Raça mediterrânea

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Searchtool.svg
Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa (desde outubro de 2011). Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo. Considere utilizar {{revisão-sobre}} para associar este artigo com um WikiProjeto e colocar uma explicação mais detalhada na discussão.
Question book.svg
Este artigo não cita fontes confiáveis e independentes. (desde abril de 2011). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

A raça mediterrânea é uma interpretação antropológica do fenótipo humano. Tendências em ligar as características físicas do mediterrâneo ao caráter, psicologia, nacionalidade ou qualidades especiais são consideradas ilegítimas em antropologia.

As principais características da raça mediterrânea são: cabelos castanhos ou castanho escuro, olhos castanhos, pele clara ou oliva, cabelos ondulados ou lisos, com musculatura braçal e peitoral aparente a partir da adolescência, etc. Os povos: Italianos centro-meridionais, Portugueses, Espanhóis, Gregos, Franceses do sul, Romenos e Bascos.[1]

A raça mediterrânea foi dividida em vários subtipos por diferentes autores, como os "atlanto-mediterrâneos", predominantes na costa atlântica da Península Ibérica e que se caracterizam pelo grande porte e estatura alta, que não é presente nos mediterrâneos comuns, provavelmente devido a miscigenação com a raça nórdica.

Notas

  1. Deniker, J., The Races of Man, Ilustração
Ícone de esboço Este artigo sobre antropologia ou um antropólogo é um esboço relacionado ao Projeto Ciências Sociais. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.