Sucralose

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A Sucralose é uma substância utilizada atualmente como alternativa aos adoçantes artificiais, como a sacarina e o ciclamato.

História[editar | editar código-fonte]

Em estudo há mais de 20 anos, a sucralose foi aprovada pelo FDA (Food and Drug Administration) em todas as categorias (general purpose), pelo JECFA (Joint Expert Committee on Food Additivies) e ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A sucralose é o único adoçante que pode ser utilizado sem restrições, inclusive por fenilcetonúricos, gestantes, crianças e diabéticos.

Alguns estudos demonstram que a sucralose é inócua à saúde, mesmo em níveis de consumo muito superiores ao necessário para adoçar, não havendo nenhum tipo de restrição ao seu consumo. Entretanto, outros estudos mostram um lado negativo da sucralose, como o estudo publicado no jornal científico Food and Chemical Toxicology, intitulado "Sucralose: avaliação do potencial teratogênico no rato e no coelho[1] ", mostra o potencial da sucralose de causar desenvolvimento fisiológico anormal em animais, ou em outro estudo que verifica o papel da sucralose no aumento de síndrome do intestino irritado no Canadá[2] .

Os estudos indicam claramente que a sucralose:

  • não possui calorias
  • não causa cáries
  • não tem efeito na secreção de insulina
  • não é tóxica

Sucralose versus outros adoçantes[editar | editar código-fonte]

Em comparação aos outros tipos de adoçantes encontrados no mercado, a sucralose parece ter reunido os aspectos positivos e solucionado os principais pontos negativos.

  • A estévia é vista como um edulcorante natural, pois tem como origem uma planta. Não há contra-indicações ao uso, mas seu sabor tem residual amargo.
  • A sacarina e o ciclamato são adoçantes artificiais. Geralmente estão presentes juntos nas formulações, pois há uma boa sinergia entre eles, melhorando o sabor final do produto. São resistentes a altas temperaturas, mas deixam residual amargo.
  • O acesulfame de potássio aparece nas composições dos adoçantes para auxiliar a arredondar o sabor final do produto. Não tem restrições e resiste a altas temperaturas.
  • A frutose é o açúcar das frutas, tem em média três vezes o poder de dulçor do açúcar e portanto auxilia nas dietas de restrição calórica, porém contém o mesmo valor calórico do açúcar e não é recomendada para diabéticos. Resiste a altas temperaturas. Os açúcares light surgiram no mercado para o auxílio da redução de calorias, as formulações em geral apresentam 50% de dulçor proveniente do açúcar e 50% do adoçante, portanto não são recomendados para diabéticos.
  • O aspartame é um edulcorante que tem sabor agradável, mas não é recomendado para fenilcetonúricos e não resiste a altas temperaturas. Muitas pessoas acreditam que o aspartame possa potencializar algumas doenças, como enxaqueca, labirintite, câncer, mas não há estudos que comprovem. Apenas há estudos em que comprovam a ocorrências destas e outras doenças em ratos de laboratório e primatas. O adoçante aspartame foi lançado no mercado sem nunca ter sido experimentado em humanos, razão pela qual leva a crer que estas e outras doenças poderão ocorrer em humanos, a semelhança do que aconteceu em animais.

Mais de 100 estudos científicos durante 20 anos, comprovaram que o sucralose é seguro. Importantes estudos toxicológicos foram feitos e ficou comprovado que o adoçante sucralose não é cancerígeno. Os dados dos estudos foram avaliados independentemente por vários peritos de diferentes disciplinas, incluindo toxicologia, oncologia, teratologia, neurologia, pediatria e nutrição.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0278691500000272
  2. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21912763