Língua de Trapo

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Língua de Trapo
Informação geral
Origem São Paulo, SP
País  Brasil
Gênero(s) pop rock, MPB, rock cômico
Período em atividade 1979 – presente
Gravadora(s) RGE
Devil Discos
Independente
Integrantes Laert Sarrumor
Carlos Melo
João Lucas
Sérgio Gama e Silva
Ademir Urbina
Luiz Lucas
Ex-integrantes Lizoel Costa
Luiz Domingues
Guca Domenico
Pituco

Língua de Trapo é um grupo musical formado em São Paulo, em 1979.

História[editar | editar código-fonte]

O Língua de Trapo é um grupo musical paulista, que promove apresentações com conteúdo humorístico em diversos ritmos musicais.

Surgido em 1979, nos estertores da Ditadura Militar, no interior da Faculdade de Comunicação Social Casper Libero, fizeram bastante sucesso, principalmente entre o público jovem e universitário, por seu conteúdo de crítica política e social e postura de esquerda festiva.

Sua formação inicial contava com Laert Sarrumor, Guca Domenico, Luiz Domingues (na época também conhecido como : Luiz "Tigueis"), e Pituco. E chamavam-se de “Laert e seus Cúmplices”. Logo juntou-se ao trio Carlos Castelo (que assinava as músicas como Carlos Melo) e Lizoel Costa, colegas de faculdade do trio.

Em 1980, começava oficialmente o grupo Língua de Trapo, com o lançamento de sua primeira fita demo, denominada "Sutil como um Cassetete", que era vendida nos corredores da faculdade e nos shows, principalmente no circuito universitário e em festivais de MPB. Nessa altura, outros músicos também estavam incorporados , como o percussionista Fernando Marconi e o tecladista, Celso Mojola. O lançamento de tal fita, lançou também o nome da banda no circuito.

Em 1981, já acrescido dos novos integrantes Luiz Lucas no contrabaixo, João Lucas nos teclados e Sergio Gama e Silva na guitarra, e com Ademir Urbina assumindo a bateria, estes gravam seu primeiro e antológico LP, pelo Selo Lira Paulistana.

Vanguarda Paulista[editar | editar código-fonte]

O Língua de Trapo foi um dos nomes de destaque do movimento Vanguarda Paulista, que se formou a partir do músicos que se apresentavam no Teatro Lira Paulistana, em Pinheiros, que mesmo não tendo ligação especifica um com o outro, todos tinham em comum o fato de serem independentes, donos de seus próprios selos, lançando seus trabalhos sem interferência dos burocratas das gravadoras.

Fez também parte do movimento Vanguarda Paulista, num núcleo chamado Pracianos, a 'facção zona norte', com os artistas Dari Luzio, Pedro Lua, Paulo Barroso, Le Dantas & Cordeiro e Carl Guerreiro, este tendo sido vencedor do festival de canções da Rede Globo em segundo, Ricardo Soares em primeiro.

Festival dos Festivais[editar | editar código-fonte]

Em 1985, participou do Festival dos Festivais com a canção Os Metaleiros Também Amam, que chegou até a final da competição. Os Metaleiros Também Amam foi a música mais vaiada pelo público, mas foi também, de longe, a mais engraçada.

Discografia[editar | editar código-fonte]

Álbuns de estúdio[editar | editar código-fonte]

EPs[editar | editar código-fonte]

Álbuns ao vivo[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]