Rita Verdonk

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Rita Verdonk

Maria Cornelia Frederika Verdonk, conhecida como Rita Verdonk (Utrecht, 18 de Outubro de 1955) é uma política neerlandesa. Ela foi ministra de Imigração e Integração no segundo e terceiro gabinetes de Jan Peter Balkenende.

Carreira pré-política[editar | editar código-fonte]

Natural de Utrecht, Verdonk cursou o ateneu no Niels Stensencollege em Utrecht. A seguir, estudou sociologia, especializando-se em sociologia das organizações e criminologia. Depois que diplomar-se em 1983, ela se tornou aprendiz à repartição de correção no Ministério de Justiça. Em 1984, ela se tornou director-assistente do presídio em Scheveningen. Em 1988, ela se tornou membro dos diretores do presídio-empresa "De Schie" em Rotterdam.

Em 1992, ela transferiu ao Ministério do departamento de Juventude de Justicia, onde ela alcançou a posição de vice-director. Em 1996, ela se tornou diretor da repartição do título da dívida pública de o Ministério de Negócios Domésticos. Em meio 1999 e 2003 Que ela era gerente/ diretor sênior do influente consultar consertam KPMG (a Consulta técnica Atos/ KPMG seguinte.)

Carreira política[editar | editar código-fonte]

Em 2003, Verdonk se tornou Ministro para Integração e Imigração. Ela desenvolveu uma reputação como um "hardliner" sobre argumentos de imigração. Ela é um dos ministros mais descarados, aplaudidos por muitos como um líder forte mas criticados por outros para políticas duras e intransigentes.

Sobre 4 Abril 2006, Verdonk anunciou a sua ambição acontecer "lijstrekker" para as as eleições seguintes, e líder político do VVD. Outros candidatos em o eleição de liderança é o secretario da Instrução Mark Rutte e o membro do Parlamento Jelleke Veenendaal. Embora os seus vistas políticos sobre outro de sujeitos então a imigração e a integração são ainda obscuras ela é um candidato provável. Pouco depois anunciar que ela seria candidatada as RTL-news relataram que 56% da gente gostaria de vê-la como o líder do VVD. Rita Verdonk é aconselhada por Kay van der Linden, que jogou também um parte Pim Fortuyn 2002 campanha de eleição.

Sobre 16 Maio 2006, Verdonk foi criticado por fundidores proeminentes do partido política pessoal, o VVD, o MP Ayaan Hirsi Ali e Gerrit Zalm, Primeiro Ministro deputado. Verdonk declarou que porque Hirsi Ali andou a toa sobre o seu passado no processo de naturalização, a sua cidadania holandesa é nula. Hirsi Ali exprimiu a sua decepção de Verdonk. O VVD ministro Zalm disse que ele foi surpreendido que os eventos conhecidos por anos de repente levaram a ação por Verdonk dois dias depois de uma transmissão de tipo radiodifusão de televisão sobre o passado de Hirsi Ali. Ele disse que Verdonk tornou incapaz ela mesma de ser lijsttrekker para o VVD nas eleições de vir numa sessão em parlamento Verdonk declarou que ela não teve nenhuma escolha neste assunto porque o passaporte de Hirsi Ali foi emitido com um nome incorreto e data incorreta de nascimento. Alguns fundidores de parlamento sugerido em que as ações duras de Verdonk eram um resultado das suas ambições políticas o 2006 eleições de liderança VVD.

Política[editar | editar código-fonte]

Verdonk propôs os planos seguintes: A fim de reduzir a migração através de casamento, ela propôs que aos sócios de cidadãos holandeses fosse permitido somente de imigrar nos Países Baixos se o sócio holandês ganha mais de 120% da mínima renda. Ela recusou de conceder um perdão a aproximadamente 26,000 seekers de asilo quem a sua aplicação de asilo tinha diminuído mas que têm vivido nos Países Baixos por mais de 5 anos.

Para integrar migrantes na sociedade holandesa, todo as pessoas que querem imigrar nos Países Baixos devem ter passado uma prova de integração. Verifica conhecimento de o Idioma holandês Sistema político e reuniões sociais. A prova deve estar tomada antes de introduzir os Países Baixos, preferivelmente numa Embaixada holandesa no país de origem. A "Oudkomers," aos migrantes que viveram nos Países Baixos durante muito tempo, mas não são "integrados," é pedido também de fazer o exame. Os nacionais, e EU os nacionais das outras nações ocidentais variadas tal como os EUA, são isentos destas políticas.

Ela foi chamada a parlamento para os argumentos seguintes: Em Outubro 2005 Que isto era descobriu que os funcionários públicos dos Serviços de Imigração & Naturalisation tinham informado que a embaixada congolesa e autoridades que várias da gente retornaram à República Democrática do Congo tinham exigido asilo nos Países Baixos. Estas informações são consideradas confidenciais e não deveriam ter sido descobertas às autoridades congolesas. Verdonk negou a princípio qualquer erro em nome de ela mesma ou os seus funcionários públicos, mas depois aceitou aquilo em um vários casos que a embaixada Congolesa tinha sido informaram do fato que vários dos repatriados se tinham candidatado para asilo nos Países Baixos. De acordo com fundidores da oposição estas informações poderiam pôr repatriados (neste caso a O Congo) a perigo de tortura mas nenhuma prova disto foi proposto por qualquer festa ou organização. Verdonk afirma que nenhuma outra informação sensível foi transferida às autoridades congolesas de acordo com as descobertas de uma comissão especial.

Em Dezembro 2005, um cell-complex para refugiados negados a O aeroporto de Amsterdã se apagou. Onze refugiados morreram, e sobrevivir a refugiados relatou que eles tiveram que esperar mais de 45 minutos antes de ser destacado da sua célula. Antes que a investigação do fogo fosse completada, Verdonk declarou que os trabalhadores de prisão trataram adequadamente as circunstâncias.

Como um ministro, Verdonk propôs o séqüito, sem isto ainda tornando-se política: Em Outubro 2005, Verdonk propôs uma proibição de mulheres muçulmanas que usam o burqa em lugares públicos, nas terras desde que a burqa, que cobre a cara, é um perigo de segurança Os bombardeiros de suicídio poderiam empregá-lo como um disfarce. Ela cancelou também um encontro com líderes muçulmanos holandeses quando um deles não quis cumprimenta-la por apertar a mão, coisa proíbida pela religião dele, porque Verdonk é mulher. Ela disse que "o tempo para tea-drinking" grupos muçulmanos "confortáveis" tinha passado. Ela parece querer aproveitar politicamente de emoções xenófobas na sociedade holandesa; por exemplo durante uma visita oficial duma favela em Marrocos, ela disse que "não entendia porque tantos Marroquinos iam à Holanda, enquanto havia tanto trabalho a fazer aqui".

Em Janeiro 2006, Verdonk propôs a adoção de um código nacional de comportamento, enumerando as reuniões mais importantes de sociedade holandesa, a facilitar a integração de migrantes. Ela foi inspirada por uma iniciativa similar empreendida pelo município Rotterdam. Uma das obrigações por esse código seria que tudo mundo fale a língua holandêsa na rua.[1] Com a condição de receber a cidadania Holandesa, os imigrantes teriam para poder cantar a primeira estância do hino nacional, o Wilhelmus.

Em Março 2006, Verdonk proposto a enviar seekers de asilo homossexuais do Irã retrocede porque eles não são mais prosseguidos, apesar da concepção pública geral que os atos da homossexualidade eram ainda puníveis por morte. Observe que a homossexualidade em si mesmo não é punível por frase de morte na Irã. Em resposta à crítica parlamentar, o Ministro anunciado de 4 Março que todo o asilo embrulha envolvendo iranianos homossexuais seria avaliado sobre uma base individual.

Circunstâncias[editar | editar código-fonte]

A carreira política de Rita Verdonk foi circundada por circunstâncias. Em Junho 2004 Verdonk foi assaltado por duas mulheres e lambuzado com molho de tomate. Em Setembro 2005, um assaltante cuspiu sobre Verdonk quando ela e a sua família gastou um turismo de dia em Amsterdã. Sobre 4 Novembro 2005, 2005, Ao Instituto Forense holandês foi pedido de investigar uma janela no escritório privado de Verdonk no Ministério de Justice em Aia. Foi suspeitado que o edifício foi dado tiros a por assaltantes desconhecidos de um edifício oposto. Verdonk não era presente no momento desta circunstância. De acordo com uma fonte de notícias, Verdonk usava um colete a prova de bala à comemoração da morte de Theo van Gogh (o ano anterior) por causa da circunstância. De 5 Novembro 2005, o instituto relatou que era improvável que o dano resultasse de impacto de bala.

Informações variadas[editar | editar código-fonte]

Verdonk é chamado "Ferro Rita", por gente que opõe as suas políticas, o seu a alcunha de Margaret Thatcher o "Senhora de ferro". Rita Verdonk é também etiquetada Cavalgou Rita ou Rita vermelho por causa das suas gravatas com (mas não um fundidor da) partido política esquerdista PSP (Socialista e Pacifista) durante o tempo no qual ela estudou Nijmegen nos dezenove anos setenta.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]