LinkedIn

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LinkedIn
LinkedIn Corporation
Logotipo do LinkedIn
Slogan Relantionships Matter
Tipo Empresa Pública
Cotação NYSE: LNKD
Indústria Internet
Fundação 5 de maio de 2003 (12 anos)
Santa Mônica, na Califórnia, nos  Estados Unidos
Fundador(es) Reid Hoffman
Allen Blue
Konstantin Guericke
Eric Ly
Jean-Luc Vailant
Sede Mountain View, na Califórnia, nos
 Estados Unidos
Áreas servidas Mundo
Pessoas-chave Reid Hoffman (Chairman)
Jeff Weiner (CEO)
Empregados 4 200 (14 de agosto de 2013)
Valor
de mercado
US$ 8 bilhões
Lucro Aumento US$ 927 milhões (2012)[1]
Página oficial http://www.linkedin.com/

LinkedIn é uma rede social de negócios fundada em dezembro de 2002 e lançada em 5 de maio de 2003.[2] É comparável a redes de relacionamentos, e é principalmente utilizada por profissionais.

Em novembro de 2007, tinha mais de 16 milhões de usuários registrados, abrangendo 150 indústrias e mais de 400 regiões econômicas (como classificado pelo serviço). Em janeiro de 2015, Linkedin possuía mais de 347 milhões de usuários registados em mais de 200 países e territórios. O site está disponível em inglês, francês, alemão, italiano, português, espanhol, romeno, russo, turco e japonês. A Quantcast relatou que LinkedIn possui, mensalmente, 21,4 milhões de visitantes únicos nos Estados Unidos e 47,6 milhões pelo mundo. Em Junho de 2011, LinkedIn tinha 33,9 milhões de visitantes únicos, tendo crescido 63% em comparação ao ano anterior, ultrapassando o MySpace.

Em 2013, chegou ao número de mais de 238 milhões de usuários. Os países que mais utilizam o Linkedin são: Estados Unidos, com 84 milhões de usuários; Índia, com 21 milhões de usuários; e Brasil, com 15 milhões de usuários.[3]

Jeff Weiner, que trabalha no LinkedIn desde 2008, fundado pelo Reid Hoofman, levou adiante essa empresa depois de anos fracos. Orientou os rumos da firma aos talentos corporativos e sua gestão permitiu que a rede fosse cotada na bolsa de valores em 2011 com um resultado glorioso – à diferença de seu rival, o Facebook. [4]

A Corporação[editar | editar código-fonte]

Sede da LinkedIn em Stierlin Court, em Mountain View, na Califórnia

O atual diretor da LinkedIn é Jeff Weiner, enquanto o seu antigo diretor e também fundador da empresa, Reid Hoffman, que já foi Vice-Presidente Executivo da PayPal, permanece como presidente de produto e presidente do conselho. A LinkedIn está sediada em Mountain View, na Califórnia, e é financiada por [5] Greylock, Sequoia Capital[6] , Bessemer Venture Partners, e European Founders Fund. A LinkedIn passou a ser rentável em Março de 2006.[7]

Recursos Web[editar | editar código-fonte]

O principal propósito do site é permitir que usuários registados possam manter uma lista detalhada de contatos de pessoas que eles conheçam e em quem confiem. As pessoas nessa lista são chamadas de conexões. Os usuários podem convidar qualquer um (seja um usuário do LinkedIn ou não) para tornar-se uma conexão. Esta lista de conexões pode, então, ser usada de vários modos:

  • Uma rede de contatos acumulada, constituída de suas ligações diretas, de segundo grau, terceiro grau e assim por diante facilitam o conhecimento de profissionais através de seus contatos mútuos.
  • Isso pode ser usado para encontrar trabalhos, pessoas e oportunidades recomendadas por qualquer um na sua rede de contatos.
  • Os empregadores podem listar trabalhos e buscar por candidatos potenciais.
  • Todos os candidatos a emprego podem rever o perfil de contratação e descobrir qual dos seus contatos existentes poderia apresentá-lo aos empregadores.

O recurso LinkedIn Answers [8] , semelhante ao Google Answers ou Yahoo! Answers, permite aos usuários do LinkedIn fazerem perguntas e obterem respostas da comunidade. O LinkedIn Answers é gratuito e as principais diferenças entre os dois serviços previamente mencionados são o tipo de questões, potencialmente mais orientadas para negócios, e o fato de os usuários, tanto os que fazem as perguntas como os que respondem se encontrarem identificados.

Modelo do domínio[editar | editar código-fonte]

Modelo do domínio LinkedIn

O diagrama à direita, em Unified Modeling Language, representa um subconjunto das informações geridos pelo LinkedIn. Ele dá uma panorâmica geral das principais entidades, relações e campos armazenados pelo sistema. Por exemplo: o diagrama mostra quais campos estão associados à noção de posição, solicitação de recomendação, educação e assim por diante. Note que esta é um diagrama conceitual: ele descreve os conceitos em vez da execução e dos detalhes do banco de dados.

Falso site LinkedIn usado pela Sede das Comunicações Governamentais[editar | editar código-fonte]

A Sede das Comunicações Governamentais (Government Communications Headquarters) britânica usou páginas falsas do LinkedIn para atingir seu alvo principal: engenheiros de companhias a serem penetradas.[9] De acordo com uma apresentação feita pelo GCHQ e revelada por Edward Snowden, a inteligência britânica começou por identificar os funcionários que trabalhavam na manutenção de rede e segurança da empresa de telecomunicações. Em seguida, eles determinaram que os potenciais alvos tinham utilizado o site LinkedIn ou Slashdot, um popular site de notícias na comunidade de tecnologia da informação.

Engenheiros como Alvos Principais[editar | editar código-fonte]

Os computadores desses "candidatos" foram, então, infectados com malware de computador que tinha sido colocado usando a tecnologia de infiltração da agência de inteligência conhecida como "Quantum Insert", que permitiu que os espiões do Government Communications Headquarters (GCHQ) se infiltrassem profundamente na rede interna Belgacom[9] e de sua subsidiária BICS, que opera um sistema chamado roteador GRX. Este tipo de roteador é necessário quando os usuários fazem chamadas ou para se conectar quando usam seus telefones celulares no exterior.

Questões de Privacidade[editar | editar código-fonte]

Não membros podem verificar se a pessoa é ou não um membro. Desde Agosto de 2007, esse recurso pode ser desativado.[10]

Desde Outubro de 2006, não existe modo automatizado para remover-se do LinkedIn. O método oficial é contactar o suporte técnico.[11]

Sites com recursos semelhantes[editar | editar código-fonte]

Existem muitos websites que oferecem redes de negócios online, incluindo Ziggs, Ebuddy, Doostang, XING, Salesconx, Plaxo, Yahoo!, Kickstart e, ultimamente crescendo exponencialmente, o Facebook. O LinkedIn Answers é comparável ao Yahoo Answers. Vários websites tais como CareerBuilder.com e Monster.com têm funções para busca de empregos. Vários websites têm sistemas de reputação e redes de relacionamento social.

Commons
O Commons possui imagens e outras mídias sobre LinkedIn

Referências

  1. SEC (1 de fevereiro de 2012). Financial Statement LinkedIn Corp Securities and Exchange Commission. Visitado em 1 de fevereiro de 2012.
  2. Linked-In - Profile alarm:clock (6 de agosto de 2004).
  3. "Linkdin atinge 15 milhões de usuários no Brasil" Revista Exame. Visitado em 31 de Janeiro de 2014.
  4. Rafael Novaes, em "Mini-CV Jeff Weiner", http://www.psafe.com/blog/mini-cv-jeff-weiner/
  5. [1].
  6. Press Release about Sequoia Capital Investing in LinkedIn. Visitado em 2007-11-14.
  7. [2].
  8. LinkedIn Answers unlocks the world’s best source of business knowledge: trusted professionals.
  9. a b SPIEGEL ONLINE: GHCQ Targets Engineers with Fake LinkedIn Pages - SPIEGEL ONLINE
  10. [3].
  11. LinkedIn privacy policy sessão "Accessing and Changing Your Account Information".

Ver também[editar | editar código-fonte]


Ligações externas[editar | editar código-fonte]