Justiceiro

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Fora-da-lei americanos do princípio do séc. XIX enforcados num estábulo por uma multidão em fúria por terem morto um ex-ajudante de xerife no Oklahoma.

Um justiceiro é alguém que, ocorrendo um crime, e tomado por sentimentos de injustiça em relação às ocorrências, decide agir à margem da lei, procurando punir os autores do crime. A essa situação aplica-se o termo autojustiça. Em linguagem popular designa-se; fazer justiça pelas próprias mãos. Os autores de tais actos podem ser civis ou agentes da autoridade (entre outros), e podem estar ou não, ligados de alguma maneira à vítima ou vítimas desse crime (Ou eles próprios serem vítimas do crime). Acontecimentos desses ocorreram durante a Lei de Lynch nos Estados Unidos do século XIX e parte do século XX; nesses casos foram multidões a encetar essas perseguições. Tal comportamento é considerado reprovável judicialmente (E na maioria das sociedades é considerado também um ato moralmente reprovável) portanto considerado um crime como outro qualquer, punível à luz do Direito. Não deve ser confundido com autodefesa e, não é de resto, uma trangressão muito comum.

No cinema, dois exemplos são retratados nos filmes Death Wish, Dirty Harry e Taxi Driver. Na música, Woody Guthrie canta sobre um vigilante (termo usado em inglês para essas pessoas), e o personagem Justiceiro da Marvel Comics foi inspirado nesse comportamento.

Na vida real, um exemplo foi que em junho de 2014, o Batman, integrante do grupo Loucos Pela Paz, perseguiu e prendeu o desempregado Leonardo Carvalho de Lima, dependente de crack após este furtar seu celular[1] . Devido à divulgação das imagens e por ter sido "amarrado como um cachorro", a familia de Lima pretende processar o ativista[1] .

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Rafael Italiani (19 de junho de 2014). Batman prende e amarra ladrão de celular no Capão Redondo Estadão. Página visitada em 19 de junho de 2014.
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