Santos Futebol Clube

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Santos
Santos logo.svg
Nome Santos Futebol Clube
Alcunhas Peixe
Alvinegro Praiano
Alvinegro da Vila
SeleSantos
Santástico
Leão do Mar
Torcedor/Adepto Santista
Mascote Baleia
Fundação 14 de abril de 1912 (103 anos)
Estádio Vila Belmiro
Capacidade 16.798 Lugares [1]
Localização Brasao Santos SaoPaulo Brasil.svg Santos, São Paulo SP, Brasil Brasil
Mando de jogo em Vila Belmiro
Pacaembu
Presidente Brasil Modesto Roma Júnior
Treinador Brasil Marcelo Fernandes
Patrocinador Flag of the United Nations.svg Unicef
Brasil Corr Plastik
Brasil Brahma
Brasil Netshoes
Material esportivo Estados Unidos Nike
Competição São Paulo Campeonato Paulista
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Sul-Americana
São Paulo A1 2015
Brasil CB 2015
Brasil A 2015
Flags of the Union of South American Nations.gif CL 2015
Flags of the Union of South American Nations.gif SA 2015
Campeão
Em andamento
Em maio
Não disputa
Indefinido
Ranking nacional Aumento 5º lugar, 13.530 pontos[2]
Website santosfc.com.br
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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Santos Futebol Clube, mais conhecido como Santos, é um clube poliesportivo brasileiro, com sede na cidade de Santos. Fundado em 14 de abril de 1912, tornou-se no futebol, um dos clubes mais populares do Brasil e reconhecidos no mundo.[3] [4] O Santos ficou famoso na década de 60, pelos vários títulos internacionais e nacionais conquistados, e por ter revelado Pelé, considerado o melhor jogador do século pela FIFA, e também o maior artilheiro da história do Santos e da Seleção Brasileira.[5] [6]

Suas cores são o branco e o preto e o seu uniforme mais tradicional é todo branco. Manda as suas partidas em seu estádio, a Vila Belmiro, mas costuma também mandar jogos no Pacaembu. Seus maiores rivais no futebol são o Corinthians, o Palmeiras e o São Paulo.

Ao longo de sua história, o Santos conquistou inúmeros títulos internacionais, com destaque para as Copas Intercontinentais de 1962 e 1963, as Copas Libertadores de 1962, 1963 e 2011 (recordista brasileiro ao lado do São Paulo), a Copa Conmebol de 1998, a Supercopa dos Campeões Intercontinentais de 1968, a Supercopa Sul-Americana de 1968 e a Recopa Sul-Americana de 2012. No cenário nacional, é o maior campeão do Campeonato Brasileiro (ao lado do Palmeiras), com 8 títulos, somando cinco Taças Brasil, conquistadas consecutivamente de 1961 a 1965, o Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1968 e os Campeonatos Brasileiros de 2002 e 2004,[7] ainda no âmbito nacional, o clube possuí uma Copa do Brasil vencida em 2010, totalizando nove conquistas nacionais. Outros títulos importantes, são cinco Torneios Rio-São Paulo e 21 Campeonatos Paulistas.

O Santos foi eleito pela FIFA em 2000, o quinto maior clube de futebol do Século XX, sendo o melhor clube das Américas na lista,[8] o Santos também, é um dos seis clubes do país, que nunca foram rebaixados para a segunda divisão,[9] além de ser o clube brasileiro que mais enfrentou estrangeiros na história.[10] É também o único clube brasileiro a ser campeão estadual, brasileiro, da Libertadores e intercontinental no mesmo ano, em 1962. Outro feito do clube, é ser o que mais marcou gols na história do futebol mundial,[11] tendo sido o primeiro a alcançar a marca de 12 mil gols.[12]

História[editar | editar código-fonte]

Sizino Patusca, o primeiro presidente do Santos.

O Santos Futebol Clube foi fundado no dia 14 de abril de 1912, por iniciativa de três esportistas da cidade, Francisco Raymundo Marques, Mário Ferraz de Campos e Argemiro de Souza Júnior, que convocaram uma assembleia na sede do Clube Concórdia, para a criação de um time de futebol. Durante a reunião, surgiu a dúvida quanto ao nome que seria dado a essa agremiação. Várias sugestões apareceram como, Brasil Atlético, Euterpe e Concórdia, mas os participantes da reunião decidiram por unanimidade, a proposta de Edmundo Jorge de Araújo: a denominação Santos Foot-Ball Club.[13]

A primeira diretoria foi composta por:

  • Presidente – Sizino Patusca
  • Vice-presidente – George Cox
  • Secretários – José Martins e Raul Dantas
  • Tesoureiros – Leonel Silva e Dario Frota
  • Diretores – Augusto Bulle, João Carlos de Mello, Henrique Cross, Francisco Raymundo Marques, Cícero da Silva e Jomas de Pacheco.

As cores iniciais do Santos FC, eram o branco, o azul e o dourado, mas como era difícil na época a confecção de um uniforme nessas cores, ficou decidido no dia 31 de março de 1913, que o clube passaria a ser alvinegro.[14] A primeira apresentação do time, considerada como jogo-treino, ocorreu no dia 23 de junho de 1912, no campo da Vila Macuco, contra um combinado local chamado Thereza Team, o confronto foi vencido pelo Santos pelo placar de 2 a 1, com gols de Anacleto Ferramenta e Geraule Ribeiro. O time entrou em campo com a seguinte formação: Julien Fauvel (goleiro francês); Simon e Ari; Bandeira, Ambrósio e Oscar; Bulle, Geraule, Esteves, Fontes e Anacleto Ferramenta.[15] O primeiro jogo tido como oficial aconteceu apenas em 15 de setembro de 1912, o Santos FC venceu o Santos Athletic Club (time formado por ingleses) por 3 a 2, no campo da Avenida Ana Costa, local onde hoje se encontra a Igreja Coração de Maria, em Santos. O primeiro gol do confronto foi marcado por Arnaldo Silveira, o tento é considerado o primeiro da história do clube,[16] os outros dois gols foram anotados pelo próprio Arnaldo e por Adolpho Millon Júnior.

Equipe do Santos em 1913.

No início de 1913, o Santos recebeu um convite da Liga Paulista de Futebol para disputar o campeonato estadual daquele ano, esta foi a primeira competição oficial disputada pelo clube. A estreia aconteceu no dia 1º de junho, diante do Germânia, ainda sem experiência, o time santista foi derrotado por 8 a 1. Devido ao alto custo das viagens na época, o Santos desistiu do campeonato, a única vitória do time, foi contra o rival Corinthians (que também estava estreando), pelo placar de 6 a 3.[17] Após desistir de disputar a competição estadual, o Santos conquistaria o seu primeiro título na história, o de Campeão Santista de 1913, de maneira invicta.[18]

Em 1915, o Santos voltou a disputar o Campeonato Santista, conseguindo o segundo título embora tenha usado o nome de União FC devido a APEA, liga a qual permaneceu afiliado, não o ter permitido participar com o nome oficial.[19] Em 1916, o Alvinegro retornaria a disputa do Campeonato Paulista, a competição estadual desse ano, ficou marcada na história do clube, pois foi nela, que aconteceu a inauguração do estádio da Vila Belmiro.[20]

O Santos foi vice-campeão nas edições do Campeonato Paulista de 1927, 1928 e 1929, sempre tendo como destaque a linha de ataque que tinha Araken Patusca e Feitiço, grandes futebolistas da época. Em 1927, o Santos atingiu a marca de 100 gols no campeonato estadual.[21]

O primeiro título paulista veio em 1935, após o Santos vencer por 2 a 0, a equipe do Corinthians em pleno Parque São Jorge. A escalação santista para a partida foi: Cyro, Neves e Agostinho; Ferreira, Marteletti e Jango; Saci, Mário Pereira, Raul Cabral Guedes, Araken Patusca e Junqueirinha. Raul Cabral Guedes e Araken Patusca foram os autores dos gols da partida.[22]

Time do Santos campeão paulista de 1955.

Após 20 anos do primeiro título paulista, o Santos voltou a ser campeão, e conquistou o seu segundo campeonato estadual em 1955. O jogo do título foi contra o Taubaté, vitória santista por 2 a 1, sob o comando do vitorioso técnico Luís Alonso Pérez, o Lula. O atacante santista Emmanuele Del Vecchio, terminou como artilheiro da competição com 23 gols.[23]

Pelé, o maior ídolo da história do Santos.

No ano seguinte chegaria ao clube, trazido pelas mãos de Waldemar de Brito, o menino Pelé de 15 anos, que mais tarde se tornaria o maior ídolo da história do clube.[24] O primeiro título oficial de Pelé no Santos, aconteceu em 1958, quando o clube conquistou o seu quarto Campeonato Paulista, ali começava a história do camisa 10 pelo clube praiano. Ao lado de Pepe, Coutinho e Dorval, Pelé formou um ataque poderoso no Santos, com destaque para as duas conquistas da Copa Intercontinental e da Copa Libertadores da América, vencidas nos anos de 1962 e 1963 e também das cinco Taças Brasil, conquistadas consecutivamente de 1961 a 1965. A década de 1960 é considerada a mais vitoriosa do Santos, ao todo foram 23 títulos oficiais conquistados nessa época.[25]

Após Pelé sair do Santos em 1974, para jogar no New York Cosmos dos Estados Unidos,[26] o Santos formaria em 1978, um time que era chamado de "Meninos da Vila", devido a juventude dos atletas da equipe. Os destaques desse time, eram Juary, Pita, Aílton Lira e João Paulo que se sagrariam campeões paulista de 1978.[27]

O Santos chegaria a final do Campeonato Brasileiro de 1983, mas seria superado pelo Flamengo de Zico. Um ano depois, em 1984, o Santos seria campeão paulista, tendo o artilheiro Serginho Chulapa como destaque.[28] O Santos voltaria a fazer boas campanhas apenas em 1995, quando chegou na decisão do Campeonato Brasileiro daquele ano, porem em uma final muito polêmica com o Botafogo, o time de Giovanni e cia foi superado, e ficou com o vice brasileiro.[29] Dois anos depois, em 1997, o Alvinegro conquistaria o seu quinto Torneio Rio-São Paulo.[30] No ano seguinte, em 1998, veio a conquista internacional da Copa Conmebol.[31]

Robinho, campeão brasileiro em 2002 e 2004 pelo clube.

Em 2002, ano em que o clube completou 90 anos, o Santos conquistaria o Campeonato Brasileiro, seu sétimo título nacional. O time campeão, foi basicamente formado por jogadores revelados pelo clube, os destaques eram a dupla Diego e Robinho, e o técnico responsável pelo título foi Emerson Leão.[32] No ano seguinte, com a base mantida, o Peixe chegou aos vice-campeonatos da Libertadores e do Campeonato Brasileiro.

Neymar antes da final da Libertadores de 2011.

Ainda com os ídolos Robinho, Elano e Léo, e tendo no banco, o experiente técnico Vanderlei Luxemburgo, o Santos voltaria a ser campeão brasileiro em 2004, no sistema de pontos corridos.[33]

Nos anos de 2006 e 2007, veio o bicampeonato paulista. O primeiro foi levantado na Vila Belmiro, com a vitória de 2 a 0 contra a Portuguesa.[34] No ano seguinte, a taça foi erguida após decisão de 180 minutos contra o São Caetano. As duas partidas ocorreram no Morumbi, no primeiro jogo, 2 a 0 para os adversários, no segundo, o Alvinegro devolveu o placar e ficou com o título por ter tido melhor campanha na competição.[35]

Em 2009, começou aparecer a geração comandada por Neymar e Ganso. Naquela temporada, o time ficou com o vice-campeonato paulista. Já em 2010, com o retorno do Robinho, o time conquistou o Campeonato Paulista e a primeira Copa do Brasil do clube.[36]

Depois de 48 anos, o Santos voltaria a ser campeão da Libertadores em 2011, após superar o Penãrol do Uruguai na final, coroando assim, a geração talentosa do clube.[37] Antes dessa conquista, o Santos ainda seria Campeão Paulista.[38] Com a conquista da América, o Santos se credenciou a disputar o Mundial de Clubes no Japão, contudo o time não conseguiu segurar a grande equipe do Barcelona na final e ficou com o vice.[39] Em 2012, o Santos venceria o seu vigésimo Campeonato Paulista, e conquistaria a sua primeira Recopa Sul-Americana.[40] Depois de dois vices em 2013 e 2014, o Alvinegro chegaria em mais uma final no estadual, a sétima consecutiva, e conquistaria o Campeonato Paulista de 2015, após superar o Palmeiras nos pênaltis.[41]

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Estádio da Vila Belmiro[editar | editar código-fonte]

Inauguração do estádio, em 1916.

Antes do estádio do Santos ser construído, o clube fazia jogos oficiais onde hoje está localizada a Igreja Coração de Maria, na Avenida Ana Costa. Os treinos eram feitos em um campo distinto, localizado no Bairro do Macuco.[42] Em 1915 os dirigentes passaram a procurar terrenos na cidade. Em 31 de maio de 1916, uma assembleia geral aprovou a compra de uma área de 16.650 metros quadrados, no bairro da Vila Belmiro, aprovado pelo presidente do clube, Agnello Cícero de Oliveira. A compra do terreno foi feita em 16 de junho de 1916.[43]

A construção do Estádio Urbano Caldeira, a Vila Belmiro, foi concluída em 1916 e sua inauguração ocorreu em 12 de outubro do mesmo ano, mas a primeira partida foi realizada somente 10 dias depois, em 22 de outubro de 1916, válido pelo Campeonato Paulista. A partida de estreia foi entre Santos e Ypiranga, onde o Santos venceu por 2 a 1, cujo o primeiro gol da partida e da história do estádio foi feito por Adolpho Millon Júnior, da equipe santista.[44]

O estádio no dia da inauguração do seu primeiro sistema de iluminação, em 1931.

O primeiro sistema de iluminação foi estreado em 21 de março de 1931, às oito horas da noite, num jogo amistoso entre o Santos FC e uma seleção de futebol que a cidade de Santos possuía na época. O amistoso terminou empatado em 1 a 1, com gol de Manoel Cruz para a Seleção Santista e Camarão para o Santos FC.[45]

Em 1933, com a morte de Urbano Caldeira, que tinha sido jogador, treinador e dirigente do clube, o estádio foi batizado oficialmente de Estádio Urbano Caldeira em sua homenagem.[46]

O recorde de público no estádio foi no dia 20 de setembro de 1964, num clássico contra o Corinthians, 32.986 pessoas estavam presentes para ver o jogo. Entretanto, esse dia quase foi trágico, cerca de 10 minutos depois do apito inicial do juiz, uma das arquibancadas do estádio cai e fere 181 pessoas.[47] O jogo foi interrompido para atendimento das vítimas, e foi remarcado para 10 dias depois no Estádio do Pacaembu, onde terminou empatado em 1 a 1.

Vista interna do Estádio da Vila Belmiro.

Logo após o término do Campeonato Paulista de 1996, a diretoria do clube decidiu que o gramado da Vila Belmiro, passasse por uma ampla reforma. Um moderno sistema de drenagem e irrigação controlado por computador foi instalado, o que proporcionou perfeitas condições de jogo com qualquer tempo.[48] A inauguração aconteceu no dia 27 de março de 1997, quando o Santos venceu o Internacional, em jogo válido pela Copa do Brasil. Simultaneamente à reforma do gramado, foi construído o complemento do anel da arquibancada atrás do gol de fundo do estádio, que aumentou a capacidade em 4.000 lugares.[49] Atualmente, a capacidade oficial do estádio é de 16.798 lugares.[50]

No dia 27 de janeiro de 1999, o Santos deu mais um passo para oferecer um estádio mais moderno aos seus torcedores. Neste dia, momentos antes de um clássico contra o Palmeiras, foi inaugurado o novo sistema de iluminação, tornando o estádio uma das praças de esportes mais bem iluminadas do Brasil.[51]

Na Copa do Mundo de 2014, o estádio recebeu a surpresa da Copa, a Costa Rica, que treinou e fez toda a sua preparação na Vila Belmiro.[52] Os Ticos (como são chamados os costarriquenhos), fizeram a sua melhor campanha na história, chegando até as Quartas de final, quando foram eliminados pela Holanda nos pênaltis.

Memorial das Conquistas[editar | editar código-fonte]

Memorial das Conquistas

Em 17 de novembro de 2003, 1 dia após completar 40 anos da conquista intercontinental de 1963, foi inaugurado no estádio, o Memorial das Conquistas. Este espaço, contem os troféus conquistados pelo Santos em toda sua história, que dentre os mais destacados no memorial, estão as 9 taças conquistadas em competições internacionais de caráter oficial pelo clube, além de contar com fotos, vídeos, ingressos, revistas, livros, flâmulas de times adversários que o Santos enfrentou e também algumas recordações enviadas por clubes do exterior ou de astros do esporte, como a camisa do maior pontuador da NBA, Kareem Abdul-Jabbar, que conheceu a estrutura do clube em 2012.[53] A visita ao museu, inclui também, os vestiários dos jogadores, sala de imprensa e a entrada no campo.

No Memorial existe alguns espaços únicos, como de Pelé e Neymar, onde há um acervo pessoal dos dois ídolos santistas. O museu também dispõe de vários equipamentos multimídia, como aparelhos de TV, que permitem a visualização de jogos históricos.[54]

Centros de Treinamento[editar | editar código-fonte]

CT Rei Pelé[editar | editar código-fonte]

O Centro de Treinamento Rei Pelé, foi inaugurado em 1º de outubro de 2005, com a finalidade de oferecer toda a estrutura necessária, para que os atletas e a comissão técnica possam realizar o trabalho físico.[55] Localizado no bairro de Jabaquara em Santos, o CT é considerado um dos melhores do Brasil.[56] A ideia de construir um campo próprio para treinos do clube surgiu em meados da década de 90, na primeira gestão de Marcelo Teixeira na presidência do Santos. Em 1992, o clube havia conseguido tomar posse de um terreno localizado perto da Santa Casa de Santos. Depois disso, iniciou-se a construção do que seria o primeiro centro de treinamentos do time Alvinegro. O nome do local é uma clara homenagem ao maior ídolo santista: Pelé.

Com cerca de 40 mil metros quadrados, o CT conta com três campos de futebol, um hotel de 28 quartos, um amplo restaurante, sala de jogos, cozinha, recepção e auditório para utilização em preleções e reuniões dos atletas. Devido a sua notoriedade em modernidades e estrutura, o CT também é sede de amistosos e jogos oficiais dos times amadores, campeonatos de categorias de base e campeonatos juvenis do clube.

O CT Rei Pelé foi o local de treinamento do México, durante a Copa do Mundo de 2014.[57]

CEPRAF

No complexo do Centro de Treinamento Rei Pelé, também está localizado o CEPRAF (Centro de Excelência em Prevenção e Recuperação de Atletas de Futebol), para tratar de lesões e recuperações dos atletas do clube.[58]

CT Meninos da Vila[editar | editar código-fonte]

O Santos Futebol Clube sempre teve como um dos pilares de sua trajetória o trabalho desenvolvido nas categorias de base. Para dar sequência ao processo de revelação de novos talentos, o Alvinegro Praiano construiu o Centro de Treinamento Meninos da Vila. Destinado às categorias de base do clube, o CT foi inaugurado no dia 7 de agosto de 2006.

Localizado na Av. Martins Fontes, n° 1277, no bairro do Saboó em Santos, o espaço homenageia os Meninos da Vila (nomenclatura utilizada para jogadores revelados no time da Vila Belmiro). Possui dois campos, em uma área de 25.500 metros, além de vestiários e setores administrativos, para aperfeiçoar o trabalho desenvolvido no local.

Para personalizar a homenagem feita aos Meninos da Vila, o clube nomeou o Campo 1 de Robinho e o Campo 2 eterniza o meia Diego, que foram grandes ídolos da torcida santista, na conquista do Campeonato Brasileiro de 2002.[59]

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Escudo[editar | editar código-fonte]

Escudo do Santos com as duas estrelas acima.

As cores iniciais do Santos eram o azul, branco e dourado. Essas cores foram adotadas pela agremiação do clube logo no seu primeiro ano de existência, em 1912.[60]

Em 1913, o Santos passa a ser alvinegro, e então, é criado o primeiro escudo. Era composto por um globo terrestre com os paralelos de latitude a partir de uma linha do equador e dos meridianos de longitude, os continentes eram na cor amarela e os oceanos em azul, tendo ao centro do globo, um escudo com nove listras verticais alternadas em preto e branco, com uma bola de futebol no centro, escrito o acrônimo SFBC (Santos Foot-Ball Club), e por cima do escudo, ainda havia uma coroa. Mesmo com toda essa elaboração, o escudo nunca foi utilizado na camisa, apenas na sede social do clube.[60]

Em 1915, o clube adotou o pseudônimo de União FC para poder disputar o Campeonato Santista. Com isso, o clube teve que mudar provisoriamente o escudo, usou um em que era predominante preto, com o nome União FC escrito dentro de uma faixa branca.

O atual escudo, surgiu em 1925, e foi implantado nos uniformes em 1927. As onze listras presentes em preto e branco, simbolizam os jogadores, e as estrelas acima do escudo, foram inseridas em 1968, para representar os dois títulos intercontinentais conquistados em 1962 e 1963.[60]

Em 1942, o Santos chegou a adotar um escudo em que as letras SFC eram escritas em preto, e ficavam entrelaçadas em um fundo branco, porem o escudo foi utilizado somente em 2 anos, voltando em 1944, para o tradicional.

Mascote[editar | editar código-fonte]

Apesar da baleia ser oficial, a orca é representado como mascote.

O mascote oficial do Santos é a baleia. Tudo começou em 1933, na derrota sofrida pelo Santos por 5 a 1, contra o São Paulo da Floresta. Neste jogo, que foi o primeiro da era profissional do Brasil, a torcida adversária começou chamar os jogadores santistas de "peixeiros", de uma forma pejorativa, então a torcida santista respondeu dizendo, "somos peixeiros, e com muita honra". A partir daí, o Santos ganhou a alcunha de "peixe", e a baleia foi adotado como mascote, por ser um animal marinho mais forte, e também pela proximidade da cidade com o mar.[61]

Em 2006, o clube criou a dupla Baleinha e Baleião, que animam a torcida antes do início das partidas e durante os intervalos dos jogos do Santos.[62]

Hino[editar | editar código-fonte]

Há uma grande controvérsia quanto ao hino oficial do Santos Futebol Clube. Nas primeiras décadas de existência, os santistas adotaram como hino do clube uma paródia de uma canção que soldados ingleses entoavam durante a Primeira Guerra Mundial. A situação mudou quando Mangeri Neto e Mangeri Sobrinho resolveram homenagear o Santos, criando a marchinha "Leão do Mar" (Agora quem dá a bola...), quando o clube foi Campeão Paulista de 1955.[63]

Em meio ao sucesso da marchinha "Leão do Mar", Carlos Henrique Paganetto Roma (filho do ex-presidente Modesto Roma), criou em julho de 1957, a música "Sou alvinegro da Vila Belmiro", que se tornaria o hino oficial do Santos. Porém o Conselho Deliberativo do clube só o reconheceu oficialmente em 1996, graças a proposta do conselheiro Júlio Teixeira Nunes.[64]

Bandeira[editar | editar código-fonte]

Na Assembleia Geral realizada no dia 31 de março de 1913, foi criada a primeira bandeira da história do Santos, também sendo definido o branco e o preto como as cores do clube, assim sugerido por Paulo Peluccio, um dos sócios do Santos na época.

Por sugestão de Raymundo Marques, um dos fundadores do Santos, a primeira bandeira tinha uma faixa diagonal da esquerda para a direita com as inicias do clube, em letras brancas.

Anos mais tarde, foi criada uma bandeira triangular, no formato de uma flâmula, que tinha um fundo branco com duas faixas pretas, sendo a horizontal ao centro e a vertical no primeiro terço, com o escudo na confluência das duas faixas.[65]

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes dos jogadores[editar | editar código-fonte]

  • 1º - Camisa branca, calções e meias brancas.
  • 2º - Camisa com listras verticais em preto e branco, calções e meias pretas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme

Uniformes dos goleiros[editar | editar código-fonte]

  • Camisa cinza, mangas pretas, calções e meias cinzas.
  • Camisa preta, mangas amarelas, calções e meias pretas.
  • Camisa laranja, mangas laranjas, calções e meias laranjas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
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Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
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Uniformes de treino[editar | editar código-fonte]

  • Camisa branca, mangas pretas, calções e meias pretas.
  • Camisa preta, calções e meias pretas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Jogadores
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Comissão Técnica
Material esportivo

Valor de mercado[editar | editar código-fonte]

De acordo com um estudo realizado pela BDO RCS Auditores Independentes para 2014, o alvinegro praiano era a sétima marca mais valiosa do futebol brasileiro, com um valor de R$ 416 milhões de reais.[66] Já em outro estudo, elaborado pela consultoria britânica Brand Finance, coloca o Santos como a 46ª marca mais valiosa do futebol mundial, com uma valor de US$ 58 milhões, a frente de outros clubes brasileiros citados na lista, como o São Paulo e o Flamengo e atrás apenas do Corinthians.[67]

Torcida[editar | editar código-fonte]

Torcida do Santos no Pacaembu.

Em pesquisa realizada pela Pluri Stochos, que ouviu 21.049 pessoas entre novembro de 2012 e fevereiro de 2013, apontou o Santos como a sétima maior torcida do Brasil com 3,4%, sendo esta a pesquisa com a menor margem de erro já divulgada.[68]

Em outra pesquisa feita pela Stochos Sports, mostra que de 2010 a 2012, o Santos aumentou cerca de 20% o número de torcedores, também aponta que a torcida santista ultrapassou os palmeirenses no interior de São Paulo, com 14,2% contra 11%.[69] Enquanto na capital, o Palmeiras ainda conta com vantagem, de 13,5% a 7,4%.

Na região da Baixada Santista, mais de um terço das pessoas torcem para o Santos, segundo a pesquisa Enfoque Comunicação/Boqnews. A pesquisa mostra que no período entre 2010 a 2014, a torcida santista aumentou de 30,8% para 36,4% na região, ficando a frente dos corintianos (23,8%), são-paulinos (10,7%) e palmeirenses (9,6%).[70]

O Santos teve a segunda maior torcida Brasil na década de 60.[71] Com um grande time de futebol, liderado por Pelé, o clube lotava os estádios do Brasil, tendo como maior público, a decisão da Copa Intercontinental de 1963, no Maracanã contra o Milan, 132.728 pessoas presenciaram a vitoria santista por 4 a 2.[72] O Santos é o clube paulista com a maior média de público de uma edição do Campeonato Brasileiro, levando uma média de 49.306 pagantes por jogo no campeonato de 1983.[73]

Em relação a sócios-torcedores, o Santos aparece como o sexto clube com mais associados no Brasil em 2015, com um número total de 57.470 sócios adimplentes.[74]

Torcidas organizadas[editar | editar código-fonte]

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

Clássico Alvinegro[editar | editar código-fonte]

O Clássico Alvinegro é o confronto contra o Corinthians, e recebe esse nome em referência às cores dos dois clubes. O confronto entre Santos e Corinthians, é considerado um dos clássicos mais antigos do futebol brasileiro.[75] O primeiro jogo entre as duas equipes aconteceu em 22 de junho de 1913, no campo do Parque Antarctica, a partida terminou 6 a 3 para o Santos. Em jogos finais decisivos, os dois se enfrentaram seis vezes no Campeonato Paulista, em três delas o Santos saiu vitorioso, sendo que em 1935, o Santos conquistaria o seu primeiro título paulista, no jogo contra o Corinthians. As duas equipes também se enfrentaram na final do Campeonato Brasileiro de 2002, em que o Santos se sagrou campeão.

San-São[editar | editar código-fonte]

O clássico com o São Paulo é chamado de San-São, foi apelidado em 1956 por Tomás Mazzoni, jornalista de A Gazeta Esportiva.[76] Este é o clássico, entre os dois clubes mais vitoriosos do Brasil na Copa Libertadores da América, ambos se sagraram campeões em 3 oportunidades. O primeiro jogo entre as duas equipes, ocorreu no dia 11 de maio, na Vila Belmiro, válido pelo Campeonato Paulista de 1930, o jogo terminou empatado em 2 a 2. Os dois times fizeram em 1933, o primeiro jogo de futebol profissional do país.[77] Foi nele em que o apelido do Santos, "peixe", foi dito pela primeira vez. Tratou-se de uma provocação, antes do início do jogo, da torcida tricolor com os jogadores do Santos, chamando-os de "peixeiros" de maneira pejorativa, a torcida santista retrucou dizendo "Somos peixeiros, e com muita honra!". A partir daí o apelido foi adotado pelo clube santista, e o mascote, a Baleia, foi criado.

Clássico da Saudade[editar | editar código-fonte]

Partida entre Santos e Palestra Itália na Vila Belmiro em 1934.

Clássico da Saudade é no futebol paulista, o confronto entre Palmeiras e Santos.[78] Recebe esse nome, em referência aos dois maiores times do futebol paulista durante o auge do futebol-arte brasileiro, na década de 1960, quando o Palmeiras tinha Ademir da Guia e o Santos tinha Pelé. Os dois clubes foram os que mais conquistaram o Campeonato Brasileiro, oito vezes cada um. A primeira partida, aconteceu em 3 de agosto de 1915, no Velódromo de São Paulo, o Santos venceu o Palmeiras, que ainda tinha o nome Palestra Itália, pelo placar de 7 a 0. No dia 6 de março de 1958, Santos e Palmeiras fizeram no Pacaembu aquele que recebeu a alcunha de jogo mais emocionante da história, o primeiro tempo acabou 5 a 2 para o Santos, no segundo tempo, o Palmeiras conseguiu virar o placar para 6 a 5, mas nos minutos finais, o Santos venceu o jogo por 7 a 6, com dois gols de Pepe.[79]

Santos vs. Portuguesa[editar | editar código-fonte]

Depois do chamado Trio de Ferro paulistano, o adversário que o Santos mais enfrentou em sua história, é a Portuguesa. O primeiro jogo aconteceu no dia 1º de maio de 1921, quando o Santos venceu por 3 a 0 na Vila Belmiro, em partida válida pelo Campeonato Paulista.[80] Os dois clubes dividem o título de campeão estadual de 1973, devido ao erro do árbitro Armando Marques, que encerrou a decisão por pênaltis, quando ainda restavam cobranças para os dois times.[81]

Outros confrontos[editar | editar código-fonte]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Os dois troféus Intercontinentais vencidos pelo Santos em 1962 e 1963.
INTERCONTINENTAIS
Competição Títulos Temporadas
Copa Intercontinental.svg Copa Intercontinental 2 1962Cscr-featured.png e 1963
RFEF - Copa del Rey.svg Recopa Intercontinental 1 1968Cscr-featured.png
CONTINENTAIS
Competição Títulos Temporadas
Copa libertadores.png Copa Libertadores da América 3 1962, 1963Cscr-featured.png e 2011
CONMEBOL recopa trophy.svg Recopa Sul-Americana 1 2012Cscr-featured.png
CONMEBOL - CONMEBOL Cup.svg Copa Conmebol 1 1998
Supercopalibert.gif Supercopa Sulamericana 1 1968
NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
CBF - Taça Brasil.svg Cbf brazilian championship trophy 02.svg Campeonato Brasileiro 8 1961, 1962, 1963Cscr-featured.png, 1964Cscr-featured.png, 1965Cscr-featured.png, 1968, 2002 e 2004
CBF Brazilian Cup.png Copa do Brasil 1 2010
REGIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Rio-SãoPaulo.png Torneio Rio-São Paulo 5 1959, 1963, 1964, 1966 e 1997
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista 21 1935, 1955, 1956, 1958, 1960, 1961, 1962, 1964, 1965, 1967, 1968, 1969, 1973, 1978, 1984, 2006, 2007, 2010, 2011, 2012 e 2015
Paulista Championship Trophy.png Copa Paulista 1 2004

Cscr-featured.png Campeão Invicto

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Participações[editar | editar código-fonte]

Participações em 2015
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa
São Paulo Campeonato Paulista 100 Campeão (21 vezes) 1913 2015
Brasil Campeonato Brasileiro 55 Campeão (8 vezes) 1959 2015
Copa do Brasil 13 Campeão (2010) 1996 2015
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América 12 Campeão (1962, 1963 e 2011) 1962 2012
Copa Sul-Americana 5 Quartas de final (2003 e 2004) 2003 2010
Recopa Sul-Americana 1 Campeão (2012) 2012 2012
Flag of the United Nations.svg Mundial/Intercontinental 3 Campeão (1962, 1963) 1962 2011

Últimas dez temporadas[editar | editar código-fonte]

Brasil Brasil Flags of South American Conmebol Members.gif América do Sul São Paulo São Paulo
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Continental e Mundial Campeonato Paulista
Div. Pos. Pts J V E D GP GC Fase Máxima Competição Fase Máxima Div. Pos.
2006 A 64 38 18 10 10 58 36 QF CS R16 A1
2007 A 62 38 19 5 14 57 47 CL SF A1
2008 A 15º 45 38 11 12 15 44 53 CL QF A1
2009 A 12º 49 38 12 13 13 58 58 2F A1
2010 A 56 38 15 11 12 63 50 C CS 2F A1
2011 A 10º 53 38 15 8 15 55 55 CL MC C F A1
2012 A 53 38 13 14 11 50 44 CL RS SF C A1
2013 A 57 38 15 12 11 51 38 R16 A1
2014 A 53 38 15 8 15 42 35 SF A1
2015 A Em disputa Em disputa A1


     Campeão.
     Vice-campeão.
     Eliminado na semifinal.
     Classificado à Copa Libertadores da América pela campanha no Campeonato Brasileiro.
     Classificado à Copa Libertadores da América pelo título da Copa do Brasil ou Copa Libertadores.
     Classificado à Copa Sul-Americana.
     Rebaixado à divisão inferior.
     Promovido à divisão superior.

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

Santos Futebol Clube
Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro colocado Quarto colocado
Globo terraqueo 3.gif Mundial/Intercontinental 2 (1962, 1963) 1 (2011) 0 (não possui) 0 (não possui)
Globo terraqueo 3.gif Recopa Intercontinental 1 (1968) 0 (não possui)
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América 3 (1962, 1963, 2011) 1 (2003) 2 (2007, 2012) 2 (1964, 1965)
Flags of the Union of South American Nations.gif Recopa Sul-Americana 1 (2012) 0 (não possui)
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Conmebol 1 (1998) 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui)
Flags of the Union of South American Nations.gif Supercopa Sulamericana 1 (1968) 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (1969)
Flags of the Union of South American Nations.gif Supercopa Libertadores 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (1996) 0 (não possui)
Brasil Campeonato Brasileiro 8 (1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1968, 2002, 2004) 6 (1959, 1966, 1983, 1995, 2003, 2007) 2 (1974, 1998) 1 (2006)
Brasil Copa do Brasil 1 (2010) 0 (não possui) 3 (1998, 2000, 2014) 0 (não possui)
Brasil Torneio dos Campeões da CBD 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (1969) 0 (não possui)
Rio de JaneiroSão Paulo Torneio Rio-São Paulo 5 (1959, 1963, 1964, 1966, 1997) 1 (1999) 2 (1993, 2001) 2 (1957, 1998)
São Paulo Campeonato Paulista 21 vezes 11 vezes 13 vezes 15 vezes
São Paulo Copa Paulista 1 (2004) 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui)

Recordes[editar | editar código-fonte]

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Última atualização: 5 de maio de 2015.[82]

Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Lesionado: Jogador contundido
  • +: Jogador com problema de saúde
  • Suspenso: Jogador suspenso
  • Farm-Fresh award star silver 2.png: Prata da casa (Jogador da base)
  • Seleção Brasileira: Seleção Brasileira
  • Seleção Colombiana: Seleção Colombiana


Goleiros
Jogador
1 Brasil Vanderlei Lesionado
12 Brasil Vladimir Prata da casa
33 Brasil Gabriel Gasparotto Prata da casa
34 Brasil João Paulo Prata da casa
Defensores
Jogador Pos.
2 Brasil Werley Z
6 Brasil Gustavo Henrique Prata da casa Z
14 Brasil David Braz Z
32 Brasil Paulo Ricardo Prata da casa Z
36 Brasil Jubal Prata da casa Z
4 Brasil Cicinho LD
13 Brasil Victor Ferraz LD
16 Brasil Crystian Prata da casa LD
38 Brasil Daniel Guedes Prata da casa LD
3 Brasil Caju Lesionado Prata da casa LE
23 Brasil Chiquinho LE
37 Brasil Zeca Prata da casa LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
5 Brasil Alison Lesionado Prata da casa V
8 Brasil Renato Capitão² V
15 Colômbia Valencia V
21 Brasil Leandrinho Prata da casa V
25 Brasil Lucas Otávio Prata da casa V
29 Brasil Thiago Maia Prata da casa V
17 Brasil Rafael Longuine M
20 Brasil Lucas Lima M
22 Brasil Elano Prata da casa M
27 Brasil Léo Cittadini Prata da casa M
31 Brasil Marquinhos Gabriel M
41 Brasil Serginho Prata da casa M
Atacantes
Jogador
7 Brasil Robinho Capitão Prata da casa Seleção Brasileira
9 Brasil Ricardo Oliveira
10 Brasil Gabriel Prata da casa
11 Brasil Geuvânio Prata da casa
30 Brasil Diego Cardoso Prata da casa
49 Brasil Lucas Crispim Prata da casa


Comissão Técnica[editar | editar código-fonte]

Comissão Técnica[83]
Nome Função
Brasil Marcelo Fernandes Treinador
Brasil Serginho Chulapa Auxiliar técnico
Brasil Ranier Grandé Assessor de Imprensa
Brasil Vinicius Vieira Assessor de Imprensa
Brasil Carlito Macedo Preparador físico
Brasil Fernando Fernandez Preparador físico
Brasil Marco Alejandro Preparador físico
Brasil Arzul Preparador de Goleiros
Brasil Sergio Dimas Supervisor
Brasil Maurício Zenaide Médico
Brasil Ricardo Nobre Médico
Brasil Rodrigo Zogaib Médico
Brasil Avelino Buongermino Fisioterapeuta
Brasil Thiago Lobo Fisioterapeuta
Brasil Tom Pierin Fisioterapeuta
Brasil Lucas Matheus Analista de Desempenho
Comissão Técnica
Nome Função
Brasil Luís Fernando de Barros Médico Fisiologista
Brasil Clóvis Vesco Massagista
Brasil Jorginho Massagista
Brasil Valder Bernardo Massagista
Brasil Sylvio Cruz Enfermeiro
Brasil Sandra Merouço Nutricionista
Brasil Juliane Fechio Psicóloga
Brasil Fabio Bio Roupeiro
Brasil França Roupeiro
Brasil Vágner Salada Roupeiro
Brasil Chico Apoio
Brasil Formigão Apoio
Brasil Hector Paulo Apoio
Brasil Eric Apoio
Brasil Neto Apoio
Brasil Rodrigo Apoio


Transferências 2015[editar | editar código-fonte]

Legenda

Fairytale right.png: Jogador chegando
Fairytale left red.png: Jogador saindo
Volta de Empréstimo: Jogadores que voltam de empréstimo
Emprestado: Jogadores emprestados

Elenco sub-20[editar | editar código-fonte]

Última atualização: 17 de abril de 2015.[84]

Goleiros
Jogador
Brasil John Victor
Brasil Filipe Costa
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Lucas Veríssimo Z
Brasil Bruno Leonardo Z
Brasil Sabino Z
Brasil Victor Santana Z
Brasil Patrick L
Brasil Lucas Ybom L
Brasil Willians L
Brasil Gabriel Ardenghi L
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Fernando Medeiros V
Brasil Diego V
Brasil Sérgio David V
Brasil Victor Pucinelli M
Brasil João Gabriel M
Brasil João Igor M
Atacantes
Jogador
Brasil Matheus Augusto
Brasil Gilmar
Brasil Joshua
Brasil Gabriel Bonet[85]
Brasil Silas Passos[86]
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Pepinho Macia T


Treinadores[editar | editar código-fonte]

O Santos teve como primeiro treinador, o irlandês Harold Cross, que dirigiu o time em 1912.[87] Em 1913, o lendário Urbano Caldeira, que, de 1913 a 1932, em períodos alternados, assumiu a função de treinar a equipe. Urbano que leva nome ao estádio da Vila Belmiro, também foi jogador e vice-presidente do Santos.[88]

De 1916 a 1922, dois estrangeiros ficaram a frente da equipe, os uruguaios Juan Bertone (1916 a 1919) e Ramón Platero (1920 a 1922). No ano de 1923, o diretor geral de Esportes, José Caetano Munhoz, era quem comandava a equipe. O primeiro treinador do Santos, após a era profissional do futebol no Brasil, foi Joaquim Loureiro em 1933.[89]

Luís Alonso Pérez, o Lula, é considerado o treinador mais vitorioso da história do Santos, comandou o clube durante a Era Pelé, de 1954 a 1966 e conquistou ao todo 34 títulos.[90] Também é o recordista em partidas como treinador do Santos, com 959 jogos. Depois de Lula, o segundo treinador com mais jogos a frente do clube, foi Antoninho Fernandes com 380 jogos, Antoninho assumiu o Santos em 1967 e comandou o time até 1971, somando 6 títulos oficiais pelo Santos.[91] Outros treinadores com grandes passagens foram Pepe, Chico Formiga, Castilho, Emerson Leão, Vanderlei Luxemburgo e Muricy Ramalho.

Presidentes[editar | editar código-fonte]

Abaixo encontra-se uma lista dos últimos dez presidentes do Santos.[92]

Presidente

Período

Otávio Adegas

1988

Miguel Assad Macool Filho

1988-1989

Antônio Aguiar Filho

1989-1991

Marcelo Teixeira

1991-1993

Miguel Kodja Neto

1994

Samir Jorge Abdul-Hak

1994-1999

Marcelo Teixeira

2000-2009

Luis Álvaro Ribeiro

2009-2013

Odílio Rodrigues

2013-2014

Modesto Roma Júnior

2014-

Ídolos[editar | editar código-fonte]

Alguns dos principais jogadores que ajudaram a fazer a história do Santos Futebol Clube:

Goleiros
Argentina Cejas
Brasil Cláudio
Brasil Fábio Costa
Brasil Gilmar
Brasil Laércio
Brasil Manga
Uruguai Rodolfo Rodríguez
Zagueiros/Laterais
Brasil Alex
Brasil Calvet
Brasil Carlos Alberto Torres
Brasil Chico Formiga
Brasil Dalmo
Brasil Joel Camargo
Brasil Léo
Brasil Mauro
Argentina Ramos Delgado
Meio-campistas
Brasil Aílton Lira
Brasil Antoninho Fernandes
Brasil Araken Patusca
Brasil Clodoaldo
Brasil Diego
Brasil Elano
Brasil Giovanni
Brasil Jair Rosa Pinto
Brasil Lima
Brasil Mengálvio
Brasil Pelé
Brasil Pita
Brasil Renato
Brasil Zito
Pontas
Brasil Abel
Brasil Dorval
Brasil Edu
Brasil João Paulo
Brasil Manoel Maria
Brasil Pepe
Brasil Tite
Atacantes
Brasil Arnaldo Silveira
Brasil Ary Patusca
Brasil Coutinho
Brasil Del Vecchio
Brasil Feitiço
Brasil Juary
Brasil Neymar
Brasil Pagão
Brasil Robinho
Brasil Serginho Chulapa
Brasil Toninho Guerreiro

Santos nas Copas[editar | editar código-fonte]

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

Pelé driblando jogadores suecos na final da Copa de 1958.

O Santos sempre foi ao longo dos tempos uma equipe que cedeu vários atletas para a Seleção Brasileira. Nas 5 Copas do Mundo que o Brasil faturou, em 3 delas, estavam presentes jogadores do Santos, só de campeões mundiais, o Peixe cedeu 11 atletas.[93] Na história das Copas, o Alvinegro teve 16 de seus jogadores convocados para defender a Seleção, sendo o meia-atacante Araken Patusca o primeiro santista a disputar um Mundial, em 1930, no Uruguai.

Na época havia uma briga entre a Associação Paulista de Esportes Atléticos (Apea) e a Confederação Brasileira de Desportos (CBD), pois nenhum paulista estava na comissão técnica. Por este motivo, a Apea alegou não haver tempo hábil para que chefes de família deixassem tudo organizado e partissem para ficar tanto tempo afastados de casa. Isto fez com que o Brasil embarcasse apenas com jogadores que atuavam no Rio de Janeiro, com exceção de Araken Patusca, único paulista entre os convocados.[94]

Pepe, ponta-esquerda do Santos, esteve presente nos mundiais de 1958 e 1962.

As participações dos jogadores do Santos sempre se notabilizaram pelo número de atletas que foram campeões do Mundo. Em 1958, na Suécia, o Alvinegro cedeu o ponta-esquerda Pepe, o volante Zito e o Rei do Futebol, Pelé. Estes dois últimos atletas foram importantíssimos na arrancada brasileira rumo ao primeiro título de campeão mundial, pois Pelé e Zito só estrearam na vitória brasileira sobre a União Soviética, por 2 a 0, na última partida da primeira fase.

A consagração de Pelé começaria ali mesmo em gramados suecos, com o camisa 10 sendo o artilheiro do Brasil, com seis gols, sendo que dois deles foram marcados na final contra os donos da casa.

Em 1962, no Chile, o time da Vila Belmiro cedeu sete jogadores para que a Seleção disputasse essa Copa do Mundo. Além de Pepe, Zito e Pelé, presentes no Mundial anterior, o goleiro Gilmar, o zagueiro Mauro, o meia Mengálvio e o atacante Coutinho, foram os santistas que brilharam na conquista do bicampeonato. Pelé jogou apenas duas partidas, marcando um gol sobre o México, na vitória por 2 a 0, na estréia brasileira. Mas o Rei não pode continuar ajudando a Seleção, pois uma lesão muscular o impediu de atuar no restante da Copa.

Porém a Seleção continuou vencendo sem Pelé. Na final, Zito teve uma participação decisiva na vitória sobre a Tchecoslováquia por 3 a 1, já que o capitão santista fez o segundo gol brasileiro na final. O Peixe também teve uma grande participação com o zagueiro Mauro, que além de ter feito uma bela participação no Mundial, foi o capitão do time e teve a honra de erguer a Taça Jules Rimet, com o Brasil sendo coroado bicampeão do Mundo.

Zito, capitão do Santos na década de 60, marcou um dos gols na final da Copa de 1962.

Na Copa do Mundo de 1966 na Inglaterra, o Brasil mais uma vez teve jogadores do Santos, o goleiro Gilmar, o zagueiro Orlando Peçanha, os volantes Lima e Zito, e os atacantes Pelé e Edu foram os convocados. Porém nesta edição, a Seleção não passou da primeira fase.

Em 1970, no México, o lateral-direito Carlos Alberto Torres, o zagueiro Joel Camargo, o volante Clodoaldo, e os atacantes Pelé e Edu, ajudaram o Brasil a ganhar a terceira estrela. Considerada por muitos como a melhor Seleção que o Mundo viu jogar,[95] o time liderado por Carlos Alberto Torres, que era o capitão, e Pelé, no auge de sua maturidade futebolística, estiveram entre os principais responsáveis por comandar a equipe que encantou o Mundo e trouxe a Taça Jules Rimet de forma definitiva para o Brasil, com a conquista inédita na época de tri-campeão mundial.

Em 1974, na Alemanha, o zagueiro Marinho Peres e o atacante Edu foram convocados, mas nesta edição, a Seleção parou na segunda fase, sendo derrotada pelo Carrossel holandês, na fase que era de grupos. Depois deles, somente em 2010 haveria outro jogador do clube convocado para uma Copa: o atacante Robinho.

Em 2002, o Alvinegro cedeu dois membros para a comissão técnica, o preparador de goleiros Carlos Pracidelli, e o fisioterapeuta Luis Rosan, que foi muito importante para a recuperação do atacante Ronaldo, o artilheiro e principal nome do pentacampeonato mundial.[96]

Na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, Robinho voltou a ser convocado para a Seleção Brasileira e, depois de 36 anos, o Santos voltou a ter um jogador de seu elenco convocado para o torneio. O Rei das Pedaladas marcou dois gols (contra o Chile e contra a Holanda), quebrando um jejum de gols de jogadores santistas em Copas do Mundo, que permanecia desde o gol de Carlos Alberto Torres, o quarto gol do Brasil na final da Copa do Mundo do 1970.

Outras seleções[editar | editar código-fonte]

O primeiro jogador estrangeiro do Santos a participar de uma Copa do Mundo foi o goleiro Rodolfo Rodríguez. O arqueiro foi convocado para defender a Seleção Uruguaia, que disputou a Copa do Mundo de 1986, no México.[97] O arqueiro santista ficou durante toda a participação uruguaia no banco de reservas, sem ter a chance de jogar uma partida, pois se contundiu em um dos treinamentos durante a Copa. Os uruguaios foram eliminados pela Argentina, nas oitavas-de-final, pelo placar de 1 a 0.

Em 2006, na Alemanha, o Peixe foi representado pelo zagueiro Julio Manzur, da Seleção Paraguaia.[98] O jogador santista disputou a sua primeira Copa do Mundo, já tendo ajudado a seleção de seu país a conquistar a medalha de prata, nos Jogos Olímpicos de 2004, em Atenas, na Grécia. O zagueiro também foi muito importante na campanha que levou o Alvinegro Praiano ao título de Campeão Paulista de 2006.

Na Copa do Mundo de 2014 no Brasil, o Santos foi representado pelo lateral esquerdo chileno Eugenio Mena.[99] Mena foi titular em todos os jogos do Chile, que foi eliminado nas Oitavas de final, pelo Brasil, nos pênaltis.

Outras modalidades esportivas[editar | editar código-fonte]

Marta, ex-jogadora do Santos com a presidente Dilma Rousseff.

Apesar do Santos ter como principal atividade o futebol masculino, a prática de outras modalidades sempre foi valorizada no clube. O Santos forma parcerias com instituições e atletas de outros esportes, assim, levando o seu nome nas modalidades.[100]

Football pictogram.svg Futebol Feminino[editar | editar código-fonte]

Conhecidas como as Sereias da Vila, a história do futebol feminino no Santos começou em 1997, e nesse mesmo ano, a equipe chegou na final do Campeonato Paulista Feminino, mas ficou com o vice-campeonato, após perder para o São Paulo. E foi 3 anos depois, no ano 2000, que veio o primeiro título na modalidade, a equipe conquistou os Jogos Abertos do Interior.

De 2009 a 2012, o Santos foi considerado o time mais forte de futebol feminino do Brasil, jogadoras como Marta e Cristiane, passaram pelo Santos e o clube foi a base da Seleção Brasileira de Futebol Feminino, chegando a ter onze atletas convocadas de uma só vez.[101]

O Santos chegou a encerrar as atividades do futebol feminino em 2012,[102] porem em fevereiro de 2015, o clube anunciou o retorno.[103]

Títulos

Troféus conquistados pelas Sereias da Vila.

Principais atletas

Goleiras
Brasil Andréia Suntaque
Defensoras
Brasil Aline Pellegrino
Brasil Alline Calandrini
Brasil Renata Costa
Brasil Janaína
Brasil Auinã
Estados Unidos Caitlin Fisher
Brasil Maurine
Brasil Dani Pato
Meio-campistas
Brasil Ester
Brasil Fran
Brasil Pikena
Islândia Thorunn
Brasil Gabi
Austrália Joye Peters
Estados Unidos Lori Lindsey
Atacantes
Brasil Marta
Brasil Cristiane
Brasil Érika
Brasil Ketlen
Canadá Melissa Lesage

Olympic pictogram Futsal.png Futsal[editar | editar código-fonte]

Em 2011, com a parceria da Cortiana Plásticos, o Santos formou um grande time para a modalidade, sendo a base da Seleção Brasileira de Futsal, chegando a ter sete convocados de uma só vez.[104] O time foi comandado pelo técnico Fernando Ferretti, tendo o melhor do mundo nas quadras, Falcão, além de grandes jogadores como os alas Valdin, Pixote e Jackson, os fixos Neto e Índio e o pivô .[105]

Em apenas 1 ano, o time conquistou a Liga Futsal e a Copa Gramado, sendo que a Liga Futsal foi vencida nos pênaltis, contra o tradicional Carlos Barbosa na Arena Santos (onde o clube mandou os jogos). E com essa conquista, o Santos foi o primeiro clube paulista, a conquistar a Liga Futsal.[106]

Depois de dois títulos e também o vice da Liga Paulista, o Santos encerrou a parceria com a Cortiana Plásticos, e fechou o time de futsal, no final de 2011.[107]

Atualmente, o clube disputa torneios de futsal com equipes de base.[108]

Troféu conquistado na Liga Futsal de 2011.

Títulos

Principais atletas

Goleiros
Brasil Djony
Fixos
Brasil Neto
Brasil Índio
Alas
Brasil Falcão
Brasil Valdin
Brasil Pixote
Brasil Jackson
Pivôs
Brasil
Brasil Deives

American football pictogram.svg Futebol Americano[editar | editar código-fonte]

Chamado de Santos Tsunami, o time de futebol americano foi criado em 2009, mas se tornou parceiro do clube em 2010. A equipe tem 90 atletas amadores, que buscam apoio para tornar o esporte mais reconhecido na região e também no país. Em dezembro de 2010, a Vila Belmiro recebeu um jogo da equipe, em que o ex jogador do Santos, Jamelli, atuou como kicker.[110] Os jogadores fazem o treinamento tático no CT Meninos da Vila. Atualmente, a equipe disputa o Torneio Touchdown.

Beach soccer pictogram.svg Futebol de Areia[editar | editar código-fonte]

Criado em 2012, o time de beach soccer do Santos foi finalista do Campeonato Brasileiro, perdendo a final para o Corinthians, e também chegou as quartas do Mundialito, quando foi superado pelo Flamengo.

Volleyball (indoor) pictogram.svg Voleibol[editar | editar código-fonte]

Em parceria com a Associação Nacional de Esportes/Andee e da Fundação Pró-Esporte de Santos, o clube mantém um time de vôlei no feminino e no masculino.[111]

Atualmente, as equipes masculinas e femininas, disputam torneios estaduais de base.[112] [113]

Títulos

Football pictogram.svg Showbol[editar | editar código-fonte]

Praticado por ex jogadores de futebol, o Santos possui um time no showbol. Alguns nomes como Narciso, Robert e Paulo Rink, atuam pela equipe. O Santos tornou-se o primeiro campeão brasileiro de showbol, em 2008, após derrotar o Atlético-MG na final.

Títulos

Table tennis pictogram.svg Tênis de Mesa[editar | editar código-fonte]

Em parceria com a Fundação Pró-Esporte de Santos, o clube apoia a prática de tênis de mesa, fornecendo materiais esportivos para equipes masculinas e femininas que defendem a cidade.[115] Um dos principais mesa-tenistas do Brasil, Gustavo Tsuboi, medalhista de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2007 e 2011, já foi atleta do clube.[116]

Atualmente, a principal mesa-tenista que representa o clube é Lígia Silva, campeã latino-americana de tênis de mesa em 2006.[117]

Goalball pictogram (Paralympics).svg Goalball[editar | editar código-fonte]

No início de 2006, o Santos tornou-se o primeiro clube de futebol do Brasil a ter uma equipe neste esporte paraolímpico. O goalball é um jogo praticado por atletas que possuem deficiência visual, cujo objetivo é arremessar uma bola sonora com as mãos no gol do adversário. Desde então, através de uma parceria estabelecida com o Lar das Moças Cegas de Santos (LMC), o clube introduziu o goalball, com equipes masculinas e femininas, como um dos esportes do clube.[118]

Surfing pictogram.svg Surf[editar | editar código-fonte]

Em 2012, o Santos entrou para a modalidade do surf, fechando parceria com o surfista Alejo Muniz.[119]

Pictograms-nps-land-skateboarding.svg Skate[editar | editar código-fonte]

Em 2013, foi a vez do skate, o Santos acertou uma parceria com o skatista tricampeão mundial Kelvin Hoefler.[120]

Pictograms-nps-misc-trucks-2.svg Fórmula Truck[editar | editar código-fonte]

Em 2013, o Santos entrou na Fórmula Truck, acertando uma parceria com a equipe ABF/Mercedes-Benz, que foi rebatizada como ABF Santos Desenvolvimento Team. Os pilotos que representam o clube, são o paranaense Wellington Cirino e o brasiliense Geraldo Piquet, cujos os caminhões levam as cores e o escudo do Santos.[121]

Pictgram running man.svg Santos Run[editar | editar código-fonte]

A Santos Run é a corrida oficial do Santos FC. Realizada desde 2012, o evento conta com duas etapas, sendo a primeira no mês de abril com um percurso de 8K, e a segunda em novembro com o percurso de 5K. A largada acontece em frente a Vila Belmiro, e a chegada é dentro do estádio. Podem participar da prova 4 mil corredores, entre adultos e crianças.[122]

Homenagens[editar | editar código-fonte]

Em 14 de abril de 2007, a data do aniversário de fundação do clube foi incluída no calendário oficial de comemorações do Calendário Turístico do Estado de São Paulo,[123] onde diversos eventos são realizados em sua homenagem. No dia 4 de novembro de 2008, a Estação Imigrantes, foi rebatizada de Estação Santos-Imigrantes, para homenagear o clube e também por estar localizada numa das principais vias de acesso à cidade de Santos.[124]

Uma citação curiosa que o Santos recebeu, é o fato do nome do clube, estar presente no hino oficial do Olympiacos da Grécia. Esse fato ocorreu, graças a um jogo do Santos contra o time grego em 1961, em que o Olympiacos saiu vitorioso por 2 a 1 com Pelé em campo, a dimensão da vitória foi tão grande para o clube grego, que o nome do Santos foi adicionado no hino oficial.[125]

Publicações sobre o Santos[editar | editar código-fonte]

Alguns livros sobre a história do Santos, e de seus personagens:

  • Time dos Sonhos - História Completa do Santos Futebol Clube (2003)

Odir Cunha, Editora Códex.

  • Santos, Um Time Dos Céus - 1a.Edição (1997)

José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta, Editora DBA.

  • Santos, Um Time Dos Céus - 2a.Edição Revisada e Atualizada (2007)

José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta, Realejo Edições.

  • Bombas de Alegria (2006)

José Macia (Pepe), Realejo Edições.

  • Dicionário Santista: Santos de A a Z, Mas sem X (2001)

José Roberto Torero, Editora DBA.

  • Donos da Terra - A História do Primeiro Título Intercontinental do Santos (2007)

Odir Cunha, Realejo Edições.

  • Pedrinho Escolheu um Time (2007)

Odir Cunha, Editora Duna Dueto.

  • Profissão Campeão - Como o Santos ganhou o Campeonato Brasileiro de 2004 (2005)

Vanderlei Luxemburgo e Ingo Ostrovsky, Editora Gryphus.

  • Santos FC - O Melhor do Século nas Américas 2a. Edição (2003)

Guilherme Gomez Guarche.

  • O Dia Em Que Me Tornei Santista (2007)

Vladir Lemos, Panda Books.

  • Pelé - A Autobiografia (2006)

Edson Arantes do Nascimento (Pelé), Editora Sextante.

  • Enciclopédia do Futebol Brasileiro Volumes 1 e 2 (2001)

Lance!, Supervisão Editorial de Marcelo Duarte, Areté Editorial.

  • Na Raça! - Como o Santos Se Tornou o Primeiro Bicampeão Mundial (2008)

Odir Cunha, Realejo Edições.

  • O Grande Jogo - Corinthians X Santos - O maior duelo alvinegro do futebol contado por dois historiadores fanáticos (2009)

Celso Unzelte e Odir Cunha, Editora Novo Século.

  • Santos Futebol Clube X O Mundo (2013)

José Roberto Brandi dos Santos, Editora Demar.

Referências

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  5. Santospédia, artilheiros geral Site oficial do Santos (18 de abril de 2013). Visitado em 22 de março de 2015.
  6. Top 5 maiores artilheiros da Seleção Brasileira Mantos do Futebol (11 de julho de 2013). Visitado em 22 de março de 2015.
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  9. Com a bola toda! Conheça os times que nunca foram rebaixados
  10. Leonardo Devezas (21 de março de 2013). CONFRONTOS - Clubes Brasileiros com mais Jogos Internacionais Blog do Leo Devezas. Visitado em 22 de março de 2015.
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  12. Rodolfo Rodrigues (15 de março de 2010). Quais os clubes brasileiros que já marcaram 10.000 gols iG. Visitado em 22 de março de 2015.
  13. A fundação do Santos Futebol Clube Site oficial do Santos. Visitado em 5 de abril de 2015.
  14. História e Títulos do Santos FC Campeões do Futebol. Visitado em 5 de abril de 2015.
  15. As primeiras partidas Acervo Santos FC (8 de setembro de 2014). Visitado em 5 de abril de 2015.
  16. Há 120 anos, nascia o autor do primeiro gol da história do Santos FC Depois do Apito (11 de agosto de 2014). Visitado em 5 de abril de 2015.
  17. Quem é quem Veja.com. Visitado em 5 de abril de 2015.
  18. Temporada - 1913 Acervo Santos FC (10 de abril de 2014). Visitado em 5 de abril de 2015.
  19. Campeonato Santista - 1915 Acervo Santos FC (16 de setembro de 2014). Visitado em 5 de abril de 2015.
  20. Temporada - 1916 Acervo Santos FC (9 de junho de 2014). Visitado em 5 de abril de 2015.
  21. 1927, o ataque dos 100 gols Acervo Santos FC (1 de julho de 2014). Visitado em 5 de abril de 2015.
  22. Odir Cunha (17 de novembro de 2010). Veja como o Santos ganhou seu primeiro título paulista, há 75 anos Blog do Odir. Visitado em 2 de abril de 2015.
  23. Relembre os títulos inesquecíveis da história do Santos UOL Esporte. Visitado em 5 de abril de 2015.
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  116. Gustavo Tsuboi recebe a maior honraria do Alvinegro Praiano. FPTM. Visitado em 2 de abril de 2015.
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  123. Assembléia aprova projeto que transforma Aniversário do Santos FC como atração turística Santos FC (04/12/2008).
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  125. No hino do Olympiakos Acervo Santos FC (4 de julho de 2014). Visitado em 2 de abril de 2015.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]