L'Orfeo

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L'Orfeo
Orfeu
Idioma original Italiano
Compositor Claudio Monteverdi
Libretista Alessandro Striggio
Tipo do enredo Fantástico
Número de atos 5
Número de cenas 5
Ano de estreia 1607
Local de estreia Academia degl'Invaghiti, Mântua

L'Orfeo, favola in musica é uma das primeiras obras catalogadas como ópera - é uma ópera de 5 atos precedidos de um prólogo. Foi composta por Claudio Monteverdi sobre libreto de Alessandro Striggio. A sua estreia foi na Academia degl'Invaghiti em Mântua, em fevereiro de 1607 e no Teatro da Corte de Mântua. Foi publicada em Veneza em 1609.

Personagens[editar | editar código-fonte]

Orfeu (Usou sua linda voz e sua música para resgatar sua amada no Tártaro) tenor
Euridice (foi picada por uma serpente e foi para o Tártaro. Orfeu tenta resgatá-la) soprano
Apollo (pai de Orfeu) barítono
Plutão (rei do Tártaro e deus do submundo) baixo
Proserpina (rainha do Tártaro e esposa de Plutão) soprano
O Espírito da Música (canta somente no prólogo) soprano
Caronte (protetor da entrada do Tártaro) baixo
Silvia (uma mensageira) soprano
Esperança soprano

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Óperas de Claudio Monteverdi
Monteverdi.jpg

L'Orfeo (1607)

L'Arianna (1608)

Il ritorno d'Ulisse in patria (1640)

L'Incoronazione di Poppea (1642)

A ópera baseia-se no antigo mito helênico de Orfeu, que tenta resgatar sua amada Eurídice no Tártaro, onde governa Hades.

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O "Espírito da Música" explica o poder da música, e especificamente o poder de Orfeu, cuja música é tão poderosa que é capaz de mudar a atitude dos próprios deuses.

Ato I[editar | editar código-fonte]

Orfeu e Euridice comemoram a chegada do dia do casamento

Ato II[editar | editar código-fonte]

Orfeu recebe a terrível notícia de que Euridice tenha morrido com a picada de uma serpente, então ele resolve ir até o Tártaro para poder resgatar a sua amada. Ele fala como a felicidade humana é passageira.

Ato III[editar | editar código-fonte]

Esperança acompanha Orfeu à entrada do Tártaro. Orfeu encontra Caronte , o guardião do Tártaro, e tenta hipnotiza-lo com a beleza de seu canto para poder passar. Não conseguindo, ele tenta novamente, mas desta vez utiliza sua lira, desta vez Caronte cai de sono e Orfeu passa por ele para chegar ao Tártaro.

Ato IV[editar | editar código-fonte]

Prosérpina, a rainha do Tártaro e esposa de Plutão, é comovida pela música de Orfeu e, com isso, Plutão, rei do Tártaro, deixa Eurídice ir. Mas Plutão só a libera com uma condição: que Orfeu não olhe para trás onde segue Eurídice. Plutão libera a amada de Orfeu. Assim Orfeu e sua amada Eurídice se retiram do Tártaro, para irem para a Terra, mas num momento de fraqueza humana, Orfeu olha para trás e vê o ombro de Eurídice. Então, sem tempo para começar a olhar o rosto de Eurídice, ela é fulminada e volta como fantasma para o Tártaro.

Ato V[editar | editar código-fonte]

Orfeu é consumido pela dor, e Apollo, o seu pai, vem do céu para levar seu filho, onde lá ele poderá ver para sempre a imagem de Euridice no céu, formada pelas estrelas.

Orquestração[editar | editar código-fonte]

Apesar da orquestração aqui apresentada, geralmente a instrumentação varia entre fontes (livros, manuscritos), e também varia com o seu executante.


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