Baixo (voz)
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O baixo é a voz ou naipe masculino com a extensão mais grave, predominando-se na posição de peito devido a sonoridade no registro grave. Em regra a passagem em voz plena situa-se perto do Ré bemol3 e sua extensão costuma-se geralmente estender-se o Ré1 ao Sol3, possuindo desigualdade nos registro. A emissão do registro grave apresenta uma grande consistência na zona grave, sendo este sólido e profundo, de coloração escura e excepcional, trata-se de sonoridade pura de um registro grave, tornando-o assim nobre e grandioso. A classificação é feita de acordo com a homogeneidade e o equilíbrio.[1]
[editar] Características vocais e Papéis Operísticos
Geralmente um baixo bem qualificado deve possuir um timbre escuro, seguro e homogêneo na região grave, diferenciando-se assim dos timbre Tenor e Barítono. O repertório alemão é o que mais abrange papéis para esse tipo de voz. O papel de Sarastro de A Flauta Mágica e o de Osmin de O Rapto do Serralho,obriga o Baixo citar-se em direção ao registro grave exigindo um Mi1 e um Fá1. A beleza de um baixo é encontrada na emissão de graves profundos lembrando um orgão de tubos ou as notas mais baixas de um violão celo. O Baixo Cantante é o tipo de voz mais privilégiados, devido a quantidade de papéis escrito para este.[1] Interpretando desde papéis escritos para barítonos escritos para baixos, já que possui pleno domínio em todos os registros. É fácil encontrar no repertório Russo uma extensa lista de papéis destinados aos Baixos Profundos. Acredita-se que o clima frio seja o responsável pela interferência nas fisiologia, e portanto possuem as pregas vocais com o diâmetro maior dessa forma são capazes de emitir notas extremamente graves. Um bom exemplo de Baixo profundo é o alemão Ivan Rebroff, cuja a extensão descomunal se estendia desde o Fá-1 ao Fá4.[1] Esse tipo de voz interpreta Reis, cavaleiros e Deuses.
[editar] Tipos de baixos
O timbre do baixo divide-se em: