Barcelona

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Espanha Barcelona
Barcelona
 
—  Município  —
Barcelona collage.JPG
Bandeira de Barcelona
Bandeira
Brasão de armas de Barcelona
Brasão de armas
Barcelona está localizado em: Espanha
Barcelona
Localização de Barcelona na Espanha
41° 23' N 02° 10' E
Comunidade autónoma Catalunha
Província Barcelona
Área
 - Total 91,4 km²
Altitude 9 m (30 pés)
População (2007)
 - Total 1 595 110
    • Densidade 17 451,97/km2 
Fuso horário CET (UTC+1)
 - Horário de verão CEST (UTC+2)
Orago Santa Eulália de Barcelona
Sítio www.bcn.es

Barcelona (em catalão, 'bərsəˈɫonə', em espanhol, 'barθeˈlona') é a maior cidade e a capital da comunidade autônoma da Catalunha, no nordeste da Espanha; é, também, a capital da comarca de Barcelonès e da província de Barcelona. É a segunda maior cidade da Espanha e da península Ibérica, após Madrid. Possui uma população de cerca de 1 621 537 habitantes e uma área de 101,4 km². A área urbana de Barcelona, porém, se estende além dos limites administrativos da cidade e abriga uma população de mais de 4,2 milhões de habitantes[1] [2] em uma área de 803 km²[1] , sendo a sexta área urbana mais populosa na União Europeia, após Paris, Londres, Vale do Ruhr, Madrid e Milão. Cerca de 5 milhões de pessoas vivem na área metropolitana de Barcelona.[3] [4] [5]

É a maior metrópole da Europa dentre as localizadas na costa do Mediterrâneo. É a parte principal de uma união de cidades e municípios adjacentes chamada Área Metropolitana de Barcelona, com uma população de 3 186 461 habitantes em uma área de 636 km² (densidade de 5 010 habitantes por km²). Barcelona está localizada na costa do Mediterrâneo, entre a foz do Rio Llobregat e a foz do Rio Besòs, sendo limitada a oeste pela Serra de Collserola (512 metros de altitude).

Em Barcelona, se encontram as instituições mais importantes do governo da Catalunha: a Generalidade da Catalunha (governo autônomo) e o parlamento autônomo.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O nome Barcelona deriva do antigo Ibero Fenício Barkeno, inscrito em uma antiga moeda em alfabeto Ibero como Barkeno em caractéres Iberos.[6] em grego antigo como Βαρκινών (Barkinṓn)[7] e em latim como Barcino, Barcilonum[8] e Barceno.[9]

Durante a Idade Média, a cidade ficou conhecida como Barchinona, Barçalona, Barchelona e Barchenona. (carece de fontes)

História[editar | editar código-fonte]

Os primeiros vestígios de povoamento em Barcelona remontam ao final do período Neolítico (2000 a 1500 a.C.). Barcino foi a cidade dos laietanos (um povo ibero) e deu origem à cidade de Barcelona. Estava situada perto do Rio Rubricatus (atualmente, conhecido como Rio Llobregat). Uma lenda atribui sua fundação a Hércules, quatrocentos anos antes da fundação de Roma. A cidade foi, supostamente, refundada por Amílcar Barca, que lhe teria dado o nome. Os cartagineses ocuparam a região durante a Segunda Guerra Púnica. Aparentemente, por essa mesma época teria existido uma colônia grega (Kallipolis) na região, apesar de os historiadores discordarem sobre a sua localização exata.

Em sentido estrito, Barcelona teria sido fundada pelos romanos no final do século I a.C., sobre o mesmo assentamento ibérico anterior onde já se haviam instalado anteriormente desde o ano 218 a.C., e teria sido convertida numa fortificação militar, chamada de IVLIA AVGVSTA PATERNA FAVENTIA BARCINO, que estava situada sobre o então chamado MONS TABER, uma pequena elevação onde hoje está situada a catedral da cidade e a Praça de São Tiago. No século II, as suas muralhas foram construídas por ordem do Cláudio e, já no início do século III, a população de Barcino estava estimada entre 4 000 e 8 000 habitantes.

No século V, Barcelona foi ocupada pelos visigodos de Ataúlfo (no ano 415) provenientes do norte da Europa. Em 531, Amalarico foi assassinado. No século VIII, a cidade foi conquistada pelo vizir árabe al-Hurr e iniciou-se um período de quase um século de domínio muçulmano, que terminou em 801, quando foi ocupada pelos carolíngios. Os carolíngios a converteram em capital do Condado de Barcelona. A potência econômica da cidade e a sua localização estratégica fizeram com que os muçulmanos voltassem em 985, comandados por Almansor, ocupando-a durante alguns meses.

A partir do século XIV, a cidade iniciou uma era de decadência que se estendeu durante os séculos seguintes. A união dos reinos de Aragão e Castela, oficializada com o casamento entre os reis Fernando de Aragão e Isabel de Castela, gerou um ambiente tenso entre catalães e castelhanos que chegou ao momento mais crítico com a Guerra dos Segadores (de 1640 a 1652) e, posteriormente, com a Guerra da Sucessão Espanhola (de 1702 a 1714), que terminou com a abolição das leis institucionais próprias da Catalunha, com a destruição de boa parte do bairro da Ribera e com a construção, em seu lugar, da fortaleza conhecida como Cidadela (no local do atual Parque da Cidadela).

A partir do fim do século XVIII, Barcelona iniciou uma recuperação econômica que lhe favoreceu a industrialização progressiva do século seguinte. A segunda metade do século XIX coincidiu com o projeto de derrubada das muralhas antigas que envolviam a cidade. Cidades próximas a Barcelona foram, então, incorporadas à mesma. Foram incorporadas à "Grande Barcelona" as cidades de Gràcia, Sarrià, Horta, Sant Gervasi de Cassoles, Les Corts, Sants, Sant Andreu de Palomar e Sant Martí de Provençals. Isso permitiu que a cidade executasse o projeto do Eixample e desenvolvesse sua indústria, feitos que lhe permitiram entrar no século XX como um dos centros urbanos mais avançados de Espanha. Foi sede de duas exposições universais: uma em 1888 e outra em 1929.

A escalada da Guerra Civil Espanhola e a derrota das forças republicanas tornaram o panorama desfavorável novamente, uma vez que Barcelona se havia posto ao lado da república. No final de 1939, as tropas franquistas ocuparam a cidade na última fase da guerra.

Depois de um pós-guerra duro para Barcelona, teve início uma fase de desenvolvimento sob o mandato do prefeito Josep María de Porcioles i Colomer. Toda a região próxima à cidade que ainda mantinha alguma tradição agrícola e rural aos poucos foi se urbanizando, com grandes bairros cheios de imigrantes procedentes de outras partes da Península Ibérica. Restaurada a democracia após a morte do ditador Franco, um novo desenvolvimento cultural e urbanístico aconteceu, com uma crescente participação da população civil, dotando a cidade de uma infraestrutura digna de uma metrópole moderna, cosmopolita e atrativa para o turismo. Nessa última etapa, celebraram-se os Jogos Olímpicos de Verão de 1992 e o Fórum Universal das Culturas em 2004.

Vista panorâmica de Barcelona a partir do Tibidabo

Geografia[editar | editar código-fonte]

Barcelona vista por satélite.

Situada na província homônima, ao longo da costa do Mediterrâneo (41°23′N 2°11′E), entre o desaguar dos rios Llobregat e Besòs, o território de Barcelona está dividido em três áreas bem delimitadas: a Serra da Collserola (com 512 metros de altura, é o ponto mais alto da cidade. Em seu topo, está localizado o Tibidabo), a planície e os deltas dos rios Besòs e Lobregat, que, juntamente com o litoral, delimitam seu território.

Localiza-se cerca de 160 quilômetros ao sul das montanhas dos Pirenéus. A população da cidade é de 1 595 110 habitantes (estimativa em 2006), sendo que a população da área metropolitana é de 3 161 081 (estimativa em 2006). A população da província é de 5 226 354 (estimativa em 2005), mas cobre apenas 7 773 quilômetros quadrados da cidade.

É conhecida também por cidade paralela, por ter ruas paralelas e perpendiculares.


Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Barcelona cresceu e anexou municípios vizinhos que atualmente são bairros da cidade. Destacam-se a contribuição do engenheiro Ildefons Cerdà e a ordenação urbanística da cidade.

Barcelona está dividida em dez distritos (enumeram-se alguns bairros históricos):

  • Ciutat Vella: Raval, bairro Gótico, Ribera e a Barceloneta.
  • L'Eixample: Sant Antoni, Esquerra de Eixample, Dreta de Eixample, Sagrada Família, Fort Pienc.
  • Sants-Montjuïc: Can Tunis, Montjuïc, Badal, Hostafrancs, Bordeta, Sants, Poble Sec, Zona Franca, Font de la Guatlla.
  • Les Corts: Les Corts, Pedralbes, Sant Ramon.
  • Sarrià - Sant Gervasi: Sarrià, Galvany, Sant Gervasi de Cassoles, El Putxet, Tres Torres, Bonanova, Vallvidrera, Les Planes.
  • Gràcia: Vallcarca, Penitents, Salut, Gràcia, Camp d'en Grassot.
  • Horta-Guinardó: Horta, Carmel, Teixonera, Can Baró, Font d'en Fargas, Guinardó, Vall d'Hebron, Montbau, Sant Genís dels Agudells, Baix Guinardó.
  • Nou Barris: Vallbona, Ciutat Meridiana, Torre Baró, Canyelles, Roquetes, Trinitat Nova, Prosperitat, Guineueta, Verdum, Turó de la Peira, Vilapicina.
  • Sant Andreu: Congrés, La Sagrera, Sant Andreu de Palomar, Bon Pastor, Trinitat Vella.
  • Sant Martí: Sant Martí de Provençals, Clot, Camp de l'Arpa, Poble Nou, Vila Olímpica, Besòs, Verneda, Ciutadella, Nova Icària, Diagonal Mar.

Economia[editar | editar código-fonte]

Centro financeiro de Barcelona.


Barcelona foi, historicamente, uma cidade muito ligada à indústria. Foi a primeira cidade em Espanha a acolher a Revolução Industrial e, apesar de ter tido algumas crises econômicas, é hoje o maior centro industrial do país.

O porto de Barcelona converteu-se, nos últimos anos, no mais importante do Mediterrâneo em tonelagem de mercadorias e contentores. Também é o primeiro porto mediterrânico em número de cruzeiros que fazem escala na cidade.

Importante centro de cultura, economia e política, Barcelona é uma referência não só dentro de Espanha como também no contexto da União Europeia.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Religião[editar | editar código-fonte]

Os oragos barceloneses são São Roque e São José Oriol, representados no Templo Expiatório da Sagrada Família.

Os reis e a Generalidade da Catalunha impulsionaram a celebração da festa de São Jorge por todas as regiões catalãs. Em Valência, em 1343, já era uma festa popular; em 1407, Mallorca celebrava-a publicamente. Em 1436, a Generalidade da Catalunha propôs, nas côrtes reunidas em Montsó, a celebração oficial e obrigatória de São Jorge; em 1456, as côrtes reunidas na Catedral de Barcelona ditaram uma constituição que ordenava a festa, inclusa no código das Constituições da Catalunha. As remodelações do Palácio da Generalidade (sede do governo catalão) feitas durante o século XV são a prova mais clara da devoção impulsionada por esse órgão público, ao colocar um medalhão do santo na fachada gótica e ao construir no interior a capela de São Jorge, originando a cruz vermelha na bandeira da cidade, que é um simbolo do Santo.

Museus[editar | editar código-fonte]

Na Fundação Joan Miró, encontram-se algumas obras deste pintor e são realizadas exposições itinerantes procedentes de museus de todo mundo. O Museu Picasso conta com uma importante coleção de obras pouco conhecidas deste pintor, sobretudo de suas épocas iniciais. No Museu Nacional de Arte da Catalunha encontra-se exposta uma importante coleção de arte romana. A arte da época atual fica no recém construído Museu de Arte Contemporânea de Barcelona. Também são de relevância o Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona situado Em El Raval, o museu da Fundação Antoni Tàpies, o CaixaFòrum e o Museu da Ciência, agora chamado de CosmoCaixa.

Desporto[editar | editar código-fonte]

A cidade de Barcelona também se destaca no futebol, com os clubes F.C. Barcelona e Espanyol. Barcelona tem dois estádios de elite da UEFA (Nuvola apps mozilla.pngNuvola apps mozilla.pngNuvola apps mozilla.pngNuvola apps mozilla.pngNuvola apps mozilla.png): o Camp Nou do F.C. Barcelona, o maior estádio da Europa, com uma capacidade de 100 000 espectadores e o Estadi Olímpic Lluís Companys, com uma capacidade fixa de 55 000, reformado para os Jogos Olímpicos de 1992. Há também o novo estádio - Estadi Cornellà-El Prat (Nuvola apps mozilla.pngNuvola apps mozilla.pngNuvola apps mozilla.pngNuvola apps mozilla.png), com uma capacidade de mais de 40 000 - casa do Espanyol.

A cidade também já sediou os Jogos Olímpicos de Verão de 1992,os Jogos Paralímpicos de Verão de 1992 e alguns jogos da Copa do Mundo de 1982.

Apesar do grande destaque no futebol, outros desportos se destacam na cidade catalã, entre eles esportes náuticos, automobilísticos, além de outros. No Circuito da Catalunha, são disputadas provas de Fórmula 1 e do Campeonato Mundial de Motociclismo.

Tour de France[editar | editar código-fonte]

Chegadas[editar | editar código-fonte]

Lugares de interesse turístico[editar | editar código-fonte]

Barcelona oferece ao visitante a possibilidade de percorrer a pé desde as ruínas romanas e a cidade medieval até os bairros do modernismo catalão, com seus edifícios característicos, suas ruas arborizadas e suas largas avenidas. A cidade antiga é praticamente plana, enquanto que os bairros novos, à medida que se aproximam da Serra de Collserola, ganham um aspecto montanhoso.

Centro e La Rambla[editar | editar código-fonte]

Um dos lugares mais frequentados de Barcelona é a Rambla, uma passarela situada entre a Praça da Catalunha (Plaça de Catalunya) e o Porto Velho (Port Vell). Ali, são encontradas quiosques de flores, cafeterias, restaurantes e lojas comerciais. Passeando pela Rambla, podem-se admirar vários edifícios de interesse, como o Palácio da Vice-Rainha (Palau de la Virreina), o Mercado da Boqueria e o Grande Teatro do Liceu. Uma rua lateral à Rambla conduz à Praça Real (Plaça Reial): uma praça com palmeiras, edifícios, cervejarias, restaurantes e postes desenhados por Antoni Gaudí[10] .

A Rambla termina junto ao Porto Velho, onde o Monumento a Colombo aponta para o mar. Próximo dali, se encontra o Museu Marítimo de Barcelona (Museu Marítim de Barcelona), dedicado sobretudo à história naval do Mediterrâneo e no qual se exibe a reprodução em escala real de uma antiga galera de combate. O porto antigo oferece outros atrativos, como o Mare Magnum: um centro comercial com lojas, restaurantes, um cinema IMAX e um aquário da fauna marinha mediterrânea[11] .

O Centro ainda é composto pelo Bairro Gótico, que conserva a arquitetura típica da Baixa Idade Média.

Montjuic e Tibidabo[editar | editar código-fonte]

Duas montanhas dominam a cidade convertidas em miradores. O Montjuic é um pequeno monte situado junto ao porto, em cujo topo encontra-se uma antiga fortaleza que serviu para vigiar a entrada de Barcelona pelo mar. Nessa montanha encontram-se ainda as instalações olímpicas - o Estádio Olímpico Lluis Companys, o Palácio Sant Jordi e as Piscinas Picornell. Também pode ser visto em Montjuic o jardim botânico, que dispõe de uma coleção única de cactus.

O Tibidabo, na parte alta da cidade, é a outra montanha de Barcelona. Pode-se ir ao Tibidabo de carro, ônibus, tranvia ou funicular. No Tibidabo, encontram-se a Igreja do Sagrado Coração, visível de toda a cidade, o Parque de atrações de Tibidabo e a Torre de Collserola, antena de telecomunicações que dispõe de um mirante.

Arquitetura[editar | editar código-fonte]

Templo Expiatório da Sagrada Família, iniciado pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí em 1883[12]

Barcelona é conhecida como capital do modernismo catalão. A cidade, na qual viveu e trabalhou o arquiteto Antoni Gaudí, conta com algumas de suas obras mais relevantes, que atraem a cada ano milhões de visitantes de todo mundo. A mais representativa é o Templo Expiatório da Sagrada Família, que Gaudí deixou inacabado e que segue sendo construído lentamente, como as catedrais na Idade Média. Seu término está previsto para até 2020. Outras das obras mais conhecidas de Gaudí são o Parque Güell (Parc Güell), a Casa Milà, também chamada de La Pedrera e a Casa Batlló. Além de Gaudí, Barcelona conta com outras joias do modernismo catalão, como o Hospital de São Paulo e o Palácio da Música Catalã, de Lluís Domènech i Montaner, ou o Palácio Macaya e muitas outras obras de Josep Puig i Cadafalch.

Além das obras modernistas, Barcelona também conta com relevantes obras pertencentes a outros estilos e períodos históricos. Dentro do período medieval, destacam-se, especialmente, as obras góticas que proliferam em seu centro histórico, precisamente denominado Bairro Gótico, como a Catedral de Barcelona. Nesse mesmo estilo, encontra-se, ainda, a Igreja de Santa Maria do Mar, caracterizada por sua austeridade e harmonia nas medidas.

Entrada do Parque Güell

Também possui distintas amostras de arquitetura contemporânea, destacando-se o Pavilhão Alemão de Ludwig Mies van der Rohe, que foi construído para a Exposição Universal de Barcelona de 1929, assim como a Fundação Joan Miró, do arquiteto catalão Josep Lluís Sert.



Anos mais tarde, por causa dos Jogos Olímpicos de Verão de 1992, a cidade viveu uma etapa de grandes transformações que deram lugar a obras como o Palácio São Jorge, de Arata Isozaki, a Torre de Collserola, de Norman Foster e a Torre de Montjuïc, de Santiago Calatrava. Antes dos jogos, houve também a remodelação e ampliação do Aeroporto de Barcelona por Ricardo Bofill. Na etapa pós-olímpica, a cidade seguiu mantendo seu desenvolvimento arquitetônico, construindo edifícios como o Museu de Arte Contemporânea de Barcelona, de Richard Meier, a Torre Agbar, de Jean Nouvel e os projetos de uma nova estação em La Sagrera e da Torre do Triângulo Ferroviário, de Frank Gehry. Outras construções, como o Edifício Fórum de Jacques Herzog e Pierre de Meuron, foram motivadas pela realização do Fórum Universal das Culturas.

Cidades irmanadas e acordos de colaboração[editar | editar código-fonte]

Barcelona mantém uma relação de irmandade com as seguintes cidades:[13]

Entretanto, desde meados dos anos 1990, Barcelona tem optado por minimizar os novos acordos de irmandade e pôr ênfase em convênios de amizade e cooperação, com objetivos concretos e mensuráveis. Esses convênios de cooperação foram firmados com as seguintes cidades:[14]

Referências

  1. a b Demographia: World Urban Areas, March 2010
  2. Urban Audit – Larger Urban Zone (Eurostat). Barcelona.
  3. United Nations – Department of Economic and Social Affairs: World Urbanization Prospects (2007 revision), Table A.12
  4. Organization for Economic Cooperation and Development: Competitive Cities in the Global Economy, OECD Territorial Reviews, (OECD Publishing, 2006), Table 1.1
  5. Àmbit Metropolità. Sèrie temporal (catalan)
  6. Emerita: Revista de Lingüística y Filología clasica 11 (1943), p.468
  7. Ptolemy, ii. 6. § 8
  8. Rufus Festus Avienus Ora Maritima « et Barcilonum amoena sedes ditium. » v514
  9. Itin. Ant.
  10. Guia Visual Folha de São Paulo - Barcelona e Catalunha. São Paulo: Publifolha, 2001. p.59
  11. http://www.maremagnum.es/
  12. Guia Visual Folha de São Paulo - Barcelona e Catalunha. São Paulo: Publifolha, 2001. p. 74
  13. Ciudades hermanadas según la web del Ayuntamiento
  14. Acuerdos de colaboración según la web del Ayuntamiento

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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