Sydney

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Austrália Sydney  
—  Cidade  —
Do topo, em sentido anti-horário: Ópera de Sydney e centro financeiro da cidade em Port Jackson; Praia Bondi; Ponte da Baía de Sydney; Porto Darling; Ópera de Sydney; e Universidade de Sydney.
Do topo, em sentido anti-horário: Ópera de Sydney e centro financeiro da cidade em Port Jackson; Praia Bondi; Ponte da Baía de Sydney; Porto Darling; Ópera de Sydney; e Universidade de Sydney.
Brasão de armas de Sydney
Brasão de armas
lema City of Sydney
(inglês: Cidade de Sydney)
Sydney está localizado em: Austrália
Sydney
Localização de Sydney na Austrália
33° 52' S 151° 12' E
Estado Nova Gales do Sul
Área
 - Total 12 145 km²
População (2013)[1]
 - Total 4 757 083
    • Densidade 391,69/km2 
Sítio www.cityofsydney.nsw.gov.au

Sydney (AFI: ˈsɪdniː) é a capital do estado de Nova Gales do Sul e a cidade mais populosa de toda a Austrália e Oceania.[2] Ela está localizada na costa sudeste do país, ao longo do mar da Tasmânia e em torno de um dos maiores portos naturais do mundo.[3] Os moradores são conhecidos localmente como sydneysiders e constituem a cidade mais multicultural da Austrália.[4] [5] [6]

A área em torno de Sydney era habitada por indígenas australianos tem sido há milênios.[7] Os primeiros colonos britânicos chegaram em 1788 com o capitão Arthur Phillip e fundaram Sydney inicialmente como uma colônia penal.[8] [9] Os sucessivos governadores coloniais ajudaram a transformar o assentamento em uma metrópole próspera e independente.

Desde que transporte de condenados terminou, em meados de 1800, a cidade se tornou um centro cultural e econômico global.[10] [11] [12] [13] A população de Sydney no momento do censo de 2011 era de 4,39 milhões de habitantes.[14] Cerca de 1,5 milhão deste total nasceram no exterior e representam uma multiplicidade de diferentes países de todo o mundo.[15] Existem mais de 250 línguas diferentes faladas em Sydney e cerca de um terço dos moradores falam em casa uma língua diferente do inglês.[16] [17]

Sydney tem uma economia de mercado avançada, com pontos fortes em finanças, manufatura e turismo. Seu produto interno bruto (PIB) foi de 337,4 bilhões de dólares em 2013, maior do que o de países como Dinamarca, Singapura e Hong Kong (uma RAE da China).[18] Existe uma concentração significativa de bancos estrangeiros e empresas multinacionais em Sydney[19] [20] e a cidade é considerada o principal centro financeiro da região Ásia-Pacífico.[21] [22] Além de ser sede de eventos, como os Jogos Olímpicos de Verão de 2000, milhões de turistas que vêm a Sydney cada ano para ver os marcos históricos da cidade.[23] Seus pontos turísticos incluem a Baía de Sydney, o Royal National Park, a praia de Bondi e o Royal Botanic Gardens. A Ópera de Sydney e a Ponte da Baía de Sydney são as construções mais bem conhecidas pelos visitantes internacionais.

História[editar | editar código-fonte]

James Cook, o primeiro europeu a chegar à região de Sydney.

A região onde hoje em dia fica a cidade de Sydney tem sido ocupada continuamente pelo ser humano há pelo menos 40 000 anos por povos aborígenes. Quando os britânicos ali chegaram, em 1788, batizaram-nos povos "Eora", pois ao perguntarem aos aborígenes locais de onde eles haviam vindo, a resposta dada era sempre "eora", que significa "aqui", ou "deste lugar". O principal grupo aborígene na região era o Cadigal, mas havia muitos outros espalhados pelas proximidades, como o Wangal, Kameygal, Birrabirragal, e Cannalgal. O Governador Phillip estimou na época que havia cerca de 1500 aborígenes num raio de 10 milhas (cerca de 16 km) da Baía de Sydney. No entanto, a população aborígene foi drasticamente reduzida após uma epidemia de varíola em 1789, trazida pelos recém-chegados europeus. Os sobreviventes foram gradativamente sendo empurrados pelos europeus para áreas periféricas, como Botany Bay e La Perouse, ao Sul. Em 1830, já quase não havia aborígenes vivendo na cidade de Sydney.

O capitão James Cook foi o primeiro europeu a alcançar a região de Sydney, a 29 de Abril de 1770, ancorando o seu navio Endeavour na Baía Botany (Botany Bay). Quando o governo britânico procurava um lugar para onde enviar condenados, Sir Joseph Banks, o botânico a bordo do Endeavour, recomendou Botany Bay. Sob instruções do governo britânico, Arthur Phillip e o primeiro dos onze navios da First Fleet (Primeira Frota) chegou à baía em 18 de Janeiro de 1788. No entanto, não havia boas fontes de água doce e nem uma ancoragem segura no local, o que levou-o a navegar para norte até Port Jackson (que viria a ser conhecido como Baía de Sydney), onde encontrou condições ideais em Sydney Cove. Lá, em 26 de Janeiro de 1788, realizou uma cerimônia para marcar o início da nova colônia, a Nova Gales do Sul. Esta data é hoje celebrada como o Dia da Austrália.

Baía de Sydney por volta em 1932.

Os condenados para lá enviados construíram ruas, pontes, cais, edifícios públicos, e em torno de 1822 a cidade já possuía bancos, mercados, policiamento e vias públicas bem estabelecidas. Grande desenvolvimento ocorreu sob o governo de Lachlan Macquarie. A partir de 1830, imigrantes britânicos livres começaram a chegar à cidade em busca de uma vida melhor nas novas terras. Em 1851, ocorreu a primeira de uma série de "corridas do ouro", que expandiram a cidade e trouxeram rápido crescimento e o consequente desenvolvimento de vários subúrbios, com a chegada de imigrantes de vários outros países. A industrialização no final do século XIX, e a construção de linhas de trens ligando Sydney ao interior, atraiu ainda mais gente à cidade, e no início do século XX a cidade já tinha mais de um milhão de habitantes.

Durante o século XX, imigrantes chegaram da Europa primeiramente, e da Ásia, em seguida. Hoje Sydney continua a receber um enorme número de imigrantes, agora vindos de todos os locais. Nos últimos anos, pela primeira vez na história, o número de imigrantes provenientes da China têm sido maior do que o de qualquer outro país, incluindo da Grã-Bretanha, historicamente a maior fonte de imigrantes. Bairros onde os chineses estabeleceram-se incluem Ashfield e Chinatown, próximo ao centro da cidade. Os italianos escolheram Leichhardt como moradia, e os gregos estabeleceram-se em La Perouse. Strathfield serve aos coreanos. Muitos libaneses e outros povos árabes vivem em Bankstown e Liverpool. Os portugueses estão presentes principalmente na região de Petersham, no oeste da cidade.

Panorama da cidade a partir da Torre de Sydney.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Topografia[editar | editar código-fonte]

Imagem de satélite de Sydney pelo satélite RS da NASA.

A área urbana de Sydney está em uma bacia costeira delimitada pelo Oceano Pacífico a leste, pelas Montanhas Azuis a oeste, pelo rio Hawkesbury ao Sul e do Royal National Park ao Sul. Localiza-se sobre um litoral submergido, onde o nível do oceano subiu formando profundos vales fluviais (Ria) esculpidos no arenito. Port Jackson, mais conhecido como Baía de Sydney, segue esses critérios e é o maior porto natural do mundo.[24] A área de Sydney não é afectada por sismos significativos. A área urbana tem cerca de 70 portos e praias oceânicas, incluindo a famosa Bondi Beach. A área urbana de Sydney abrangia 1.687 km² em 2001.[25] A divisão estatística de Sydney, usada para dados censitários, é não oficialmente a área metropolitana[26] e abrange 12.145 km².[27] Este área inclui o Central Coast, as Montanhas Azuis, e parques nacionais e outras áreas não urbanizadas.

Geograficamente, Sydney recai sobre duas regiões: o Cumberland Plain, uma região relativamente plana situada a sul e oeste do porto, e Hornsby Plateau, um planalto arenítico sobretudo a norte do porto e dissecado por vales íngremes.

Vista da Baía de Sydney.

As áreas mais antigas estão localizadas em áreas de planície ao sul do porto. A região de North Shore foi a mais lenta a se desenvolver por causa de sua topografia acidentada e falta de acesso em todo o porto. A Ponte da Baía de Sydney foi inaugurada em 1932 para ligar North Shore ao resto da cidade.

Clima[editar | editar código-fonte]

Sydney localiza-se em uma área de clima subtropical úmido, numa latitude aproximada do ponto mais meridional do Brasil e semelhante à da Madeira (no hemisfério Norte). O inverno é moderado, com temperatura média de 12°C. Embora a temperatura na área central raramente caia abaixo de 10 °C no inverno, em subúrbios mais afastados e próximos das montanhas a Oeste (Montanhas Azuis), como Penrith e Campbelltown, temperaturas próximas a zero ou mesmo negativas são comuns. O verão é quente, com temperatura média de 23 °C, embora em alguns dias a temperatura ultrapasse os 40 °C. Em tais dias, moradores e milhares de turistas australianos e estrangeiros lotam as belas praias da cidade, como Manly, Bondi, Coogee, e Maroubra.

Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Sydney (Observatório) Weather-rain-thunderstorm.svg
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima registrada (°C) 45,8 42,1 39,8 33,9 30 26,9 25,9 31,3 34,6 38,2 41,8 42,2 45,8
Temperatura máxima média (°C) 25,9 25,8 24,7 22,4 19,4 16,9 16,3 17,8 20 22,1 23,6 25,2 21,7
Temperatura mínima média (°C) 18,7 18,8 17,6 14,7 11,5 9,3 8 9 11,1 13,6 15,6 17,5 13,8
Temperatura mínima registrada (°C) 10,6 9,6 9,3 7 4,4 2,1 2,2 2,7 4,9 5,7 7,7 9,1 2,1
Chuva (mm) 101,7 118,3 129,8 127,2 120,5 132,4 97,9 79,8 68,4 76,9 84,3 77,3 1 213,8
Dias com chuva 12,2 12,5 13,5 12,8 13,1 12,5 11,2 10,4 10,5 11,6 11,7 11,5 143,5
Umidade relativa (%) 62 64 62 59 57 57 51 49 51 56 58 57 56
Fonte: Bureau of Meteorology[28]
Fonte #2: [29]

Demografia[editar | editar código-fonte]

O censo de 2011 registrou 4.391.674 residentes na Grande Sydney. No censo de 2011, as etnias mais comuns moradores da cidade eram: australianos, ingleses, irlandeses, chineses e escoceses.[30] O censo de 2006 registrou que 1,1% da população de Sydney se auto-identificou como sendo de origem indígena e que 39,6% nasceram no exterior.[31]

Vista aérea da cidade.

Sydney tem a sétima maior percentagem de indivíduos estrangeiros do mundo.[32] As três principais fontes de imigrantes são o Reino Unido, a China e a Nova Zelândia, seguidos por Vietnã, Líbano, Índia, Itália e Filipinas.[31] A cidade é um ponto de entrada importante para muitos recém-chegados à Austrália e a muitas comunidades migrantes, incluindo as comunidades libanesas, fijianas e coreanos estão focadas em números desproporcionalmente grandes em Sydney.[33]

A maioria dos moradores são falantes nativos do inglês; muitos moradores falam outro idioma, sendo os mais comuns o árabe (predominantemente o árabe libanês), cantonês, mandarim, grego e vietnamita.[31]

O censo de 2006 estimou 4.119.190 residentes na Divisão de Estatística Sydney,[31] sendo que 3.641.422 viviam no Centro Urbano de Sydney.[34] O centro de Sydney é o lugar mais densamente povoado da Austrália, com 4.023 habitantes por quilômetro quadrado. Os australianos asiáticos são 18,8% da população no centro urbano de Sydney e 16,9% na Divisão de Estatística.[35]

A idade média dos residentes de Sydney é de 36 anos; 15,4% da população tem mais de 65 anos de idade[36] e 16,5% dos moradores completaram o ensino superior. No censo de 2011, 60,9% dos moradores se identificaram como cristãos, 17,6% declararam que não tinham religião, 7,6% não responderam, 4,7% muçulmanos, 4,1% budistas, 2,6% hindus, 0,9% judeus e 1,6% de outras religiões.[37]

Centro financeiro da cidade visto a partir do Zoológico de Taronga.

Governo e política[editar | editar código-fonte]

Sede do governo da Cidade de Sydney.

Com exceção do Conselho do Condado de Cumberland (1945–1964), nunca existiu uma entidade única de governo local que englobou a área metropolitana de Sydney. É o governo estadual de Nova Gales do Sul que controla diretamente a administração da área metropolitana no que se refere, por exemplo, aos transportes públicos, às vias de comunicação principais, ao controle do tráfego, ao policiamento, ao ensino e ao planejamento de grandes infraestruturas.

A área metropolitana está dividida em 38 zonas de administração local nas quais o governo estadual delega alguns poderes mais locais como, por exemplo, o planejamento urbano e a coleta de lixo. Estas zonas, as chamadas Local Government Areas (LGA), são governadas por conselhos locais eleitos.

A Cidade de Sydney (City of Sydney) propriamente dita é uma das 38 LGA. Inclui o centro financeiro os subúrbios mais centrais, tal como South Sydney. A cidade é governada pelo Lord Mayor de Sydney e por um conselho local. O Lord Mayor é,o representante de toda a área metropolitana, como foi, por exemplo, o caso durante a realização dos Jogos Olímpicos de 2000 .

Cidades-irmãs[editar | editar código-fonte]

Sydney está geminada com as seguintes cidades, por ordem de geminações:

Sydney tem firmado acordos de colaboração com as seguintes cidades:

Subdivisões administrativas[editar | editar código-fonte]

A área metropolitana de Sydney está dividida em 38 zonas de administração local (LGA):

As 38 zonas de administração local (LGA) de Sydney.

Economia[editar | editar código-fonte]

Centro financeiro de Sydney a partir de Balmain.

Os maiores setores económicos de Sydney, conforme medido pelo número de pessoas empregadas, incluem bens e serviços prestados às empresas, comércio, indústria, saúde e serviços comunitários.[38] Desde a década de 1980, os postos de trabalho foram transferidos para a produção de serviços e setores de informação. Sydney é responsável por aproximadamente 25% do total do PIB do país.[39] A Australian Securities Exchange e o Reserve Bank of Australia estão localizados em Sydney, assim como a sede de 90 bancos e mais de metade das principais companhias da Austrália, além das sedes regionais de cerca de 500 empresas multinacionais.[39] Das dez maiores corporações da Austrália (com base nas receitas),[40] quatro têm sede em Sydney (Austrália Caltex, o Commonwealth Bank, Westpac e Woolworths). A Fox Studios Austrália possui grandes estúdios de cinema na cidade. A Sydney Futures Exchange (SFE) é uma das maiores da região em futuros financeiros e opções de intercâmbio, com 64,3 milhões de contratos negociados em 2005. É o 12 º maior mercado futuro do mundo e o 19.º maior incluindo opções.[41]

A cidade possui a maior mediana da renda familiar de qualquer grande cidade da Austrália (US$ 42 559 PPC). Em de 2004, a taxa de desemprego foi de 4,9% em Sydney.[42] Segundo o levantamento The Economist Intelligence Unit's Worldwide sobre custo de vida, Sydney é a 16.ª cidade mais cara do mundo, enquanto a UBS classifica a cidade como Sydney 15ª no mundo em termos de lucro líquido.[43] Em 20 de Setembro de 2007, Sydney tinha maior preço médio de casas do que qualquer outra capital australiana, US$ 559.000.[44] Sydney também tem a maior renda média em preços do qualquer outra cidade, 450 dólares australianos por semana. Um relatório publicado pela OCDE em Novembro de 2005, mostra que a Austrália tem os mais altos preços de habitação do mundo ocidental quando medido rendimentos com aluguéis.[45] Sydney é classificada como uma cidade global "beta" pela Globalization and World Cities Study Group and Network.[46]

Pesquisadores da Universidade de Loughborough concederam Sydney uma das dez cidades do mundo mais altamente integradas na economia global.[10] A cidade também foi classificada como a décima primeira do mundo em oportunidades econômicas.[13] O produto interno bruto (PIB) da cidade foi de 337,4 bilhões de dólares em 2013, sendo que a Cidade de Sydney foi responsável por 95,1 bilhões de dólares deste total.[20] [18] Os setores financeiros e de seguros são responsáveis por 18,1% do PIB e estão à frente de serviços profissionais (9%) e manufatura (7,2%). Além dos serviços financeiros e do turismo, os setores criativos e tecnologia são indústrias importantes para a cidade e representaram 9% e 11% de sua produção econômica em 2012, respectivamente.[47] [48]

Turismo[editar | editar código-fonte]

Ópera de Sydney e a Ponte da Baía de Sydney (ao fundo), símbolos de Sydney.

Sydney recebeu mais de 2,8 milhões de visitantes internacionais em 2013, ou quase a metade de todas as visitas internacionais da Austrália. Esses visitantes gastaram 59 milhões de noites na cidade e um total de 5,9 bilhões de dólares.[49] Os países de origem dos visitantes, em ordem decrescente, são China, Nova Zelândia, Reino Unido, Estados Unidos, Coreia do Sul, Japão, Singapura, Alemanha, Hong Kong e Índia.[50] A cidade recebeu 8,3 milhões de visitantes domésticos em 2013, que gastaram um total de 6 bilhões de dólares na cidade.[50] A indústria do turismo injeta 36 milhões de dólares por dia na economia da cidade.[51]

Sydney é classificada entre as quinze principais cidades turísticas do mundo desde 2000.[52] [53] Seus pontos turísticos mais populares são a Baía de Sydney, o Royal National Park, a praia de Bondi, o Royal Botanic Gardens, a Ópera de Sydney e a Ponte da Baía de Sydney.[54]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Saúde[editar | editar código-fonte]

O Governo de Nova Gales do Sul administra os hospitais públicos da região metropolitana de Sydney. O gerenciamento está dividido em quatro regiões: Sudoeste de Sydney (SSWAHS), Oeste de Sydney (SWAHS), Norte de Sydney e Costa Central (NSCCAHS) sem contar o Sudeste de Sydney e Illawarra (SESIAHS). A cidade tem um número de hospitais particulares considerável, muitos deles são coligados com organizações religiosas.

Transportes[editar | editar código-fonte]

Circular Quay, o principal terminal de balsas de Sydney.

A maioria dos habitantes de Sydney utilizam automóveis através do sistema de estradas e auto-estradas. O mais importante tronco viário na zona urbana são as nove Metroads, que incluem os 110 km da Rede Orbital de Sydney. Sydney é servida também por uma extensa frota de táxis, ônibus e balsas.

A rede ferroviária de Sydney é gerida pela CityRail, uma empresa do governo da Nova Gales do Sul. Os comboios circulam dos subúrbios e, em seguida, convergem para o centro financeiro da cidade.

Um trem EDI M-set (Millennium) na Estação Central de Sydney.

Sydney possui uma linha light rail privada operada pela empresa Metro Light Rail, percorrendo um trecho entre a Estação Central e o pequeno subúrbio de Lilyfield. Há também uma pequena monorail, loacalizada ao redor do principal distrito comercial e Darling Harbour. Sydney foi outrora servida por uma extensa rede de bondes, que foi progressivamente encerrada durante as décadas de 1950 e 1960. A maioria das partes da área metropolitana é servida por ônibus, muitos seguindo as antigas rotas dos bondes. A construção de uma rede de ônibus rápidos em áreas que não eram bem servidas por transportes públicos começou em 1999, a primeira delas, a Liverpool-Parramatta Bus Rapid Transitway, foi inaugurada em fevereiro de 2003.

O Aeroporto de Sydney, no subúrbio de Mascot, é o principal aeroporto da cidade e um dos mais antigos aeroportos operados continuamente em todo o mundo.[55] O menor, o Aeroporto Bankstown, serve essencialmente para voos privados e de aviação geral. A questão da necessidade de um segundo aeroporto na cidade tem suscitado muita controvérsia. O resultado da expansão do aeroporto internacional da cidade teria um impacto substancial sobre a comunidade, incluindo o ruído das aeronaves adicionais que afetam os residentes.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Esportes[editar | editar código-fonte]

O rugby league é o principal esporte da cidade.

O desporto é uma parte importante da cultura da cidade de Sydney.A cidade possui uma grande área de espaços abertos e possui muitos espaços naturais, mesmo no centro da cidade. No distrito de Sydney estão o Chinese Garden of Friendship,Hyde Park,O Domínio e o Jardim Botânico Real de Sydney.A área metropolitana possui vários parques nacionais.

A cidade foi sede dos Jogos Olímpicos de Verão de 2000, tendo realizado as Olimpíadas com grande brilhantismo. O ANZ Stadium é o principal estádio da cidade, sendo o palco da abertura e encerramento das olimpíadas.

O desporto mais popular da cidade é o rugby league, a cidade, junto com distritos adjacentes, é sede 10 times da National Rugby League, o estado de Nova Gales do Sul é conhecido por ser o berço do rugby league no país.

A cidade também é sede do time de futebol australiano da AFL Sydney Swans, do time de rugby Waratahs da liga Super Rugby e do time de futebol do Sydney FC que disputa a A-League.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. 3218.0 – Regional Population Growth, Australia, 2012–13: ESTIMATED RESIDENT POPULATION, States and Territories – Greater Capital City Statistical Areas (GCCSAs) Australian Bureau of Statistics (3 de abril de 2014). Visitado em 8 de abril de 2014.
  2. The most populous cities in Oceania Blatant Independent Media (2010). Visitado em 13 de setembro de 2014.
  3. Mason, Herbert. Encyclopaedia of Ships and Shipping. [S.l.: s.n.], 2012. p. 266.
  4. Rolfe, Mark (2013). State of the states: New South Wales The Conversation. Visitado em 13 de setembro de 2014.
  5. Australia's multicultural hub Australian Broadcasting Corporation (2007). Visitado em 13 de setembro de 2014.
  6. Designing for diversity: the multicultural city Department of Social Services (2014). Visitado em 13 de setembro de 2014.
  7. Macey, Richard. "Settlers' history rewritten: go back 30,000 years", The Sydney Morning Herald, 2007. Página visitada em 5 de julho de 2014.
  8. Australia in the 1780s Australian Children's Television Foundation and Education Services (2014). Visitado em 13 de setembro de 2014.
  9. The voyage of Governor Phillip to Botany Bay Project Gutenberg (2005). Visitado em 13 de setembro de 2014.
  10. a b The world according to GaWC 2012 Loughborough University (2012). Visitado em 31 de agosto de 2014.
  11. 2014 Global Cities Index AT Kearney (2014). Visitado em 20 de julho de 2014.
  12. Florida, Richard (2014). The 25 most economically powerful cities in the world CityLab. Visitado em 20 de julho de 2014.
  13. a b Cities of opportunity PricewaterhouseCoopers (2012). Visitado em 21 de julho de 2014.
  14. 2011 Census QuickStats: Greater Sydney Australian Bureau of Statistics (2013). Visitado em 26 de julho de 2014.
  15. Greater Sydney: Basic Community Profile (xls) 2011 Census Community Profiles Australian Bureau of Statistics (28 de março de 2013). Visitado em 9 de abril de 2014.
  16. "Sydney's melting pot of language", The Sydney Morning Herald, 2014. Página visitada em 13 de setembro de 2014.
  17. Population, dwellings, and ethnicity .id (2014). Visitado em 27 de julho de 2014.
  18. a b Australian cities accounts SGS Economics and Planning (2014). Visitado em 31 de agosto de 2014.
  19. Economic powerhouse City of Sydney (2014). Visitado em 21 de julho de 2014.
  20. a b Economic profile City of Sydney (2014). Visitado em 20 de julho de 2014.
  21. Wade, Matt. "Tough week for a Sydney success story", The Sydney Morning Herald, 2012. Página visitada em 26 de julho de 2014.
  22. Irvine, Jessica. "Another shot at making city a finance hub", The Sydney Morning Herald, 2008. Página visitada em 26 de julho de 2014.
  23. Our global city City of Sydney (2014). Visitado em 21 de julho de 2014.
  24. Latta, David (janeiro. 2006). Showcase Destinations Sydney, Australia: The Harbour City Meeting Professionals International The Meeting Professional. Visitado em 2008-12-21.
  25. 2016.0 Census of Population and Housing: Selected Characteristics for Urban Centres, Australia Government of Australia Australian Bureau of Statistics (2003-03-26). Visitado em 2008-12-21.
  26. 1217.0.55.001 - Glossary of Statistical Geography Terminology, 2003 Government of Australia Australian Bureau of Statistics. Visitado em 2008-12-21.
  27. 2032.0 - Census of Population and Housing: Australia in Profile – A Regional Analysis, 2001 Government of Australia Australian Bureau of Statistics (2004-01-16). Visitado em 2008-12-21.
  28. Sydney (Observatory Hill) Bureau of Meteorology. Visitado em 19 de janeiro de 2014.
  29. Sydney in January 2013: An extreme month for Sydney NSW Climate Services Centre.
  30. http://www.censusdata.abs.gov.au/census_services/getproduct/census/2011/quickstat/1GSYD?opendocument&navpos=220
  31. a b c d Australian Bureau of Statistics (25 October 2007). Sydney (Statistical Division) 2006 Census QuickStats. Visitado em 31 de outubro de 2007.
  32. When diversity means cultural richness Webdiary. Visitado em 1 de junho de 2010.
  33. Where do migrants live? Australian Bureau of Statistics. Visitado em 27 de junho de 2014.
  34. Australian Bureau of Statistics (25 October 2007). Sydney (Urban Centre/Locality) 2006 Census QuickStats. Visitado em 2 de novembro de 2007.
  35. Australian Census 2006, Ancestry by Region Censusdata.abs.gov.au. Visitado em 1 de junho de 2010.
  36. 2011 Census Data – Greater Sydney Censusdata.abs.gov.au. Visitado em 6 de novembro de 2013.
  37. 2011 Census Data – Greater Sydney Community Profile Censusdata.abs.gov.au. Visitado em 6 de novembro de 2013.
  38. Australian Bureau of Statistics. 2002. Sydney - Basic Community Profile and Snapshot - 2001 Census
  39. a b City Commerce - City of Sydney Media Centre.. Visitado em 21 de julho de 2006.
  40. BRW 1000.
  41. Overview, Sydney Futures Exchange website, accessed 3 July 2006
  42. Australian Bureau of Statistics. 2005.Sydney Statistical Division.
  43. London is the most expensive city in the world while Swiss cities are home to highest earners Economics City Mayors (2007). Visitado em 2007-10-28.
  44. Real Estate Institute of Australia. Still strong confidence in the housing market, Press Release
  45. Boilling, M. 2 February 2006. City among most costly, Herald Sun
  46. Beaverstock, J.V. et al A Roster of World Cities
  47. Creative and digital City of Sydney (2014). Visitado em 22 de julho de 2014.
  48. Wade, Matt. "NSW dominates creative industries: report", The Sydney Morning Herald, 2014. Página visitada em 26 de julho de 2014.
  49. Our global city City of Sydney (2014). Visitado em 21 de julho de 2014.
  50. a b Travel to Sydney Destination New South Wales (2014). Visitado em 26 de julho de 2014.
  51. Tourism City of Sydney (2013). Visitado em 21 de julho de 2014.
  52. Dennis, Anthony. ""Too expensive" Sydney slips from top 10 tourism list", The Sydney Morning Herald, 2013. Página visitada em 26 de julho de 2014.
  53. World's Best Cities 2014 winners list Travel + Leisure (2014). Visitado em 26 de julho de 2014.
  54. Tourism Dictionary of Sydney (2011). Visitado em 10 de agosto de 2014.
  55. Fact Sheet - Airport History Aeroporto de Sydney. Visitado em 18 de novembro de 2008.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Sydney