Gaborone

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Gaborone
—  cidade  —
Imagens da cidade.
Imagens da cidade.
apelido/alcunha(s) Gabs, GC, Gabz, G-City
Imagem de satélite de Gaborone
Imagem de satélite de Gaborone
Gaborone está localizado em: Botswana
Gaborone
Localização de Gaborone em Botswana
24° 39' 29" S 25° 54' 44" E
País Botswana
Distrito Sudeste
Subdistrito Gaborone
Fundação 1964[1]
Administração
 - Prefeito Harry Mothei[2]
Área [3]
 - Total 169 km²
Altitude [4] 983 m (3 225 pés)
População (2001)[3] [5]
 - Total 186 007
    • Densidade 1101/km2 
 - Estimativa (2010[6] ) 228 166
 - Conurbação (2001) 282 150
Fuso horário CAT (UTC+2)
Código de área +267 3XX

Gaborone (em língua tsuana:/χa.bʊˈrʊ.nɪ/) é a capital e maior cidade do Botswana. A sua população estimada para 2010 é de 228 166 habitantes.[6] É a capital administrativa do distrito Sudeste, bem como do subdistrito de Gaborone. A população local refere-se frequentemente à cidade como Gabs.

História[editar | editar código-fonte]

Um selo de 1943, no carimbo se lê "Gaborone's Village"

Evidências arqueológicas mostram que as margens do rio Notwane foram ocupadas continuamente desde a Idade da Pedra Intermediária (em inglês: Middle Stone Age - MSA, período da pré-história africana equivalente ao Paleolítico Médio). Na história mais recente, na década de 1880, o primeiro assentamento foi estabelecido pelo chefe Kgosi Gaborone do clã Batlokoa, que chegou com sua tribo de Magaliesberg e se fixou na área da atual Tlokweng, localizada do outro lado do rio, em frente do Government Camp (nome oficial da sede do governo colonial - o apelido, GC, vem do nome Government Camp). A localidade passou a ser chamada de Gaborone's Village pelos primeiros colonizadores e missionários europeus, seguindo a prática colonial de utilizar o nome do chefe para se referir à sede de uma tribo africana, posteriormente passou a Gaberones e finalmente Gaborone em 1968. Na década de 1890, o magnata do diamante, Cecil Rhodes, escolheu Gaberones para abrigar um forte colonial. Em 1895, Rhodes usou Gaborone para iniciar uma rebelião sem sucesso (conhecida como Jameson Raid), contra os bôeres que controlavam as minas de ouro próximas a Joanesburgo.[7] [8]

Gaborone substituiu Mafeking, como capital do Protetorado de Bechuanalândia em 1965. Mafeking (agora Mafikeng) estava situada fora da Bechuanalândia, na Província do Noroeste (em inglês: North West Province), da África do Sul, uma situação estranha que vinha do período colonial. Quando o protectorado se tornou independente, o agora Botswana necessitava de uma capital dentro do seu próprio território. Inicialmente, tinha-se pensado que Lobatse poderia ser a capital, mas esta solução foi considerada limitada, tendo sido tomada a decisão de criar uma nova capital junto a Gaberones, um pequeno posto administrativo colonial.

Rev. Derek Jones, o primeiro prefeito de Gaborone

Em 30 de setembro de 1966, a Bechuanalândia tornou-se em mais uma dependência da coroa britânica naÁfrica a tornar-se independente. O primeiro prefeito de Gaborone foi o Reverendo Derek Jones.[9] A velha Gaberones tornou-se um subúrbio da nova Gaborone, e é conhecida como "the Village".[1]

A cidade foi planificada segundo os princípios da cidade-jardim, com numerosas vias pedestres e espaços públicos ao ar livre.[10] Grande parte da cidade foi construída em três anos. Os edifícios na parte mais antiga incluem a Assembleia, edifícios governamentais, uma estação elétrica, um hospital, escolas, uma estação de rádio, uma central telefónica, esquadras de polícia, posto dos correios e mais de 1000 edifícios de habitação.[11] Como a cidade foi construída tão rapidamente, deu-se um afluxo massivo de trabalhadores que construíram habitações precárias e ilegais na nova zona industrial ao sul da cidade. Estas povoações foram chamadas Naledi, que literalmente significa "a estrela", mas "a céu aberto" ou "comunidade que se destaca das demais". Em 1971, devido ao crescimento de bairros de génese ilegal, o conselho municipal de Gaborone e o ministério do governo local e gestão das terras fez levantamentos da área chamada Bontleng, que iria conter, em projeto, habitação a baixos custos. Porém, Naledi continuou a crescer e a procura por casas novas era maior que nunca. Em 1973, a Botswana Housing Corporation (BHC) construiu uma "New Naledi" do outro lado da estrada da "Old Naledi". Residentes da Old Naledi mudaram-se para New Naledi. Todavia, a procura por casas continuou a aumentar, e os residentes em New Nadeli não gostaram das suas casas. O problema foi resolvido em 1975 quando Sir Seretse Khama, o presidente do Botswana, mandou fazer um novo zonamento de Naledi na zona industrial tornando-a uma zona habitacional a custos controlados.[12]

Economia[editar | editar código-fonte]

A existência de minas de manganês e amianto nas proximidades levou à expansão industrial.

As zonas industriais de Gaborone situam-se ao longo da linha férrea, sobretudo em Broadhurst, Gaborone West e na chamada Phase 4. Todas as indústrias são do tipo ligeiro, pois a cidade carece de qualquer tipo de indústria pesada.

Sede da Debswana

Gaborone é o centro da economia nacional. A sede de importantes instituições financeiras como o Banco de Botswana, Banco Gaborone, BancABC e a Bolsa de Valores de Botswana estão localizadas no centro, bem como a sede da Air Botswana, Consumer Watchdog, Empresa de Telecomunicações de Botswana e da Debswana, a joint venture de mineração de diamante entre De Beers e o governo do Botswana. A Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (Southern African Development Community - SADC) tem sua sede em Gaborone, a organização foi formada em 1980 para aumentar a cooperação econômica entre seus membros e reduzir a dependência da África do Sul.[13]

Orapa House, de propriedade da Debswana através da Botswana Diamond Valuing Company (BDVC), é onde os diamantes da Debswana extraídos são classificados e avaliados.[14] A Orapa House, localizada no cruzamento das avenidas Khama Crescent e Nelson Mandela,[15] possui um estilo único de arquitetura que permite receber uma perfeita quantidade de luz solar indireta através das janelas, a fim de classificar com precisão os diamantes.[16]

Transportes e infraestruturas[editar | editar código-fonte]

O transporte público pode ser considerado eficiente, desde que comparado com os padrões do continente africano, contando com serviço de autocarros/ônibus que interliga os diversos bairros da capital. Furgonetas e táxis completam as necessidades de transporte. Em relação à rede hoteleira, registra-se a ocorrência de um hotel 5 estrelas, bem como bons restaurantes. O rápido crescimento da cidade obrigou a construção de uma nova barragem para fornecer água a Gaborone, que se divide em duas pelo caminho-de-ferro. A 10 km a norte da cidade fica o Aeroporto Internacional Sir Seretse Khama (Sir Seretse Khama International Airport) que permite ligações aéreas por linhas regulares com diversas cidades, como Joanesburgo, Cidade do Cabo, Harare, Francistown e Maun.

A nova cidade, Gaborone, tem um abastecimento de água relativamente bom, o que tem facilitado o seu crescimento. Planejada originalmente para ser uma pequena cidade, tem, no entanto, crescido rapidamente. A velha Gaberones tornou-se um subúrbio da nova cidade, sendo conhecida como the Village. A abreviatura Gabs sobreviveu e é por vezes utilizada em conversa.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Gaborone está situado nas coordenadas 24° 39′ S 25° 54′ E entre as serras de Kgale e Oodi, às margens do Rio Notwane. Está localizada no sudeste do país a 15 km da fronteira com a África do Sul[13] Gaborone está rodeado pelas seguintes cidades: Ramotswa a sudeste, Mogoditshane a noroeste, Mochudi a leste e Tlokweng do outro lado do rio. A maioria delas são cidades dormitório de Gaborone. Os subúrbios de Gaborone incluem: Broadhurst, Gaborone Oeste, The Village, Naledi[13] e New Canada. Phakalane, um rico subúrbio, localiza-se fora dos limites da cidade.

Clima[editar | editar código-fonte]

Gaborone possui um clima semiárido quente (na classificação climática de Köppen-Geiger: BSh). Na maior parte do ano, Gaborone é bastante ensolarada. Os verões são geralmente quentes. As noites são frescas. Geralmente, os verões com pouca chuva são mais quentes do que os verões com chuvas regulares. Em época de seca, as temperaturas mais altas do ano ocorrem geralmente em janeiro e fevereiro. Com chuvas normais, as temperaturas mais altas ocorrem geralmente em outubro, pouco antes das chuvas começar. Durante o inverno, os dias ainda são quentes e as noites são frias.[17]

Há em média setenta e quatro dias por ano com temperaturas acima de 32°C e 196 dias por ano com temperaturas acima de 26°C. Há em média cinquenta e um dias por ano com temperaturas abaixo de 7°C e um dia por ano com temperatura abaixo de 0°C.[18] A temperatura média do ponto de orvalho atinge os mais altos níveis em janeiro e fevereiro, em torno 16°C, e atinge os mais baixos níveis em julho, em torno de 2°C. A temperatura média do ponto de orvalho por ano é 10°C.[18]

A precipitação em Gaborone é esparsa e variável. A maior parte da chuva em Gaborone cai durante os meses de verão, entre outubro e abril.[17] Há em média quarenta dias de trovoadas por ano, a maior parte delas acontecem durante os meses de verão, e quatro dias de nevoeiro, geralmente durante os meses de inverno.[18]

A maior umidade ocorre em junho com 90%, enquanto a mais baixa ocorre em setembro com 28%.[17]

Os níveis de radiação solar variam entre 14,6 MJ/m² em junho a 26,2 MJ/m² em dezembro.[17]

Venta mais de agosto a novembro com velocidade média em torno de 14 km/h, o período mais calmo é entre maio e julho com velocidade média em torno de 8 km/h. A velocidade média do vento por ano é de 12 km/h.[18]

Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Gaborone Weather-rain-thunderstorm.svg
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima registrada (°C) 39 40 39 37 33 29 28 33 39 38 40 39 40
Temperatura máxima média (°C) 31 30 29 26 23 21 21 24 27 29 30 30 27
Temperatura mínima média (°C) 22 21 19 16 12 7 7 11 15 18 20 21 16
Temperatura mínima registrada (°C) 14 13 11 0 -1 -1 -2 0 5 7 8 11 -2
Precipitação (mm) 96,5 83,8 71,1 40,6 12,7 5,1 2,5 5,1 15,2 43,2 66 88,9 525,8
Fonte: www.weatherbase.com[19] 20-6-2010

Demografia[editar | editar código-fonte]

Crescimento populacional[20] [21]
ano população  %
1971 17 700 -
1981 59 657 237.0
1991 133 468 123.7
2001 186 007 39.4

A população da cidade, de acordo com o censo de 2001, é de 186 007, sendo 91 823 homens e 94 184 mulheres.[22] Existem 58 476 habitações em Gaborone.[3] A população estimada em 2010 é de 228 166 habitantes.[6] A cidade de Gaborone abriga 11% da população de Botswana.[3]

A conurbação da cidade de Gaborone possui 282 150 habitantes (censo de 2001).[5]

A taxa de crescimento populacional de Gaborone é 3,37%, a maior do país, provavelmente porque a cidade possui uma infraestrutura mais desenvolvida, proporcionando melhores condições de vida..[23] Gaborone é uma das cidades de crescimento mais rápido em todo o mundo.[13]

É estimado que mais de um terço da população de Gaborone, 38,8%, possua AIDS/SIDA — a mais alta taxa de prevalência do mundo. Esta taxa é ainda maior (44%) na população com idade entre 15 e 49 anos.[24]

Religião[editar | editar código-fonte]

Localização da diocese de Gaborone ao sul de Botswana

A Diocese de Gaborone, que está sob a jurisdição da Arquidiocese Católica Romana de Pretória, tem a sua sede episcopal na cidade. A diocese abrange a metade sul do Botswana, e o bispo da diocese é Valentine Tsamma Seane, que foi consagrado em 25 de abril de 2009. O bispo anterior foi Boniface Tshosa Setlalekgosi. Há uma catedral católica chamada Catedral de Cristo Rei.[25] [26]

Há um templo hindu em Gaborone, conhecido como Hindu Hall, bem como um gurdwara e uma mesquita.[27] A construção do templo começou em maio de 2001, sobre um templo Venkateswara em Gaborone Oeste, para os Telugus, uma comunidade local, pelos Hindus da Caridade da Fé do Botswana,[28] e foi concluída em setembro de 2007. O Alto Comissariado Indiano e o Presidente de Botswana, Festus Mogae, visitaram o templo após a sua conclusão.[29]

Arte e cultura[editar | editar código-fonte]

O Museu Nacional e Galeria de Arte está localizado a noroeste do Shopping junto Rodovia Independência. O museu abriu em 1968. Possui muitas coisas de artesanato tradicional de obras de arte de artistas locais. O museu abriga pinturas originais de Thomas Baines e Sithole Lucas. A exposição inclui Artistas no Botswana, Competição de Arte Infantil e Thapong Internacional. Fora do museu, existem várias formas de transporte, como vagões, trenós e Bakkies (picapes).[30] Há também uma exposição sobre os bosquímanos, os primeiros habitantes da África Austral.[31] O museu abriu com uma área de 3,6 hectare (9 acres)[32] de jardim botânico chamado Jardim Botânico Nacional do Botsuana, em 2 de Novembro de 2007.[33] O jardim foi construído para proteger a vida do Botswana e as plantas nativas, e 90% do seu total de espécies de plantas são plantas nativas do Botswana.

O Festival Maitisong foi iniciado em 1987 e é realizada todos os anos, durante sete dias em uma semana do mês de março ou na primeira semana de abril. O festival tem shows ao ar livre, jogos e filmes em vários locais ao redor da cidade.

"My Dream Africano" é uma competição de artes que é realizada todos os anos no Centro Internacional de Convenções de Gaborone. A mostra apresenta muitos kwaito, bailarinos e músicos.

A série do livro, The No. 1 Ladies 'Detective Agency, a agência é localizada em Gaborone. A série é escrita por Alexander McCall Smith. Os livros seguem com a Precious Ramotswe, a primeira mulher detective privada no Botsuana, e os mistérios que ela resolve.

Governo[editar | editar código-fonte]

Entrada da Assembleia Nacional do Botswana em Gaborone

Gaborone é o centro político do Botswana. A maioria dos edifícios do governo estão localizados a oeste do Mall, em uma área chamada de Enclave Governamental, tais como: os ministérios, a Assembleia Nacional do Botswana, a Câmara dos Chefes de Botswana e os Arquivos Nacionais.[34] Próximo à entrada do edifício do parlamento, há uma estátua de Sir Seretse Khama, o primeiro presidente do Botswana.

A Academia de Aplicação do Direito Internacional (International Law Enforcement Academies - ILEA) foi criada em 24 de julho de 2001, em Gaborone. A academia proporcionará formação para gestores de nível médio para os países da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (Southern Africa Development Community - SADC).[35]

Educação[editar | editar código-fonte]

Edifício de Ciência Ambiental da Universidade do Botswana

Gaborone tem muitas escolas primárias e secundárias, públicas e privadas. Entre elas se incluem a Escola Westwood International (Westwood International School), a Escola Maru-a-Pula (Maru-a-Pula School), a Escola Primária Legae e Thornhill (Legae and Thornhill Primary School).

Universidades[editar | editar código-fonte]

O campus principal da Universidade do Botswana, estabelecido em 1982,[13] está localizado no lado ocidental da cidade.[15] Outras universidades incluem a Limkokwing Universidade de Tecnologia Criativa (Limkokwing University Of Creative Technology), que também tem um campus em Gaborone. A Faculdade de Contabilidade do Botswana (Botswana Accountancy College), o Colégio Técnico de Gaborone (Gaborone Technical College) e a Faculdade de Agricultura do Botswana (Botswana College of Agriculture), situada a cerca de 15 km do centro da cidade, também estão localizados em Gaborone.

Transporte[editar | editar código-fonte]

Férreo[editar | editar código-fonte]

O caminho-de-ferro, responsável pela fundação da cidade, continua a ser importante, dividindo a cidade na direção norte-sul.[13] A Botswana Railways opera uma linha que vai da Cidade do Cabo até Harare, via Bulawayo. A estação ferroviária em Gaborone está localizada ao sul do Parlamento, no centro da cidade.[15] A ferrovia possui paradas nas seguintes cidades de Botsuana e arredores: Ramatlabama na fronteira com o África do Sul, Lobatse, Gaborone, Palapye, Serule, Francistown, Ramokgwebana e Plumtree, no Zimbabue..[36] Esta ferrovia tornou-se uma linha exclusivamente cargueira a partir de 1 de abril de 2009.[37]

Aéreo[editar | editar código-fonte]

O Aeroporto Internacional Sir Seretse Khama (código OACI: FBSK[38] / código AITA: GBE[39] ) fica a 25 km (16 milhas),[40] ao norte da cidade e tem voos para Joanesburgo, Harare, Francistown e Maun, com ligações a Kasane e Livingstone.[41] É a sede da Air Botswana, a companhia aérea nacional do Botswana.

Rodoviário[editar | editar código-fonte]

As auto-estradas e em torno de Gaborone incluem a Rodovia Trans-Kalahari, Rodovia A1 e a Rodovia Cairo - Cidade do Cabo. Há cinco estradas principais em Gaborone que vão para Lobatse, Kanye, Molepolole, Francistown via Mochudi e Tlokweng.[42]

Transporte Público[editar | editar código-fonte]

O transporte público na cidade é geralmente de confiança, quando comparado com as principais cidades africanas. Kombis (furgões pequenos) e os táxis fazem as rotas dentro da cidade, enquanto ônibus atendem os povoados vizinhos e outras cidades no Botsuana.[13]

Cidade-irmã[editar | editar código-fonte]

Gaborone encontra-se geminada com duas cidades:

Relações internacionais[editar | editar código-fonte]

Gaborone possui as embaixadas dos seguintes países.

Referências

  1. a b Neil Parsons (19-8-1999). Botswana History Page 7: Geography Botswana History Pages University of Botswana History Department. Visitado em 4-8-2009.
  2. Modise, Oliver. Mothei re-elected Gaborone mayor (em <código de língua não-reconhecido>). 07. ed. Gaborone, Botswana: Mmegi Online. vol. 25.
  3. a b c d Table 1.2: Population and household distribution by administrative district (1991 and 2001) (em inglês) CSO - Central Statistics Office. Visitado em 20-6-2010.
  4. Gaborone, Botswana Page (em inglês) Falling Rain Genomics, Inc..
  5. a b As vilas ao redor de Gaborone totalizam 96 143 habitantesTable 1.5: Population of some villages surrounding Gabarone and Fracistown - 2001 census (em inglês) CSO - Central Statistics Office. Visitado em 20-6-2010.
  6. a b c POPULATION PROJECTIONS FOR BOTSWANA: 2001 - 2031 (PDF) (em inglês) CSO-Central Statistics Office. Visitado em 20-6-2010.
  7. Hardy, Paula; Firestone, Matthew D.. Botswana & Namibia: Gaborone [http://books.google.com/books?id=HSAs1_B-93YC&lpg=PP1&pg=PA74#v=onepage&q=&f=false] (em <código de língua não-reconhecido>). [S.l.]: Lonely Planet, 2007. 75–88 pp. ISBN 9781741047608. Visitado em 26-6-2010.
  8. History of Gaborone (em inglês) The African Executive. Visitado em 26-6-2010.
  9. Grant, Sandy. Our Heritage.. 91. ed. Gaborone, Botswana: Mmegi Online. vol. 26. Visitado em 6-8-2009.
  10. Keiner, Marco; Zegras, Christopher; Schmid, Willy A.. From understanding to action: sustainable urban development in medium-sized cities in Africa and Latin America. [S.l.]: Springer, 2004. 19, 63, 68, 93 pp. ISBN 9781402028793. Visitado em 6-8-2009.
  11. killion (29-6-2009). The Unsustainable urban growth of Gaborone City, Botswana (em inglês). Visitado em 4-8-2009.
  12. Van Nostrand, John Cornelius. Old Naledi, the village becomes a town: an outline of the Old Naledi Squatter Upgrading Project, Gaborone, Botswana: Old Naledi: History of Settlement [http://books.google.com/books?id=qGjfAc4J1yUC&lpg=PP13&pg=PP13#v=onepage&q=&f=false]. [S.l.]: James Lorimer & Company, 1982. 13–15 pp. ISBN 9780888626509. Visitado em 19-9-2009.
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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