Leandro Lessa Azevedo

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Leandro
Informações pessoais
Nome completo Leandro Lessa Azevedo
Data de nasc. 13 de Agosto de 1980 (34 anos)
Local de nasc. Ribeirão Preto (SP), Brasil
Altura 1,73 m
Direito
Informações profissionais
Clube atual Brasil Botafogo-SP
Número 10
Posição Atacante
Clubes de juventude
19971998 Brasil Botafogo-SP
Clubes profissionais2
Anos Clubes Jogos (golos/gols)
19992001
20012003
20032005
2004
2005
20062007
20082009
20102012
2011
2012
2013
2013
Brasil Botafogo-SP
Brasil Corinthians
Rússia Lokomotiv Moscou
Brasil Goiás (emp.)
Brasil Fluminense (emp.)
Brasil São Paulo
Japão Tokyo Verdy
Brasil Grêmio
Brasil Vasco da Gama (emp.)
Brasil Comercial-SP (emp.)
Brasil Fortaleza
Brasil Botafogo-SP
000? 0000(?)
0114 000(17)
000? 0000(?)
0041 000(14)
0030 0000(5)
0065 000(10)
0019 0000(3)
0022 0000(0)
0031 0000(1)
0007 0000(0)
0012 0000(1)
0006 0000(0)


2 Partidas e gols totais pelo
clube, atualizados até 24 de agosto de 2013.

Leandro Lessa Azevedo, mais conhecido apenas como Leandro (Ribeirão Preto, 13 de Agosto de 1980), é um futebolista brasileiro que joga como atacante. Atualmente defende o Botafogo-SP.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Botafogo-SP[editar | editar código-fonte]

Leandro começou sua carreira de futebolista jogando pelo base do Botafogo-SP, entre os anos de 1997 e 1998. Em 1999, permaneceu no time principal Foi um dos principais destaques do Botafogo-SP, ao lado de Doni e Luciano Ratinho na campanha do vice-campeonato Paulista de 2001. Os três foram contratados pelo Corinthians logo após as finais, a pedido de Vanderlei Luxemburgo.

Corinthians[editar | editar código-fonte]

Leandro chegou ao Corinthians no segundo semestre de 2001, junto aos companheiros do Botafogo-SP: o meia Luciano Ratinho e o goleiro Doni. Dos três jogadores da Pantera das Américas, Leandro foi o único a conseguir destaque de imediato. Doni só conseguiu tornar-se titular da equipe com a saída de Dida (sendo que o time foi muito criticado no período em que Doni estava catando no gol]] e Luciano Ratinho não se firmou.

Com a pífia campanha da equipe alvinegra no Campeonato Brasileiro, no qual ficou na 18º colocação e a 7 pontos do rebaixamento, não se destacaria ainda naquele período. Mas tudo seria diferente em 2002. Naquele ano, o Timão, sobre o comando de Carlos Alberto Parreira, surpreendeu. O técnico, famoso por suas escalações re-tranqueiras, organizou um time no estilo 4-3-3, com um ataque formado por Deivid de centroavante, Leandro pelo lado direito e Gil no lado esquerdo. Leandro, como todo o time, ganhou bastante destaque e foi campeão do Torneio Rio-São Paulo, onde marcou e da Copa do Brasil.

Tornou-se grande destaque do Corinthians na disputa do Torneio Rio-São Paulo. Um dos momentos mais marcantes de sua passagem pelo Timão foi no segundo jogo nas semifinais deste mencionado campeonato, sendo este um dos episódios épicos da história do Corinthians.

No dia 28 de abril, o Timão jogaria contra o São Caetano, no Morumbi para chegar às finais do campeonato. Na primeira partida das semifinais, no dia 20 de abril, no Pacaembu, o Timão apresentou um péssimo futebol e teve de se contentar com um empate, com gols de Anailson (pelo Azulão) e Ricardinho (pelo Timão), aos 41 e 42 minutos do 1º tempo, respectivamente. Neste jogo, cinco dos jogadores do Timão (incluindo Leandro) receberam cartão amarelo contra quatro amarelados do São Caetano[1] .

Na segunda partida, o Corinthians mostrava os mesmos erros do primeiro jogo e não conseguia passar pela forte marcação do São Caetano. E o que é pior: aos 27 minutos do primeiro tempo, o time do ABC abria o placar com Brandão: 1 a 0. No final do primeiro tempo, Wagner, do time do São Caetano, põe a mão na bola e como já tinha cartão amarelo, foi expulso, o que iria facilitar, e muito, a vida do Timão. No segundo tempo, o Timão entra bem melhor e consegue uma virada histórica. O grande herói foi Leandro, que marcou dois gols aos 6 e aos 15 minutos do 2º tempo. Com estes dois gols e mais outro gol de Rogério aos 35 minutos do segundo tempo, o Corinthians vence o Azulão - de virada - por 3 a 1 e se classifica para a final contra o São Paulo, que eliminou o Palmeiras[2] [3] .

No dia 5 de maio, Corinthians e São Paulo entram em campo para o primeiro jogo da final. No primeiro tempo, o Timão não jogou um bom futebol e terminou a primeira etapa perdendo por 1 a 0. Porém, no segundo tempo, o Corinthians entrou arrasador e aos 9 minutos já vencia por 2 a 1, com um gol de Deivid (aos 2) e outro de Leandro (aos 8). Mais tarde, aos 19, Gil faria um gol inacreditável sobre Rogério Ceni, mas o Timão sofreria aos 24 minutos do segundo tempo um gol de Belletti. Com a vitória por 3 a 2, o Corinthians só precisou empatar por 1 a 1 para faturar o título.

Depois, faturaria a Copa do Brasil e no ano seguinte, em 2003, faturaria o Campeonato Paulista. No fim do mês de julho se transferiu para o Lokomotiv Moscou, da Rússia. Em 114 partidas pelo Timão, Leandro marcou 17 gols[4] .

Fluminense[editar | editar código-fonte]

No Fluminense, trabalhando com o professor Abel Braga em 2005, ganhou o apelido de "Guerreiro" por ser um jogador de muita luta e dedicação durante as partidas. Mesmo tendo machucado seu braço no jogo contra o Vasco, na semifinal da Taça Rio, segundo turno do carioca de 2005, quis jogar na decisão contra o Flamengo. Mostrou o quanto sua escolha valeu apena ao marcar seu gol contra o time rival, o "pó de arroz" venceu o rubro-negro por 4x1. Sua equipe precisou enfrentar o campeão do primeiro turno para ficar com o título, tiveram um começo de temporada não muito bom, mas deram a volta por cima na Taça Rio. Em 2005 os clubes de menos tradição surpreenderam os Gigantes. A decisão final, que fechou o Cariocão 2005, foi entre Volta- Redonda x Flu. O meia Preto Casagrande do Flu, abriu o placar numa cobrança de falta, Leandro fez o segundo gol em 5 minutos de jogo. No segundo tempo, a agremiação da cidade do aço surpreendeu, o jogo terminou em 4x3 para o "Voltaço". Para a tranquilidade dos tricolores, ainda restava o segundo jogo e estavam atrás numa diferença de 1 gol. Venceram o clube do interior do Rio, por 3x1 com muita adrenalina, o Volta Redonda havia feito o primeiro gol, mas o flu empatou ainda no primeiro tempo, e virou no segundo com um gol de cabeça do volante, e ídolo, Marcão. A decisão iria para os pênaltis, até o volante Arouca mandar a bola para área adversária, e o zagueiro Antônio Carlos dividir com o goleiro Lugão e fazer o Terceiro gol. No Flu vivenciou bons momentos em todas as competições que sua equipe esteve presente, no Carioca começou a brilhar no returno do Campeonato, Na Copa do Brasil, mostrou o quanto o time estava com o ataque bem formado ao ter o artilheiro Tuta como dupla. Apesar do bom entrosamento, alguns jogadores foram vendidos, se machucaram nas partidas anteriores e tiveram atletas cumprindo suspensão. O Flu enfrentou o Paulista de Jundiaí na final, mas com seu time incompleto e desfalcado, o que fez com que a equipe adversária fizesse 2x0 em casa, no Rio o jogo terminou em 0x0, e o Paulista venceu a Copa do Brasil 2005. No Brasileirão também lutaram pelo título, e mais uma vez Tuta e Leandro foram uma excelente dupla, o Fluminense estava como candidato ao título assim como o Corinthians e o Inter. No segundo semestre, apesar de ter tido jogadores importantes que foram para outros clubes, como o meia Diego, o zagueiro Antonio Carlos e Fabiano Eller, tiveram uma ótima notícia, a contratação do gringo Dejan Petkovic, outra boa notícia foi a volta do meia Felipe que cumpria , e assim o Flu formaria novamente um elenco muito bom para conquistar mais um título. No começo do segundo turno, com a presença de Petkovic, engrenaram bem, e ficaram próximos de superar o inter e o Corinthians, mas além da vaga na Libertadores e a surpreendente forma de ser campeão brasileiro, havia algo que os tricolores queriam muito, que era fazer uma boa sul-americana, e conseguiram, venceram na fase nacional, contra o Santos nos Pênaltis, o goleirão Kléber pegou 2 pênaltis, no Flu apenas o meia Beto perdeu, na última cobrança o Meia Felipe quase deixou o Flu ter que enfrentar uma morte súbita, mas para seu alívio o goleiro santista Saulo, se adiantou, na segunda chance acertou e levou o Flu para a disputa contra o Banfield. Leandro no primeiro jogo contra o time argentino, que foi no Rio, em São Januário, vivenciou um episódio memorável mas que quase prejudicou sua equipe. O Banfield abriu o placar, Leandro empatou, ao fazer seu gol subiu na grade do estádio para comemorar, foi advertido mesmo sem saber que já estava como regra que não podia fazer isso. O jogo estava empatado, ao estava com a bola na área, por causa de um toque leve, se atirou para cavar o pênalti e dar a oportunidade de sua equipe virar, mas não valeu apena, a simulação resultou na sua expulsão. Mesmo com um à menos o "pó de arroz" virou no segundo tempo e ampliou para 3x1, e terminaram com essa vantagem, sabendo que não podiam perder em Buenos Aires por 2x0, e que Leandro não podia ir nesse jogo. Na Argentina mesmo com um time na defensiva, conseguiram o empate de 0x0, Kléber foi o nome do jogo, evitou chances claras de gol. Após esse jogo o goleiro tricolor Kléber Guerra foi muito prestigiado pela torcida e pela equipe, e Leandro pode contar com pelo menos mais duas participações na Sul-Americana 2005, enfrentarão nas quartas de final o Universidade Católica do Chile, venceram o primeiro jogo por 2x1, que foi no Rio, gols de Pet e do Lateral-Esquerdo Juan, mas perderam no Chile por 2x0. Tendo o brasileiro como foco, tudo que os tricolores queriam era pelo menos confirmar a participação na Libertadores 2006, pois o Corinthians estava como líder isolado. Leandro foi herói em importantes viradas do Fluminense, como no 4x3 contra a Ponte Preta e Santos, venceram também por 4x3 o Juventude fora de casa, mesmo os tricolores durante esses jogos relacionados estando crentes que não sairiam do estádio com uma vitória, fazer 4 gols sendo que tomou 3, fez com que a confiança de que o clube terminaria pelo menos em quarto lugar aumentasse, mas com a perda de importantes jogadores, logo depois do jogo contra o Universidad Católica no Chile em que perderam por 2x0, o Flu parou de vencer. A equipe perdeu as últimas partidas que restavam, pelo bom somatório de pontos, e por serem candidatos ao título, ficaram com a quinta colocação no Brasileiro, e com a confirmação da Sul-Americana de 2006. Leandro, Tuta, Marcão, Preto Casagrande, Dejan Petkovic, Gabriel, Juan e o goleiro Kléber, foram os guerreiros que lutaram até o fim.

São Paulo[editar | editar código-fonte]

Em sua passagem pelo São Paulo, declarou ser torcedor do clube desde a infância. No Tricolor Paulista se notabilizou pela comemorações dos títulos brasileiros de 2006 e 2007, onde subia numa das balizas do Estádio do Morumbi segurando os troféus. Ainda no São Paulo foi um dos maiores ídolos da geração do Hexa-Tri Campeã brasileira de modo consecutivo. Onde era chamado pela torcida de Guerreiro, por se mostrar um atacante de grande poder decisivo em seus gols no Brasileirão. Poderia em 2006 disputar o Mundial de Clubes, mas sua equipe perdeu na final da Libertadores para o Inter, no estadual também terminou em segundo lugar com sua equipe, o campeão paulista de 2006 foi o Santos. Nem mesmo a derrota na Recopa contra o Boca Juniors, comprometeu os são-paulinos, consagraram-se campeões, tendo uma revanche de disputa de título contra o Inter. Conquistaram seu título na penúltima partida, precisaram assistir o jogo do colorado para saberem se o troféu já era dos são-paulinos.

Grêmio[editar | editar código-fonte]

No dia 22 de dezembro de 2009, o assessor de futebol do Grêmio, Luiz Onofre Meira, confirmou a contratação de Leandro.[5] O jogador seria apresentado no dia seguinte; contudo, como faltavam documentos para a assinatura do contrato, a sua chegada oficial foi postergada para o dia 4 de janeiro de 2010.[6] Até agora, Leandro ainda não fez gols pelo Grêmio, por estar em baixa com seu porte físico, passando mais tempo machucado do que nos gramados.

Em 2011 Leandro iniciou o ano treinando em separado, no CT do Grêmio em Eldorado do Sul. O Vice de Futebol tricolor, Antonio Vicente Martins, informou que o jogador estava fora dos planos para a temporada, aguardando apenas o interesse de algum clube na sua contratação.Junto com ele a jovem promessa Isaías Braga,o jovem recém chegado do Goias,não mostrou seu futebol no clube gaúcho e aguardava proposta de empréstimo.

Vasco da Gama[editar | editar código-fonte]

No dia 8 de fevereiro de 2011, foi confirmado o empréstimo de Leandro ao Vasco da Gama até o fim de 2011[7] . Mesmo tendo poucas chances no time titular e marcando apenas 1 gol com a camisa cruzmaltina (na goleada de 8x3 contra o Aurora, da Bolívia, pelas oitavas-de-final da Copa Sul-Americana de 2011), Leandro acabou sendo campeão da Copa do Brasil de 2011.

Grêmio[editar | editar código-fonte]

Depois de uma passagem apagada e sem sucesso pelo clube carioca, sendo reserva, Leandro não permanece em São Januário e volta para o Grêmio, treinando em separado do restante do elenco, juntamente com outros jogadores que não foram aproveitados pelo clube gaúcho na temporada de 2012, enquanto aguardava colocação em outra equipe.

Comercial-SP[editar | editar código-fonte]

Em 29 de fevereiro de 2012, o Grêmio anunciou o empréstimo do atacante ao Comercial, de Ribeirão Preto. Em junho, o jogador voltou do Comercial e fora dos planos, rescindiu o contrato com o Tricolor Gaúcho.

Retorno ao Botafogo[editar | editar código-fonte]

Após doze anos de sua saída do clube de origem, Leandro retornou ao Botafogo, em junho de 2013, para a disputa da Série D. No time que começou a carreira, Leandro assinou um contrato de produtividade.[8]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Botafogo-SP


Corinthians


Lokomotiv Moscou


Fluminense


São Paulo


Grêmio


Vasco da Gama


Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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