Futebol Clube Paços de Ferreira

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Paços de Ferreira
Nome Futebol Clube Paços de Ferreira
Alcunhas Castores
Pacenses
Equipa da Capital do Móvel
Mascote Castor
Fundação 5 de abril de 1950 (64 anos)
Estádio Capital do Móvel
Capacidade 5 250
Localização Paços de Ferreira, Portugal
Presidente Portugal Carlos Barbosa
Treinador Portugal Jorge Costa
Material esportivo Lacatoni
Competição Portugal Primeira Liga
PL 2012–13
PL 2011–12 10º
Website fcpf.pt
Temporada atual
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O Futebol Clube Paços de Ferreira é um clube de futebol português sediado em Paços de Ferreira.

História[editar | editar código-fonte]

O «Vasquinho»[editar | editar código-fonte]

A origem do futebol em Paços de Ferreira remonta à década de 1930, quando a modalidade começou a ser praticada pelo Sport Club Pacense, coletividade sediada em Meixomil (uma das freguesias do concelho).

Foram duas décadas de futebol popular e sem expressão oficial, até que uma reorganização competitiva e o aparecimento do velho Campo da Cavada, motivou a fundação – em 5 de abril de 1950, do Futebol Clube Vasco da Gama, coletividade que está na génese do actual Futebol Clube Paços de Ferreira. A estreia oficial do novo clube ocorreu a 19 de novembro de 1950, com o "Vasquinho" (designação carinhosa pela qual era tratado entre os seus adeptos) a vencer em Lousada a equipa do Tapada, por 2 a 1. Agostinho Alves foi o marcador do primeiro golo vitorioso na história dos pacenses. O clube manteve-se na III Divisão Regional da AF Porto até à temporada 1956/57, altura em que alcançou a primeira subida do seu historial. Após uma dramática final em quatro jogos, o Vasco da Gama derrotou o Sporting da Cruz por 3 a 1 no Estádio do Bessa e fez uma festa de arromba do Porto até ao centro da Vila.

As primeiras subidas[editar | editar código-fonte]

A década de 1960 iniciou-se sob o signo das mudanças e no começo da temporada 1961/62 o clube passou a utilizar a atual designação de Futebol Clube de Paços de Ferreira. Foram questões de ordem estatutária a motivar esta mudança, que coincidiu também com a troca do seu equipamento amarelo para um idêntico ao utilizado pelo FC Porto. O primeiro título conquistado pelo clube surgiu na temporada de 1967/68, quando a equipa confirmou a aposta da direção de então e alcançou o título da II Divisão Regional da AF Porto. Uma forma de terminar em beleza a década e de lançar as raízes do crescimento verificado na década seguinte.

A festa voltou a Paços de Ferreira em 17 de junho de 1973, quando o clube comemorou a subida à III Divisão nacional, após uma clara vitória no campo da Cavada por 3 a 0 ante o Perosinho. Um ano após este feito, o Paços voltou a encher o ego dos seus adeptos, ao alcançar o título nacional da III Divisão. Foi a 14 de julho de 1974, quando os pacenses invadiram o Estádio Municipal de Leiria e deram o impulso decisivo para a vitória de 2 a 1 sobre o Estrela de Portalegre. O herói do encontro foi Mascarenhas, que marcou o golo da vitória no minuto final do prolongamento. O clube lançava assim as suas raízes no futebol nacional e mostrava-se disposto a alcançar patamares mais elevados, fruto do bairrismo e paixão pelo futebol que é inata aos adeptos de Paços de Ferreira.

A onda de crescimento verificada no clube levou a que em outubro de 1973 tenha sido inaugurado o Estádio da Mata Real, palco onde ainda hoje os pacenses mostram a sua raça. A euforia das subidas seria, no entanto, resfriada nos dezasseis anos seguintes, onde apesar de várias vezes ter estado à beira de ingressar na I Divisão, acabou sempre por baquear ingloriamente nos momentos decisivos. De permeio, a 15 de março de 1981, os sócios decidiram mudar as cores oficiais do equipamento que o clube utilizava, que passaram a ser as do concelho, o amarelo e o verde.

Chegada ao convívio dos Grandes[editar | editar código-fonte]

O sonho da subida acabou por se tornar realidade no final da época 1990/91, quando de forma surpreendente o F. C. Paços de Ferreira se tornou no primeiro Campeão do estreante campeonato nacional da Divisão de Honra. Uma equipa "formiguinha" conseguiu amealhar os pontos necessários para esta vitória surpresa e tornou-se mítica aos olhos dos adeptos, sedentos de marcar presença nos palcos principais do futebol português. E foi com orgulho que durante três temporadas os pacenses jogaram de igual-para-igual com os «grandes» Benfica, F.C.Porto e Sporting. Essa alegria terminou em 1993/94 quando, pela primeira vez em 44 anos de história, o clube conheceu o sabor amargo da descida de divisão. Foi o momento menos positivo de uma história recheada de sucessos. Um facto que resfriou os ânimos, mas que não foi suficiente para apagar a chama da esperança dos corações verde-amarelos.

Prova disso, foi o percurso realizado pela equipa na temporada 1999/2000, em que protagonizou uma recuperação notável no campeonato da II Liga e alcançou com drama e glória o título nacional na última jornada da prova. Uma alegria extravagante acompanhou a equipa no decisivo encontro de Chaves e, mais uma vez, os adeptos ajudaram a equipa a fazer história.

Em 2000/2001, de novo do escalão máximo do futebol, o F. C. Paços de Ferreira fez um excelente campeonato e, justamente, afirmou-se como a equipa-sensação da competição, onde conseguiu vencer os três «grandes». Uma prestação que se repetiu nas duas épocas seguintes, onde conseguiu sempre melhorar os lugares alcançados na então denominada SuperLiga.

Em 2002/2003 o Clube alcançou um honroso 6º lugar no campeonato e duplicou esse feito inédito, ao atingir as meias-finais da Taça de Portugal, ficando apenas arredado da final por ter perdido por 1-0 na Marinha Grande, frente à União de Leiria.

Despromovido à Liga de Honra no final da época 2003/2004, o Clube soube contornar esse momento menos feliz da sua história e rapidamente preparou o regresso ao campeonato principal do futebol português. Em 2004/2005 o FC Paços de Ferreira realizou uma notável campanha na Liga de Honra, que lhe garantiu a inédita subida a cinco jornadas do final da prova. O golo de Júnior Bahia, no Estádio do Leixões garantiu o triunfo e a festa da subida que se estendeu até ao regresso à Mata Real.

Excertos do Livro «F. C. Paços de Ferreira – 1950/2000 / Cinquenta anos de história» in www.fcpf.pt.

Paços, equipa Europeia[editar | editar código-fonte]

A época 2006/2007 marca um dos pontos mais altos dos mais de 50 anos de história da equipa pacense. Com o orçamento mais baixo da Liga, os auri-verdes conseguem realizar uma campanha surpreendente, sendo mesmo considerados uma das "equipas-sensação" da prova. Demonstrando um espírito guerreiro dentro de campo, os castores conseguem feitos notáveis, como a vitória em Alvalade por 1-0, e a realização de um campeonato apenas com uma derrota caseira, frente ao Belenenses, após mais de um ano sem uma vitória dos visitantes na Mata Real. O Paços foi mesmo, a par do Chelsea de Mourinho, a equipa da Europa que há mais tempo não perdia em casa. Como corolário desta campanha, os auri-verdes conseguem um histórico 6º lugar final, que lhes dá direito a uma participação na Taça UEFA, primeira experiência europeia do "Paços". Este feito histórico ficou selado na última jornada, a 20 de Maio de 2007 (por sinal, dia do aniversário da cidade) no Estádio Municipal de Aveiro, com um golo de Cristiano, que garantiu o empate a uma bola frente ao Beira Mar, e que levou milhares de pacenses a receber os jogadores em festa, no centro da cidade, numa festa que se prolongou pela madrugada.

No dia 20 de Setembro de 2007, o Paços fez a sua estreia europeia, quando, pelas 21h, subiu ao relvado do Estádio do Bessa, casa emprestada dos pacenses, devido à impossibilidade de o jogo se disputar na Mata Real, para defrontar os holandeses do AZ Alkmaar, em jogo a contar para a primeira ronda da Taça UEFA. Apoiados por perto de 10 000 adeptos, os pacenses dominaram o jogo, estando por várias vezes perto de se adiantar no marcador mas, contra a corrente do jogo, aos 89 minutos, Pocognoli estragou o sonho dos pacenses com um golo na sequência de um pontapé de canto. A segunda mão disputou-se a 4 de Outubro na cidade holandesa de Alkmaar. Apoiados por alguns pacenses que se deslocaram àquela cidade holandesa, os castores tentaram dar a volta ao resultado da 1ª mão, mas sem sucesso. O jogo acabou por terminar empatado a zero bolas, ditando assim o afastamento do Paços de Ferreira das competições europeias. No entanto, a experiência foi positiva para o Paços, pois esta pequena equipa da pequena cidade de Paços de Ferreira, com o orçamento mais baixo da Liga, conseguiu lutar de igual para igual com o "gigante" holandês, deixando transparecer uma excelente imagem de Paços de Ferreira e de Portugal na Europa.

Porém, a época de estreia nas competições europeias ficou marcada por muitas mudanças na casa pacense, nomeadamente ao nível do plantel. A coesão da equipa ressentiu-se, e o Paços fez uma época sofrível onde, passada a euforia da UEFA, esteve irreconhecível em casa e acabou por se achar, na última jornada, a discutir a manutenção com o Leixões. O Paços jogava no terreno da já despromovida União de Leiria, e tinha de ganhar, e esperar que os leixonenses perdessem em casa contra o Marítimo. Uma onda amarela invadiu o Estádio Dr. Magalhães Pessoa, e até o Leixões ajudou, ao perder em casa contra os madeirenses. Porém, quando já se preparava a festa pacense, os leirienses marcaram, ao minuto 90, e atiraram o Paços para os lugares de despromoção. Porém, devido à penalização aplicada por coacção ao Boavista, no âmbito do Caso Apito Dourado, o Paços acabou por manter-se no principal escalão do futebol português.

«Nós vamos ao Jamor»[editar | editar código-fonte]

A época de 2008/2009 começou, mais uma vez, com várias mudanças na Mata Real. Depois da indefinição provocada pelo arrastamento do Apito Final, os pacenses construíram um plantel para disputar a divisão maior do futebol português. José Mota saiu para o Leixões, pondo fim a 21 anos de ligação quase ininterrupta ao clube. O novo treinador, Paulo Sérgio, apresentou-se com o objectivo de sempre: fazer uma época digna, e assegurar a manutenção na Liga Sagres. A época não começou da melhor maneira, com o clube a ver-se atirado prematuramente para os lugares de despromoção. Porém, ao longo da temporada, a situação foi-se invertendo, e o Paços conseguiu consolidar, com maior ou menor estabilidade, a sua posição na tabela classificativa. Paralelamente, na Taça de Portugal, o Paços defrontou primeiro o satélite Rebordosa, passando à 4ª Eliminatória, onde defrontou o tomba-gigantes Arouca (já havia eliminado o Marítimo), jogo decidido a favor do Paços com recurso às grandes-penalidades. De facto, quando o Paços teve que ir aos penalties em Arouca, ninguém acreditava na caminhada vitoriosa que se avizinhava. Mas ela aconteceu: o Paços já estava nos oitavos-de-final, tendo brindado os vizinhos do FC Vizela com uma goleada por 4-1 na Mata Real. Nos quartos, nova vitória, contra a Naval 1º de Maio, num jogo épico, disputado com pouco público (a Federação marcou a partida para uma quarta-feira à tarde!) com o relvado da Mata Real quase impraticável, devido ao verdadeiro dilúvio que se abatera sobre a cidade. O Paços não vacilou, e venceu os navalistas por 5-3, num jogo impróprio para cardíacos. O Paços estava nas meias-finais e os adeptos, cautelosamente, aguardavam pela concretização de um sonho: faltavam dois jogos para a grande final. No primeiro, numa noite fria, os auri-verdes comprometeram, em casa, ao empatar 2-2 com o Nacional da Madeira. A esperança mantinha-se, mas agora era quase imperioso ganhar na Choupana. E assim fizeram: numa partida memorável, e quando já se adivinhava o prolongamento, os pacenses asseguraram a passagem à grande final do Jamor, com um golo de Pedrinha aos 90 minutos. Os pacenses só acordaram do sonho no grande dia: a 31 de Maio de 2009, 12 000 adeptos viajaram de Paços de Ferreira até ao Estádio Nacional do Jamor, pintando o seu sector de amarelo e verde. O adversário era o «gigante» FC Porto, mas o Paços agigantou-se e lutou de igual para igual dentro de campo mas acabou por ser derrotado por 1-0, num golo solitário de Lisandro López. Os pacenses regressaram tristes, mas com sentido de dever cumprido: havia sido escrita a mais bonita e dourada página da história deste humilde clube, que assegurara também a presença na Supertaça Cândido de Oliveira em Aveiro, e na Liga Europa, onde defrontaria os moldavos do Zimbru Chisinau na primeira pré-eliminatória.

Taça da Liga[editar | editar código-fonte]

A época de 2010/2011 começou, mais uma vez, com várias mudanças na Mata Real. Chegou um novo treinador Rui Vitoria, que colocou a equipa novamente ao ritmo das vitorias, uma vitoria por 1-0 contra o Sporting Clube de Portugal, na primeira volta do campeonato, colocou a equipa com grande moral que consegui com um plantel jovem e de baixo custo fazer face a planteis de elevado poder económico, acabando por ficar colocada em 7º lugar na classificação final, sendo esta a sua segunda melhor classificação de sempre pelo meio fica o registo de ter sido a única equipa a ter conseguido pontuar para o campeonato no Estádio do Dragão frente ao Futebol Clube do Porto com um empate a 3 golos. Na Taça da Liga, o Paços viria a chegar a final disputada em Coimbra, depois de bater o Leixões por 2-3 no acumulado das duas mãos, consegui o apuramento para a 2ª Fase de grupos, onde venceu todos os encontros ficando o registo da vitoria em Braga que colocava praticamente o Paços nas Meias Finais, o que acabou por se verificar na Mata Real frente ao Vitoria de Guimarães, mais um meia-final e mais uma vez o CD Nacional pela frente, jogo no Estádio da Madeira no dia 3 de Março, a acabar com o resultado de 3-4, que confirmava a presença do clube na sua 3ª final da historia, e que coloca o Paços como finalista de todas as provas nacionais ou seja finalista da Taça de Portugal, finalista da Taça da Liga e finalista da Supertaça Cândido de Oliveira. Porém mais uma vez o clube da Capital do Móvel acabou por não ser feliz perdendo a sua terceira final no dia 23 de Abril no Estádio Cidade de Coimbra, a equipa dos castores enfrentou na final da Taça da Liga o Sport Lisboa e Benfica, mas apesar de uma boa exibição a equipa não consegui a vitoria terminando com um resultado de 2-1 a favor do Benfica.

Apuramento para a Liga dos Campeões[editar | editar código-fonte]

A época de 2012/2013 foi uma época que para sempre irá ficar marcada na memória da família pacense. A equipa liderada pelo treinador Paulo Fonseca I Liga classificou-se em 3º lugar, conseguindo o respectivo apuramento para o Play-off da Liga dos Campeões da UEFA, sendo o 6º clube português a conseguir-lo. Foi relegado para a fase de grupos da Liga Europa da UEFA após perder a eliminatória com o Zenit St. Petersburg, equipa recheada de estrelas onde figuravam vários internacionais russos (como Alexander Kerjakov ou Andrey Arshavin), portugueses (como Neto, Danny ou Bruno Alves) ou Hulk.

Últimas Temporadas[editar | editar código-fonte]

Temporada Liga Taça Taça da Liga Competições europeias Notas
Div. Pos. J V E D GM GS Pts Resultado Resultado Competição Resultado
2001–02 34 12 10 12 41 44 46 16avos n/a -
2002–03 34 12 9 13 40 47 45 MF n/a -
2003–04 17º 34 8 4 22 27 53 28 32avos n/a [A]
2004–05 34 20 9 5 61 43 69 64avos n/a [B]
2005–06 11º 34 11 9 14 38 49 42 64avos n/a -
2006–07 30 10 12 8 31 36 42 64avos n/a -
2007–08 15º 30 6 7 17 31 49 25 16avos 3ª Ronda UEFA Cup 1ª Ronda [C]
2008–09 10º 30 9 7 14 37 42 34 Finalista 3ª Ronda -
2009–10 10º 30 8 11 11 32 37 35 QF 2ª Ronda UEFA Europa League 3ª Ronda -
2010–11 30 10 11 9 35 42 41 32avos Finalista -
2011–12 10º 30 8 7 15 35 53 31 32avos 3ª Ronda -
2012–13 30 14 12 4 42 29 54 MF 3ª Ronda [D]
2013–14 ?? 0 0 0 0 0 0 0 ? ? UEFA Champions League/UEFA Europa League Play-Off/Fase de Grupos -
A.  Despromovido.
B.  Promovido.
C.  Não despromovido (escândalo com oBoavista F.C.).
D.  Melhor classificação.

Paços nas Competições Europeias[editar | editar código-fonte]

Época Competição Fase Adversário Casa Fora Agregado
2007–08 Taça UEFA Primeira Ronda Países Baixos AZ 0–1 0–0 0–1
2009–10 UEFA Europa League Segunda Ronda de Qualificação Moldávia Zimbru Chişinău 1–0 0–0 1–0
Terceira Ronda de Qualificação Israel Bnei Yehuda 0–1 0–1 0–2
2013–14 UEFA Champions League Play-off Rússia Zenit St. Petersburg 1–4 2–4 3–8
UEFA Europa League Fase de Grupos Itália Fiorentina 0-0 0-3
Ucrânia Dnipro 0-2 0-2
Roménia Pandurii 1-1 0-0

Equipamento[editar | editar código-fonte]

O Paços já equipou de diversas maneiras. O equipamento actual, amarelo e verde, é utilizado desde a época 1981/82, quando, numa das Assembleias Gerais mais participadas e polémicas da história do clube, se votaram as cores do novo traje pacense. De entre duas propostas, saiu vencedora a de Carlos Rodrigues: equipamento principal constituído por camisola amarela e calções verdes, em homenagem às cores da então vila de Paços de Ferreira, e equipamento alternativo constituído por camisola branca e calções pretos, tal como o primitivo equipamento do SC Pacense, colectividade dos anos 1930 que daria origem ao FC Paços de Ferreira. Após a segunda subida à 1ª Liga, os calções verdes foram abandonados, passando o equipamento a ser predominantemente amarelo. O primeiro equipamento do "Paços", envergado entre 1950/51 e 1962/63, era igual ao do primitivo GD Vasco da Gama, que deu origem ao clube: camisola amarela e calções azuis. Os equipamentos alternativos eram oferecidos pelo Boavista FC: camizola axadrezada preta e branca e calções brancos. Entre 1963/64 e 1980/81, o "Paços" equipou com camisola às riscas verticais azuis e brancas, e calções azuis, devido à filiação que uniu, em tempos, o clube ao FC Porto.

Estádio[editar | editar código-fonte]

A equipa utiliza para jogos oficiais o Estádio da Mata Real, com 5 172 lugares sentados, localizado no lugar de Ponte Real, próximo do centro da cidade. Tem como medidas 105 por 64 m. Em 2013, por razões comerciais, o estádio passou-se a designar Estádio da Capital do Móvel.

Claques[editar | editar código-fonte]

A Claque "Yellow Boys" foi fundada em 1996, regressando depois em 2001 e voltando à terceira tentativa em Abril 2006 e até ao momento sempre presentes, fora e em casa, no apoio ao clube da Capital do Móvel. É actualmente o núcleo duro de apoiantes do Futebol Clube de Paços de Ferreira. Anteriormente, haviam já existido duas claques, entretanto extintas, a "Febre Amarela" e a "Yellow Mania"

Plantel actual[editar | editar código-fonte]

O plantel da época 2012/2013 consultado a 6 de Setembro de 2012:[1]

Plantel 2013/14[editar | editar código-fonte]

A 21 de Julho de 2013.

Posição Jogador
1 Argentina G Matías Degra
2 Portugal D Tiago Valente
3 Brasil D Flávio Boaventura
4 Portugal M Romeu
5 Brasil D Rafael Amorim
8 Portugal M André Leão
9 Burundi A Johane
10 Portugal M Rui Miguel
13 Brasil D Jaílson
17 Portugal D Nuno Santos
18 França A Buval
19 Cabo Verde D Ricardo
20 Portugal M Sérgio Oliveira
21 Portugal A Duarte
Posição Jogador
22 Portugal D Hélder Lopes
24 Portugal G Paulo Freitas
26 Brasil D Fernando
27 Brasil M Rodrigo Antônio
28 Venezuela A Del Valle (on loan from Rio Ave)
29 Portugal M Minhoca
30 Gana A Barnes
33 Portugal A Bebé (on loan from Manchester United)
45 Portugal G António Filipe
80 Portugal D Tony
81 Portugal M Manuel José
83 Brasil A Carlão
88 Costa do Marfim M Seri
96 Portugal M Filipe Anunciação

Camadas Jovens[editar | editar código-fonte]

Paços de Ferreira sempre foi uma terra de desportistas. O Paços foi uma peça fundamental para o desenvolvimento do desporto neste pequeno mas populoso concelho. As várias camadas jovens são uma tradição do Paços, tendo já amealhado vários títulos, motivo de orgulho para todos os pacenses. As melhores equipas do Paços eram formadas por gente da terra, cujo amor à camisola sempre foi ímpar. Por isso, e apesar de, hoje em dia, os atletas da terra serem muitas vezes preteridos, as camadas jovens são um dos pilares do Paços.

Fazem este ano parte do plantel alguns atletas formados no clube:

Outros pacenses, agora em outros clubes:

Títulos[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]