Liga dos Campeões da UEFA

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UEFA Champions League
Liga dos Campeões da UEFA
116px-UEFA Champions League logo 2 svg.png
Logotipo da Liga dos Campeões da UEFA
Dados gerais
Organização UEFA
Edições 58
Outros nomes Copa dos Campeões da Europa
Local de disputa Europa
Sistema Grupos e Eliminatórias
Soccerball current event.svg Edição atual
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A Liga dos Campeões da UEFA, oficialmente UEFA Champions League (UCL), sucessora da Taça dos Clubes Campeões Europeus (o mesmo nome atribuído ao troféu até aos dias atuais: Coupe des Clubs Champions Européens), é uma competição organizada pela UEFA desde a temporada 1955–56 (desde 1992–93 no seu atual formato) para os clubes de futebol que obtiverem as melhores classificações nos torneios domésticos. O prêmio, a European Champion Clubs Cup (mais conhecida por European Cup), é o troféu mais prestigiado do futebol europeu.

O torneio consiste em várias rondas. Nos moldes atuais, a competição começa na segunda metade de Julho, com três eliminatórias de qualificação (knockout). As 16 equipes sobreviventes juntam-se a outras 16, que estavam previamente qualificadas, formando assim oito grupos de quatro equipes cada. Os primeiros e segundos classificados entram na fase final de knockout, que acaba com a Final em Maio, e os terceiros lugares entram na Liga Europa da UEFA. Antigamente, apenas o campeão de cada liga nacional podia participar na competição; contudo, isto foi mudado em 1997 com o fim de deixar os seguintes classificados das ligas mais fortes participarem também. O título já foi ganho por 22 clubes diferentes, sendo que 12 deles já venceram o título mais do que uma vez. O clube recordista com mais títulos é o Real Madrid, que ganhou a competição por nove vezes. O atual campeão é o Bayern München que conquistou o título após vencer o Borussia Dortmund por 2-1 na primeira final disputada por dois clubes da Alemanha.

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Originalmente conhecida como Taça dos Clubes Campeões Europeus (em Portugal, já que no Brasil era conhecida como Copa dos Campeões da Europa), ou simplesmente como Taça Europeia, a competição começou em 1955/1956 (Em 1955, Santiago Bernabéu, presidente do Real Madrid, junto a Gusztáv Sebes, criaram um torneio com base na Copa Latina. Ao longo dos tempos, este torneio teve sucesso e se tornou a Liga dos Campeões, hoje administrado pela UEFA), na forma de eliminatórias, com dois jogos, onde as equipes jogavam uma partida em casa e outra na casa do adversário.

A equipe que tivesse melhores resultados passava para a próxima eliminatória.

O formato e o nome foram mudados em 1992/1993.[1] Com a mudança e evolução radical do sistema ao longo dos anos, a competição atualmente consiste em três fases de classificação, um estágio com disputa em grupos (onde os times jogam um contra o outro, no sistema de "ida-e-volta") e então quatro fases de finais mata-mata. Todas as fases de classificação e disputas tipo mata-mata consistem de dois jogos, exceto pela final, que é uma partida simples jogada em um local predeterminado.

A entrada nesta competição é limitada de acordo com o coeficiente da UEFA dos últimos 5 anos, sem contar o anterior [2] , sendo que cada confederação tem direito, pelo menos, a uma vaga na primeira ronda de classificação. Quanto melhor for o coeficiente, mais vagas abrirão; O Real Madrid CF lidera o ranking de conquistas da competição, com nove títulos. Depois dele, as equipes mais bem-sucedidas foram o AC Milan (sete títulos), o Liverpool FC e FC Bayern Munique (cinco títulos), o Barcelona e o Ajax Amsterdam (quatro títulos).

Qualificação[editar | editar código-fonte]

A qualificação para esta competição é decidida através dos lugares dos clubes nos respectivos países, através de um sistema de cotas. Os países com os campeonatos mais fortes tem mais lugares na competição.

Por exemplo, as três ligas nacionais mais fortes, pelos rankings da UEFA, o 1º e 2º classificado têm apuramento direto e o 3º e 4º entram numa pré-eliminatória. As ligas mais fracas não têm acesso direto à fase de grupos da Liga dos Campeões, tendo os seus campeões de competirem nas Pré-eliminatórias.

Existe uma exceção a esta regra: o atual vencedor da Liga dos Campeões, normalmente tem acesso direto à fase de grupos.

Para a temporada de 2005/2006, o Liverpool conseguiu o direito de entrar na primeira eliminatória, já que foi campeão da temporada anterior, e apesar de ter ficado na quinta colocação na Liga Inglesa. Ao contrário do que aconteceu em 2000 (relato abaixo), o quarto colocado, Everton também se classificou para a competição (porém foi eliminado na fase pré-eliminatória). Por causa disso a Inglaterra teve 5 equipes na disputa.

A última vez que uma situação como essa havia acontecido foi em 2000, quando o Real Madrid conquistou o título, mas terminou o Campeonato Espanhol na sexta colocação. Por causa disso, o Real Zaragoza foi obrigado a disputar a Copa UEFA. Dois anos mais tarde, o Zaragoza foi rebaixado, numa infeliz reviravolta de acontecimentos que alguns fãs acreditaram ser uma conseqüencia direta da perda de prestígio e renda monetária.

História[editar | editar código-fonte]

A História da Taça dos Clubes Campeões Europeus é longa e notável e teve seu início inspirada no Sul-Americano de Clubes Campeões, que depois evoluiu para a Taça Libertadores da América. Nos 50 anos de competições existem vencedores e perdedores em todas as partes da Europa.

Seguindo a história desde do inicio até agora, é possível ver os períodos em que as equipes ou países dominam a competição.

1955 a 1960: a primeira era do Real Madrid[editar | editar código-fonte]

O Real Madrid dominou as cinco primeiras competições, a equipe que era conduzida por Alfredo di Stéfano, Ferenc Puskás, Francisco Gento, Lenk e José Santamaría venceu as cinco finais confortavelmente. Enquanto este se tornava definitivamente o maior, Manchester United e muitos clubes Italianos ofereciam pouca resistência durante a década de 1950. Entretanto os fatores combinados de 1958, Desastre aéreo de Munique e o estilo ortodoxo e cavaleiro do Real jogar resultaram numa pouca competitividade para derrotarem esta equipe.

Esta final foi o culminar de uma era, com a conquista por parte do Real Madrid da sua quinta final da Liga dos Campeões, na Escócia, Hampden Park. O Real Madrid venceu claramente o Eintracht Frankfurt da Alemanha Ocidental, por 7-3. Este jogo foi transmitido na televisão pela BBC e Eurovision e com uma assistência de 135.000 espectadores, continua a ser a maior assistência de sempre numa final da Liga dos Campeões.

1961 a 1966: Benfica e rivais de Milão dominam, e Real Madrid vence pela sexta vez[editar | editar código-fonte]

O domínio do Real Madrid chega ao fim através de seu maior rival doméstico, o Barcelona, na primeira fase do torneio de 1961. O Barcelona foi até à final nesse ano no Wankdorf Stadion em Berna, na Suíça, onde foi derrotado pelo Benfica. O Benfica, capitaneado pelo avançado José Águas, tendo como líder no meio-campo Mário Coluna de Moçambique, que juntamente com Eusébio, na época seguinte, defenderam o troféu vencendo o Real Madrid 5x3 na final no Olympisch Stadion, Amsterdão, Países Baixos, num dos jogos mais incríveis da história da Champions League; O Benfica, vindo de Portugal, país que ainda possuía à data uma vasta população devido às suas possessões coloniais, conseguiu supreender o Mundo numa fantástica corrida ao título de campeão Europeu de clubes e tornou-se num dos 11 clubes lendários classificados pela FIFA.

O Benfica chega então à sua terceira final consecutiva em 1963, mas desta vez perde a primeira de duas finais para o Milan. Esta grandiosidade do Benfica evoluiu o futebol interno em Portugal, dando assim a selecção Portuguesa condições de chegar ao terceiro lugar na Copa do Mundo composta toda pelos carismáticos jogadores do plantel do Benfica, alguns nascidos nas colónias portuguesas, que vieram a fazer parte da equipe titular no Mundial de 66… Mas quem dava nas vistas nos anos seguintes era o rival de Milão, Internazionale que venceria o troféu em 1964 e 1965 ganhando ao Real Madrid e ao Benfica, respectivamente. A semifinal de 1965 foi memorável devido a controvérsia entre a Inter e o Liverpool, que resultou em alegados subornos e o resultado combinado para a equipe italiana que a jogar em San Siro venceu por 3 a 0.

Esta era foi terminada pelo Real Madrid, que desta vez levou a melhor sobre a Inter na semifinal de 1966. O outro finalista foi o Partizan Belgrado que saiu derrotado por 2-1 no estádio Rei Baudouin, em Bruxelas. O Real conquista assim a sua sexta final da Taça dos Campeões, da qual apenas [Francisco Gento|Paco Gento] jogou todas as finais.

1967 e 1968: Vitórias britânicas[editar | editar código-fonte]

Em 1967, o Celtic se tornou o primeiro time da Grã-Bretanha a vencer a competição, batendo a Internazionale no Estádio Nacional, em Lisboa, Portugal. A equipe, que passou a ser conhecido como os Leões de Lisboa, treinada por Jock Stein, tinha todos os jogadores nascidos num raio de 25 milhas do Celtic Park, em Glasgow, o que permanece incomum pela longa tradição do evento em atrair os melhores e mais cosmopolitanos jogadores de todo o planeta. Para efeito de contraste, enquanto o Real Madrid tinha vários espanhóis nos anos 1950, suas maiores estrelas eram de outros países - Alfredo di Stefano veio da Argentina, enquanto Ferenc Puskás veio da Hungria na Revolução Húngara de 1956.

Um ano depois, o Manchester United se tornou o primeiro time da Inglaterra a vencer a competição, batendo o Benfica por 4 a 1 na prorrogação no Estádio de Wembley, em Londres, Inglaterra. Esse jogo foi incrivelmente equilibrado e apesar do Manchester ter feito três golos no tempo extra, o Benfica poderia ter ganho o jogo no tempo normal quando Eusébio da Silva Ferreira perdeu uma chance fácil nos segundos finais.

Apesar de se passarem dez anos do desastre aéreo de Munique, vários fãs de todo o continente ficaram muito felizes por Matt Busby (treinador do Manchester United por longo tempo), que depois foi tornado cavaleiro pela Rainha Elizabeth II do Reino Unido, por serviços ao futebol.

1969 a 1973: Holandeses dominam[editar | editar código-fonte]

A Taça dos Campeões Europeus passaria então uma década e meia propriedade de apenas três clubes - cada um vencendo pelo menos três finais, e surgindo regularmente nas últimas eliminatórias da competição.

O primeiro clube a dominar foi o Ajax, que primeiro perdeu a final de 1969 para o Milan e teve de ver os seus rivais do Feyenoord conquistarem o título em 1970. Depois deste episódio, o Futebol total de Johan Cruijff, Barry Hulshoff, Ruud Krol, Johan Neeskens, Arie Haan, Gerrie Mühren e Piet Keizer dominou por três confortáveis anos, despachando Panathinaikos de Atenas, Internazionale e Juventus de Turim em uma rápida sucessão.

Cada jogador podia se adaptar para jogar em qualquer número de posições e funções - artilheiros se revezando com defensores por conta própria, Krol criando tantas oportunidades quanto Mühren, Cruijff parando tanto quanto Hulshoff. Criado por Rinus Michels e refinado por Stefan Kovacs, o Ajax parecia imbatível até Cruijff optar por integrar o molde técnico Michels no Barcelona mais tarde, em 1973. Com isso, o rápido envelhecimento de vários jogadores e a posterior perda de Neeskens, o Ajax brigou na mais importante competição da Europa por 20 anos.

1974 a 1976: O dominio triplo do Bayern[editar | editar código-fonte]

O Bayern Munique foi o clube seguinte a dominar a competição, vencendo-a três vezes consecutivas na década de 1970.

Liderado por Franz Beckenbauer, com Sepp Maier, Gerd Müller, Uli Hoeneß e Paul Breitner, o Bayern continuou o Futebol total, acrescentando-lhe rigidez e organização, criando igualmente uma receita vencedora.

Derrotando primeiro o Atlético Madrid após um replay em 1974, o Bayern venceu então o Leeds United por 2 a 0 numa final com problemas com o público no Parc des Princes, Paris, França em 1975; e finalmente o Saint-Étienne, em Hampden Park, Glasgow, em 1976. Novamente, com o envelhecimento da equipe, o Bayern não teria mais vitórias na era da Taça Europeia.

1977 a 1984: Fabricado na Inglaterra[editar | editar código-fonte]

Em 1977, ao obter o título derrotando na final o Borussia Mönchengladbach por 3 a 1 em Roma, o Liverpool iniciou uma época de supremacia dos clubes ingleses, que ganhariam seis títulos consecutivos, num total de sete títulos em oito anos. O próprio Liverpool, em 1978, foi campeão, ao ganhar do Club Brugge em Wembley.

O Liverpool perdeu na primeira fase do campeonato de 1979 para o também inglês Nottingham Forest, que acabou ganhando o torneio no que foi uma das mais impressionantes ascensões ao topo do futebol continental na história futebolística da Europa. O Nottingham derrotou a equipe sueca Malmö por 1 a 0 na final em Munique; e pelo mesmo placar derrotou o Hamburgo, no ano seguinte, na final em Madrid. O Liverpool voltou novamente a sagrar-se campeão em 1981 quando venceu o Real Madrid, em Paris, pelo placar de 1 a 0, conquistando assim seu terceiro troféu.

Mostrando a força do futebol inglês no período, o Aston Villa ganhou a competição em 1982 com uma vitória simples sobre o Bayern em Roterdã.Em 1983 o Hamburgo surpreendeu a Europa após vencer a Juventus de Michel Platini e se tornar Campeão europeía. No entanto, o Liverpool retornou à final do campeonato no ano seguinte para derrotar a Roma na cidade do adversário, após uma disputa de pênaltis, ganhando o título pela quarta vez. O Liverpool voltaria a defender o título em Bruxelas, no ano seguinte, mas a derrota para a Juventus por 1 a 0 tornaria-se irrelevante frente a Tragédia de Heysel, onde 39 torcedores da Juventus morreriam. Como punição, clubes ingleses ficaram 5 anos impedidos de jogar na Liga, sendo o Liverpool impedido por 6 anos.

1986 a 1988: Steaua Bucareste, Porto e PSV[editar | editar código-fonte]

Com o banimento dos clubes ingleses das competições europeias por um período de 5 anos, o domínio inglês deu lugar a uma sequência de conquistas inéditas por parte de três clubes; Steaua Bucareste, Porto e PSV Eindhoven.

Tanto Steaua Bucareste, como PSV Eindhoven ganharam as suas finais através da marcação de grandes penalidades, após um nulo no tempo regulamentar e prolongamento.

O Steaua Bucareste derrotou o Barcelona por 2-0 em 1986 e o PSV Eindhoven derrotou o Benfica por 6-5 em 1988.

Em 1987, o Porto, depois de ter sido derrotado 3 anos antes pela Juventus na Final da Taça das Taças de 1984, iria vencer a sua primeira competição europeia.

Derrotou o Bayern Munique, na final da então Taça dos Campeões por 2-1, num jogo marcado pelo golo sui generis apontado de calcanhar pelo jogador Argelino do ano de 1987, Rabah Madjer.

1989 a 1991: AC Milan e Estrela Vermelha de Belgrado[editar | editar código-fonte]

O Milan conquistou o bicampeonato em 1989 e 1990. Porém, falhou na tentativa do tri quando foi derrotado ainda nas quartas-de-final para o Olympique de Marselha com um placar agregado de 4 - 1. Os 56.000 torcedores presentes no estádio Estádio San Nicola, em Bari, viram a equipe iuguslava do Estrela Vermelha vencer nos pênaltis os franceses do Olympique de Marselha, na final de 1991, após um jogo sem gols. Neste ano, os clubes ingleses já poderiam voltar a competir nas competições europeias, mas o Liverpool, que venceu o campeonato inglês tinha mais um ano para cumprir.

A esta altura o Benfica encararia a sua sétima final na Champions League, perdendo em 1990 para o Milan por 1-0. Esta foi a última vez que o Benfica chegou a uma final do torneio até hoje.

1992 a 1996: Domínio espanhol, francês, italiano e holandês[editar | editar código-fonte]

Clubes ingleses voltaram à Liga no início dos anos 1990, mas nenhum deles conseguiu chegar aos quartos-de-final, que dirá da final propriamente dita. O Arsenal (1991-92), Leeds United (1992-93), Manchester United (1993-94 e 1994-95) e os Blackburn Rovers (1995-96) lutavam para fazer alguma diferença na Europa e eram frequentemente derrotados por equipes bem mais fracas. Isso acontecia em grande parte pela lei inglesa que só permitia que três jogadores fossem estrangeiros, fazendo com que as equipes não pudessem escalar seus melhores jogadores.

A coroa europeia, então, continuou na cabeça dos clubes continentais. Na final de 1992, jogada no estádio de Wembley, a vitória foi do Barcelona. O Olympique Marselha venceu a final de 1993, mas foram proibidos defender o título no que foi apenas o início de um colapso que surgiu pelo descobertas de denúncias de partidas locais arranjadas por um de seus cartolas, Bernard Tapie. O clube eventualmente perdeu o status de clube da primeira divisão do campeonato francês quando foi descoberto que Tapie havia alterado a contabilidade do clube. Enquanto isso, a final de 1994 foi vencida com uma entusiasmante vitória do Milan sobre o Barcelona por 4 a 0. O Milan ainda chegou a final no ano de 1995, mas perdeu por 1-0 para um empolgante Ajax que possuía nas suas fileiras o jovem atacante Patrick Kluivert. O Ajax chegou novamente na final de 1996, mas não conseguiu defender o título contra a equipe da Juventus após decisão por penaltys.

Já nessa época, a Lei Bosman, que mudaria radicalmente o futebol europeu, já estava em efeito.

1997 e 1998: Muralha amarela e Los Galacticos[editar | editar código-fonte]

O Borussia Dortmund entrou na lista dos campeões da liga europeia em 1997 quando derrotaram os então campeões da Juventus na final, depois de terem derrotado os campeões ingleses do Manchester United na semifinal. Mas a temporada de 1996-97 foi uma de progresso para o futebol inglês na liga europeia, porque o Manchester United era então a primeira equipe inglesa a chegar entre os oito melhores na era pós-Heysel.

Em 1997-98, os vice campeões de algumas ligas europeias foram autorizados a disputar o torneio. O título de 1998 foi para o Real Madrid, que levantou a taça pela sétima vez na história, sendo a primeira após 1966.

1999: Manchester United volta a levar o título[editar | editar código-fonte]

Em uma final emocionante, o Manchester United conquistou o título de Campeão da Europa. O Manchester foi a primeira equipe inglesa a conquistar a "tríplice coroa": ganhou a Liga dos Campeões, o Campeonato Inglês e a Taça de Inglaterra.

A decisão, disputada em Barcelona (Espanha), é considerada a final mais emocionante de todos os tempos na Liga dos Campeões, já que o Manchester perdia por 1 a 0 para o Bayern de Munique até aos 45min do segundo tempo. Mas após uma reviravolta espectacular com golos de Teddy Sheringham, aos 46min do segundo tempo, e Ole Gunnar Solskjær, um minuto depois, os "diabos vermelhos" conquistaram o título europeu.

2000 a 2005: Cinco campeões de cinco países diferentes[editar | editar código-fonte]

A última Liga Europeia do século XX foi ganha pelo Real Madrid, campeão espanhol, que venceu o também espanhol Valencia por 3-0. A temporada 1999-2000 também viu algumas ligas tradicionais, incluindo a liga inglesa, classificar três equipes para participar na liga milionária.

A Liga dos Campeões, nos primeiros cinco anos do 3º Milénio, foi conquistada pelos clubes das cinco maiores potências do futebol europeu da actualidade: Alemanha, Espanha, Itália, Portugal e Inglaterra. Dessas, 3 foram disputadas nos penaltys.

O gigante alemão Bayern Munique ganhou a primeira do Século XXI, em 2001 sobre o Valencia. O jogo terminou 1 a 1, e o clube alemão venceu o espanhol nos penaltys por 5 a 4 . A partida foi disputada no San Siro, em Milão.

Em 2002, o Real Madrid foi campeão pela nona vez, vencendo o Bayer Leverkusen pelo placar de 2 a 1 , no Hampden Park em Glasgow, na Escócia. A partida ficou marcada pelo espectacular voleio do francês Zinedine Zidane, se tornando um dos maiores golos da história da Liga dos Campeões da UEFA.

A final de 2003 foi italiana, mas jogada na Inglaterra, e o ganhador foi o Milan, que venceu a Juventus nos penaltys por 3 a 2, após empate de 0 a 0 no tempo normal. A partida foi disputa no Old Trafford, estádio do Manchester United.

Em 2004, o Porto derrotou o Mónaco por 3-0 (Carlos Alberto, Deco e Dmitriy Alenichev) no estádio de Arena AufSchalke em Gelsenkirchen, na Alemanha. Depois de eliminar candidatos como Manchester United, Deportivo de La Coruña, Lyon, entre outros, a equipe de José Mourinho venceu a final frente ao Mónaco, que por sua vez tinha eliminado equipes como Chelsea e Real Madrid. Vítor Baía que foi considerado melhor Guarda-redes da Europa nesta época pela UEFA.

Em 2005, quando todos apontavam o Milan como favorito, o Liverpool de Luis García, Xabi Alonso e Steven Gerrard, surpreendeu a equipe italiana e levantou o troféu. Em um jogo emocionante cujo o primeiro tempo terminou com uma vitória de 3 a 0 do Milan, a equipe inglesa conseguiu o empate nos primeiros 15 minutos do segundo tempo. Após a prorrogação sem golos, o Liverpool conquistou seu quinto título europeu na disputa por penaltys.

2006 a 2008: Vitória espanhola, revanche à milanesa e festa inglesa[editar | editar código-fonte]

Em 2006, o Arsenal, de Thierry Henry, da Inglaterra, e que nunca foi campeão europeu, chegou à final, depois de eliminar Real Madrid, Juventus e o surpreendente Villarreal. No entanto, precisava vencer em Paris o favorito FC Barcelona, de Ronaldinho Gaúcho, Deco, Samuel Eto'o e Henrik Larsson. O clube inglês saiu na frente com um gol de cabeça de Sol Campbell, mas os catalães viraram o placar no segundo tempo com uma magnífica participação de Henrik Larsson, que havia entrado durante o jogo, nos dois gols (de Eto'o e Belletti) e conquistaram pela segunda vez a Liga dos Campeões, coroando uma nova grande fase no clube azulgrená.

Em 2007, o Milan consegue a revanche depois de 2 anos após vencer o Liverpool, vencendo o jogo por 2 a 1 com 2 gols do "iluminado" Filippo Inzaghi. Seus destaques na competição foram os meias Kaká (artilheiro da competição), Seedorf e Gattuso, além do capitão Paolo Maldini, que levantou a taça pela quinta vez, na sua sétima final. A equipe italiana eliminou nas fases decisivas Celtic, Bayern de Munique e Manchester United, enquanto os ingleses bateram FC Barcelona, PSV Eindhoven e Chelsea.

Na temporada 2007-2008, o Liverpool bateu o recorde da maior goleada no formato atual, quando bateu o time turco Besiktas em Anfield Road, na cidade de Liverpool, por 8 a 0. O recorde pertencia à Juventus de Turim que em 2003 bateu o Olympiacos Piraeus da Grécia por 7 a 0 e também ao Arsenal, que também na temporada 2007-2008, venceu o Slavia de Praga por 7 a 0.

As semifinais da temporada 2007-2008 foram entre FC Barcelona contra Manchester United e Chelsea FC contra Liverpool FC. Os ganhadores foram Chelsea e Manchester, que se enfrentaram na final. Pela terceira vez na história dois times do mesmo país se enfrentam na final da Champions League, e pela primeira vez, dois ingleses. A final foi no Estádio Luzhniki em Moscovo, Rússia, e terminou nos penâltis, após empate no tempo normal e prorrogação em 1 a 1. Cristiano Ronaldo (artilheiro da competição) e John Terry (capitão do Chelsea) perderam seus penaltis, e o goleiro Edwin Van Der Sar garantiu o título dos Red Devils ao defender o chute de Anelka.

2009 e 2010: Barcelona outra vez e fim do tabu nerazzurri[editar | editar código-fonte]

Foi a 54ª edição do torneio Europeu de clubes de futebol e a 17ª edição sobre o atual formato. O grande favorito era a equipa inglesa do Chelsea FC, detentora de um elenco multimilionário, mas os ingleses foram derrotados nas semifinais diante do poderoso FC Barcelona, em casa, quando nos últimos minutos o Barcelona empatou o jogo, e classificou-se nos critérios de golos marcados fora de casa, já que havia empatado por 0 a 0 a primeira partida no Camp Nou. A partida final da competição foi disputada no Stadio Olimpico de Roma, no dia 27 de maio, entre FC Barcelona e Manchester United, com vitória do time espanhol por 2 a 0, golos de Eto´o, aos 9m. do primeiro tempo e Messi, aos 24m. do segundo tempo.

Com dois golos do argentino Diego Milito, o Internazionale bateu o Bayern de Munique por 2 a 0 no estádio Santiago Bernabéu, em Madrid, e foi campeão após 45 anos de jejum da equipa italiana, tendo eliminado na semifinal o atual campeão e favorito ao título FC Barcelona. Além disso, a equipe comandada pelo técnico José Mourinho fez história ao garantir uma inédita tríplice coroa em seu país. Antes de triunfar na Liga, o Inter já havia levantado os troféus do Campeonato Italiano e da Copa da Itália.

2011: Consagração azul e grená[editar | editar código-fonte]

A 56ª edição do torneio foi vencido pelo FC Barcelona, numa decisão contra o Manchester United, repetindo a final de 2009 em pleno Wembley Stadium, Londres. Com um golo de Lionel Messi, um de David Villa e outro de Pedro, contra um de Wayne Rooney, a equipa catalã venceu o Manchester United. Esta edição contou com uma semi-final envolvendo os grande times da Espanha, Real Madrid e Barcelona, com um duelo entre os então melhores jogadores em atividade Cristiano Ronaldo (Real Madrid) e Lionel Messi (Barcelona). O argentino se destacou mais que o português e levou a que foi considerada a melhor equipe que o Barcelona já formou à próxima etapa.

2012: Festa inglesa em Munique[editar | editar código-fonte]

Na edição de número 57, foi a vez do Chelsea vencer pela primeira vez na sua história o torneio. A decisão foi no estádio Allianz Arena, em Munique, casa do seu adversário, Bayern de Munique. De um lado vinha o Chelsea, cuja presença era dita como um milagre, já que não havia conseguido classificação para a liga da temporada seguinte pelo campeonato inglês e vinha de uma vitória inesperada contra o Barcelona (clube tido como favorito a ganhar a competição naquela oportunidade) nas semifinais; do outro o Bayern de Munique, que jogava em casa, após derrotar o Real Madrid na Espanha. No tempo regulamentar, o Bayern abriu o marcador depois do cruzamento feito por Toni Kroos, passando pela zaga do time londrino que apenas assistiu Thomas Müller cabecear a bola que, após tocar no chão, confundiu o goleiro Petr Čech. O jogo estava praticamente definido, mas o Chelsea ainda tinha esperanças colocando Fernando Torres pra jogar, que nos acrescimos do segundo tempo conseguiu um escanteio em jogada na linha de fundo. Juan Mata cruzou, conseguindo encontrar o jogador costa-marfinense Didier Drogba que colocou na rede após cabeçada fulminante em Manuel Neuer. Na prorrogação, Frank Ribéry foi derrubado por Drogba na área, porém a oportunidade foi desperdiçada pelo holandês Arjen Robben do Bayern de Munique. Na decisão por pênaltis, embora o espanhol Juan Mata tenha falhado pelo Chelsea, Petr Čech defendeu a cobrança do croata Ivica Olić e Bastian Schweinsteiger do Bayern de Munique acertou a trave. Tranquilamente, o jogador que na prorrogação cometeu falta dentro da área, Didier Drogba, converteu a ultima cobrança, dando para o Chelsea seu primeiro troféu na competição. Fato interessante é que o goleiro bávaro Manuel Neuer também se mostrou eficaz em cobrança de pênaltis além de ter sangue frio, cobrando o terceiro pênalti do Bayern e convertendo, ao contrário de seus companheiros de linha que desperdiçaram oportunidades.

2013: Final alemã em Wembley[editar | editar código-fonte]

Após eliminarem Real Madrid e Barcelona, Borussia Dortmund e Bayern de Munique se enfrentaram no estádio de Wembley em um jogo onde o Borussia Dortmund começou pressionando e que o goleiro do clube baváro Manuel Neuer impediu que os borussianos abrissem o placar. Comandados por Arjen Robben, Bastian Schweinsteiger e Franck Ribéry o Bayern conseguiu equilibrar o jogo obrigando o goleiro Roman Weidenfeller a fazer grandes defesas, terminando a primeira etapa empatada sem gols. Com um começo muito melhor no segundo tempo o Bayern de Munique conseguiu abrir o placar com uma bela jogada de Ribéry e assistência de Arjen Robben, Mario Mandžukić abriu o placar aos 60 minutos. Logo após boa jogada de Marco Reus o zagueiro Dante comete pênalti, convertido aos 68 minutos por İlkay Gündoğan. Após igualar o jogo o Borussia Dortmund sofreu uma grande pressão do clube Bávaro, até que aos 89 minutos o meia Arjen Robben, que pegou uma bola desviada de calcanhar por Ribéry, fez o terceiro gol da partida. O Borussia Dortmund não conseguiu reverter o resultado e ficou assim 2-1 para o Bayern de Munique. Naquele que foi o duelo da base da seleção alemã e das duas gerações mais talentosas do país a do Borussia Dortmund formada por Mats Hummels, Marco Reus, İlkay Gündoğan, Robert Lewandowski, Roman Weidenfeller, Mario Götze que não jogou (por conta de uma lesão) e a geração do Bayern formada por Arjen Robben, Thomas Müller, Philipp Lahm, Franck Ribéry, Bastian Schweinsteiger, Manuel Neuer. O Bayern de Munique conquistou seu título de número 5 após 2 finais perdidas recentemente e o Borussia Dortmund perdeu sua primeira final de Liga dos Campeões sendo que foi a segunda final disputada pelo time de Jürgen Klopp, que dessa vez foi derrotado pelo time de Jupp Heynckes. Houve também grande destaque para a torcida estima-se que 150 mil alemães foram para Londres acompanhar a final. Dentro do Wembley Stadium ambas torcidas cantaram e vibraram durante todo jogo com destaque maior para a torcida do Borussia Dortmund que mesmo após a derrota permaneceu no estádio para aplaudir seus jogadores, fazendo uma espécie de Muralha Amarela no Wembley Stadium.

Finais da competição[editar | editar código-fonte]

Estádio da Final Ano Final Semifinalistas
Campeão Placar Vice
França
Parc des Princes,Paris
1955-56
Detalhes
Espanha
Real Madrid
4 – 3
França
Stade de Reims
Itália
Milan
Escócia
Hibernian
Espanha
Santiago Bernabéu,Madrid
1956-57
Detalhes
Espanha
Real Madrid
2 – 0
Itália
Fiorentina
Inglaterra
Manchester United
Jugoslávia
Estrela Vermelha
Bélgica
Estádio de Heysel,Bruxelas
1957-58
Detalhes
Espanha
Real Madrid
3 – 2 Itália
Milan
Hungria
Vasas SC
Inglaterra
Manchester United
Alemanha
Gottlieb Daimler,Stuttgart
1958-59
Detalhes
Espanha
Real Madrid
2 – 0 França
Stade de Reims
Espanha
Atlético de Madrid
Suíça
BSC Young Boys
Escócia
Hampden Park,Glasgow
1959-60
Detalhes
Espanha
Real Madrid
7 – 3
Alemanha
Eintracht Frankfurt
Espanha
Barcelona
Escócia
Rangers
Suíça
Wankdorf Stadium,Berna
1960-61
Detalhes
Portugal
Benfica
3 – 2
Espanha
Barcelona
Áustria
Rapid Vienna
Alemanha
Hamburgo
Países Baixos
Olímpico de Amsterdã,Amsterdam
1961-62
Detalhes
Portugal
Benfica
5 – 3
Espanha
Real Madrid
Inglaterra
Tottenham Hotspur
Bélgica
Standard de Liège
Inglaterra
Wembley,Londres
1962-63
Detalhes
Itália
Milan
2 – 1
Portugal
Benfica
Escócia
Dundee FC
Países Baixos
Feyenoord
Áustria
Prater Stadium,Viena
1963-64
Detalhes
Itália
Internazionale*
3 – 1
Espanha
Real Madrid
Alemanha
Borussia Dortmund
Suíça
Zürich
Itália
San Siro,Milão
1964-65
Detalhes
Itália
Internazionale
1 – 0
Portugal
Benfica
Inglaterra
Liverpool
Hungria
Vasas SC
Bélgica
Estádio de Heysel,Bruxelas
1965-66
Detalhes
Espanha
Real Madrid
2 – 1
Jugoslávia
Partizan
Itália
Internazionale
Inglaterra
Manchester United
Portugal
Nacional do Jamor,Lisboa
1966-67
Detalhes
Escócia
Celtic
2 – 1
Itália
Internazionale
Tchecoslováquia
Dukla Prague
Bulgária
CSKA Red Star
Inglaterra
Wembley,Londres
1967-68
Detalhes
Inglaterra
Manchester United
4 – 1
Portugal
Benfica
Espanha
Real Madrid
Itália
Juventus
Espanha
Santiago Bernabéu,Madrid
1968-69
Detalhes
Itália
Milan
4 – 1
Países Baixos
Ajax
Inglaterra
Manchester United
Tchecoslováquia
Spartak Trnava
Itália
San Siro,Milão
1969-70
Detalhes
Países Baixos
Feyenoord
2 – 1
Escócia
Celtic
Polónia
Legia Warsaw
Inglaterra
Leeds United
Inglaterra
Wembley,Londres
1970-71
Detalhes
Países Baixos
Ajax
2 – 0
Grécia
Panathinaikos
Espanha
Atlético de Madrid
Jugoslávia
Estrela Vermelha
Países Baixos
De Kuip,Roterdã
1971-72
Detalhes
Países Baixos
Ajax*
2 – 0
Itália
Internazionale
Portugal
Benfica
Escócia
Celtic
Jugoslávia
Stadion Crvena Zvezda,Belgrado
1972-73
Detalhes
Países Baixos
Ajax
1 – 0
Itália
Juventus
Espanha
Real Madrid
Inglaterra
Derby
Bélgica
Estádio de Heysel,Bruxelas
1973-74
Detalhes
Alemanha
Bayern de Munique
1 – 1
4 – 0
Espanha
Atlético de Madrid
Hungria
Újpesti Dózsa
Escócia
Celtic
França
Parc des Princes,Paris
1974-75
Detalhes
Alemanha
Bayern de Munique
2 – 0
Inglaterra
Leeds United
França
Saint-Étienne
Espanha
Barcelona
Escócia
Hampden Park,Glasgow
1975-76
Detalhes
Alemanha
Bayern de Munique
1 – 0
França
Saint-Étienne
Espanha
Real Madrid
Países Baixos
PSV
Itália
Estádio Olímpico,Roma
1976-77
Detalhes
Inglaterra
Liverpool
3 – 1
Alemanha
Borussia Mönchengladbach
Suíça
Zürich
União das Repúblicas Socialistas Soviéticas
Dínamo de Kiev
Inglaterra
Wembley,Londres
1977-78
Detalhes
Inglaterra
Liverpool
1 – 0
Bélgica
Club Brugge
Alemanha
Borussia Mönchengladbach
Itália
Juventus
Alemanha
Olímpico de Munique,Munique
1978-79
Detalhes
Inglaterra
Nottingham Forest*
1 – 0
Suécia
Malmö FF
Alemanha
Köln
Áustria
Áustria Viena
Espanha
Santiago Bernabéu,Madrid
1979-80
Detalhes
Inglaterra
Nottingham Forest
1 – 0
Alemanha
Hamburgo
Países Baixos
Ajax
Espanha
Real Madrid
França
Parc des Princes,Paris
1980-81
Detalhes
Inglaterra
Liverpool*
1 – 0
Espanha
Real Madrid
Alemanha
Bayern de Munique
Itália
Internazionale
Países Baixos
De Kuip,Roterdã
1981-82
Detalhes
Inglaterra
Aston Villa
1 – 0
Alemanha
Bayern de Munique
Bélgica
Anderlecht
Bulgária
CSKA Red Star
Grécia
Olímpico de Atenas,Atenas
1982-83
Detalhes
Alemanha
Hamburgo
1 – 0
Itália
Juventus
Espanha
Real Sociedad
Polónia
Widzew Lódz
Itália
Estádio Olímpico,Roma
1983-84
Detalhes
Inglaterra
Liverpool*
1 – 1
(4 – 2 pên.)
Itália
Roma
Roménia
Dínamo de Bucareste
Escócia
Dundee FC
Bélgica
Estádio de Heysel,Bruxelas
1984-85
Detalhes
Itália
Juventus
1 – 0
Inglaterra
Liverpool
França
Bordeaux
Grécia
Panathinaikos
Espanha
Ramón Sánchez Pizjuán,Sevilha
1985-86
Detalhes
Roménia
Steaua Bucareste
0 – 0
(2 – 0 pên.)
Espanha
Barcelona
Bélgica
Anderlecht
Suécia
Gothenburg
Áustria
Prater Stadium,Viena
1986-87
Detalhes
Portugal
Porto
2 – 1
Alemanha
Bayern de Munique
União das Repúblicas Socialistas Soviéticas
Dínamo de Kiev
Espanha
Real Madrid
Alemanha
Gottlieb Daimler,Stuttgart
1987-88
Detalhes
Países Baixos
PSV
0 – 0
(6 – 5 pên.)
Portugal
Benfica
Espanha
Real Madrid
Roménia
Steaua Bucareste
Espanha
Camp Nou,Barcelona
1988-89
Detalhes
Itália
Milan*
4 – 0
Roménia
Steaua Bucareste
Espanha
Real Madrid
Turquia
Galatasaray
Áustria
Prater Stadium,Viena
1989-90
Detalhes
Itália
Milan
1 – 0
Portugal
Benfica
Alemanha
Bayern de Munique
França
Olympique de Marseille
Itália
San Nicola,Bari
1990-91
Detalhes
Jugoslávia
Estrela Vermelha*
0 – 0
(5 – 3 pên.)
França
Olympique de Marseille
União das Repúblicas Socialistas Soviéticas
Spartak Moscou
Alemanha
Bayern de Munique
Inglaterra
Wembley,Londres
1991-92
Detalhes
Espanha
Barcelona
1 – 0
Itália
Sampdoria
República Checa
Sparta Praga
Jugoslávia
Estrela Vermelha
Alemanha
Olímpico de Munique,Munique
1992-93
Detalhes
França
Olympique de Marseille*
1 – 0
Itália
Milan
Escócia
Rangers
Suécia
Gothenburg
Grécia
Olímpico de Atenas,Atenas
1993-94
Detalhes
Itália
Milan*
4 – 0
Espanha
Barcelona
França
Monaco
Portugal
Porto
Áustria
Prater Stadium,Viena
1994-95
Detalhes
Países Baixos
Ajax*
1 – 0
Itália
Milan
Alemanha
Bayern de Munique
França
Paris Saint-Germain
Itália
Estádio Olímpico,Roma
1995-96
Detalhes
Itália
Juventus
1 – 1
(4 – 2 pên.)
Países Baixos
Ajax
França
Nantes
Grécia
Panathinaikos
Alemanha
Olímpico de Munique,Munique
1996-97
Detalhes
Alemanha
Borussia Dortmund
3 – 1
Itália
Juventus
Inglaterra
Manchester United
Países Baixos
Ajax
Países Baixos
Amsterdam Arena,Amsterdam
1997-98
Detalhes
Espanha
Real Madrid
1 – 0
Itália
Juventus
Alemanha
Borussia Dortmund
França
Monaco
Espanha
Camp Nou,Barcelona
1998-99
Detalhes
Inglaterra
Manchester United*
2 – 1
Alemanha
Bayern de Munique
Itália
Juventus
Ucrânia
Dínamo de Kiev
França
Stade de France,Saint-Denis
1999-00
Detalhes
Espanha
Real Madrid
3 – 0
Espanha
Valencia
Alemanha
Bayern de Munique
Espanha
Barcelona
Itália
Giuseppe Meazza,Milão
2000-01
Detalhes
Alemanha
Bayern de Munique
1 – 1
(5 – 4 pên.)
Espanha
Valencia
Espanha
Real Madrid
Inglaterra
Leeds United
Escócia
Hampden Park,Glasgow
2001-02
Detalhes
Espanha
Real Madrid
2 – 1
Alemanha
Bayer Leverkusen
Espanha
Barcelona
Inglaterra
Manchester United
Inglaterra
Old Trafford,Manchester
2002-03
Detalhes
Itália
Milan
0 – 0
(3 – 2 pên.)
Itália
Juventus
Itália
Internazionale
Espanha
Real Madrid
Alemanha
Veltins-Arena,Gelsenkirchen
2003-04
Detalhes
Portugal
Porto
3 – 0
França
Monaco
Espanha
La Coruña
Inglaterra
Chelsea
Turquia
Olímpico Atatürk,Istambul
2004-05
Detalhes
Inglaterra
Liverpool
3 – 3
(3 – 2 pên.)
Itália
Milan
Inglaterra
Chelsea
Países Baixos
PSV
França
Stade de France,Saint-Denis
2005-06
Detalhes
Espanha
Barcelona*
2 – 1
Inglaterra
Arsenal
Itália
Milan
Espanha
Villarreal
Grécia
Olímpico de Atenas,Atenas
2006-07
Detalhes
Itália
Milan
2 – 1
Inglaterra
Liverpool
Inglaterra
Manchester United
Inglaterra
Chelsea
Rússia
Estádio Lujniki,Moscou
2007-08
Detalhes
Inglaterra
Manchester United*
1 – 1
(6 – 5 pên.)
Inglaterra
Chelsea
Espanha
Barcelona
Inglaterra
Liverpool
Itália
Estádio Olímpico,Roma
2008-09
Detalhes
Espanha
Barcelona
2 – 0
Inglaterra
Manchester United
Inglaterra
Chelsea
Inglaterra
Arsenal
Espanha
Santiago Bernabéu,Madrid
2009-10
Detalhes
Itália
Internazionale
2 – 0
Alemanha
Bayern de Munique
Espanha
Barcelona
França
Lyon
Inglaterra
Wembley,Londres
2010-11
Detalhes
Espanha
Barcelona
3 – 1
Inglaterra
Manchester United
Espanha
Real Madrid
Alemanha
Schalke 04
Alemanha
Allianz Arena,Munique
2011-12
Detalhes
Inglaterra
Chelsea
1 – 1
(4 – 3 pên.)
Alemanha
Bayern de Munique
Espanha
Barcelona
Espanha
Real Madrid
Inglaterra
Wembley,Londres
2012-13
Detalhes
Alemanha
Bayern de Munique
2 – 1
Alemanha
Borussia Dortmund
Espanha
Barcelona
Espanha
Real Madrid
Portugal
Estádio da Luz,Lisboa
2013-14
Detalhes
Alemanha
Estádio Olímpico,Berlim
2014-15
Detalhes
Itália
San Siro,Milão
2015-16
Detalhes

* Conquistou o título de forma invicta.

Melhores marcadores[editar | editar código-fonte]

Notas:

  • os dados desta tabela vêm em ordem respectiva.
  • os ex-iugoslavos Milutinović, Kovačević e Katač são sérvios, assim como os times do Partizan e do Estrela Vermelha; Cvetković é croata.
  • dentre os ex-soviéticos, Markarov é azerbaijano de origem armênia que jogava em clube armênio (o Ararat Erevan); Sokal e seu clube (Dínamo Minsk) são bielorrussos; e Yuran, ucraniano (mas jogou pela Rússia), sendo que a URSS se desintegrou quando a edição em que foi artilheiro estava em andamento.


Campeões por equipe[editar | editar código-fonte]

Edição Jogador Equipa Gols
1955-56 Jugoslávia Miloš Milutinović Partizan Belgrado
8
1956-57 Inglaterra Dennis Viollet Manchester United
9
1957-58 Argentina Flag of Spain (1945 - 1977).svg Alfredo Di Stéfano Real Madrid
10
1958-59 França Just Fontaine Stade Reims
10
1959-60 Hungria Flag of Spain (1945 - 1977).svg Ferenc Puskás Real Madrid
12
1960-61 Portugal José Águas Benfica
11
1961-62 Alemanha Heinz Strehl Nuremberg
8
1962-63 Brasil Itália José Altafini AC Milan
14
1963-64 Jugoslávia Vladica Kovačević / Itália Sandro Mazzola / Hungria Flag of Spain (1945 - 1977).svg Ferenc Puskás Partizan Belgrado / Internazionale / Real Madrid
7
1964-65 Portugal Eusébio / Portugal José Torres Benfica / Benfica
9
1965-66 Portugal Eusébio / Hungria Flórián Albert Benfica / Ferencváros
7
1966-67 Bélgica Paul van Himst / Alemanha Oriental Jürgen Piepenburg Anderlecht / Vorwärts Berlim
6
1967-68 Portugal Eusébio Benfica
6
1968-69 Escócia Denis Law Manchester United
9
1969-70 Inglaterra Mick Jones / Suécia Ove Kindvall Leeds United / Feyenoord
8
1970-71 Flag of Greece (1970-1975).svg Antonis Antoniadis Panathinaikos
10
1971-72 Países Baixos Johan Cruijff / Hungria Antal Dunai / Escócia Lou Macari / Jugoslávia Silvester Takač Ajax / Újpest / Celtic / Standard Liège
5
1972-73 Alemanha Gerd Müller Bayern Munique
12
1973-74 Alemanha Gerd Müller Bayern Munique
8
1974-75 Alemanha Gerd Müller / Flag of the Soviet Union (1955-1980).svg Edoward Markarov Bayern Munique / Ararat Erevan
5
1975-76 Alemanha Jupp Heynckes Borussia Mönchengladbach
6
1976-77 Itália Franco Cucinotta / Alemanha Gerd Müller Zurique / Bayern Munique
5
1977-78 Dinamarca Allan Simonsen Borussia Mönchengladbach
5
1978-79 Suíça Claudio Sulser Grasshopper
11
1979-80 Dinamarca Søren Lerby Ajax
10
1980-81 Alemanha Karl-Heinz Rummenigge / Inglaterra Terry McDermott / Escócia Graeme Souness Bayern Munique / Liverpool / Liverpool
6
1981-82 Alemanha Dieter Hoeneß Bayern Munique
7
1982-83 Itália Paolo Rossi Juventus
6
1983-84 União das Repúblicas Socialistas Soviéticas Viktor Sokol Dínamo Minsk
6
1984-85 França Michel Platini / Suécia Torbjörn Nilsson Juventus / IFK Göteborg
7
1985-86 Suécia Torbjörn Nilsson IFK Göteborg
6
1986-87 Jugoslávia Borislav Cvetković Estrela Vermelha
7
1987-88 Portugal Rui Águas/França Jean-Marc Ferreri/Escócia Ally McCoist / Espanha Míchel / Roménia Gheorghe Hagi / Argélia Rabah Madjer Benfica / Bordeaux / Glasgow Rangers / Real Madrid / Steaua Bucareste / Porto
4
1988-89 Países Baixos Marco van Basten AC Milan
10
1989-90 França Jean-Pierre Papin / Brasil Romário Olympique Marselha / PSV Eindhoven
6
1990-91 França Jean-Pierre Papin / Áustria Peter Pacult Olympique Marselha / Tirol Innsbruck
6
1991-92 França Jean-Pierre Papin / União das Repúblicas Socialistas Soviéticas Ucrânia Rússia Serhiy Yuran Olympique Marselha / Benfica
7
1992-93 Brasil Romário PSV Eindhoven
7
1993-94 Países Baixos Ronald Koeman / Nova Zelândia Wynton Rufer Barcelona / Werder Bremen
8
1994-95 Libéria George Weah Paris Saint-Germain
8
1995-96 Finlândia Jari Litmanen Ajax
9
1996-97 Escócia Ally McCoist Glasgow Rangers
6
1997-98 Itália Alessandro del Piero Juventus
10
1998-99 Ucrânia Andriy Shevchenko / Trinidad e Tobago Dwight Yorke Dínamo Kiev / Manchester United
8
1999-00 Brasil Rivaldo / Brasil Jardel / Espanha Raúl / Ucrânia Serhiy Rebrov Barcelona / Porto / Real Madrid / Dínamo Kiev
10
2000-01 Brasil Jardel / Espanha Raúl Galatasaray / Real Madrid
7
2001-02 Países Baixos Ruud van Nistelrooy Manchester United
10
2002-03 Países Baixos Ruud van Nistelrooy Manchester United
12
2003-04 Espanha Fernando Morientes Monaco
9
2004-05 Países Baixos Ruud van Nistelrooy Manchester United
8
2005-06 Ucrânia Andriy Shevchenko AC Milan
9
2006-07 Brasil Kaká AC Milan
10
2007-08 Portugal Cristiano Ronaldo Manchester United
8
2008-09 Argentina Lionel Messi Barcelona
9
2009-10 Argentina Lionel Messi Barcelona
8
2010-11 Argentina Lionel Messi Barcelona
12
2011-12 Argentina Lionel Messi Barcelona
14
2012-13 Portugal Cristiano Ronaldo Real Madrid
12
Clube Nº de Títulos Nº de Vices Aproveitamento
Espanha Real Madrid
9
3
75,0%
Itália Milan
7
4
63,6%
Alemanha Bayern de Munique
5
5
50%
Inglaterra Liverpool
5
2
71,4%
Espanha Barcelona
4
3
57,14%
Países Baixos Ajax
4
2
66,6%
Itália Internazionale
3
2
60,0%
Inglaterra Manchester United
3
2
60,0%
Portugal Benfica
2
5
28,5%
Itália Juventus
2
5
28,5%
Inglaterra Nottingham Forest
2
0
100%
Portugal FC Porto
2
0
100%
Alemanha Borussia Dortmund
1
1
50,0%
Escócia Celtic
1
1
50,0%
Inglaterra Chelsea
1
1
50,0%
Alemanha Hamburgo
1
1
50,0%
Roménia Steaua Bucareste
1
1
50,0%
França Olympique de Marselha
1
1
50,0%
Sérvia Estrela Vermelha
1
0
100%
Países Baixos PSV Eindhoven
1
0
100%
Países Baixos Feyenoord
1
0
100%
Inglaterra Aston Villa
1
0
100%
Espanha Valencia
0
2
0,0%
França Stade de Reims
0
2
0,0%
Inglaterra Arsenal
0
1
0,0%
França Monaco
0
1
0,0%
Alemanha Bayer Leverkusen
0
1
0,0%
Itália Sampdoria
0
1
0,0%
Itália Roma
0
1
0,0%
Bélgica Brugge
0
1
0,0%
Alemanha Borussia Mönchengladbach
0
1
0,0%
França Saint-Etienne
0
1
0,0%
Inglaterra Leeds
0
1
0,0%
Espanha Atlético de Madrid
0
1
0,0%
Grécia Panathinaikos
0
1
0,0%
Alemanha Eintracht Frankfurt
0
1
0,0%
Itália Fiorentina
0
1
0,0%
Suécia Malmö
0
1
0,0%
Sérvia Partizan
0
1
0,0%

Desempenho por nação[editar | editar código-fonte]

Nação Nº de vitórias Nº total de finais Aproveitamento
Espanha Espanha
13
21
61,9%
Itália Itália
12
26
46,1%
Inglaterra Inglaterra
12
17
70,59%
Alemanha Alemanha
7
15
46,67%
Países Baixos Holanda
6
8
75,0%
Portugal Portugal
4
9
44,4%
França França
1
6
16,67%
Sérvia Sérvia
1
1
100%
Roménia Romênia
1
2
50%
Escócia Escócia
1
1
50%
Bélgica Bélgica
0
1
0,0%
Grécia Grécia
0
1
0,0%
Suécia Suécia
0
1
0,0%

Transmissão no Brasil[editar | editar código-fonte]

No início dos anos 1990 a TV Cultura transmitia a Liga dos Campeões em TV aberta para o Brasil.[carece de fontes?] Desde a temporada 2003/2004 os direitos de transmissão pertencem à empresa de marketing e mídia TopSports Ventures. As temporadas 2003/2004 e 2004/2005 foram transmitidas pela RedeTV!. Por causa de uma briga judicial envolvendo Topsports e RedeTV!, a temporada 2005/2006, por sua vez, foi transmitida pela Band. A Rede Record transmitiu as temporadas 2006/2007,2007/2008 e 2008/2009 juntamente com a outra emissora do grupo, a Record News.

Com realização de acordo histórico junto à UEFA, a Rede Globo adquiriu os direitos de transmissão para os jogos de quarta-feira para as temporada 2009/2010, 2010/2011, 2011/2012 e 2012/2013, sem necessidade de veicular na programação as publicidades dos parceiros da entidade. Em 2011 a emissora renovou seu contrato até a temporada 2014/2015. Ela só transmitirá os jogos à partir da fase quartas de final, os outros ela repassará a Rede Bandeirantes. Os direitos desta temporada também foram comercializados com a TV Esporte Interativo para transmissão de um jogo de terça-feira, e para a ESPN no sistema de TV fechada.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]