Revolução Egípcia de 1919

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Manifestações de mulheres egípcias na Revolução de 1919.

A Revolução Egípcia de 1919 foi uma revolução nacional contra a ocupação britânica do Egito e do Sudão. Foi realizada pelos egípcios e sudaneses de diferentes classes sociais e a centelha foi a extensão do exílio decretado pela Grã-Bretanha ao líder revolucionário Saad Zaghlul e outros membros do Partido Wafd em 1919. O evento levou a concessão de independência unilateral da Grã-Bretanha ao Egito em 1922, e a implementação de uma nova constituição em 1923. A Grã-Bretanha, no entanto, se recusou a reconhecer a soberania egípcia completa sobre o Sudão ou a retirar suas forças da Zona do Canal de Suez, fatores que continuam a azedar as relações anglo-egípcias nas décadas que antecederam a Revolução Egípcia de 1952, o golpe vitorioso do Movimento dos Oficiais Livres de Muhammad Naguib e Gamal Abdel Nasser em 1952 e a subseqüente nacionalização do Canal de Suez em 1956, que finalmente levou o Egito a sua independência total e substancial dos estrangeiros.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Valentine, Chirol. The Egyptian Question. Journal of the British Institute of INternational Affairs 1, no. 2: [s.n.], 1922.
  • Daly, M.W.. The British Occupation, 1882-1922. Cambridge Histories Online: Cambridge University Press, 1988.
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  • Jankowski, James. Egypt: A Short History. Oxford: Oneworld Publications, 2000.
  • Vatikiotis, P.J.. The History of Modern Egypt. 4th. ed. Baltimore: Johns Hopkins University, 1992.
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  • Quraishi, Zaheer Masood. Liberal Nationalism in Egypt: Rise and Fall of the Wafd Party. [S.l.]: Kitab Mahal Private LTD., 1967.
  • Zunes, Stephen. Nonviolent Social Movements: A Geographical Perspective. [S.l.]: Blackwell Publishing, 1999.