Linha A do Metropolitano de Buenos Aires

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Línea A (Subte de Buenos Aires)
Informações
Local Buenos Aires
Tipo de transporte metroviário
Número de linhas 2 vias
Número de estações 16 (2 em construção)
Tráfego 49 milhões ao ano (2009) [1]
Funcionamento
Operadora(s) Metrovías
Dados técnicos
Extensão do sistema 8,3 km

A Linha A do Metropolitano de Buenos Aires também identificada como Linha Azul, foi aberta ao público em 1 de dezembro de 1913, tornando-se o primeiro sistema metroviário da América Latina e do Hemisfério Sul.

É a mais antiga das atuais 6 linhas que compõem o sistema de metro de Buenos Aires. Conta com um total de 18 estações ao longo de 10,7 km linha, toda ela construída subterrânea.

O seu traçado acompanha a Avenida de Maio e parte da Avenida Rivadavia.

História[editar | editar código-fonte]

"Desde la época en que los tranvías a caballo salían de la 'Agencia Central' en la calle Cuyo 34 para terminar su recorrido en la Plaza del Once, sólo han pasado cuarenta y tres años, y, sin embargo, tan grande ha sido el desarrollo de la metrópoli en ese [...] tiempo - insignificante en la vida de un pueblo- que a saltos de gigante hemos pasado de los 24 coches que 'corrían' entre las siete de la mañana y las once de la noche, al grandioso subterráneo que dentro de dos días se inaugura, en los que 'volarán' trenes innumerables cada tres minutos y de los que, en la Estación Congreso y en la Estación Once, se podrá combinar con las múltiples líneas que constituyen la notable red de tranvías a nivel con que ya cuenta Buenos Aires"
Revista Caras y Caretas, 28 de noviembre de 1913.
Plaza de Mayo
Perú
Piedras
Lima
Sáenz Peña
Congreso
Pasco
Alberti
Plaza de Miserere
Cor das faixas de identificação em 1913

Na primeira década do século XX, na cidade de Buenos Aires o tráfego urbano aumentou significativamente devido ao aumento da população. Em 1903 a cidade tinha 895.381 habitantes, e circulavam 4.791 veículos de tração animal e 60 automóveis, em dez anos a população pulou para 1.457.885 pessoas e a metrópole contava com 6.211 veículos tracionados e 7.438 carros automotores. Este fato fez com que o Congresso da Nação Argentina emitisse uma lei permitindo que a empresa Ferrocarril del Oeste (FCO) (atual Ferrocarril Domingo Faustino Sarmiento) construir uma linha ferroviária de via dupla subterrânea para transporte de cargas a região oeste da cidade e o porto. A prefeitura da Cidade de Buenos Aires por seu lado, autorizou a Compañía de Tranvías Anglo Argentina (CTAA) responsável por 80% do transporte público com a utilização de bondes na época, a construir uma linha subterrânea para o transporte de passageiros. O trecho a ser construído ligava a Praça de Maio até a Plaza Miserere. O traçado das duas linhas se cruzavam. O impasse foi superado com a construção da linha para cargas a uma profundidade maior, da futura linha do metro. As obras foram iniciadas em 15 de setembro de 1911, e ficaram a cargo da empresa construtora alemã Philipp Holzmann & Cía e empregaram 1.500 trabalhadores durante 26 meses.[2]

As estações tinham cem metros de plataforma e eram identificadas por um friso colorido, face ao elevado nível da analfabetismo da época. O primeiro trecho colocado em operação tinha 9 estações indo da Estação Plaza de Mayo até Estação Plaza de Miserere.

Estações[editar | editar código-fonte]

Línea A (SBA).svg
Línea A
P. de Mayo - Carabobo

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Domingo Tejera, Subterráneos de Buenos Aires, 1993

Referências

  1. [1]
  2. enelSubte. Subterráneos de Buenos Aires: 95º Aniversario. Página visitada em 18-10-2010.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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