Vampeta

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Vampeta
Vampeto.jpg
Informações pessoais
Nome completo Marcos André Batista Santos
Data de nasc. 13 de março de 1974 (40 anos)
Local de nasc. Nazaré (BA),  Brasil
Nacionalidade  Brasileiro
Altura 1,82 m
Destro
Apelido Velho Vamp
Informações profissionais
Clube atual Brasil Grêmio Osasco
Posição Dirigente e Treinador
(ex-Volante, Lateral-direito)
Clubes de juventude
19901993 Brasil Vitória
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
19931994
1994–1998
1995
1995–1996
1998–2000
2000
2001
2001
20022003
2004
2004
2005
2006
2007
2008
2011
Brasil Vitória
Países Baixos PSV Eindhoven
Países Baixos VVV-Venlo (emp.)
Brasil Fluminense (emp.)
Brasil Corinthians
Itália Internazionale
França Paris Saint-Germain (coprop.)
Brasil Flamengo
Brasil Corinthians
Brasil Vitória
Kuwait Al Salmiya Club
Brasil Brasiliense
Brasil Goiás
Brasil Corinthians
Brasil Juventus
Brasil Grêmio Osasco
013 0000(0)
034 0000(2)
007 0000(3)
023 0000(2)
125 000(10)
014 0000(0)
007 0000(1)
016 0000(1)
101 0000(7)
010 0000(0)
012 0000(2)
037 0000(0)
019 0000(5)
022 0000(0)
007 0000(0)
001 0000(0)
Seleção nacional
19982002 Brasil Brasil 041 0000(2)
Times que treinou
2010
2011
2011–
Brasil Nacional-SP
Brasil Grêmio Osasco
Brasil Grêmio Osasco (dirigente esportivo)

Marcos André Batista Santos, mais conhecido como Vampeta (Nazaré, 13 de março de 1974), é um treinador e ex-futebolista brasileiro que atuava como volante e sempre se destacou por ser um jogador polêmico. Atualmente, exerce o cargo de presidente do Audax São Paulo e Audax Rio[1] .

Seu apelido tem origem nos tempos que jogava no profissional do Vitória. Por, na época, não possuir os dentes da frente, seus amigos fizeram a junção das palavras "vampiro" e "capeta".[2]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Vampeta começou sua carreira no Vitória, onde, após três anos nas categorias de base, jogou profissionalmente entre 1993 e 1994.

Em 1994, foi vendido ao PSV Eindhoven, da Holanda, onde disputou a temporada 1994-95. Foi emprestado ao também holandês VVV-Venlo, e após poucas partidas, retornou ao Brasil ainda em 1995, para jogar dois anos no Fluminense, também por empréstimo. Em 1997, retornou ao PSV. Nesta segunda passagem pelo clube, foi campeão da Eredivisie 1996-97, onde foi considerado o melhor volante do campeonato.

Em 1998, novamente retornou ao Brasil, numa transferência em definitivo para o Corinthians, onde formou com Marcelinho Carioca, Rincón e Ricardinho, o meio-campo do time. O time, dirigido inicialmente por Vanderlei Luxemburgo e depois pelo seu auxiliar Oswaldo de Oliveira, foi vice-campeão paulista em 1998, campeão brasileiro em 1998, campeão paulista em 1999, campeão brasileiro em 1999 e campeão mundial em 2000.

Graças às suas boas atuações nesta época, foi convocado pela primeira vez a Seleção Brasileira, onde foi campeão da Copa América de 1999 e vice-Campeão da Copa das Confederações de 1999.

Retornou ao futebol europeu na temporada 2000-01, atuando pela Internazionale e depois pelo Paris Saint-Germain. Sentia a necessidade de estar perto do Brasil, o que acabou encurtando sua segunda passagem pelo futebol europeu.

Em janeiro de 1999 posou nu para a revista G Magazine.

Ainda em 2001, voltou a atuar no futebol brasileiro, desta vez, pelo Flamengo.

Em 2002, retornou ao Corinthians, desta vez dirigido por Carlos Alberto Parreira, e à rotina de títulos. Foi campeão da Copa do Brasil de Futebol de 2002 e do Torneio Rio-São Paulo de 2002. Também foi vice-campeão brasileiro com o time alvinegro.

Ainda neste mesmo ano, foi convocado pelo técnico Luiz Felipe Scolari para a Copa do Mundo de 2002, sagrando-se pentacampeão Mundial.

Em 2003, Vampeta foi mais uma vez campeão paulista, onde foi um dos destaques do time. O jogador machucou-se seriamente na primeira partida do Campeonato Brasileiro, no jogo contra o Atlético Mineiro, e ficou afastado dos campos de futebol durante oito meses. Sem Vampeta, o time do Corinthians, dirigido por Geninho, foi desclassificado da Libertadores da América e fez uma das piores campanhas do time paulista no Brasileirão do mesmo ano.

Conflito com treinador e saída[editar | editar código-fonte]

Após um longo período de recuperação, o jogador quis retornar para ajudar o time nas últimas rodadas do campeonato, e contou com a promessa de escalação pelo treinador Juninho Fonseca, que substituiu Geninho. Porém, isto não aconteceu no decorrer das partidas, o que causou um desentendimento entre o treinador e Vampeta, e acabou provocando a saída conturbada do jogador.

No início de 2004, após o desentendimento com o então técnico do Corinthians, Vampeta retornou ao clube que o revelou, o Vitória, onde ficou por apenas seis meses. Se transferiu para o Oriente Médio, mais precisamente para o Kuwait, jogando pelo Al Salmiya Club, onde foi Campeão do Torneio Al-Khurafi.

Em abril de 2005, Vampeta retornou ao futebol brasileiro, para jogar no Brasiliense, onde reencontrou o ex-companheiro Marcelinho Carioca. A equipe de Brasília disputava pela primeira vez a Série A do Campeonato Brasileiro, mas o time acabou sendo rebaixado no final da temporada.

Em 2006, Vampeta foi contratado pelo Goiás para a disputa da Taça Libertadores da América de 2006. O jogador foi campeão goiano, e teve o contrato rescindido em agosto deste mesmo ano.

Em julho de 2007, quase um ano após a rescisão com o Goiás, e dois meses treinando para readquirir o condicionamento físico, Vampeta foi contratado para atuar pela terceira vez pelo Corinthians, para ajudar o time no Campeonato Brasileiro. O jogador voltou ao alvinegro com o objetivo de reverter a situação do time, que veio de eliminações no Campeonato Paulista e na Copa do Brasil. Porém, esse objetivo não foi alcançado, e como em 3 vezes anteriores, Vampeta Saiu em Julho de 2007 e foi para o Juventus! No início de 2008, foi anunciado como reforço do Juventus, para a disputa do Campeonato Paulista de 2008, Após a curta passagem pelo Moleque Travesso, Vampeta encerrou a sua carreira como jogador e começou a trabalhar como empresário e treinador. Mas em março de 2011, Vampeta recebeu uma curiosa proposta e voltou a jogar pelo clube que treina: o Grêmio Osasco[3] . Entrou no fim do segundo tempo durante uma partida do Campeonato Paulista da Série A3 e encerrou definitivamente a carreira como jogador profissional para se dedicar na diretoria do clube.

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

Foi convocado pela primeira vez a Seleção Brasileira em 1998, quando estava em grande fase no Corinthians. Nesta época, foi campeão da Copa América de 1999 e vice-Campeão da Copa das Confederações de 1999.

Foi também convocado pelo técnico Luiz Felipe Scolari para a Copa do Mundo de 2002, sagrando-se pentacampeão Mundial. Neste torneio, foi reserva durante toda a competição.

Fez um total de 42 jogos pela seleção, marcando dois gols, sendo eles na mesma partida, contra a Argentina, pelas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2002.

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Em 2010 assumiu o comando do Nacional-SP. Atualmente, treina o Grêmio Osasco[4] .

Como comentarista esportivo[editar | editar código-fonte]

Durante a Copa do Mundo de 2010, trabalhou como comentarista esportivo na TV Bandeirantes junto a Emerson e Denílson, no programa Band Mania.

Política[editar | editar código-fonte]

Vampeta concorreu ao mandato de deputado federal por São Paulo nas eleições de 2010 pelo PTB, porém não elegeu-se.[5]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Vitória
PSV Eindhoven
Corinthians
Goiás
Seleção Brasileira

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]