Seleção Portuguesa de Futebol

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Portugal
Portugal FPF.png
Alcunhas?  Seleção das Quinas
Associação Federação Portuguesa de Futebol
Confederação UEFA (Europa)
Patrocinadores Portugal MEO
Portugal Sagres
Portugal Continente
Portugal Novo Banco
Portugal Galp Energia
Portugal Jogos Santa Casa
Material desportivo?  Estados Unidos Nike
Treinador Fernando Santos
Capitão Cristiano Ronaldo
Mais participações Luís Figo (127)
Melhor artilheiro Cristiano Ronaldo (50)
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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Uniforme
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A Seleção Portuguesa de Futebol CvNSC representa Portugal nas competições internacionais de futebol e é gerida pela Federação Portuguesa de Futebol.

A seleção estreou-se oficialmente a 18 de dezembro de 1921 contra a Espanha, jogo que acabou 3–1 a favor dos espanhóis. A primeira vitória foi obtida em 18 de junho de 1925, contra a Itália, por 1-0. A estreia de Portugal num Mundial da FIFA, em 1966, levou a Seleção das Quinas às meias-finais, onde viria a ser derrotada pela anfitriã, e futura campeã, a Inglaterra. Portugal terminou o campeonato em 3º lugar e Eusébio foi o Melhor Marcador do torneio, com nove golos. Portugal qualificou-se igualmente para as edições de 1986 e 2002, onde não passou na fase de grupos, em 2006, edição que terminou em 4º lugar depois de perder por 3-1 com a seleção anfitriã (Alemanha), em 2010, onde foi eliminado nos oitavos de final pela Espanha por um 1–0.[2] , e em 2014, na qual não chegou aos oitavos de final. A selecção participou também em seis fases finais dos campeonatos da europa: em 1984 (semifinalista), 1996 (quartos de final), 2000 (semifinalista), 2004 (finalista), 2008 (quartos de final) e 2012 (semifinalista). Apesar de contar regularmente com jogadores de classe mundial, a equipa portuguesa nunca ganhou um grande campeonato de futebol internacional. O seu único título a nível sénior é a conquista da SkyDome Cup, pequeno torneio de três equipas disputado em 1995 em Toronto.

A Seleção de Portugal é considerada uma equipa com um futebol latino (semelhante ao que é apresentado pela Espanha, Brasil ou Argentina), baseado na posse de bola, criatividade, perícia e espontaneidade individual, em detrimento da compleição física ou rigidez táctica.[3] [4]

Vários futebolistas portugueses se destacaram na história do futebol mundial, como Fernando Peyroteo, José Travassos, Matateu, Germano, Mário Coluna, José Augusto, António Simões, José Águas, Eusébio, Vítor Damas, Manuel Bento, Torres, Fernando Chalana, Fernando Gomes, Carlos Manuel, Humberto Coelho, Paulo Futre, Paulo Sousa, Luís Figo, Vítor Baía, Pauleta, Nuno Gomes, Rui Costa, João Vieira Pinto, Ricardo Carvalho, Nani e Cristiano Ronaldo.

Tradicionalmente a sua maior rival é a Seleção Espanhola.[3]

O seu estádio oficial é o Estádio Nacional do Jamor, em Lisboa.

Mundiais e Europeus[editar | editar código-fonte]

Participação em Mundiais da FIFA até 1966[editar | editar código-fonte]

Antes da participação nas eliminatórias do Mundial da FIFA de 1958, a selecção portuguesa coleccionava apenas derrotas em jogos oficiais, quase todas elas pesadas e humilhantes, sendo a equipa um verdadeiro "saco de pancadas" até 1954.

Nas eliminatórias do Mundial de 1934, Portugal foi batido pela Espanha por nada menos que 9-0 para os espanhóis. Nas eliminatórias do Mundial de 1938, Portugal foi eliminado pela Suíça, em jogo único, por 2-1. No acesso ao Mundial de 1950, mais uma eliminação e mais uma goleada perante os espanhóis: 5 -1. Quatro anos mais tarde, para o Mundial de 1954, mais uma derrota por 9 golos, desta feita frente à Áustria. Até 1954 (inclusive), tinham sido assim apenas 4 as participações de Portugal em Eliminatórias do Mundial.

Nas eliminatórias para o Mundial de 1958, Portugal não conseguiu ainda chegar à fase final. Mesmo assim, alcançou o primeiro êxito notável da sua história, derrotando a Itália por 3-0. Os pontos perdidos pelos italianos neste jogo acabaram por ser decisivos para a Squadra Azzurra: as eliminatórias do Mundial de 1958 são até hoje a única vez na história em que a seleção italiana não conseguiu chegar à fase final.

No acesso ao Mundial de 1962, ocorre uma situação inusitada: Portugal vence a frágil seleção do Luxemburgo por 6-0, em Lisboa, mas acaba derrotado por essa mesma equipa por 4-2 no jogo em Luxemburgo. O restantes embates desse grupo pautaram-se por um empate por 1-1 e uma derrota de 2-0 contra Inglaterra, resultados considerados normais perante a forte equipa inglesa, que impediram mais uma vez o acesso à fase final. A evolução da selecção portuguesa estava, contudo, à vista - os pesados anos do "saco de pancadas" começavam a ficar para trás, como acabou por se confirmar em 1966.

Mundial da FIFA 1966[editar | editar código-fonte]

Eusébio em 1972

Portugal qualificou-se pela primeira vez para uma fase final de um Mundial em 1966, evento que decorreu em Inglaterra. Na equipa figuravam vários jogadores que tinham vencido por duas vezes a Taça dos Clubes Campeões Europeus pelo Benfica, como José Augusto, Coluna e Eusébio, estes 2 últimos jogadores da África Portuguesa, que até os anos 60 não eram muito valorizados no Portugal europeu, mas que passaram a sê-lo através do brasileiro Otto Glória[5] , primeiramente como técnico do Benfica e posteriormente como técnico da selecção.[6] Na fase de grupos, a selecção orientada por Otto Glória venceu todos os jogos, derrotando o Brasil (campeão do mundo em título) e a Hungria por 3-1, e a Bulgária por 3-0.

Nos quartos-de-final Portugal defrontou a Coreia do Norte. De nível teoricamente inferior, a equipa norte-coreana surpreendeu os jogadores portugueses ao marcar três golos sem resposta ainda na primeira parte. Portugal acabou por dar a volta ao marcador, vencendo a partida por 5-3. Eusébio foi o grande herói da partida ao marcar 4 golos. Ao finalizar cada golo, o jogador não festejou, optando por correr a ir buscar a bola ao fundo da baliza e repondo-a no meio campo, um gesto que inspiraria gerações futuras de jogadores e que passou a ser replicado em situações semelhantes. José Augusto marcou o quinto e último tento.

Na semifinal Portugal viria a ser derrotado pela anfitriã e futura campeã, Inglaterra, por 2-1.

No jogo para definir o terceiro lugar, Portugal venceu a União Soviética por 2-1, terminando em 3º Lugar.

Eusébio acabaria o torneio como melhor marcador, com 9 golos.

Euro 1984[editar | editar código-fonte]

Apesar da exibição notável no mundial de 1966, a Seleção não conseguiu dar seguimento a essa prestação, conseguindo qualificar-se para a fase final de uma grande competição apenas 18 anos depois. Esta nova geração de futebolistas incluía Fernando Chalana, Fernando Gomes, Jordão e Jaime Pacheco, entre outros.

Na qualificação para 7ª edição do Europeu, Portugal defrontou a Finlândia, a Polónia e a União Soviética. Com 5 vitórias, Portugal ficou em 1º lugar, 1 ponto à frente da União Soviética, levando Portugal pela primeira vez a disputar a fase final de um Europeu.

Orientada por Fernando Cabrita, a Selecção jogou no Grupo B, juntamente com a Espanha, a Roménia e a Alemanha Ocidental. Os dois primeiros jogos saldaram-se por empates por 0-0 e 1-1 frente à Alemanha Ocidental e à Espanha, respectivamente. Uma vitória por 1-0 frente à Roménia ditou a passagem das Quinas às semifinais, onde defrontou a França, país anfitrião, no Stade Vélodrome, em Marselha. O jogo foi um dos mais emocionantes de sempre da equipa portuguesa. Após um golo de Domergue aos 24', Jordão empatou aos 74', levando a partida para prolongamento. No início do mesmo, aos 98 minutos, Jordão bisou, colocando Portugal na frente e a um passo da final. No entanto, a pressão tomou conta da equipa portuguesa, que acabou por sofrer dois golos franceses em rápida sucessão, por Domergue e Platini, aos 114 e aos 119 minutos. França acabaria por vencer o torneio, na final disputada contra Espanha.

Mundial da FIFA 1986[editar | editar código-fonte]

Na senda da boa participação no Europeu dois anos antes, Portugal voltaria a qualificar-se para um Campeonato do Mundo em 1986, onde desiludiu os adeptos ao não passar da primeira fase. A Selecção começou por vencer a Inglaterra por 1-0, perdendo os dois últimos encontros frente à Polónia e a Marrocos por 1-0 e 3-1, respectivamente. Este Mundial foi também caracterizado pela situação desconfortável que foi apelidada de Revolta de Saltillo. Tudo começou quando a Seleção das Quinas teve de fazer várias escalas de avião pela Europa e EUA até chegar ao seu centro de estágios, em Saltillo. No entanto, a comitiva da FPF não ficou hospedada em Saltillo, mas sim em Monterrey. Após alguns dias, os jogadores começaram a queixar-se de falta de condições do hotel, que não permitia a privacidade da equipa face à comunicação social. As condições de treino eram também inenarráveis: o campo de jogo de Saltillo situava-se numa encosta e os jogos de treino eram disputados contra equipas amadoras locais. Perante estas e muitas outras situações embaraçosas, não demorou muito para que houvesse uma espécie de ultimato: ou a federação aumentava os prémios e comissões aos jogadores, ou estes recusar-se-iam a treinar. A Federação não colaborou e os jogadores fizeram o que prometeram: ao invés de treinar, divertiram-se em jantares e festas. Bobby Robson, à data treinador de Inglaterra, que estagiava também em Saltillo, confessou que "nunca tinha visto nada assim". [7] As consequências foram pesadas: Portugal só se voltaria a qualificar para um grande campeonato de selecções dez anos depois.

Mundial da FIFA 1994[editar | editar código-fonte]

A qualificação para a fase final do Mundial de 1994 nos EUA representou a primeira oportunidade para a geração de bicampeões mundiais de sub-20 poder marcar presença numa grande competição de selecções AA. Infelizmente, a poderosa equipa da Itália (que acabaria por chegar à final contra o Brasil) também fazia parte do grupo e Portugal acabaria por ficar pelo caminho no derradeiro jogo contra a selecção transalpina, em Milão. Este resultado foi também fruto da boa prestação da Suíça, que não chegou a perder com os italianos, tendo ficado em segundo lugar do grupo. Após a partida, em Milão, Carlos Queirós, que já falhara como seleccionador o apuramento para o Europeu 1992, afirmou anda no relvado que era preciso "limpar a porcaria da Federação", declarações polémicas que foram seguidas do seu afastamento do cargo de seleccionador.

Euro 1996[editar | editar código-fonte]

Depois de dez anos em que vários desaires e as convulsões típicas das transições entre gerações de futebolistas ditaram a ausência de Portugal de sucessivas fases finais, a selecção nacional qualificou-se finalmente para a 10ª edição do Campeonato Europeu, depois de terminar o grupo de qualificação com 23 pontos, 6 mais que a segunda classificada, a Irlanda.

Na fase final do torneio, Portugal empatou 1-1 com a Dinamarca, venceu frente à Turquia por 1-0, e por 3-0 frente à Croácia. Nos quartos-de-final, a equipa portuguesa ficou pelo caminho contra a República Checa, que ganhou por 1-0 com um "chapéu" de Karel Poborský a Vítor Baía.

Mundial da FIFA 1998[editar | editar código-fonte]

Apesar deste ser o momento mais promissor para que a chamada "Geração de Ouro" (a equipa Bicampeã Mundial de Sub-20, em 1989 e 1991) brilhasse, a mesma não deu seguimento ao "quebrar de jejum" de 1996 e falhou o apuramento para o Campeonato Mundial de 1998 em França, que foi, até à data, a última fase final de um campeonato de selecções que não contou com a equipa portuguesa. O jogo mais memorável desta fase de qualificação foi, pelas piores razões, o empate com a Alemanha por 1-1. Rui Costa, já com um cartão amarelo, preparava-se para ser substituído por Sérgio Conceição, mas foi expulso pelo árbitro Marc Batta com um segundo cartão amarelo por alegadamente demorar demasiado tempo a sair de campo. Apesar de estar a ganhar 1-0 depois de um grande golo de Pedro Barbosa, Portugal acabou por conceder o golo alemão, excluindo a selecção do Mundial, já que a Ucrânia ficava assim em segundo lugar. O seleccionador dessa campanha tinha sido Artur Jorge, que posteriormente foi substituído por Humberto Coelho.

Euro 2000[editar | editar código-fonte]

No apuramento para a 11ª edição do europeu, cuja fase final foi organizada conjuntamente entre Bélgica e Holanda, Portugal qualificou-se como melhor segundo colocado, 1 ponto atrás da Roménia, contra a qual perdeu por 1-0 no jogo de apuramento realizado no estádio das Antas, no Porto. As estrelas desta geração de jogadores eram Luís Figo, Rui Costa, Vítor Baía (capitão de equipa) e João Pinto.

Embalada por uma fase de apuramento que a viu aplicar várias goleadas (incluindo 7-0 ao Azerbeijão e um 8-0 ao Liechtenstein), a equipa de Portugal protagonizou uma fase de grupos memorável. O primeiro jogo foi travado contra Inglaterra, e começou da pior maneira: aos 3' Paul Scholes rematou de cabeça para o fundo das redes, seguido de McManaman, aos 18'. Apesar do resultado negativo, a equipa não baixou os braços. Aos 22', Luís Figo desferiu um potente remate à meia distância sem hipóteses de defesa, e ainda na primeira parte João Pinto mergulhou na área entre os defesas, marcando um espectacular golo de cabeça. Aos 59', a reviravolta foi consumada através de um golo de Nuno Gomes, fixando o resultado em 3-2 para a euforia dos adeptos lusos que apoiavam a equipa no Philips Stadion, em Eindhoven.

O jogo seguinte com a Roménia, adversário com quem partilhara o grupo de apuramento, foi pautado pelo equilíbrio. Aos 94 minutos, o marcador continuava a zeros. Na última jogada de ataque, Costinha saltou mais alto, marcando o golo da vitória e qualificando Portugal para a fase seguinte. O resultado permitiu alinhar sem os habituais titulares no último jogo, contra a Alemanha. Surpreendentemente, a equipa portuguesa venceu por 3-0 com um inesperado hat-trick de Sérgio Conceição. A título de curiosidade, foi esta derrota pesada que impeliu uma restruturação profunda e a longo prazo na selecção alemã, com o sucesso que hoje se conhece.

Os quartos-de-final viram a Selecção das Quinas vencer a Turquia de forma convincente por 2-0, com mais 2 golos de Nuno Gomes. O guardião Vítor Baía defendeu também um penalty que poderia ser decisivo.

Ditou o destino que a semi-final fosse de novo frente à França, adversário que eliminara Portugal no prolongamento da semifinal de 1984. Nuno Gomes inaugurou o marcador com um espectacular remate de fora da área, com Thierry Henry a igualar já no decorrer da 2ª parte. Como em 1984, seria preciso de novo um prolongamento para decidir o vencedor. Durante o mesmo, Abel Xavier tocou com a bola com a mão dentro da grande área portuguesa após um remate à queima roupa. Inicialmente o Austríaco Gunter Benko concedeu canto, porém depois de consultar o seu árbitro assistente, concedeu penálti aos franceses. Zinedine Zidane converteu o penálti, batendo Vítor Baía e dando a vitória por 2-1 aos franceses, sob as regras (na altura em vigor) do golo de ouro. No calor do momento, e de cabeça perdida, vários jogadores confrontaram o árbitro da partida por ter mudado de decisão. No fim, foram atribuídas suspensões de vários meses a Abel Xavier, Nuno Gomes e Paulo Bento por alegadamente terem agredido um árbitro de linha. Luís Figo, em entrevista após o jogo, demonstrou o seu desagrado perante a arbitragem, lamentando a forma como os países pequenos saem sempre prejudicados nas decisões arbitrais. [8] Após o torneio, Humberto Coelho colocou o seu lugar à disposição, tendo António Oliveira regressado ao cargo de seleccionador.

Mundial da FIFA 2002[editar | editar código-fonte]

A selecção nacional qualificou-se directamente para o Campeonato do Mundo de 2002, não perdendo nenhum jogo durante o apuramento e deixando inclusive a Holanda fora da fase final. Foi a única vez que a forte seleção holandesa deixou de se classificar para a Copa do Mundo desde 1990. Nuno Gomes esteve em grande destaque, durante esta fase, chegando a marcar 4 golos num só jogo, frente a Andorra. Após a boa exibição no Euro 2000 e do aparente bom momento da equipa, a expectativa era grande. No entanto, os resultados foram decepcionantes. Incluindo um estágio da selecção em Macau rodeado de polémica, a convocatória de António Oliveira surpreendeu tudo e todos, ao colocar Pauleta a ponta de lança (em detrimento de Nuno Gomes, que fora um dos protagonistas do apuramento) e Vítor Baía na baliza, quando o guardião tinha falhado praticamente toda a fase de qualificação por lesão e as boas exibições de Ricardo praticamente tinham tomado conta da baliza nacional. Daniel Kenedy foi convocado apesar de não ter jogado um único jogo pela selecção, apenas para ser excluído da equipa pouco depois, fruto de um controlo anti-doping. Foi também notório que Luís Figo, uma das estrelas da equipa, estava com visíveis dificuldades físicas, após uma temporada desgastante em que venceu a Liga dos Campeões pelo Real Madrid.

O primeiro jogo, um embate com os EUA, deu azo a várias críticas ao pautar-se por uma derrota por 3-2. Apesar disso, ainda havia esperança na recuperação, que até ganhou alento para o jogo seguinte, que viu Portugal golear a Polónia por 4-0 (incluindo um hat-trick de Pauleta).

O último jogo tinha como adversário um dos países anfitriões, a Coreia do Sul. Para avançar para os oitavos-de-final, a selecção apenas precisava de empatar, após a derrota dos EUA com a Polónia. A equipa da casa viu várias faltas passar em claro, enquanto que João Pinto foi expulso num lance muito polémico, após ter uma entrada dura sobre um adversário. Ao reagir à expulsão directa ditada pelo árbitro argentino Ángel Sanchez, o jogador perdeu a cabeça, golpeando-o no tórax, o que lhe custou posteriormente uma suspensão prolongada , que levou a que este fosse o último jogo que fez com a camisola das quinas. Posteriormente, também Beto viria a ver o segundo cartão amarelo, deixando Portugal reduzido a 9 unidades a tentar manter o resultado empatado a zero. Sem sucesso: a Coreia do Sul acabou por marcar com um golo de Park, agora jogador do Manchester United, afastando assim a chamada "geração de Ouro" do sonho da conquista de um Mundial e suscitando um coro de críticas perante a gestão da equipa e dos jogadores (falou-se na altura de um desentendimento relativo aos prémios de jogo, à imagem dos acontecimentos de 1986).

Em 2003, a Federação Portuguesa de Futebol contratou Luiz Felipe Scolari, que acabara de se sagrar Campeão do Mundo com o Brasil.

Euro 2004[editar | editar código-fonte]

Portugal fora escolhido em 1999 para organizar o Campeonato Europeu de Futebol de 2004. Como país-sede, qualificou-se automaticamente, realizando uma série de encontros amigáveis, entre os quais se contaram vários jogos pouco conseguidos (incluindo uma derrota a 3 golos com Espanha e outra por 3-1 com Itália) e várias críticas às escolhas de Scolari mas também algumas surpresas, como a vitória frente ao Brasil, graças a um golo de Deco, o primeiro jogador brasileiro naturalizado português a alinhar pela selecção. Tal como Otto Glória introduzira jogadores da África Portuguesa nos anos 60, foi novamente um brasileiro a introduzir um jogador "estrangeiro" na selecção nacional. Em ambos os casos, com sucesso, pois o 3° lugar de Portugal na Copa do Mundo da FIFA de 1966 e o segundo lugar no Euro 2004 foram até hoje a melhor participação da equipa portuguesa em cada uma das respectivas competições.

Apesar do ambiente festivo, o jogo de abertura contra a Grécia no Estádio das Antas viu a selecção perder por 2-1, tendo como titulares vários jogadores que não tinham alinhado nos últimos jogos de preparação e cuja exibição colectiva não deslumbrou. A título de curiosidade, o golo de Portugal foi o primeiro marcado por Cristiano Ronaldo com a camisola das quinas. O jogador tornar-se-ia em 2013 o melhor marcador de sempre da seleção. Scolari anunciou que a partir daí a equipa estava numa situação de "mata mata", e reformulou por completo a lista de titulares, criando um 11 em que se contavam vários jogadores vencedores da Liga dos Campeões de 2004 pelo Futebol Clube do Porto, nomeadamente Ricardo Carvalho, Maniche, Deco, Nuno Valente e Costinha. De notar que Vítor Baía, guardião dessa mesma equipa do Porto e outrora um dos capitães da selecção, não foi convocado pelo seleccionador em nenhum dos jogos que orientou pela seleção.

No Estádio da Luz, este "plantel renovado" bateu a Rússia por 2 - 0, com golos de Rui Costa e Maniche. O jogo contra Espanha decorreu no Estádio José de Alvalade, com ambas as equipas obrigadas a vencer. Portugal foi mais feliz, vencendo por 1-0 com um golo solitário de Nuno Gomes. Terminando em 1º lugar, a equipa avançou para os quartos-de-final onde defrontou o 2º classificado do Grupo B, a Inglaterra.

Este jogo, decorrido no Estádio da Luz, é um dos mais memoráveis de sempre da selecção, que começou o jogo praticamente a perder, após um golo madrugador de Michael Owen. Perto do final, um cabeceamento certeiro de Hélder Postiga levou o jogo para o prolongamento. Ainda antes do final dos 90 minutos, a Inglaterra viu ainda um golo ser-lhe anulado, por alegada falta sobre Ricardo. Durante o tempo extra, Rui Costa arrancou desde o meio campo com a bola nos pés, rematando de fora da área e fazendo o 2-1 de forma espectacular, levando ao delírio os adeptos portugueses. Com a vitória à vista, Portugal não conseguiu evitar porém o empate após remate de Lampard, acabando por levar a decisão da partida para as grandes penalidades. Estas foram marcadas por um remate falhado de David Beckham e outro de Rui Costa. O guarda-Redes Ricardo assumiu-se como o herói da partida, ao defender a grande penalidade de Ashley Cole sem luvas e convertendo o golo da vitória logo a seguir, dando a vitória às Quinas após muito sofrimento.

De novo na semifinal de um campeonato europeu, Portugal veio a defrontar outra grande potência do futebol mundial, a Holanda. A Selecção das Quinas colocou-se em vantagem com golos de Cristiano Ronaldo aos 26 minutos e de Maniche aos 58. Este último foi considerado por muitos o melhor golo do campeonato, um remate em curva de fora da área sem hipóteses de defesa para o guardião Van Der Sar. Ainda antes do final da partida, o defesa Jorge Andrade marcou um auto-golo e Deco falhou um golo isolado em frente ao guarda-redes. O apito final do Sueco Anders Frisk, levou o Estádio José de Alvalade ao rubro quando se confirmou a passagem de Portugal pela primeira vez à final de uma grande competição de selecções.

O jogo da final foi disputado no Estádio da Luz e Portugal veio a defrontar, nada mais nada menos, que a equipa que o tinha derrotado no jogo de abertura, a Grécia. Apesar do ambiente de euforia e da confiança nacional no triunfo após as várias boas exibições de Portugal, a equipa grega tinha vindo a mostrar durante o campeonato que fora uma das surpresas do torneio e merecia estar na final, tendo eliminado os anteriores campeões da França nos "quartos" e a República Checa no prolongamento da meia final, ambos pelo mesmo resultado: 1-0. Anulando com mestria e com muito sangue frio as ofensivas da equipa da casa, os Gregos conseguiram finalmente chegar ao golo, por Charisteas, que aos 57' sentenciou a partida cabeceando para as redes na sequência de um canto, gelando o Estádio da Luz e deixando toda uma nação em trauma. Até ao fim do jogo, a reacção de Portugal foi incapaz de virar o resultado. No final, os Gregos fizeram a festa, sagrando-se improváveis campeões europeus apenas na sua segunda participação num campeonato da Europa. Já Portugal guardou o pesado marco de ser o primeiro e único país anfitrião a perder uma final do Europeu em casa. Durante o comentário do jogo para o canal de TV desportivo brasileiro SporTV, Alex Escobar apelidou a derrota de "Maracanaço português" - correctamente, pois na história dos Campeonatos Mundiais e Europeus apenas 3 vezes o país anfitrião foi derrotado na final da competição (Brasil-1950, Suécia-1958 e Portugal-2004). No fim do torneio, dois capitães da equipa, Rui Costa e Fernando Couto, terminaram a sua carreira internacional, e Luís Figo anunciou uma pausa na sua participação na equipa. Scolari honrou o contrato que tinha até 2006, permanecendo no seu posto como seleccionador.

Mundial da FIFA 2006[editar | editar código-fonte]

Figo pela Seleção Portuguesa no Campeonato do Mundo de 2006

Na senda do bom momento da equipa, Portugal qualificou-se sem grandes problemas para a fase final do Mundial de 2006, a disputar na Alemanha. Durante a qualificação, a selecção não sofreu qualquer derrota e empatou apenas dois jogos, tendo inclusive protagonizado várias goleadas (4-0 à Estónia, 3-0 à Letónia, 6-0 ao Luxemburgo e 7-1 à Rússia). Luís Figo, que durante alguns meses suspendera a sua participação na selecção, regressou pouco antes da fase final. O sorteio da fase de grupos ditou um grupo acessível, tendo como adversários Angola, Irão, e México, tendo Portugal confirmado o seu favoritismo, ganhando os três jogos e sofrendo apenas um golo.

Nos oitavos-de-final, Portugal voltou a encontrar a Holanda, na Arena de Nuremberga. O jogo foi extremamente atípico, e é até hoje a partida com mais cartões amarelos de toda a história dos campeonatos mundiais, tendo ficado conhecido como a "Batalha de Nuremberga" pela quantidade de faltas. Foram mostrados pelo árbitro Valentin Ivanov nada mais nada menos do que 16 cartões amarelos. Deco, Costinha, Van Bronckhorst e Boulahrouz acabaram todos por ver o cartão vermelho, por acumulação. Cristiano Ronaldo, já na altura uma das maiores estrelas da equipa, foi forçado a sair lesionado ainda na primeira parte, após falta dura de Boulahrouz. O resultado final acabaria por fixar-se em 1-0, após um golo de Maniche aos 23' e ainda com a selecção Holandesa a enviar um remate à trave.

Nos quartos de final, Portugal encontrou de novo a Inglaterra, que viu neste jogo a oportunidade de se "vingar" do memorável embate dois anos antes em Lisboa. Com o marcador a zeros após o prolongamento, o destino do jogo foi de novo entregue à "lotaria" dos penáltis, com Ricardo a ser de novo o herói do jogo, defendendo 3 grandes penalidades - a única vez que tal aconteceu numa fase final de um mundial. Após esse jogo, Scolari anunciou a renovação do seu contrato como seleccionador, permanecendo para a campanha do Euro 2008.

Os adeptos portugueses acalentavam o sonho cada vez mais palpável de atingir de novo uma final e Scolari o de atingir o feito inédito de conseguir ganhar o campeonato duas vezes seguidas, mas Portugal acabou por ficar pelo caminho no jogo contra um "carrasco" habitual - a França, equipa contra a qual não conseguia ganhar desde 1975. A partida acabou a 1-0, após um penálti marcado por Zidane aos 33 minutos.

No jogo para definir o 3º classificado, Portugal defrontou a Alemanha, jogo que perdeu por 3 - 1 (hat-trick de Bastian Schweinsteiger), terminando a competição em 4º lugar.

Luís Figo, o jogador mais internacional de sempre pela Selecção, e Pauleta, melhor marcador até então, disseram ambos adeus à Selecção no final do campeonato.

Euro 2008[editar | editar código-fonte]

A qualificação para o Euro 2008, realizado conjuntamente entre Áustria e Suíça, pautou-se pelo grande número de empates, que deixaram a equipa em segundo lugar do grupo, atrás da Polónia, que foi de resto a responsável pela sua única derrota nesta fase. Na fase final, Portugal entrou melhor, vencendo os seus dois primeiros jogos, primeiro contra a Turquia por 2-0, e depois contra a República Checa por 3 - 1, garantindo prematuramente a passagem aos quartos-de-final.

No jogo contra a Suíça, Scolari decidiu usar a equipa de reserva, deixando de fora os habituais titulares, visto que o resultado desta partida era indiferente. A Suíça acabou por vencer por 2-0, porém a arbitragem foi muito controversa, sendo que, na opinião de muitos, Portugal foi claramente prejudicado. Antes do jogo dos quartos de final, Scolari anunciou que abandonaria a selecção logo após o último jogo, tendo assinado contrato como treinador do Chelsea Football Club.

Nos quartos-de-final, Portugal encontrou a Alemanha. Os lusos acabariam por ser derrotados por 3 - 2. Para além deste ser o último jogo de Scolari ao comando da Selecção das Quinas, também o médio Petit abandonou a selecção.

Depois da saída de Scolari, Carlos Queiroz foi apontado, em 2008, como novo treinador da Selecção.

Mundial da FIFA 2010[editar | editar código-fonte]

No apuramento para o Mundial 2010, disputado na África do Sul, Portugal foi integrado no Grupo 1, juntamente com Dinamarca, Suécia, Hungria, Albânia e Malta. Esta fase de qualificação foi marcada por 4 empates, três deles a zeros, uma derrota por 3-2 contra a Dinamarca em Lisboa (depois de ter estado a vencer por 2-0) e uma vitória tangencial contra a Albânia em Tirana com um golo de Bruno Alves aos 93'. Portugal terminou na 2ª posição com 19 pontos, um a menos que a Dinamarca. As regras de apuramento tinham mudado para esta fase final e ditavam que todos os segundos classificados (à excepção do melhor pontuado) disputassem um playoff de acesso, enfrentando-se em dois jogos. Após sorteio, Portugal defrontou a Bósnia e Herzegovina primeiro em Lisboa no Estádio da Luz, jogo que venceu por 1-0 (golo de Bruno Alves) e depois em Zenica no Estádio Bilino Polje pelo mesmo resultado (golo de Raul Meireles), qualificando-se assim com um agregado de 2-0.

Seleção Portuguesa a festejar um golo frente à Coreia do Norte a 21 de Junho de 2010

Na fase de grupos, Portugal foi colocado num grupo por muitos considerado difícil. A Selecção das Quinas defrontou o pentacampeão Brasil, a Costa do Marfim (uma das melhores equipas africanas) e os adversários do marcante 5-3 do Mundial de 1966, a Coreia do Norte.

No primeiro jogo frente à Costa do Marfim, Portugal empatou 0-0. Cristiano Ronaldo, já consagrado capitão da selecção, evidenciou-se como a figura de destaque da equipa portuguesa, apesar de na altura passar uma "seca" de golos na selecção que durava já 16 meses. Durante a partida, o jogador do Real Madrid desferiu um potente remate de fora da área que embateu com estrondo no poste e que poderia ter sido um dos melhores golos do campeonato. Deco, que já anunciara abandonar a seleção depois do campeonato, saiu lesionado durante o jogo, o seu último com a camisola das quinas.

No jogo seguinte Portugal defrontou a Coreia do Norte, no Green Point Stadium, na Cidade do Cabo. O primeiro golo foi apontado por Raul Meireles aos 29 minutos. Na segunda parte vieram os outros 6 tentos, apontados por Simão Sabrosa, seguido de Hugo Almeida, Tiago, Liedson, Cristiano Ronaldo e de novo Tiago. O resultado final de 7-0 constituiu a maior goleada de sempre da Selecção Portuguesa em fases finais de mundiais da FIFA, depois da vitória sobre a Polónia por 4 – 0 em 2002.

Foi também nesta competição, que mais dois jogadores portugueses, Simão e Cristiano Ronaldo, atingiram o feito de marcarem golos em dois campeonatos do mundo pela Selecção Portuguesa, depois de Pauleta o ter feito em 2002 e 2006.

O terceiro jogo de Portugal no grupo G foi disputado contra a selecção Brasileira, na Cidade do Cabo e acabou 0-0. Com o Brasil já apurado e Portugal com uma diferença de golos muito superior à da Costa do Marfim, o jogo não teve muitos motivos de interesse. Mesmo assim, o Brasil ainda teve duas claras ocasiões de golo, com uma bola a bater no poste e uma grande defesa de Eduardo a remate de Ramires. Ambas as seleções avançaram para os oitavos de final.

Portugal terminou o grupo G em 2º lugar e veio a defrontar o 1º classificado do grupo H, a Espanha, futura campeã, nos oitavos de final. Espanha acabaria por ganhar o jogo por um 1–0, com um golo em fora de jogo de David Villa aos 68 minutos . Ricardo Costa foi ainda expulso por alegada agressão a Capdevila, o que fez com os Navegadores jogassem os últimos quatro minutos do jogo com apenas 10 elementos.

No fim do jogo, vários jornalistas à saída dos balneários perguntaram a Cristiano Ronaldo o que correu mal, ao que o capitão da equipa, visivelmente agastado, respondeu apenas: "perguntem ao Carlos Queiroz", o que veio a revelar um sentimento geral de mal estar do plantel em relação ao seleccionador que teria sequelas nos meses seguintes. [9]

Euro 2012[editar | editar código-fonte]

No dia 7 de Fevereiro de 2010, em Varsóvia na Polónia, no sorteio da fase de qualificação, Portugal foi colocado num grupo de 5 equipas, incluindo a Noruega, a Dinamarca, a Islândia, e o Chipre. Esta foi a primeira vez em que Portugal e Islândia se defrontaram. No inicio desta fase de qualificação, Portugal começou mal, com um empate em casa de 4-4, com a "humilde" selecção do Chipre, e com uma derrota frente à selecção da Noruega. Esta má fase levou Carlos Queiroz a abandonar o cargo de seleccionador nacional. A partir daí tudo mudou.

Com a vida do novo seleccionador, o ex-jogador Paulo Bento, Portugal iniciou uma excelente fase, com vitórias claras e boas exibições, só soçobrando frente à Dinamarca, onde esteve a 1 ponto de se classificar, caso empatasse, perdendo no entanto por 2-1, apesar de um grande golo de Cristiano Ronaldo. Foi também nesta fase que Portugal protagonizou uma gorda vitória face à campeã do mundo e da Europa, a selecção de Espanha, num amigável de promoção da candidatura luso-espanhola à organização do Mundial 2018 realizado no Estádio da Luz. A selecção venceu os vizinhos ibéricos por uns inesperados 4-0, resultado que poderia ter sido ainda maior: Cristiano Ronaldo viu um dos seus melhores golos ao serviço da seleção ser-lhe anulado por interferência de Nani no lance.

Seleção Portuguesa no Euro 2012

No entanto, para efeitos oficiais, Portugal encontrava-se num play-off, onde encontrou os mesmo adversários no Play-off de acesso ao Mundial 2010, a selecção da Bósnia e Herzegovina. O primeiro jogo, disputado na Bósnia, foi fraco para as duas equipas, devido às más condições do relvado, mas mesmo assim, Portugal esteve sempre por cima, apesar do empate a zero. O segundo jogo realizou-se no Estádio da Luz, onde Portugal liderado por Cristiano Ronaldo, fez um magnífico jogo, levando a melhor e goleando a Bósnia por 6-2, com dois golos do capitão. Sendo assim Portugal voltava a marcar presença num Europeu, pela quinta vez consecutiva, mas com tarefa aparentemente difícil no Euro 2012, dada a sua colocação num autêntico grupo da morte, onde se encontrava o vice-campeão do Euro 2008, a Alemanha, o vice-campeão do Mundial 2010, a Holanda, e o campeão do grupo de Portugal na fase de qualificação para o Euro 2012, a Dinamarca.

Na fase final, e com uma tarefa muito difícil pela frente, a equipa de Portugal surpreendeu. O primeiro jogo pautou-se por um confronto de igual para igual com a poderosa selecção alemã. Apesar de ter perdido por uma bola a zero, ficou a sensação de que Portugal podia ter empatado e até ganho a partida. O jogo seguinte com a Dinamarca foi repleto de emoções. Um empate significaria uma eliminação prematura. Portugal adiantou-se no marcador com golos de Pepe e Hélder Postiga, mas a selecção dinamarquesa empatou com dois golos de Bendtner aos 41 e aos 80. Varela, aos 87 e no último fôlego, marcou o golo da vitória para Portugal. O último jogo, contra a Holanda, significava a eliminação para a equipa que perdesse. Num grande jogo de Cristiano Ronaldo, Portugal deu a volta ao resultado de 1-0 ditado por Van der Vaart aos 11 minutos, ganhando por 2-1 com dois golos apontados pelo capitão da Selecção. Portugal passou assim em 2º lugar defrontando a selecção da República Checa (1º classificado no Grupo A) nos quartos de final do torneio. A partida teve lugar no dia 21 de Junho de 2012 em Varsóvia (Polónia) e Portugal saiu vitorioso do encontro, com um golo solitário de Cristiano Ronaldo aos 79'. Apesar da magra vantagem, o jogo demonstrou uma selecção portuguesa muito virada para o ataque e uma selecção checa muito conservadora, explorando o contra-ataque. A meia final contra Espanha foi um jogo intenso, em que ambas as equipa se anularam mutuamente, levando o jogo para prolongamento. Após 120 minutos, o marcador continuava a zeros. A Espanha foi mais feliz e acabou por vencer a partida nos penalties, sagrando-se eventualmente campeã da Europa pela segunda vez consecutiva. A opinião foi unânime que Portugal foi a única equipa em todo o torneio que deu réplica aos espanhóis, que de resto não perderam um único jogo em toda a competição.

Mundial da FIFA 2014[editar | editar código-fonte]

Portugal viu-se no Grupo F das eliminatórias da Europa para a Copa do Mundo FIFA de 2014. As outras equipas do grupo foram Rússia, Israel, Irlanda do Norte, Azerbaijão e Luxemburgo.

Apesar dos adversários aparentemente acessíveis, a tarefa não foi fácil, tendo a equipa portuguesa cedido preciosos pontos contra a Irlanda do Norte (1-1 no Estádio do Dragão) e Israel (empate 3-3 em Telavive com golo de Fábio Coentrão aos 93', empate em Alvalade por 1-1). Os resultados ditaram que, pela terceira vez, Portugal disputasse um playoff de acesso à competição.

O adversário que calhou em sorte a Portugal foi a Suécia. No Estádio da Luz, Portugal viu-se em grandes dificuldades para vencer a equipa nórdica, acabando Cristiano Ronaldo por resolver a partida, marcando um golo de cabeça aos 82'. Na Suécia, todos os resultados estavam em aberto, com a equipa da casa obrigada a marcar 2 golos de diferença para se apurar. O marcador foi inaugurado de novo por Cristiano Ronaldo, no início da segunda parte, mas o génio de Ibrahimovic tinha ainda uma palavra a dizer. Em 4 minutos o craque sueco marcou dois golos, colocando o Brasil à distância de um golo para os suecos e o risco para Portugal de "morrer na praia". Mas esta era a noite de Cristiano Ronaldo. Dois passes "de morte" de Moutinho e Hugo Almeida, aliados a dois sprints fenomenais do jogador português enviaram a bola para o fundo das redes, para euforia dos adeptos lusos e desespero dos nórdicos.

A 5 de Março, a Selecção jogou o seu último jogo de preparação antes da convocatória para o Mundial contra a equipa dos Camarões. Apesar de algumas dificuldades iniciais, o marcador foi inaugurado por Cristiano Ronaldo aos 21 minutos, que com este golo entrou para a história, quebrando o recorde de golos pela selecção, que pertencia a Pauleta. A equipa africana ainda empatou antes do intervalo, mas uma segunda parte com muita classe viu o resultado avolumar-se para 5-1, com mais um golo de Ronaldo, para além dos tentos de Raúl Meireles, Coentrão e Edinho.

Depois de anunciados os 23 convocados para o Mundial 2014 no Brasil, a seleção realizou três jogos de preparação, contra Grécia, México e República da Irlanda. O primeiro jogo, frente à formação grega treinada pelo português Fernando Santos, ocorreu no Estádio do Jamor e terminou a 0-0, sendo a despedida da Seleção Portuguesa aos seus adeptos antes de partir para os Estados Unidos da América, onde se realizaram os restantes jogos. No segundo encontro, disputado no Gillette Stadium, os lusos venceram a Selecção do México por 1-0 com um golo de Bruno Alves aos 93 minutos. Com este tento, o jogador passou a ser o defesa mais goleador da história da seleção das quinas. O último jogo de preparação foi disputado a 10 de Junho no Metlife Stadium em Nova Iorque, onde Portugal goleou a República da Irlanda por uma expressivos 5-1, com golos de Hugo Almeida (que bisou), Coentrão, Vieirinha e um auto-golo de Richard Keogh.

O primeiro jogo da Selecção no Mundial foi disputado a 16 de Junho contra a Alemanha, na Arena Fonte Nova, em Salvador da Bahia, sob humidade e calor muito intensos. Apesar da noção geral de que a equipa germânica era um dos candidatos mais fortes a sagrar-se campeão, o resultado foi, ainda assim, pesado: a equipa nacional perdeu 4-0, incluindo um hat trick de Müller e uma expulsão de Pepe ainda na primeira parte. Fábio Coentrão e Hugo Almeida saíram lesionados, tendo o primeiro ficado afastado do resto do torneio. Na sequência do jogo, também Rui Patrício anunciou uma lesão muscular, falhando os dois encontros seguintes.

A 22 de Junho, na Arena Amazónia em Manaus, Portugal disputou o segundo jogo contra os EUA. A equipa começou bem, com Nani a marcar o 1-0 aos 5 minutos, no entanto, os EUA dariam a volta ao marcador, por Dempsey e Jones, aos 64' e aos 81'. Aos 94 minutos e na última jogada de ataque, Varela rematou forte de cabeça para o fundo das redes, após um excelente cruzamento de Cristiano Ronaldo. Com o resultado final de 2-2, Portugal não só impediu a classificação dos EUA como também se manteve vivo na busca da classificação aos oitavos de final, precisando porém de ganhar ao Gana com uma diferença de golos superior à dos EUA. O decorrer do jogo engrossou a já grande lista de lesões: Hélder Postiga teve de sair logo aos 10' e André Almeida foi substituído ao intervalo. No fim do jogo e após outro resultado pouco positivo, a comunicação social inquiriu Paulo Bento, que assegurou que iria continuar no cargo, e Cristiano Ronaldo admitiu à comunicação social que Portugal não era um selecção de topo e que nunca tinha tido a ilusão de ver Portugal sagrar-se campeão do mundo.

O último jogo de Portugal no Mundial foi disputado no dia 26 de Junho, no Estádio Nacional, em Brasília. Portugal estava obrigado a vencer e a anular a diferença de 5 golos que tinha para a selecção dos EUA, que jogou em simultâneo contra a Alemanha na Arena de Pernambuco, em Recife. Paulo Bento reformulou o meio campo, colocando Rúben Amorim e William Carvalho na equipa titular. Mesmo tendo demonstrado uma intensidade de jogo muito maior, Portugal desperdiçou várias oportunidades para inaugurar o marcador, incluindo uma bola na trave logo no início do jogo. Aos 30', Boye marcou um auto-golo, colocando Portugal na frente. Gyan empatou aos 57'. Cristiano Ronaldo acabaria por marcar o golo da vitória aos 80', o seu 50º com a camisola das quinas, passando também a ser o primeiro português a marcar em três campeonatos mundiais consecutivos. Mas sem efeito prático - Portugal acabou na mesma por ser eliminado da competição.

Como consequência deste resultado, muito aquém das expectativas após a boa prestação no Euro 2012, a Federação Portuguesa de Futebol substituiu o departamento médico devido às numerosas lesões, mas reafirmou a sua confiança em Paulo Bento, com quem renovara contrato antes da partida para o Brasil.

Euro 2016[editar | editar código-fonte]

No caminho para o Campeonato Europeu de Futebol de 2016, Portugal foi colocado no mesmo grupo da Dinamarca, Sérvia, Arménia e Albânia, tendo também agendados dois encontros particulares com a França, país anfitrião e automaticamente qualificado para a fase final.

No dia 7 de Setembro de 2014, no Estádio Municipal de Aveiro, a Selecção disputou o seu primeiro encontro da fase de qualificação com a Albânia. Paulo Bento alinhou uma equipa de jogadores mais jovens e alguns nunca convocados, com vista a impelir a renovação da selecção. Cristiano Ronaldo, a recuperar de uma lesão, não foi convocado. Apesar da hipotética superioridade dos portugueses, a equipa albanesa nunca quebrou a nível defensivo e começou a arriscar várias incursões de ataque, que culminaram com um grande golo de Bekim Balaj, tendo o jogo acabado com uma vitória merecida da equipa do sudeste europeu por 1-0. O resultado histórico para os albaneses (foi a primeira vitória da equipa fora de casa em toda a sua história) e desastroso para Portugal foi acompanhado por assobios dos adeptos portugueses e lenços brancos em sinal de despedida para Paulo Bento, cuja capacidade como seleccionador já fora posta em causa com o desaire no Mundial 2014. O seleccionador e a equipa aceitaram responsabilidades mas relativizaram o resultado, apesar da pressão por parte de adeptos e analistas para se escolher imediatamente um novo treinador para a equipa nacional. Quatro dias depois do jogo, a Federação Portuguesa de Futebol cedeu e emitiu um comunicado a comunicar a rescisão com Paulo Bento.

Para o substituir, a federação oficializou a 23 de Setembro a contratação de Fernando Santos, que acabara de sair do comando da selecção da Grécia após chegar aos oitavos de final do Mundial 2014. A sua primeira convocatória para o duplo embate contra França e Dinamarca foi marcada pela inclusão de novos jogadores, como Cédric Soares e Ivo Pinto e o regresso de alguns que tinham ficado de fora por opção própria durante a era de Paulo Bento, como Tiago e Ricardo Carvalho. O treinador fora expulso do campo aquando do seu último jogo ao comando da equipa da Grécia, o que levou a que lhe fosse aplicada uma pena de 8 jogos de suspensão, que seria aplicável aos jogos oficiais realizados já ao comando da equipa das quinas. No entanto, antes do jogo na Dinamarca, o técnico viu suspensa esta decisão.

Por ser um jogo amigável, o seleccionador ainda pôde assistir no banco à derrota da Seleção por 2-1 contra a França, no Stade de France, em Paris. Karim Benzema e Paul Pogba marcaram os tentos dos franceses, com Ricardo Quaresma a reduzir após uma grande penalidade. Apesar do resultado, as grandes alterações no plantel e a exibição da equipa na segunda parte deixaram boas indicações para os jogos seguintes.

A partida contra a Dinamarca foi, como se esperava, difícil, e ambas as equipas tiveram oportunidades de marcar, sem sucesso. Aos 94' e na última jogada de ataque de Portugal, Ricardo Quaresma cruzou para a área, com Cristiano Ronaldo a rematar de cabeça para o fundo das redes, fixando o resultado em 1-0 para os lusos. Um ano depois do memorável jogo contra a Suécia, o capitão da equipa portuguesa revelava-se de novo decisivo para os destinos da seleção.

No embate com a Arménia, realizado no Estádio do Algarve, Cristiano Ronaldo marcou de novo o único golo da partida, não só assegurando de novo a vitória mas também batendo ao mesmo tempo o recorde de Jon Dahl Tomasson, tornando-se assim o melhor marcador de sempre em campeonatos da Europa. Quatro dias depois, num jogo amigável disputado em Manchester, a equipa portuguesa venceu a Argentina pela primeira vez em 42 anos, com um golo de Raphaël Guerreiro marcado já nos descontos finais, fixando o resultado em 1-0.

Estádio[editar | editar código-fonte]

Estádio Nacional, o estádio oficial da Seleção Portuguesa de Futebol

O estádio oficial da Seleção, Portuguesa de Futebol é o Estádio Nacional do Jamor que foi inaugurado 10 de Junho (dia de Portugal) de 1944 e tem capacidade para 37 593 espectadores. Está localizado em Oeiras, Lisboa e foi desenhado pelo arquitecto português Miguel Jacobetty Rosa.

O recinto foi uma criação do Estado Novo que procurava a promoção do desporto e das manifestações publicas. A sua obra foi influenciada pelo Estádio Olímpico de Berlim, sendo necessários cinco anos para o projeto estar concluído.

Foi escolhido para realizar a final da Taça dos Campeões Europeus de 1967 entre Celtic e Inter de Milão, e essa foi a primeira e única vez que os escoceses venceram a competição.

Normalmente os jogos da Selecção são realizados nos estádios de clubes da Liga Portuguesa de Futebol, mais modernos e equipados. O Estádio do Jamor é poucas vezes usado, dado encontrar-se obsoleto para os requisitos da Fifa no que diz respeito a jogos oficiais. No entanto, a final da Taça de Portugal é ainda aí realizada todos os anos. O último jogo da Selecção no Jamor foi um amigável contra a Grécia, na preparação para o Mundial 2014.

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Cristiano Ronaldo, capitão da seleção de Portugal, num jogo contra a Alemanha no Euro 2012
Nome Nascimento Clube Jogos (golos)
Guarda-Redes
1 Eduardo 19 de setembro de 1982 (32 anos) Croácia Dínamo Zagreb 34 (0)
12 Rui Patrício 15 de fevereiro de 1988 (26 anos) Portugal Sporting CP 30 (0)
22 Beto 1 de maio de 1982 (32 anos) Espanha Sevilla 7 (0)
Defesas
2 Ivo Pinto 7 de janeiro de 1990 (24 anos) Croácia Dínamo Zagreb 72 (10)
3 Pepe 26 de fevereiro de 1983 (31 anos) Espanha Real Madrid 58 (3)
5 Fábio Coentrão 11 de março de 1988 (26 anos) Espanha Real Madrid 45 (4)
13 Cedric 31 de agosto de 1991 (23 anos) Portugal Sporting 19 (1)
21 João Pereira 25 de fevereiro de 1984 (30 anos) Espanha Valência CF 36 (0)
14 Luís Neto 7 de janeiro de 1986 (28 anos) Rússia FC Zenit 9 (0)
19 André Almeida 10 de setembro de 1990 (24 anos) Portugal Benfica 5 (0)
Médios
8 João Moutinho 8 de setembro de 1986 (28 anos) França AS Monaco 68 (2)
4 Miguel Veloso 11 de maio de 1986 (28 anos) Ucrânia Dínamo de Kiev 49 (2)
20 Rúben Amorim 27 de janeiro de 1985 (29 anos) Portugal Benfica 13 (0)
16 Raul Meireles 17 de março de 1983 (31 anos) Turquia Fenerbahçe 74 (10)
6 William Carvalho 7 de abril de 1992 (22 anos) Portugal Sporting CP 4 (0)
15 Rafa 17 de maio de 1993 (21 anos) Portugal SC Braga 3 (0)
Avançados
9 Adrien Silva 15 de março de 1989 (25 anos) Portugal Sporting 55 (19)
10 Vieirinha 24 de janeiro de 1986 (28 anos) Alemanha Wolfsburg 9 (1)
11 Éder 22 de dezembro de 1987 (27 anos) Portugal SC Braga 8 (0)
18 Varela 2 de fevereiro de 1985 (29 anos) Inglaterra West Bromwich 24 (4)
17 Nani 17 de novembro de 1986 (28 anos) Portugal Sporting 75 (14)
23 Hélder Postiga 2 de agosto de 1982 (32 anos) Espanha Deportivo La Coruña 69 (27)
7 Cristiano Ronaldo Capitão da Seleção Portuguesa 5 de fevereiro de 1985 (29 anos) Espanha Real Madrid 114 (50)

Treinadores[editar | editar código-fonte]

São 31 treinadores que estiveram ao serviço da seleção portuguesa sendo António Ribeiro dos Reis o primeiro. Luiz Felipe Scolari foi quem teve mais jogos (74), e mais vitórias (42) pela seleção. Os três primeiros jogos da seleção portuguesa estiveram ao cargo do Comité de Seleção

Paulo Bento, selecionador da seleção portuguesa entre 2010 e 2014, numa conferência de imprensa durante o Euro 2012
Nome Anos na Seleção Nº de Jogos
Comité de Seleção 1921-1923
3
Ribeiro dos Reis 1923-1926 | 1934
6
Cândido de Oliveira 1926-1929 | 1935-1942 | 1952
30
Maia Loureiro 1929
1
Laurindo Grijó 1930
4
Tavares da Silva 1931 | 1945-1947 | 1951 | 1955-1957
30
Salvador do Carmo 1932-1933 | 1945 | 1953-1954
13
Virgílio Paula 1947-1948
3
Armando Sampaio 1949
4
Fernando Vaz 1954
1
José Maria Antunes 1957-1960 | 1962-1964 | 1968-1969
31
Armando Ferreira 1961 | 1962
6
Fernando Peyroteo 1961
2
Manuel da Luz Afonso 1964-1966
20
José Gomes da Silva 1967 | 1970-1971
13
José Augusto 1972-1973
14
José Maria Pedroto 1973-1976
16
Juca 1976-1978 | 1980-1982 | 1987-1989
40
Mário Wilson 1978-1980
10
Otto Glória 1982-1983
8
Fernando Cabrita 1983-1984
9
José Torres 1984-1986
17
Ruy Seabra 1986-1987
6
Artur Jorge 1990-1991 | 1996-1997
20
Carlos Queiroz 1991-1993 | 2008-2010
49
Nelo Vingada 1994
2
António Oliveira 1994-1996 | 2000-2002
44
Humberto Coelho 1998-2000
24
Agostinho Oliveira 2002 | 2010
6
Luiz Felipe Scolari 2003-2008
74
Paulo Bento 2010-2014
43
Fernando Santos 2014-Presente

Legenda:

  • Negrito - Atual treinador
  • Nº em Negrito - Recordista de Jogos

Jogos Amigáveis[editar | editar código-fonte]

Data Estádio Local Em casa Resultado Visitante Golos Portugueses
11 de Fevereiro de 2009
Estádio Algarve Faro, Portugal Portugal Portugal
1 - 0
Finlândia Finlândia
Cristiano Ronaldo Gol marcado aos 78 minutos de jogo 78'
31 de Março de 2009
Olympique de la Pontaise Lausanne, Suíça Portugal Portugal
2 - 0
África do Sul África do Sul
Bruno Alves Gol marcado aos 4 minutos de jogo 4' Lucas Thwala Gol marcado aos 56 (a.g.) minutos de jogo 56 (a.g.)'
10 de Junho de 2009
A. Le Coq Arena Tallinn, Estónia Estónia Estónia
0 - 0
Portugal Portugal
12 de Agosto de 2009
Rheinpark Stadion Vaduz, Liechtenstein Liechtenstein Liechtenstein
0 - 3
Portugal Portugal
Hugo Almeida Gol marcado aos 14 minutos de jogo 14', Gol marcado aos 25 minutos de jogo 25' Raul Meireles Gol marcado aos 22 minutos de jogo 22'
3 de Março de 2010
Estádio Cidade de Coimbra Coimbra, Portugal Portugal Portugal
2 - 0
República Popular da China China
Hugo Almeida Gol marcado aos 36 minutos de jogo 36' Liedson Gol marcado aos 90+5 minutos de jogo 90+5'
24 de Maio de 2010
Estádio Municipal da Covilhã Covilhã, Portugal Portugal Portugal
0 - 0
Cabo Verde Cabo Verde
1 de Junho de 2010
Complexo Desportivo da Covilhã Covilhã, Portugal Portugal Portugal
3 - 1
Camarões Camarões
Raul Meireles Gol marcado aos 31 minutos de jogo 31', Gol marcado aos 47 minutos de jogo 47' Nani Gol marcado aos 81 minutos de jogo 81'
8 de Junho de 2010
BIDVest Wanderers Stadium Joanesburgo, África do Sul Moçambique Moçambique
0 - 3
Portugal Portugal
Danny Gol marcado aos 52 minutos de jogo 52' Hugo Almeida Gol marcado aos 75 minutos de jogo 75', Gol marcado aos 82 minutos de jogo 82'
17 de Novembro de 2010
Estádio da Luz Lisboa, Portugal Portugal Portugal
4 - 0
Espanha Espanha
Carlos Martins Gol marcado aos 45 minutos de jogo 45' Hélder Postiga Gol marcado aos 49 minutos de jogo 49', Gol marcado aos 68 minutos de jogo 68' Hugo Almeida Gol marcado aos 90+3 minutos de jogo 90+3'
9 de Fevereiro de 2011
Stade de Genève Genebra, Suíça Portugal Portugal
1 - 2
Argentina Argentina
Cristiano Ronaldo Gol marcado aos 21 minutos de jogo 21'
26 de Março de 2011
Estádio Dr. Magalhães Pessoa Leiria, Portugal Portugal Portugal
1 - 1
Chile Chile
Varela Gol marcado aos 16 minutos de jogo 16'
29 de Março de 2011
Estádio Municipal de Aveiro Aveiro, Portugal Portugal Portugal
2 - 0
Finlândia Finlândia
Rúben Micael Gol marcado aos 11 minutos de jogo 11', Gol marcado aos 71 minutos de jogo 71'
10 de Agosto de 2011
Estádio Algarve Faro, Portugal Portugal Portugal
5 - 0
Luxemburgo Luxemburgo
Helder Postiga Gol marcado aos 25 minutos de jogo 25' Cristiano Ronaldo Gol marcado aos 43 minutos de jogo 43' Fábio Coentrão Gol marcado aos 47 minutos de jogo 47' Hugo Almeida Gol marcado aos 58 minutos de jogo 58' Gol marcado aos 72 minutos de jogo 72'
29 de Fevereiro de 2012
Estádio Nacional de Varsóvia Varsóvia, Polónia Polónia Polónia
0 - 0
Portugal Portugal
26 de Maio de 2012
Estádio Dr. Magalhães Pessoa Leiria, Portugal Portugal Portugal
0 - 0
República da Macedónia Macedónia
2 de Junho de 2012
Estádio da Luz Lisboa, Portugal Portugal Portugal
1 - 3
Turquia Turquia
Nani Gol marcado aos 70 minutos de jogo 70'
15 de Agosto de 2012
Estádio Algarve Faro, Portugal Portugal Portugal
2 - 0
Panamá Panamá
Nélson Oliveira Gol marcado aos 30 minutos de jogo 30' Cristiano Ronaldo Gol marcado aos 51 minutos de jogo 51'
14 de Novembro de 2012
Stade d'Angondjé Libreville, Gabão Gabão Gabão
2 - 2
Portugal Portugal
Pizzi Gol marcado aos 35 minutos de jogo 35' Hugo Almeida Gol marcado aos 59 minutos de jogo 59'
6 de Fevereiro de 2013
Estádio D. Afonso Henriques Guimarães, Portugal Portugal Portugal
2 - 3
Equador Equador
Cristiano Ronaldo Gol marcado aos 23 minutos de jogo 23' Hélder Postiga Gol marcado aos 60 minutos de jogo 60'
10 de Junho de 2013
Stade de Genève Genebra, Suíça Croácia Croácia
0 - 1
Portugal Portugal
Cristiano Ronaldo Gol marcado aos 36 minutos de jogo 36'
14 de Agosto de 2013
Estádio Algarve Faro, Portugal Portugal Portugal
1 - 1
Países Baixos Holanda
Cristiano Ronaldo Gol marcado aos 87 minutos de jogo 87'
11 de Setembro de 2013
Gillette Stadium Foxborough, E.U.A Brasil Brasil
3 - 1
Portugal Portugal
Raul Meireles Gol marcado aos 18 minutos de jogo 18'
5 de Março de 2014
Estádio Dr. Magalhães Pessoa Leiria, Portugal Portugal Portugal
5 - 1
Camarões Camarões
Cristiano Ronaldo Gol marcado aos 21 minutos de jogo 21' Gol marcado aos 84 minutos de jogo 84' Raul Meireles Gol marcado aos 66 minutos de jogo 66' Fábio Coentrão Gol marcado aos 67 minutos de jogo 67' Edinho Gol marcado aos 76 minutos de jogo 76'
31 de Maio de 2014
Estádio Nacional Oeiras, Portugal Portugal Portugal
0 - 0
Grécia Grécia
6 de Junho de 2014
Gillette Stadium Boston, Estados Unidos da América Portugal Portugal
1 - 0
México México
Bruno Alves Gol marcado aos 90+3 minutos de jogo 90+3'
11 de Junho de 2014
MetLife Stadium Nova Iorque, Estados Unidos da América Portugal Portugal
5 - 1
República da Irlanda Irlanda
Hugo Almeida Gol marcado aos 2 minutos de jogo 2' Gol marcado aos 37 minutos de jogo 37' Richard Keogh Gol marcado aos 20 (a.g.) minutos de jogo 20 (a.g.)' Vieirinha Gol marcado aos 77 minutos de jogo 77' Fábio Coentrão Gol marcado aos 83 minutos de jogo 83'

Nomes em Itálico - Jogadores que marcaram Auto-Golo a favor de Portugal (a.g.)

Mundial da FIFA de 2014 - Brasil[editar | editar código-fonte]

Eliminatórias - Europa - Grupo F[editar | editar código-fonte]

O Grupo F das eliminatórias da Europa para o Campeonato Mundial de Futebol de 2014 foi disputado por Portugal, Rússia, Israel, Irlanda do Norte, Azerbaijão e Luxemburgo.

Como vencedor do grupo, a Rússia qualificou-se automaticamente para o Mundial de 2014. Além dos demais oito vencedores de grupos, os oito melhores segundos colocados, entre os quais Portugal, avançaram para a segunda fase, disputada no sistema de play-offs.[10]

Classificação[editar | editar código-fonte]

Seleção Pts J V E D GP GC SG
Flag of Russia.svg Rússia 22 10 7 1 2 20 5 +15
Flag of Portugal.svg Portugal 21 10 6 3 1 20 9 +11
Flag of Israel.svg Israel 14 10 3 5 2 19 14 +5
Flag of Azerbaijan.svg Azerbaijão 9 10 1 6 3 7 11 –4
Bandeira da Irlanda do Norte Irlanda do Norte 7 10 1 4 5 9 17 –8
Flag of Luxembourg.svg Luxemburgo 6 10 1 3 6 7 26 –19

Legenda

  Classificou-se diretamente

Resultados[editar | editar código-fonte]

7 de setembro de 2012 Luxemburgo Flag of Luxembourg.svg 1 – 2 Flag of Portugal.svg Portugal Stade Josy Barthel, Luxemburgo
19:45
da Mota Gol marcado aos 14 minutos de jogo 14' Relatório Cristiano Ronaldo Gol marcado aos 27 minutos de jogo 27'
Hélder Postiga Gol marcado aos 54 minutos de jogo 54'
Árbitro: EstóniaEST Kristo Tohver

11 de setembro de 2012 Portugal Flag of Portugal.svg 3 – 0 Flag of Azerbaijan.svg Azerbaijão Estádio Municipal, Braga
20:15
Silvestre Varela Gol marcado aos 64 minutos de jogo 64'
Hélder Postiga Gol marcado aos 85 minutos de jogo 85'
Bruno Alves Gol marcado aos 88 minutos de jogo 88'
Relatório Público: 29,961
Árbitro: PolóniaPOL Szymon Marciniak

12 de outubro de 2012 Rússia Flag of Russia.svg 1 – 0 Flag of Portugal.svg Portugal Estádio Lujniki, Moscou
16:00
Alexander Kerjakov Gol marcado aos 9 minutos de jogo 9' Relatório Árbitro: HungriaHUN Viktor Kassai

16 de outubro de 2012 Portugal Flag of Portugal.svg 1 – 1 Bandeira da Irlanda do Norte Irlanda do Norte Estádio do Dragão, Porto
20:45
Hélder Postiga Gol marcado aos 79 minutos de jogo 79' Relatório Niall McGinn Gol marcado aos 30 minutos de jogo 30' Público: 48,711
Árbitro: AlemanhaGER Thorsten Kinhöfer

22 de março de 2013 Israel Flag of Israel.svg 3 – 3 Flag of Portugal.svg Portugal Ramat Gan, Tel Aviv
12:45
Hemed Gol marcado aos 24 minutos de jogo 24'
Ben Basat Gol marcado aos 39 minutos de jogo 39'
Gershon Gol marcado aos 70 minutos de jogo 70'
Relatório Bruno Alves Gol marcado aos 2 minutos de jogo 2'
Hélder Postiga Gol marcado aos 72 minutos de jogo 72'
Fábio Coentrão Gol marcado aos 90'+3 minutos de jogo 90'+3'
Árbitro: FrançaFRA Stéphane Lannoy

26 de março de 2013 Azerbaijão Flag of Azerbaijan.svg 0 – 2 Flag of Portugal.svg Portugal Tofig Bahramov Republic, Baku
17:00
Relatório Bruno Alves Gol marcado aos 63 minutos de jogo 63'
Hugo Almeida Gol marcado aos 79 minutos de jogo 79'
Árbitro: InglaterraENG Andre Marriner

7 de junho de 2013 Portugal Flag of Portugal.svg 1 – 0 Flag of Russia.svg Rússia Estádio da Luz, Lisboa
20:45
Hélder Postiga Gol marcado aos 9 minutos de jogo 9' Relatório Público: 54,697
Árbitro: EslovéniaSVN Damir Skomina

6 de setembro de 2013 Irlanda do Norte Ulster banner.svg 2 – 4 Flag of Portugal.svg Portugal Windsor Park, Belfast
19:45
Gareth McAuley Gol marcado aos 36 minutos de jogo 36'
Jamie Ward Gol marcado aos 52 minutos de jogo 52'
Relatório Bruno Alves Gol marcado aos 21 minutos de jogo 21'
Cristiano Ronaldo Gol marcado aos 68 minutos de jogo 68' Gol marcado aos 77 minutos de jogo 77' Gol marcado aos 83 minutos de jogo 83'
Árbitro: Países BaixosNLD Danny Makkelie

11 de outubro de 2013 Portugal Flag of Portugal.svg 1 – 1 Flag of Israel.svg Israel Estádio José Alvalade, Lisboa
20:45
Ricardo Costa Gol marcado aos 26 minutos de jogo 26' Relatório Eden Ben Basat Gol marcado aos 85 minutos de jogo 85' Público: 48,317
Árbitro: NoruegaNOR Tom Hagen

15 de outubro de 2013 Portugal Flag of Portugal.svg 3 – 0 Flag of Luxembourg.svg Luxemburgo Estádio Cidade de Coimbra, Coimbra
18:00
Varela Gol marcado aos 29 minutos de jogo 29'
Nani Gol marcado aos 36 minutos de jogo 36'
Hélder Postiga Gol marcado aos 78 minutos de jogo 78'
Relatório Árbitro: TurquiaTUR Bulent Yildirim

Os horários estão na hora UTC+0

Play-off - Europa[editar | editar código-fonte]

Portugal terminou a fase de grupos das eliminatórias no 2º lugar e como foi um dos melhores segundos classificados, disputou o Play-off de acesso ao Mundial, no caso contra a Suécia, nos dias 15 e 19 de Novembro de 2013. Venceu o conjunto das duas mãos, qualificando-se para o Campeonato Mundial de Futebol de 2014.


15 de Novembro de 2013 Portugal Flag of Portugal.svg 1 - 0 Flag of Sweden.svg Suécia Estádio da Luz, Lisboa
19:45
Cristiano Ronaldo Gol marcado aos 82 minutos de jogo 82' Relatório Público: 61,000
Árbitro: ItáliaITA Nicola Rizzoli

19 de Novembro de 2013 Suécia Flag of Sweden.svg 2 - 3 Flag of Portugal.svg Portugal Friends Arena, Solna
19:45
Ibrahimović Gol marcado aos 68 minutos de jogo 68', Gol marcado aos 72 minutos de jogo 72' Relatório Cristiano Ronaldo Gol marcado aos 50 minutos de jogo 50', Gol marcado aos 77 minutos de jogo 77', Gol marcado aos 79 minutos de jogo 79' Árbitro: InglaterraENG Howard Webb


  • Nota: Os horários estão na hora UTC-3

Mundial da FIFA de 2014[editar | editar código-fonte]

Fase de Grupos [11] [editar | editar código-fonte]

Portugal integrou o grupo G da fase de grupos, juntamente com Estados Unidos, Alemanha e Gana.

Seleção Pts J V E D GM GS SG
Bandeira da Alemanha Alemanha 7 3 2 1 0 7 2 +5
Flag of the United States.svg Estados Unidos 4 3 1 1 1 4 4 0
Flag of Portugal.svg Portugal 4 3 1 1 1 4 7 -3
Flag of Ghana.svg Gana 1 3 0 1 2 4 6 -2

Desempenho em competições oficiais[editar | editar código-fonte]

Maiores participantes[editar | editar código-fonte]

Luís Figo, atual recordista de jogos pela seleção portuguesa, durante uma partida na Euro 2004.

Atualizado a 14 de novembro de 2014

Pos. Nome Jogos Anos na seleção
1
Luís Figo 127
1991–2006
2
Cristiano Ronaldo 118
2003-
3
Fernando Couto 110
1990-2004
4
Rui Costa 94
1993–2004
5
Pauleta 88
1997–2006
6
Simão Sabrosa 85
1998–2010
7
João Vieira Pinto 81
1991–2002
8
Vítor Baía 80
1990–2002
9
Ricardo 79
2001–2008
Nuno Gomes 79
1996–2011

Legenda:

  • Negrito – jogadores ativos.

Melhores marcadores[editar | editar código-fonte]

Atualizado a 14 de novembro de 2014

Posição Nome Golos Anos na seleção
1
Cristiano Ronaldo 52
2003–
2
Pauleta 47
1997–2006
3
Eusébio 41
1961–1973
4
Luís Figo 32
1991–2006
5
Nuno Gomes 29
1996–2011
6
Hélder Postiga 27
2003–
7
Rui Costa 26
1993–2004
8
João Vieira Pinto 24
1991–2002
9
Nené 22
1971–1984
Simão Sabrosa 22
1998–2010

Legenda:

  • Negrito – jogadores ativos.

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes dos jogadores[editar | editar código-fonte]

  • Uniforme principal: Camisa vermelha, calção e meias vermelhas.
  • Uniforme de visitante: Camisa branca, calção azul e meias brancas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º uniforme

Uniformes dos guarda-redes[editar | editar código-fonte]

  • Camisa verde, calção e meias verdes;
  • Camisa amarela, calção e meias amarelas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2

Uniformes de treino[editar | editar código-fonte]

  • Camisa cinza, calção e meias azuis;
  • Camisa verde calção e meias azuis;
  • Camisa azul calção e meias azuis.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Jogadores
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Guarda-redes
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Comissão

Uniformes anteriores[editar | editar código-fonte]

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1966 Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1966 Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1984
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1986
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1996 Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1996 Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1998 Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1998 Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2000 Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2000 Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2002 Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2002 Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2004 Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2004 Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2006 Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2006 Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2008 Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2008 Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2010 Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2010 Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2012 Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2012 Segundo

Títulos[editar | editar código-fonte]

Títulos de base[editar | editar código-fonte]

Seleção Sub-20[editar | editar código-fonte]

Seleção Sub-19[editar | editar código-fonte]

Seleção Sub-17[editar | editar código-fonte]

Seleção Sub-16[editar | editar código-fonte]

TOTAL: 16 títulos

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

  • Terceiro Lugar (1): 1966
  • Quarto Lugar (1): 2006
  • Quarto Lugar (1): 1996
  • Vice-Campeão (1): 1972
  • Vice-campeão (1): 2011
  • Terceiro Lugar (1): 1995
  • Terceiro lugar (1): 1989
  • Segundo Lugar (1): 1994

Jogadores[editar | editar código-fonte]

Jogadores famosos[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c FIFA.com (abril de 2011). Ranking Mundial da FIFA/Coca-Cola (em português). Visitado em 6 de maio de 2011.
  2. Seleção / História Federação Portuguesa de Futebol. Visitado em 3 de junho de 2014.
  3. a b Coelho, João Nuno. In: Adam Brown. ” Fanatics! Power, Identity and Fandom in Football (em inglês). Londres: Routledge, 1998. Capítulo “’On the Border’: Some Notes on Football and National Identity in Portugal. p. 158-172. ISBN 0-203-02893-7. Visitado em 26 de maio de 2014.
  4. Susan P. Milby. In: The Ohio State University. Stylin’! Samba joy versus structural precision the soccer case studies of Brazil and Germany (em inglês). [S.l.: s.n.], 2006. p. 59. Visitado em 26 de maio de 2014.
  5. Jornal do Brasil, Jornal do Brasil - 19 julho. 1966, página 21.
  6. []
  7. [1]
  8. http://www.record.xl.pt/opiniao/interior.aspx?content_id=38084 Um Adeus Português
  9. - Carlos Queiroz responde a Pepe
  10. 2014 FIFA World Cup Brazil - Preliminary Competition Format and Draw Procedure - European Zone FIFA. Visitado em 23 de janeiro de 2011.
  11. http://pt.fifa.com/worldcup/groups/index.html

Ligações externas[editar | editar código-fonte]