. Como treinador, conquistou a Taça de Portugal de 41/42.Em 31/32, nos 1/8 de final do Campeonato de Portugal, o Belenenses venceu o Sporting Fora por 6-0 e em Casa por 9-0 - Rodolfo marcou 5 dos 15 golos.

Revelações recentes[editar | editar código-fonte]

O Clube de Futebol os Belenenes está a apostar cada vez mais forte na formação de novos jogadores com a perspetiva de integrar a equipa sénior de futebol, como Adolfo, jovem guarda-redes que treina já com o plantel sénior, os jovens Fredy, Pelé, Abel Camará, e no juvenis "A" o jovem defesa-central Cláudio.

Treinadores famosos (de Futebol)[editar | editar código-fonte]

Pode dizer-se que passaram pelo Belenenses todos os mais famosos treinadores portugueses:

  • Artur José Pereira - o grande mestre, fundador do Belenenses, o 1º cultor de táticas Português.
  • Augusto Silva - Primeiro treinador Português a ganhar o Campeonato Nacional.
  • Cândido de Oliveira - um dos "pais" da seleção nacional e do desenvolvimento do futebol Português.
  • José Maria Pedroto - Esteve no Belenenses nos anos 50, não como treinador, mas como jogador. Necessitado de dinheiro para construir o Restelo (visto ter sido despojado das Salésias), e num tempo em que as transferências internacionais eram raras, o Belenenses viu-se obrigado a vendê-lo ao F.C.Porto, por uma verba record. Em 1974, esteve quase a vir como treinador para o Belenenses, que nesse mesmo ano também tentou contratar Rinus Michels, Campeão Holandês e Europeu pelo Ajax, Campeão Espanhol pelo Barcelona e Vice-Campeão Mundial e Campeão Europeu pela Holanda, vencedor da Taça Uefa pelo Bayer Leverkusen (curiosamente, sendo na edição seguinte eliminado pelo Belenenses).
  • Fernando Vaz - Treinou o Belenenses em 58/59 (3º lugar) e em 63/64.
  • Mário Wilson - Treinador do Belenenses no fim dos anos 60.
  • Artur Jorge - Acabando a sua carreira como jogador no Belenenses, voltou ao clube como treinador em 81/82 mas não completando a época. O Clube viveu então momentos terríveis, com falta de dinheiro, tendo algumas atitudes de Artur Jorge muito questionadas.
  • Carlos Queirós - O ex-seleccionador nacional, que foi 2 vezes Campeão Mundial Juniores, bem como técnico do Real Madrid e adjunto de Sir Alex Ferguson no Manchester United iniciou-se como treinador no Belenenses, em 1982, com a equipa de Juniores.
  • José Mourinho - o "Special One", vencedor da Taça UEFA em 2003, da Liga dos Campeões em 2004 e treinador (2 vezes Campeão Inglês) ao serviço do Chelsea, já jogou no Belenenses, sendo, aliás, filho do guarda-redes Félix Mourinho.

Entre os treinadores estrangeiros, destacam-se:

  • Fernando Riera - Vice-Campeão Nacional em 54/55 (o tal título perdido a 4 minutos do fim), ficou em 3º lugar no Campeonato Mundial de 1962, no comando do Chile.
  • Helenio Herrera - Esteve no Belenenses em 57/58. Cognominado "o Mago". Tinha já treinado a seleção de França, conquistado 2 campeonatos de Espanha pelo Atlético de Madrid e sido Vice-Campeão pelo Sevilha. Depois do Belenenses, treinou o Barcelona (2 Taças Uefa e 2 Campeonatos e 1 Taça de Espanha); o Inter (2 Taças dos Campeões, 1 Taça Intercontinental, 3 Campeonatos e 1 Taça de Itália); a Roma (1 Taça de Itália); as selecções de Espanha e de Itália.
  • Henry Depireux - Em 1986 e 1987, fez o Belenenses regressar à final da Taça de Portugal e às competições europeias. Foi o 1º, no final de 1985, a falar na existência de "um sistema" em Portugal. Entre outros, treinou o Metz, o FAR de Rabat (onde foi finalista da Taça Africana dos clubes Campeões) )e as selecções de Camarões (ao serviço da qual foi vice-Campeão africano) e do Congo.
  • Alejandro Scopelli - 3º lugar em 47/48; 2º lugar em 72/73; 5º lugar em 73/74.
  • Otto Glória - Ganhou a Taça de Portugal de 59/60 (ano em que o clube foi 3º no Campeonato) e as Taças de Honra de 59/60 e 60/61. Conduziu a Seleção de Portugal ao 3º lugar no Mundial de 66.
  • Marinho Peres - Ganhou a Taça de Portugal de 1989. 3º lugar em 88.
  • Abel Braga - Treinou o Belenenses na 2ª metade da época de 91/92, em 92/93 e começo de 93/94. Esteve 23 jogos sem perder. Recentemente, foi vencedor da Taça dos Liberdadores da América (equivalente à liga dos Campeões na Europa) e do Mundial Inter-Clubes pelo Internacional de Porto-Alegre. Treinou equipas como o Flamengo, Atlético Paranaense, Coritiba, Atlético Mineiro , Ponte Preta, Vasco da Gama , Marselha e Fluminense onde conquistou o campeonato Carioca e e Brasileiro de 2012.

Praticantes Famosos de Modalidades extra-Futebol[editar | editar código-fonte]

Dirigentes Históricos[editar | editar código-fonte]

Reis Gonçalves Presidiu à Junta Diretiva logo aquando da fundação do clube, e foi Presidente entre 1920 e 1922. Foi Presidente da Assembleia-Geral entre 1934 e 1948 e entre 1950 e 1955.

José Luís Moura - Presidente entre 1925 e 1931. Durante os seus mandatos, obtiveram-se os terrenos e começou-se e inaugurou-se o Estádio das Salésias. Conquistou-se 2 Campeonatos de Portugal (mais uma vez Vice-Campeão) e 3 Campeonatos de Lisboa.

José Rosa - Presidente entre 1932 e 1934, esteve ligado à conquista de 1 Campeonato de Portugal (sendo Vice-Campeão no ano anterior) e de 1 Campeonato de Lisboa e ao início de expansão das Salésias, que se viriam a tornar no maior e melhor complexo desportivo Português.

Francisco Mega - Foi o dirigente que foi mais anos Presidente: entre 1935 e 1938; entre 1939 e 1941 e entre 1950 e 1954. Nos seus dois primeiros mandatos, arrelvaram-se as Saleias, e cobriu-se a bancada dos sócios, bem como construiu-se um Campo de treinos, tudo coisas então únicas em Portugal. Esteve-se presente em 2 finais da Taça de Portugal e numa final do Campeonato de Portugal. no último mandato, lutou duramente pela construção do Restelo, e viu chegar jogadores como Matateu e Di Pace.

Coelho da Fonseca - Presidente em 1938, permitiu a continuação dos trabalhos de expansão das Salésias. Entre 1967 e 1969, integrou uma Junta Diretiva, que fez trabalho de grande relevo num momento difícil do clube, juntamente com Acácio Rosa e Fernando Olavo Gouveia da Veiga.

Em 1956 foi o Presidente da Comissão de cativação de lugares para o Estádio do Restelo, medida original e "futurista" na época, que mais tarde viria a ser imitada por todos os outros clubes.

Salvador do Carmo - Na sua Presidência conquistou-se a Taça de Portugal de 1942. Veio a ser Selecionador Nacional.

Constantino Fernandes - Presidente entre 1942 e 1944, ficando ligado à conquista do Campeonato de Lisboa de 43/44 e em 1946, ano em que o Belenenses foi Campeão Nacional.

Octávio de Brito- Presidente da época de 45/46, em que se conquistou o Campeonato de Lisboa e, embora já depois da sua saída, o Campeonato Nacional. Voltou em 47/48, e continuando a prestigiar o clube, e na sequência das ligações que no anterior mandato encetara com o Real Madrid, o Belenenses foi convidado para inaugurar o Estádio dos madrilenos.

Acácio Rosa - Foi eleito Presidente do Belenenses aos 36 anos. Mas, antes disso, já tinha recebido a Cruz de Cristo de Ouro, a mais alta distinção do Clube. Foi uma distinção bem merecida, pois, entre outros trabalhos: introduziu no clube o Andebol e o Voleibol; esteve, como Vice-Presidente, com a nossa equipa que inaugurou o Estádio do Real Madrid e participou na escolha do local para a construção do Estádio do Restelo; pagou do seu bolso a iluminação do Campo de Basquetebol nas Salésias e, durante anos, as despesas de 5 modalidades amadoras. Incondicionalmente apaixonado do Belenenses, esteve sempre presente nas horas dramáticas e para tributar gratidão a quem a merecia. Escreveu vários livros, alguns deles muito volumosos, com a história do Belenenses desde 1919 a 1994, ano anterior ao da sua morte. Foi o 1º selecionador Nacional de Andebol. Foi galardoado pelos governos Português e Francês. Atualmente é perpetuado entre os azuis dando o nome ao Pavilão Gimnodesportivo.

Pascoal Rodrigues - O Presidente aquando da Inauguração do Estádio do Restelo. Vice-Campeão Nacional em 1955.

Francisco Soares da Cunha - - Presidente em 1957. O grande dinamizador da construção e acabamento do Estádio do Restelo.Esteve ligado à vinda para o clube de jogadores como Matateu, Vicente e Yaúca.

Vale de Guimarães- Presidente em 1960, aquando da conquista da 2ª Taça de Portugal e em 1964 (corte de relações com o Sporting, por causa do caso Carlitos).

Baptista da Silva - Longa dedicação ao clube, no qual tem ocupado vários cargos em órgãos sociais, foi Presidente entre 1972-74, num período de ressurgimento do Belenenses, que foi Vice-Campeão em Futebol e Campeão em Andebol e Rugby, além de se estrear em provas europeias de Ténis e Andebol.

Mário Rosa Freire - Presidente de 1982 a 1990, o maior número de anos seguidos. Nos seus mandatos, conquistou-se uma Taça de Portugal, esteve-se em outra final e obteve-se um 3º lugar, além de participações na Taça das Taças e Taça Uefa. Venceu-se ainda 1 Campeonato e 2 Taças de Portugal em Andebol.

Adeptos famosos[editar | editar código-fonte]

Clube de grande implantação popular, o Belenenses tem tido adeptos em todos os estratos da sociedade portuguesa. Entre os mais conhecidos, destacam-se:

Músicos:

Amália Rodrigues (sem dúvida a mais famosa cantora portuguesa de sempre); Lucinda do Carmo; Carlos do Carmo; João Pedro Pais; Luís Represas (ex-Trovante); Frederico de Freitas (Maestro); Gonçalo da Câmara Pereira; Mirita Casimiro; Pedro Barroso; Nuno Barroso; Tony de Matos.

Atores, escritores, jornalistas ou figuras do Espetáculo:

Albano Homem de Mello, José António Saraiva (ex-Diretor do Expresso); Badaró; Baptista Bastos; Fernando Ferrão; Francisco Nicholson; Henrique Mendes; Homero Serpa; Humberto Madeira; Jacinto Ramos; João Villaret; Marina Tavares Dias; Pedro Homem de Mello; Raúl Solnado; João Didelet; Sónia Brazão; Sara Santos (Miss Playboy TV Portugal 2006); Filipa Paixão (vencedora do casting FHM de 2006); Hugo Sequeira (ator); Vítor Ennes (ator e modelo); Margarida Pinto Correia (Jornalista e Escritora); Cristina Areia (atriz); Hélder Agapito (ator); Pedro Barroso (ator) ; Samanta Castilho (modelo); Nuno Perlouro (jornalista da RTP).

Políticos: - Américo Tomás (ex-Presidente da República); Teixeira Gomes (ex-Presidente da República).

Nota: O facto de um Presidente da República do Estado Novo e de um Presidente da I República terem sido adeptos e sócios do Belenenses desde logo desmente a alegada relação privilegiada do Belenenses com o Estado Novo. De resto, o Belenenses foi 3 vezes Campeão de Portugal antes de Salazar se ter tornado presidente do Conselho, não se conhecendo, aliás, qualquer simpatia clubística da sua parte. Figuras gradas do regime caído em 25 de Abril existiram nos quadros dirigentes de todos os principais clubes portugueses. De resto, o modo como o Belenenses obteve e perdeu tanto as Salésias como o Restelo mostram que foi preterido - e não beneficiado - em comparação com os outros maiores clubes lisboetas (Benfica e Sporting). Também foram seus e só seus os três jogadores que se recusaram a fazer a saudação fascista num jogo com a Espanha: Mariano Amaro, Artur Quaresma e José Simões.[3] Clube plural, há no Belenenses pessoas de direita como de esquerda, como das diferentes opções religiosas e filosóficas ou de distintos estratos sociais. [parcial?]

Outras figuras da política:

António Pinto Leite (ex-deputado pelo PSD); Baltasar Rebelo de Sousa (Ex-Ministro); Carlos Sousa (ex-Presidente da Câmara de Setúbal e antes de Palmela pelo PCP - CDU); Idália Moniz (Secretária de Estado); João Luís Moura (Governador Civil de Lisboa); João Pinho de Almeida (deputado da Assembleia da República pelo CDS-PP); Luís Nobre Guedes (ex-Ministro e ex-deputado pelo CDS-PP); Manuel Sérgio (ex-deputado da Assembleia da República pelo PSN); Marcelino Marques (da Comissão Coordenadora que preparou o 25 de Abril); Mário Duarte (embaixador); Soares Carneiro (candidato à Presidência da República e ex-Chefe do Estado Maior das Forças Armadas); Vale Guimarães (Governador Civil de Aveiro); António Nunes (Presidente da ASAE); António Filipe (Deputado na Assembleia da República pelo PCP - CDU); João Soares (Ex-Presidente da Câmara Municipal de Lisboa); Aldemira Pinho (ex-deputada à Assembleia da República pelo PS - eleita pelo Algarve, na X legislatura: 2005/2009)

Desporto:

António Livramento (Hóquei em Patins); Filipe Gaidão (Hóquei em Patins); João Pinto (Andebol); Paulo Simão (jogador com mais internacionalizações em Basquetebol); Salvador do Carmo (Selecionador Nacional e Presidente do Clube); José Maria Antunes (Selecionador Nacional); Gomes da Silva (Coordenador da Seleção Nacional no Mundial de 1966); Humberto Fraga Fernandes (Presidente do Odivelas FC); Décio de Freitas (árbitro); Jorge Coroado (árbitro internacional); Luís Santos (ex-Presidente da Federação Portuguesa de Andebol e da Confederação Portuguesa de Desportos); Homero Serpa (Jornalista do Jornal "A Bola"); Vítor Serpa (Diretor do jornal "A Bola"); Alexandre Pais (Diretor do jornal "Record"); Hélio Nascimento (jornalista do Jornal "Record"); Tomás Barroso (Basquetebol) [4] .

Época 2011/2012[editar | editar código-fonte]

Plantel actual[editar | editar código-fonte]

Goleiros
Jogador
1 Portugal Coelho
25 Portugal Paulo César
92 Portugal Adolfo Leite
Defensores
Jogador Pos.
4 Portugal Duarte Machado Z
5 Portugal Pedro Ribeiro Z
20 Senegal Zazá Z
21 Portugal André Pires Z
29 Portugal Igor Pita Z
83 Brasil Rafael Santos Z
Meio-campistas
Jogador Pos.
2 Brasil Victor Lemos M
7 Portugal Miguel Rosa M
8 Brasil Sidnei M
14 Portugal Fernando Ferreira M
17 Portugal Fábio Sturgeon M
24 Benim Koukou M
27 Brasil Rodrigo Antônio M
97 Brasil Victor Silva M
Atacantes
Jogador
6 Portugal Viegas
9 Portugal Tomané
15 Portugal Rui Varela
77 Brasil Waldir
81 Portugal Dani
99 Brasil Geovane Maranhão

Tranferências 2011/2012[editar | editar código-fonte]

Mercado de verão

Claques[editar | editar código-fonte]

  • Fúria Azul
  • Fanáticos (extinta)
  • Esquadrão Azul (extinta)

Casos[editar | editar código-fonte]

O "Caso Mateus"[editar | editar código-fonte]

Ficou conhecido como Caso Mateus um complexo de casos judiciários, tanto na justiça desportiva, como nos tribunais civis, que pôs a nu uma série de disfunções na organização do futebol profissional em Portugal, tanto na Federação Portuguesa de Futebol como na Liga Portuguesa de Futebol Profissional, e ameaçou o funcionamento do campeonato nacional de futebol da primeira liga. O caso levou mesmo a FIFA a ameaçar suspender a seleção portuguesa e os clubes portugueses de todas as competições internacionais. O caso teve por epicentro o jogador Mateus Galiano da Costa, o Gil Vicente Futebol Clube e o Clube de Futebol Os Belenenses, mas estendeu-se a todo o futebol profissional português. O Belenenses lutou durante meses para fazer valer a sua razão, baseada no cumprimento dos regulamentos desportivos aceites pelos clubes participantes.

O "Caso Meyong"[editar | editar código-fonte]

Na época 2007/2008 em jogo a contar para a 16ª jornada da BWIN Liga entre o Belenenses e a Naval 1.º de Maio, a equipa do Belenenses utilizou indevidamente o jogador Meyong.
Como consequência o Belenenses foi penalizado em 6 pontos (menos 3 por retirada da vitória e menos 3 por penalização). Já à Naval 1.º de Maio foram atribuídos 3 pontos.[5]

O "Caso Estrela"[editar | editar código-fonte]

Na época 2008/2009 o Belenenses viu-se pela segunda vez "repescado" num espaço de poucos anos (a anterior havia sido devida ao "Caso Mateus"), voltando a manter-se na Primeira Liga apesar da sua classificação na zona de despromoção. Desta feita, o facto deveu-se à despromoção do Estrela da Amadora devido a vários meses de salários em atraso.

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]