Associazione Sportiva Roma

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Roma
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Nome Associazione Sportiva Roma
Alcunhas Giallorossi
Torcedor/Adepto Romanista, giallorosso
Mascote Loba capitolina
Fundação 22 de julho de 1927 (87 anos)
Estádio Olimpico de Roma
Capacidade 73.261[1]
Localização Roma, Itália
Presidente Estados Unidos James Pallotta
Treinador França Rudi Garcia
Material esportivo Estados Unidos Nike
Competição Itália Seria A
Itália Copa da Itália
União Europeia Liga dos Campeões
Website ASRoma.it
Kit left arm asroma1415h.png Kit body asroma1415h.png Kit right arm asroma1415h.png
Kit shorts asroma1415h.png
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
alternativo
Temporada atual
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A Associazione Sportiva Roma S.p.A, abreviada como A.S. Roma ou simplesmente Roma, é um clube futebol italiano com sede em Roma.

Introdução[editar | editar código-fonte]

Fundada em 22 de julho de 1927 e atualmente militante na primeira divisão do Campeonato Italiano, é uma das três equipes italianas (junto com seu rival Lazio e Juventus) a ser cotada na bolsa de valores.

Roma, cidade que inspirou o nome do clube na sua fundação em 1927.

Em 87 anos de história, participou praticamente de todos os campeonatos da elite italiana (à exceção de 1951-52), vencendo 3 Campeonato Italiano, 9 Copa da Itália (record ao lado da Juventus) e 2 Supercopa Italiana.

A nível de Europa, os melhores resultados obtidos foram as vitórias na Fairs Cup na temporada 1960-61 e do Torneio Anglo-Italiano de 1972, além de uma final de UEFA Champions League perdida contra o Liverpool em 1984 e outro revés em uma final de Copa UEFA em 1991 ante a Internazionale.

Na classificação mundial de clubes da International Federation of Football History & Statistics (IFFHS), divulgada em 2013, a Roma ocupava o 100º lugar. Em 1991, o clube terminou em primeiro no ranking de rendimento por clubes anunciado também pela IFFHS.

A Roma é um dos membros da Associação dos Clubes Europeus - ECA, que substituiu o G-14, e é composta pelos principais clubes de futebol reunidos em consórcio a fim de obter uma tutela comum dos direitos esportivos, legais e televisivos, frente à FIFA.

História[editar | editar código-fonte]

As origens[editar | editar código-fonte]

A lupa capitolina, símbolo da cidade e da equipe.

No início do século XX, quando o futebol estava conquistando adeptos em toda a península italiana, e em Roma a situação era parecida com a que se vivia em Londres.

Como na capital britânica, a prática do esporte era comum em um grande número de pequenos clubes, cada um com suas particularidades; geralmente eram equipes de quarteirões, distritos ou ainda representados por classes sociais bem definidas.

Nos anos vinte, na primeira divisão regional da cidade de Roma jogavam oito sociedades: U.S. Romana, Fortitudo, Alba, Juventus, Roman, Audace, Pro Roma e a Lazio.

O nascimento da Roma[editar | editar código-fonte]

Italo Foschi (1884-1949), o fundador do clube.

A equipe capitolina se constituiu graças à fusão de três das equipes de futebol da cidade: a Alba Audace, o Roman e a Fortitudo Pro Roma.

Tal decisão foi tomada tendo em vista o desejo de Italo Foschi,[2] na época secretário da Federação Romana no Partido Nacional Fascista, membro do CONI e presidente da Fortitudo Pro Roma.

A data de fundação da A.S. Roma é foco de uma grande discussão: muitas fontes vêm, de fato, indicando que esta seria 22 de julho de 1927, mas na realidade a fusão já havia sido formalizada em 7 de junho do mesmo ano, como anunciaram no dia seguinte os principais jornais de Roma, Il Tevere, La Tribuna e Il Messaggero.

Foschi deu corpo à ideia de haver uma equipe esportiva que portasse o nome da cidade de Roma e que pudesse ambicionar maiores resultados.

O mesmo aconteceu em Florença, Nápoles e Bari, outras cidades do centro-sul que deram vida, através de suas fusões, a sociedades de grandes dimensões para sustentar o futebol profissional nestas regiões, que já era praticado no norte italiano, o que lhes garantia a dominação do futebol.

Da fusão também faria parte a Società Sportiva Lazio, mas esta ficou fora do acordo de fusão após a intervenção do general fascista Giorgio Vaccaro, presidente do clube alviceleste, que se opôs à vontade do secretário romano do PNF.

O primeiro presidente da nova sociedade foi o mesmo Foschi, cargo que abandonou após somente um ano, após ser nomeado membro do diretório federal de La Spezia, dando a ocupação para Renato Sacerdoti, industrial do setor alimentício.

A sede da A.S. Roma foi fixada no rione de Campo de Marte, nos velhos escritórios do Roman. Nos primeiros dois anos de existência, a Roma jogava provisoriamente em Motovelodromo Appio, enquanto aguardava o término da construção do novo estádio para onde se transferiu e jogou até os fins da década de trinta: o Campo Testaccio.

A Roma conquistou seu primeiro troféu já na temporada 1927-28, aquela de sua fundação, vencendo sobre o Modena a Copa CONI, atualmente denominada Copa Itália.

Os anos trinta[editar | editar código-fonte]

A Roma testaccina[editar | editar código-fonte]

A partir de 1930, a Roma pode finalmente transferir-se para seu novo estádio, o Campo Testaccio. A este período está ligada uma das mais belas páginas da história romanista: o campo cheio e o público caloroso nas tribunas de madeira pintadas de vermelho e amarelo constituíram um elemento fundamental para motivar os jogadores a sempre darem o melhor de si em todas as partidas.

Graças a isso, a equipe daqueles anos mostrava um jogo forte e destemido em frente a qualquer adversário. Alguns dos protagonistas de tal período foram, além o capitão Attilio Ferraris, o goleiro Guido Masetti, o médio Fulvio Bernadini e o centroavante fiumano Rodolfo Volk, que marcou 103 gols com a camisa rubro-amarela.

No verão de 1933, após a Roma ter vendido, com a oposição dos torcedores, o artilheiro Rodolfo Volk, dá três golpes de mercado ao adquirir os denominados três mosqueteiros argentinos: o pirata negro Enrique Lucas Gonzales Guaita, o médio-ala Alessandro Scopelli e o centro-médio Andrea Stagnaro. Os três campeões permaneceram na Roma somente por duas temporadas, levando a equipe a um quinto e a um quarto lugar.

Depois de se naturalizarem italianos para desfrutar de algumas vantagens, entre as quais poderem ser convocados para a Seleção Italiana, fugiram da concentração em uma noite de 1935, para evitarem uma convocação do exército. A Itália naquele período estava próxima de entrar em guerra contra a Etiópia.

Durante a temporada 1934-35, em vista de uma operação para a renovação da equipe, o presidente Renato Sacerdoti decide-se pela venda do capitão Ferraris que, pouco propenso a distanciar-se de Roma, negociou clamorosamente com a Lazio, de onde logo se torna capitão. A notícia revoltou os torcedores, que o tacharam de traidor.

Os anos quarenta[editar | editar código-fonte]

O primeiro scudetto[editar | editar código-fonte]

Após uma década de boas campanhas, na temporada 1941-42 a equipe alcança o seu primeiro triunfo importante, mas inesperado: o scudetto, conquistado em 14 de junho de 1942 após a vitória sobre o Modena por 2 a 0 no Stadio Nazionale, atual Estádio Flamínio.

Os anos trinta encerraram-se com a hegemonia do Bologna e da Inter Ambrosiana, que tinham dividido os dois últimos títulos, sendo assim os dois grandes favoritos.

O presidente Edgardo Bazzini não acreditava que a Roma poderia ser campeã italiana, já que a equipe rubro-amarela havia terminado na décima primeira colocação na temporada anterior.

O personagem da conquista, com dezoito gols marcados, era um jovem atacante: Amedeo Amadei, carinhosamente apelidado pelos torcedores romanistas de fornaretto.

Pela primeira vez na história, o título italiano havia sido vencido por uma equipe do centro da Itália, ao sul da Pianura Padana.

O declínio pós-scudetto[editar | editar código-fonte]

No ano seguinte à conquista do scudetto o presidente Edgardo Bazzini não sentiu-se seguro para fazer grandes alterações no elenco campeão, cometendo assim um grave erro que lentamente levou os mecanismos da equipe a uma súbita queda. A sua principal falha foi não considerar a alta média de idade do elenco romanista, sobretudo para os parâmetros da época, nos quais a carreira de um atleta terminava muito antes que nos tempos atuais.

Se de um lado era esta a causa principal do declínio imediato da vitoriosa equipe, é necessário considerar que, por outro lado, começava a afirmar-se no cenário italiano a equipe que dominaria o campeonato nos anos quarenta: o Torino.

A Segunda Guerra Mundial pôs fim ao campeonato nacional, que permaneceu suspenso por três anos, nos quais foi apenas jogado de maneira amadora em campeonatos regionais e locais. O torneio nacional ressurgiu somente em 1945, novamente dividido em dois grupo: um para o norte e outro para o centro-sul.

A equipe da capital, porém, não teve sucesso quando competiu com as outras equipes do norte da Itália, mas sobretudo era impossível para uma equipe sem dinheiro e moral como a Roma daqueles anos confrontar-se com o Torino, que se mostrava imbatível.

Os anos cinqüenta[editar | editar código-fonte]

O rebaixamento e o retorno imediato[editar | editar código-fonte]

Na temporada 1950-51, o banco rubro-amarelo sofreu diversas trocas de técnico. A equipe perdeu onze partidas por 1-0, e sempre que sofria um gol demonstrava sua impotência fronte ao adversário, e sempre sucumbia. O rebaixamento foi inevitável, e naquele ano se deu a primeira e única queda de divisão para a Serie B da história romanista.

Em 1952, a Roma foi protagonista na disputa pelo título da Serie B ao lado do Brescia. Mesmo a boa campanha dos rivais da Lombardia não impediu a promoção da Roma, que manteve-se na liderança durante toda a temporada e encerrou o torneio com um ponto de vantagem sobre os rondinelli. Em 22 de junho de 1952, após dez anos exatos da conquista do scudetto, os romanistas festejaram o retorno para a Serie A.

Nos anos seguintes à promoção chegaram em Roma grandes novidades, e a equipe foi se fortalecendo com algumas novas aquisições. O cargo de técnico foi confiado ao inglês Mario Varglien, que teve sucesso nas primeiras rodadas ao criar um esquema de jogo que garantiu à equipe uma ótima estréia, porém frustrada no decorrer do campeonato por uma série de derrotas que conduziram a Roma ao sexto lugar na classificação.

Em 17 de maio de 1953, a Roma transferiu-se do Stadio Nazionale para o novo Estádio Olímpico. E no verão do mesmo ano concluiu, de forma inesperada, um grande golpe de mercado, contratando do Peñarol o uruguaio Alcides Ghiggia, ala de grande classe e autor do gol da vitória de sua seleção contra o Brasil na final da Copa do Mundo de 1950.

Nas temporadas seguintes a Roma alterou boas temporadas, como o terceiro lugar em 1955, com temporadas desastrosas, como em 1957, quando mais uma vez chegou perto do rebaixamento.

Os principais jogadores da segunda metade dos anos 1950 foram o uruguaio Ghiggia e o brasileiro Dino da Costa, atacante que foi artilheiro da temporada 1956-57, com 22 gols. Da Costa tornou-se ídolo da torcida romanista graças às suas ótimas atuações nos derbys, onde marcava freqüentemente.

Outro pilar da equipe e da história rubro-amarela foi Giacomo Losi, capitão e defensor do time. Losi é, ainda, o jogador com mais partidas com a camisa da Roma. Sua afeição ao time e seu caráter extraordinário lhe valeram o apelido de Coração de Roma.

Os anos sessenta[editar | editar código-fonte]

A Copa das Feiras[editar | editar código-fonte]

Na temporada 1960-61, o sucesso da Roma atingiu dimensão continental, graças à conquista da Copa das Feiras, torneio do qual participavam as equipes sediadas em grandes cidades que organizavam feiras internacionais de comércio. Em 1971-72, esta competição foi transformada para a atual Copa da UEFA, da qual se participa pela classificação nos campeonatos e copas locais.

Duranto os anos sessenta, a Roma dispunha de uma formação com um grande número de campeões. Entre eles estavam Pedro Manfredini, atacante argentino, um falcão da grande área e um dos artilheiros mais prolíficos da história romanista. Foi artilheiro da Serie A em 1963, ao lado de Harald Nielsen, do Bologna.

Um outro jogador, compatriota do forte centroavante, foi o médio-ala Francisco Lojacono, jogador ambidestro dotado de um bom remate de fora da área e cobrador infalível de pênaltis. E, finalmente, o afiado artilheiro Antonio Valentin Angelillo. Outros protagonistas da época foram o sueco Arne Selmosson e o uruguaio Juan Alberto Schiaffino.

A Roma, nos anos 60, nunca superou o 5º lugar no campeonato, e uma das causas seria o estilo de vida lascivo de seus jogadores.

Apesar da temporada decepcionante, encerrada com um décimo segundo lugar na classificação, a equipe rubro-amarela conquistou sua primeira Coppa Italia em 1963-64, após bater o Torino na final.

As crises financeiras

Em 1964, a Roma encontrava-se à beira da falência. O déficit não permitia à sociedade o pagamento dos salários, o que gerou uma instabilidade entre os jogadores. No dia do Ano-Novo de 1965, no Teatro Sistina, o então técnico romanista, Juan Carlos Lorenzo, organizou uma coleta para receber fundos para a disputa da Coppa Italia, que seria realizada alguns dias mais tarde.

Após a venda de alguns dos campeões, o presidente Franco Evangelisti completou seu plano de saneamento do caixa da sociedade, transformando a Roma em uma sociedade por ações. Para o fim dos anos sessenta, a equipe foi confiada à Helenio Herrera, técnico vencedor que havia conduzido a Internazionale ao topo do mundo por duas vezes.

Apesar da chegada do novo técnico, os resultados em campo não mudaram. Em sua primeira temporada, a Roma chegou em um cinzento oitavo lugar, porém venceu sua segunda Coppa Italia, em junho de 1969.

Treinadores da A.S. Roma

Os anos setenta[editar | editar código-fonte]

Os anos da Rometta[editar | editar código-fonte]

Os anos 1970 foram uma das décadas menos gloriosas para a história romanista, mas cheia de emoções para a torcida. Inicia-se com o adeus da mítica bandeira Giacomo Losi e com a clamorosa venda, no último ano da presidência de Alvaro Marchini, de três "jóias" (Luciano Spinosi, Capello e Fausto Landini) para a Juventus.

A partir daí, entrou-se na considerada Rometta de Gaetano Anzalone: uma equipe feita de refugos alheios, jovens promessas e, sobretudo, velhas glórias. Também nessa década passaram pelo clube grandes campeões, mas com curta "vida útil", como Pierino Prati, Luis Del Sol, Amarildo, além do retorno de Giancarlo "Pichio" De Sisti.

Torcida homenageando o ídolo Francesco Rocca.

A Roma, nesta década, oscilou sempre no meio da classificação, exceto com a terceira colocação de 1975. Durante a mesma temporada 1974-75 o cantor Antonello Venditti compôs o hino Roma, Roma, Roma.

Protagonistas desta época foram, além do jovem presidente, Helenio Herrera, o mago, contratado já por Alvaro Marchini, e que jamais conseguiu bons resultados, apesar do vasto currículo.

Na segunda metade dos anos 1970 o banco giallorosso foi guiado por Nils Liedholm, o barão sueco, que realizaria o sonho do scudetto somente nos anos 1980, com a chegada de Dino Viola. O maior mérito de Liedholm seria a valorização de jovens como Rocca e Di Bartolomei.

O pior momento destes anos ocorreu na temporada 1978-79, quando a Roma só teve certeza de sua permanência na Serie A na penúltima rodada, após um empate em casa por 2 a 2 com a Atalanta.

Na temporada seguinte, a Roma é recriada por Dino Viola, que transformou completamente o elenco, colhendo os frutos técnicos e estruturais semeados por Anzalone. Irônico, tenaz, e pouco propenso a tolerar o poder extra das tradicionais potências do futebol italiano, pavimentou o caminho do segundo scudetto e dirigiu como protagonista os duelos com Boniperti, da eterna rival Juventus.

Tempos de glórias[editar | editar código-fonte]

Já em 1980-81, tem início o infindável duelo contra a Juventus de Turim pelo campeonato. Os alvinegros acabaram vencendo, mas mesmo depois de tantos anos, ainda pesa sobre esta vitória um gol de Maurizio Turone injustamente anulado no encontro direto das duas equipes no Delle Alpi.

Mas a Roma respondeu conquistando a Copa Itália de 1981, e vencendo a concorrência para acertar a sua melhor aquisição da história: Paulo Roberto Falcão comprado junto ao Sport Club Internacional, clube em que até hoje é considerado um dos maiores jogadores da história.

Em 1982-83, então, chegou o tão esperado triunfo. Um gol de Pruzzo garantiu um empate com o Genoa, e a Roma garantiu matematicamente o seu segundo scudetto. O conjunto formado pelo técnico Liedholm era uma máquina perfeita.

A defesa "impenetrável" tinha a presença de nomes como Franco Tancredi, Vierchowod, Nela e Aldo Maldera, o meio-de-campo contava com formidáveis como Di Bartolomei, Falcão, Ancelotti e Prohaska, e o ataque explosivo era puxado pelo bomber Pruzzo e por Bruno Conti, insistente pelos flancos.

A Roma estava em estado de delírio em mais uma extraordinária conquista e o cantor Antonello Venditti, estimulado por esta incrível atmosfera, compôs Grazie Roma, canção que se tornaria um outro hino romanista por excelência.

Um ano depois, a equipe chegou à final da Copa dos Campeões no também seu, Estádio Olímpico. Naquela noite, porém, o Liverpool venceu nos pênaltis, após uma partida surreal. A derrota no Olímpico na Copa dos Campeões assinalou o lento declínio da Era Viola.

Os anos seguintes foram marcados por vãs tentativas de resgatar o antigo esplendor. Viola, depois de uma tentativa com Sven-Göran Eriksson, que conquistou outra Copa Itália mas tropeçou em uma tentativa frustrada de scudetto, tenta trazer novamente Liedholm, porém desta vez o encanto havia acabado.

Neste tumultuado período, os talentos romanistas responsáveis por dar alegria à Curva Sud foram il principe Giannini e o alemão Völler, que foram figuras importantes da conquista das Copas Italianas de 1986 e 1991.

Era Sensi[editar | editar código-fonte]

Depois da morte do presidente Dino Viola, assume então Giuseppe Ciarrapico, que fica até 1993, porém com péssimos resultados. Esse se torna um período de entre-reis, na década de 1990 que no entanto abre as portas a uma nova fase, desta vez histórica: a presidência de Franco Sensi.

Os resultados no início foram minguados, e anos de transações se sobrepuseram até que fosse descoberto um dos maiores jogadores da história rubro-amarela, o romano e romanista Francesco Totti, apelidado de bambino d'oro pelo cronista Carlo Zampa.

Torcedores romanistas no estádio Olimpico em 17 de junho de 2001, dia conquista do terceiro título italiano do clube.

Após os fracos resultados da década, Fabio Capello chega em 1999 com uma missão que seria cumprida em apenas duas temporadas. O terceiro scudetto da história romanista veio na temporada 2000-01, quando a equipe dominou toda a temporada.

Entre os protagonistas do triunfo, estavam os próprios autores dos três gols do jogo decisivo contra o Parma na última rodada, dia 17 de junho de 2001: o capitão Totti, e os bombers Batistuta e Montella. O ano vitorioso terminou ainda com a inédita conquista da Supercopa em cima da Fiorentina.

Em 2001-02 o bicampeonato italiano consecutivo escapou por pouco, ficando a Roma a um ponto da campeã Juventus; na Coppa Italia caiu nas quartas-de-final e na Champions League na segunda fase de grupos.

A temporada 2002-03 ficou marcada pelo fraco oitavo lugar na Serie A, mas também pela derrota na Copa da Itália para o Milan e eliminação novamente na segunda fase de grupos da Liga dos Campeões. Já 2003-04 reservou outro grande desempenho no campeonato, porém o título ficou com os rossoneri, que também despacharam os giallorossi nas quartas da copa nacional; na UEFA Cup, surpreendente eliminação para o Villarreal.

A temporada 2004-05 foi outra stagione romanista nefasta: oitava posição na Serie A, vice-campeonato de Coppa Italia e queda na primeira fase da Champions League.

Francesco Totti ergue a taça da Copa da Itália 2007-08: a nona da história da equipe.

Entre 2004, ano da saída de Fabio Capello, e 2005, 5 técnicos passaram pelo clube: Cesare Prandelli, Rudi Völler, Ezio Sella, Luigi Delneri e Bruno Conti.

Mas Luciano Spalletti, a partir da temporada 2005-06, viria para acabar com essa dança de técnicos. O até então desprestigioso treinador conquistou três títulos à frente do banco romanista: duas Coppa Italia (2006-07 e 2007-08) e uma Supercoppa italiana (2007), além de campanhas notáveis na Serie A.

Muito embora alguns pontos negativos também tenham existido - como a eliminação vexatória para o Manchester United por 7 a 1 nas oitavas da Champions League em 2007 -, Spalletti é lembrado pelo futebol vistoso proporcionado pelo seu ousado 4-2-3-1.

Em 2009, após mau início de campeonato, Luciano pede demissão do comando. Claudio Ranieri assume e quase leva o clube ao scudetto e ao título da Copa da Itália, contrastando com uma queda surpresa para o Panathinaikos nas dezesseis-avos-de-final da Europa League.

A temporada 2010-11 começa com o revés na Supercopa da Itália ante a Internazionale e, após performance sofrível no campeonato italiano e eliminação impactante para o Shakhtar Donetsk na Champions League, Ranieri joga a toalha. Quem assume é o marinheiro de primeira viagem Vincenzo Montella, que finda com o sexto lugar no nacional - ainda que tenha sido eliminado na semifinal da Coppa Italia pela Internazionale -, e classifica o clube para a Liga Europa seguinte.

A era Sensi se encerraria ao fim da temporada 2010-11. Franco Sensi falecera em 2008, e desde então, sua filha, Rosella Sensi, estava à frente da sociedade. Para 2011-12, a Roma já constava como propriedade de empresários estadunidenses, que adquiriram o clube com a promessa de majorá-lo sempre mais.

A Roma estadunidense[editar | editar código-fonte]

A Roma iniciou 2011-12 renovada. Os novos donos - de origem norte-americana, liderados por Thomas DiBenedetto -, repaginaram o clube do plantel ao marketing. Para treinador, Luis Enrique foi o escolhido. Contudo, tais mudanças não surtiram efeito de imediato. Na abertura da temporada, a Roma foi desclassificada pelo modesto Slovan Bratislava nos playoffs da UEFA Europa League. Na Serie A, não passou de uma tímida sétima colocação. Na Coppa Italia, a Juventus desqualificou o time com goleada nas quartas-de-final: 3 a 0.

Em 2012-13 James Pallotta foi nomeado o novo presidente, agora com ânimo definitivo. O clube voltou a fazer um mercado mais sortido do que à época dos Sensi. A marca do clube com tours pelos Estados Unidos e outras explorações midiáticas ficava sempre mais forte. Mais uma vez, todavia, os resultados no campo decepcionaram. O sexto lugar no campeonato italiano não aportou o clube às competições europeias. E o pior: derrota para a rival Lazio na decisão da Copa da Itália.

Cquote1.svg Sei como são fanáticos os torcedores romanistas, mas estou preparado: descobrirão o quão fanático eu sou. Cquote2.svg

A temporada de 2013-14 foi a primeira em alto nível da nova propriedade. Com a chegada do técnico francês Rudi Garcia e grandes contratações, a Roma voltou à UEFA Champions League depois de lograr a segunda colocação no Campeonato Italiano. Na Copa da Itália, a equipe caiu só na semifinal.

Títulos Nacionais[editar | editar código-fonte]

(1941-42, 1982-83, 2000-01)
(1963-64, 1968-69, 1980-81, 1981-82, 1983-84, 1985-86, 1990-91, 2006-07, 2007-08)
(2001, 2007)
(1951-52)
Internacionais
(1960-61)
(1972)
Outras competições
  • Coppa Coni: 1
(1928)

Categorias de base[editar | editar código-fonte]

Internacionais

Nacionais

Associazione Sportiva Roma S.p.A.[editar | editar código-fonte]

A Associazione Sportiva Roma S.p.A. é uma sociedade limitada com um capital social de cerca de 19.800 euros.

Desde 2001, a sociedade está sendo cotada na lista da bolsa de Milão e está presente no mercado negociando as cercas de 133 milhões de ações ordinárias circulantes.

Eventos chave e outros fatos históricos[editar | editar código-fonte]

  • Na temporada 1990-91, perde a final da Copa da UEFA contra a Internazionale. Depois do jogo em Milão ter sido vencido pelos donos da casa por 2 a 0, a Roma se impõe em casa, mas só marca no final o gol da vitória por 1 a 0, o que não foi o suficiente.
  • Em 1984, depois de ter vencido o scudetto, a Roma joga a Copa dos Campeões, chegando à final, contra o Liverpool, quando perde na disputa de pênaltis. A partida fora disputada no Olímpico de Roma em 30 de maio de 1984, e depois do empate por 1 a 1 nos 120 minutos regulamentares, os pênaltis foram batidos no gol sob a Curva Sud, setor da torcida organizada que mais apóia o time romano. Na derrota, Paulo Roberto Falcão, estrela da Roma, se recusou a cobrar uma das cinco penalidades.
  • A Roma é a equipe italiana que, nas copas europeias, jogou mais próximo do Pólo Norte. O jogo aconteceu na visita contra os noruegueses do Tromsø, na primeira rodada do segundo turno da Copa da UEFA 2005-06.
  • Em 26 de fevereiro de 2006, vencendo a Lazio por 2 a 0 no dérbi, estabeleceu o recorde absoluto de 11 vitórias consecutivas na Série A Italiana, recorde que era de 10 vitórias, de Bologna, Juventus e Milan. A série positiva de vitórias seria interrompida, em 5 de março de 2006, com o empate por 1 a 1 com a Internazionale, em casa, quando a Inter só conseguiu o seu gol no último minuto de jogo. A mesma Inter superaria o recorde na Serie A em 2006-07.
  • A Roma é a única equipe de futebol italiana que possui um jornal diário dedicado somente ao clube: o "Il Romanista".
  • O único rebaixamento da Roma para a Serie B, confirmado na última rodada do campeonato, fica situado precisamente 50 anos antes da conquista, também na última rodada, de seu terceiro scudetto: o rebaixamento ocorreu em 17 de junho de 1951.
  • Em 2006, com a seqüência de escândalos de manipulação de resultados, três das equipes que estavam à frente da Roma na Serie A são penalizadas (Juventus, Milan e Fiorentina). Assim, a Roma conquistou matematicamente a segunda colocação da Serie A 2005-06, conquistando assim o acesso direto à Liga dos Campeões da UEFA.

Torcida[editar | editar código-fonte]

Jogadores comemoram vitória no estádio Olimpico com a Curva Sud ao fundo.

A Roma é - segundo pesquisa conduzida pelo Instituto Demos & Pi, publicada em setembro de 2012 pelo jornal La Repubblica -, o quinto time de futebol com mais torcedores na Itália, atrás de Juventus, Milan, Inter e Napoli, com 7.3% da preferência dos italianos. O mesmo estudo comprova que o apoio à equipe giallorossa é maioritariamente presente no centro da Itália, e que a orientação política dos torcedores romanistas é prevalentemente de centro-esquerda.

A Curva Sud é o setor mais quente do estádio Olimpico em dias de jogos do clube. Localizada à direita das transmissões de televisão, o trêmulo das bandeiras e os cânticos dos torcedores não deixam dúvida de que aquele é o antro dos romanistas mais fervorosos.

História

Em 9 de janeiro de 1977, em ocasião do jogo entre Roma e Sampdoria, todos os grupos de torcedores da Curva Sud (Guerriglieri della Curva Sud, Panthers, Boys e Fossa dei Lupi), seguindo o exemplo dos primeiros ultras italianos (como os Granata del Torino), decidiram unir-se para formar o Commando Ultrà Curva Sud (também conhecido como CUCS), um dos mais importantes grupos organizados italianos até 1987, ano no qual houve a dissolução em função de divergências sobre a contratação do então ex-jogador da Lazio Lionello Manfredonia.

O CUCS esfacelou-se definitivamente em 1999, sendo substituído por um novo grupo majoritário: o AS Roma Ultras. Após a também decomposição deste último, a partir da temporada 2003-04 numerosos grupos autônomos frequentaram a Curva Sud, entre eles os Boys e Fedayn, ambos fundados em 1972.

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Escudo

O atual logotipo é uma versão modernizada do primeiro brasão da Roma, de sua fundação até o fim dos anos 1970.

Durante um amistoso internacional em 1978, o último ano de Gaetano Anzalone na presidência da sociedade, a Roma foi convidada para jogar nos Estados Unidos contra o New York Cosmos.

Os dirigentes da equipe notaram que na América, o esporte avançava em altos níveis, puxado pelo merchandising, a venda dos produtos ligados ao clube.

O brasão da cidade de Roma e o escudo da equipe têm elementos em comum, a exemplo das cores.

Antes disso, o brasão não era uma marca registrada, e as camisas não eram postas à venda nas lojas especializadas. Assim se decidiu pela criação de um departamento para a publicidade, dirigido pelo famoso gráfico Piero Gratton (autor naqueles anos de muitos logotipos famosos, sobretudo para a TV italiana), que criou um novo brasão para a sociedade rubro-amarela, da qual se seguiu a criação de uma série de produtos para a comercialização ligados a isso.

A loba capitolina não podia ser registrada como marca, então se criou o célebre lupetto Romolo, apreciado pelo presidente Dino Viola, que acompanhou as camisas da equipe até o fim da temporada 1996-97.

Em 20 de julho de 1997, graças a um acordo com a prefeitura de Roma, foi concedida uma permissão especial para o clube poder utilizar o símbolo da loba, e redesenhar, assim, uma nova versão do brasão, inspirado na versão original. Como símbolo do clube, foi escolhida a loba capitolina, que amamentara Rômulo, fundador de Roma, e seu irmão Remo. O emblema da equipe, um escudo dividido nas duas cores sobrepujado pela loba, compreende todos estes elementos.

A 22 de maio de 2013 vem à luz um novo escudo para a Roma. Este se distingue do anterior em função da troca do escrito "ASR" por "ROMA", além da adição da data de fundação do clube (1927). A loba capitolina e os gêmeos também foram reestilizados, passando do preto ao prata.

Cores
O vermelho-púrpura (à esquerda) e o amarelo-ouro (à direita) são as cores da Roma.

As cores do clube são o vermelho-púrpura e o amarelo-ouro, as mesmas do brasão da cidade, herdadas das antigas bandeiras do Império Romano.

O fato de estarem representadas nas cores e no símbolo a cidade e as tradições de Roma fez que a equipe trouxesse para si imediatamente a simpatia das classes populares dos velhos quarteirões e riones do coração da cidade.

Por outro lado, a Lazio, rival local, manteve-se ligada aos ambientes da burguesia citadina de onde surgiu, e ganhou torcedores sobretudo nas fronteiras da província.

Hino
Em casa, antes dos jogos, a torcida canta o Roma, Roma, Roma; após, em caso de vitória, entoa o Grazie Roma.

O hino oficial da Roma é Roma - Non Si Discute, Si Ama (em italiano, Roma - Não Se Discute, Se Ama), mais conhecido com o nome de Roma, Roma, Roma, de Antonello Venditti. Ele é tocado pelos alto-falantes do Estádio Olímpico antes de todas as partidas, enquanto a equipe entra em campo.Foi executado em campo pela primeira vez em 1974, antes de uma partida contra a Fiorentina.

Grazie Roma (em italiano, Obrigado, Roma), é outro hino, composto pelo mesmo cantor em 1983, na ocasião da vitória do segundo scudetto romanista, mas, ao contrário do primeiro, esta canção só é executada depois das partidas jogadas em casa, quando a Roma vence.

O compositor ainda compôs, para a comemoração do 3º scudetto, a canção Che C'è (em italiano, O Que Há), dedicada a tal evento.

Mascote

O mascote oficial é o Romolo, um boneco em forma de lobo, que veste a camisa do time e que tem nas costas "753 a.C.", ano de fundação da cidade de Roma. Costuma dar voltas ao redor do campo antes das partidas e tirar fotos com jogadores e torcedores, além de fazer-se presente também em alguns eventos do clube.

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Estádio
A Roma durante uma partida no Estádio Olímpico de Roma.

Desde a década de 50, a Roma manda seus jogos no Estádio Olimpico de Roma. No pretérito, os estádios Motovelodromo Appio, Rondinella, Campo Testaccio, Nazionale e Flaminio também serviram de casa romanista. Em 2014, o clube apresentou um projeto de construção de uma arena própria, batizada de Estádio da Roma.

Centro de treinamento

O Centro Esportivo Fulvio Bernardini é o centro esportivo e social do clube, localizado no bairro de Trigoria, em Roma.

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes dos jogadores
  • Primeiro uniforme : Camisa grená, calção branco e meias grenás;
  • Segundo uniforme : Camisa branca, calção e meias brancas;
  • Terceiro uniforme : Camisa preta, calção e meias pretas.
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Primeiro uniforme
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Segundo uniforme
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Terceiro uniforme
Uniformes dos goleiros
  • Camisa preta, calção e meias pretas;
  • Camisa, cinza e meias cinzas;
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Uniformes anteriores
  • 2012-13
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Primeiro
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Segundo
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Terceiro
  • 2011-12
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Primeiro
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Segundo
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Terceiro
  • 2010-11
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Primeiro
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Segundo
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Terceiro
  • 2009-10
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Primeiro
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Segundo
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Terceiro
  • 2008-09
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Primeiro
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Segundo
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Terceiro
  • 2007-08
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Primeiro
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Segundo
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Terceiro
  • 2006-07
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Primeiro
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Terceiro

Material Esportivo e Patrocinadores[editar | editar código-fonte]

Período Material Esportivo Patrocinador
1927–1970 Nenhum Nenhum
1970–1977 Lacoste
1977–1979 Adidas
1979–1980 Pouchain
1980–1982 Playground Barilla
1982–1984 Patrick
1984–1986 Kappa
1986–1991 NR
1991–1994 Adidas
1994–1995 Nuova Tirena
1994–1997 Asics
1995–2002 INA Assitalia
2000–2003 Kappa
2002–2005 Mazda
2003–2007 Diadora
2005–2006 Banca Italease S.p.A.
2006–2007 Nenhum
2007–2013 Kappa Wind
2013–2014 Nenhum Nenhum
2014–2024 Nike

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Atualizado até 26 de Agosto de 2014 [3]

Goleiros
Jogador
1 Roménia Bogdan Lobonţ
26 Itália Morgan De Sanctis
28 Polónia Łukasz Skorupski
Defensores
Jogador Pos.
5 Brasil Leandro Castán Z
11 Itália Alessio Romagnoli Z
44 Grécia Kostas Manolas Z
23 Itália Davide Astori Z
13 Brasil Maicon LD
35 Grécia Vasilis Torosidis LD
3 Inglaterra Ashley Cole LE
42 Itália Federico Balzaretti LE
82 Países Baixos Urby Emanuelson LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
4 Bélgica Radja Nainggolan V
6 Países Baixos Kevin Strootman V
16 Itália Daniele De Rossi V
20 Mali Seydou Keita V
8 Sérvia Adem Ljajić M
15 Bósnia e Herzegovina Miralem Pjanić M
24 Itália Alessandro Florenzi M
32 Argentina Leandro Paredes M
48 Turquia Salih Uçan M
Atacantes
Jogador
7 Argentina Juan Manuel Iturbe
9 Itália Marco Borriello
10 Itália Francesco Totti Capitão
22 Itália Mattia Destro
27 Costa do Marfim Gervinho
96 Paraguai Antonio Sanabria
Comissão técnica
Nome Pos.
França Rudi Garcia T
França Frederic Bompard AS
França Claude Fichaux AS

Números aposentados[editar | editar código-fonte]

Em 2003, como uma forma de homenagear Aldair, que defendeu a Roma por treze temporadas, o clube aposentou a camisa 6. No entanto, em 2013, o próprio Aldair ensejou a reutilização do número, que naquele ano voltou a ser usado, desta vez por Kevin Strootman.

Notáveis jogadores[editar | editar código-fonte]

Francesco Totti é o maior ídolo histórico clube.

Presidentes[editar | editar código-fonte]

Franco Sensi foi presidente da Roma de 1993 a 2008.
  • 1927 - Italo Foschi
  • 1928 - Renato Sacerdoti
  • 1934 - Vittorio Scialoja
  • 1935 - Igino Bettini
  • 1941 - Edgardo Bazzini
  • 1943 - Pietro Baldassarre
  • 1949 - Pier Carlo Restagno
  • 1950 - Romolo Vaselli
  • 1951 - Renato Sacerdoti
  • 1958 - Anacleto Gianni
  • 1962 - Francesco Marini-Dettina

Recordes[editar | editar código-fonte]

Crystal Clear app xmag.png Atualizado até 16 de abril de 2011.
Equipe
Jogos simples

Em casa

Fora de casa

No campeonato

Vitórias

  • Maior número de vitórias no campeonato
    24 (2007-2008)
  • Menor número de vitórias no campeonato
    8 (1992-1993)
  • Maior número de vitórias consecutivas
    11 (2005-2006)
  • Maior número de partidas invictas
    24 (2001-2002)

Gols

  • Maior número de gols marcados no campeonato
    87 em 34 partidas (1930-1931)
  • Menor número de gols sofridos no campeonato
    15 em 30 partidas (1974-1975)

Pontos

  • Maior número de pontos no campeonato

    82 em 38 partidas (2007-2008) - 3 pontos por vitória
  • Menor número de pontos no campeonato

    18 em 20 partidas (1927-1928) - 2 pontos por vitória
Individuais
Recorde de presenças
Recorde de gols

Referências

  1. Lo Stadio Olimpico - ASRoma.it. Página visitada em 16 de outubro de 2009.
  2. La storia - ASRoma.it. Página visitada em 16 de outubro de 2009.
  3. Site Oficial da Roma. Página visitada em 21 de Julho de 2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]