Jurisconsulto Gaio

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Gaio ou Gaius em latim

Gaio (Gaius em latim) foi um jurisconsulto romano do século II, tendo redigido seus principais trabalhos entre 130 e 180 d.C.. Seu nome completo é desconhecido nos dias atuais, sendo Gaio seu prenome. A única obra de sua autoria que chegou até os dias atuais intacta foi as Institutas.

História[editar | editar código-fonte]

Além das Institutas, um manual ou curso para jovens juristas, Gaio foi autor de um tratado intitulado "Éditos dos magistrados", de "Comentários sobre as Doze Tábuas", da importante Lex Papia Poppaea e muitos outros. Seu interesse em antiguidades da lei romana é patente, e por essa razão seu trabalho é muito valioso para os historiadores das antigas instituições romanas. Na disputa entre as duas escolas de juristas romanos ele se posicionou na escola dos sabinos, que se diziam seguidores de Ateius Capito, sobre a vida do qual temos notícia nos "Anais de Tácito", sendo bastante apegado às regras antigas e resistente às inovações. Muitas citações ao trabalho de Gaio são feitas no Digesto de Justiniano, adquirindo um assento permanente no sistema jurídico romano. Provavelmente, na maior parte do período que compreendeu os três séculos que se passaram entre as Institutas de Gaio e de Justiniano, as Institutas de Gaio foram o livro de cabeceira de todos os estudantes de Direito Romano.


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