Sid Meier's Civilization II

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Ambox important.svg
Foram assinalados vários aspectos a serem melhorados nesta página ou secção:
Sid Meier's Civilization II
Plataforma(s) Computador
Playstation
Data(s) de lançamento
    Gênero(s) Estratégia por turnos
    Último
    Último
    Civilization
    Sid Meier's Civilization III
    Próximo
    Próximo

    Civilization II é um jogo de computador lançado em 1996 e que ganhou uma versão para PlayStation em 1998. Foi criado pelo programador Sid Meier. Neste jogo de estratégia por turnos, cada jogador deve desenvolver uma civilização da pré-história até a idade contemporânea, administrando os aspectos domésticos de sua civilização, desenvolvendo tecnologias, e quando necessário guerreando com seus vizinhos.

    Existem 21 povos (incluindo Espanhóis, Japoneses, Americanos, Sioux, Chineses, entre outros), que iniciam o jogo, com algumas tecnologias aleatórias, sendo que o número dessas tecnologias também varia. Você escolhe quantas outras civilizações jogarão com você (até outras 6 e mais você), qual o tipo de terreno, tamanho e estilo (de arquipélagos a Pangéia)(no PS1, você escolhe apenas o tamanho do mundo) e o jogo começa, no ano de 4.000 a.C.

    Uma das grandes inovações frente ao anterior é que de 2D o jogo passou a uma transição entre 2D e 3D, numa espécie de visão 12,5% de circunferência.

    No jogo você funda cidades, as faz prosperar desenvolvendo melhorias e unidades. Essas unidades defenderão a cidade. Unidades como o Colono (Settler, na versão em inglês) podem ser criadas para que se funde uma nova cidade em outro lugar, onde esta irá criar suas unidades, edifícios, melhorias, novos colonos, novas unidades militares, desenvolvendo assim os avanços nas áreas militar, científica, comercial, diplomática e moral (mais tarde, essa tarefa será dos engenheiros ou engineers). O balanço entre todas elas pode diferenciar uma vitória esmagadora de uma derrota. Investir apenas criando unidades militares pode ser desastroso, pois uma civilização rival pode ser mais avançada tecnologicamente do que a sua e, consequentemente, criar unidades mais fortes.

    O jogo termina quando uma civilização conquista todas as civilizações adversárias, o modo pela guerra, ou quando o primeiro jogador fizer a primeira espaçonave a fundar uma colônia em outro planeta, o modo pela ciência, ou se o jogador demorar até 2020 D.C., o modo em que vencerá a civilização que tiver mais pontos.

    Outras opções de jogabilidade e inovações frente a edição anterior[editar | editar código-fonte]

    Outra inovação nesse jogo em relação ao primeiro da série meia década anterior, é que você pode por exemplo jogar do lado do eixo em plena segunda guerra mundial, cujo líder é Adolf Hitler, ou mesmo um cenário em que vc escolhe que personagem quer ser dentre os líderes do período pos-Alexandrino e proto-romano, por exemplo líder da proto-civilização céltica ou das etnias gregas de cidades-estados independentes confederadas para manter sua liberdade diante de tantos impérios perigosos emergentes no mediterrâneo (mas destes só Roma triunfaria, mesmo com três impérios bem maiores e mais populosos/poderosos nas mãos dos generais macedônicos, ora pretendentes a helenicos, ora aos povos orientais dominados), etnias gregas ptolomaicas do Egipto pre-Cleopátra, etc. Há também mapas-mundis em várias escalas; média, pequena e grande para tornar o jogo mais realista, como também a opção criar mundos escolhendo até mesmo o grau de atividade bárbara (hordas, só em vilas abandonadas, etc; ao contrário do primeiro, cujos bárbaros variavam com o nível de dificuldade de chefe tribal a imperador sem ainda a opção deidade). Um dos erros do jogo é o determinismo ocidental (por exemplo, a emancipação da mulher no jogo é um avanço, ou seja, uma imposição de valores pos-modernos mesmo em civilizações orientais, como se todos para evoluir tivessem que seguir os mesmos padrões de valores do oeste do mundo - que mesmo com tais valores decai há décadas em poderio diante da re-emergente Ásia). Além do mais, o criador do jogo (norte-americano) impõe o seu padrão de avanço civilizacional aos demais (por exemplo, se os celtas tivessem realmente chegado ao patamar de grande civilização, não necessariamente adotaria a organização imperial nem os arranha-céus, etc; além do mais ele não cita na civilopedia por exemplo que a jatopropulsão do caça F-17 por exemplo advém da operação paperclip, pois a Alemanha NS era a potencia mais avançada no setor de jatopropulsão muito antes do JPL da NASA já fundado pelo prussiano Von Braun). Outra mudança significativa vem do setor marítimo onde o trirreme evolui directamente para a caravela sem passar pelo "sail", o veleiro árabe/iraniano medieval que já atravessava o Índico em rotas comerciais (incluindo de escravos zanjs) séculos antes das primeiras caravelas portuguesas/ibéricas atravessarem o Atlântico (na verdade a caravela já era um melhoramento desse veleiro rústico e primitivo, mas com altíssima funcionalidade na navegação costeira e oceanica/cia). Parecem erros históricos insignificantes, mas que passam desapercebido por muitos jogadores que acabam assimilando tais dados de modo historiograficamente incorrecto.

    Curiosidades[editar | editar código-fonte]

    • Um membro da rede social Reddit, Lycerius, postou seu resultado de uma década jogando Civilization II. No ano de 3991 D.C. ele diz que "o mundo virou um pesadelo infernal cheio de sofrimentos e totalmente devastado. Existem três super nações, cada uma competindo pelos escassos recursos restantes no planeta depois que dezenas de guerras nucleares transformaram muitas áreas em terras desoladas e totalmente inabitáveis". [1]

    Ver também[editar | editar código-fonte]

    Ligações externas[editar | editar código-fonte]

    Ícone de esboço Este artigo sobre jogos eletrônicos é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.
    1. http://edition.cnn.com/2012/06/18/tech/gaming-gadgets/civilization-ii-ten-years/index.html