Unidades de Proteção Popular

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Unidades de Proteção Popular
People's Protection Units Flag.svg
País Síria
Subordinação Flag of Western Kurdistan.gif Partido de União Democrática
História
Guerras/batalhas Guerra Civil Síria
Logística
Efetivo 40 000 – 45 000 guerrilheiros[1] [2]
Comando
Comandante Sipan Hemo[3]
Militantes curdos durante manifestações em Alepo, Síria.

As Unidades de Proteção Popular (em curdo: Yekîneyên Parastina Gel; Árabe: وحدات حماية شعبية Wihdat Himayah Sha'abiyah), também conhecido como YPG, são uma organização armada que, primordialmente, luta contra o Governo Sírio, do presidente Bashar al-Assad, na região do Curdistão sírio. O grupo foi fundado como braço armado do Partido de União Democrática sírio (PYD) e também tem ligações com o Conselho Nacional Curdo, e atualmente controla militarmente boa parte do nordeste da Síria.[4] [5] [6]

O YPG é composto por alas ligados a movimentos nacionalistas na região Curda da Síria. O YPG se considera uma "milícia popular democrática" e seus oficiais são apontados via eleição.[7] Apesar de atuar primordialmente na região do Curdistão, o grupo também tem operado em vários Estados árabes.[8]

Em julho de 2012, as Unidades de Proteção Popular expulsaram as forças do governo sírio da cidade de Kobanê e também assumiram o controle de Amuda e Efrîn.[5] [6] [9] Em dezembro, forças rebeldes da oposição síria, apoiadas por militantes curdos, tomaram a cidade de Ras al-Ayn, no noroeste da Síria.[10] Mas em 17 de janeiro, foram reportados pesados tiroteios entre mujahidins e guerrilheiros curdos pelo controle do centro da cidade.[11] Em 19 de fevereiro, ambos os lados acertaram um cessar-fogo.[12] Este foi um dos maiores combates entre curdos e rebeldes da oposição, algo que se multiplicou, especialmente devido a acentuação do racha entre milícias jihadistas e grupos de guerrilheiros curdos da Síria.[13] [14]

Em janeiro de 2013, o YPG tinha oito brigadas armadas ativas. Suas principais áreas de operação estão nas cidades de Efrin, Qamishli, Kobane e Sere Kanye.[15]

Referências

  1. Kurds Build Bridges At Last IEDE.co.uk. Visitado em 19 de novembro de 2013.
  2. Die Saat geht auf JungeWelt.com. Visitado em 19 de novembro de 2013.
  3. "YPG Commander Sipan Hemo: ‘Give Us Real Support’". Página acessada em 17 de maio de 2014.
  4. The battle for control in Syria Daily News Egypt. Visitado em 19 de agosto de 2012.
  5. a b "Liberated Kurdish Cities in Syria Move into Next Phase", 25 de julho de 2012. Página visitada em 28 de julho de 2012.
  6. a b "Kurdish muscle flexing". Página visitada em 14 de novembro de 2012.
  7. Rozh, Ahmad (5 de agosto de 2012). A Rare Glimpse into Kurdish Armed Forces in Syrian Kurdistan (em Inglês) Rudaaw. Cópia arquivada em 6 de agosto de 2012.
  8. Meseguer, David. "Arabs join Kurdish militia in Aleppo", Firat News, 9 de fevereiro de 2013. Página visitada em 10 de fevereiro de 2013.
  9. Kurds Give Ultimatum to Syrian Security Forces. Página acessada em 14 de abril de 2013.
  10. "Raʾs al-ʿAyn: Ceasefire between PYD and FSA is fragile", KurdWatch, 19 de dezembro de 2012. Página visitada em 5 de fevereiro de 2013.
  11. In Syria, Two Opponents Of The Regime Fight Each Other NPR. Visitado em 24 de janeiro de 2013.
  12. "Syrian rebels say capture eastern town of al-Shaddadeh". Página acessada em 15 de abril de 2013.
  13. Fehim, Taştekin (Radikal). "Syria: Difficult to Read New Kurdish-FSA Alliance", Al-Monitor. Página visitada em 23 de fevereiro de 2013. (em inglês)
  14. Hassan, Hassan (The National). "An Unnecessary Fight Against Kurds Betrays Syrian Struggle", Assyrian International News Agency. Página visitada em 20 de fevereiro de 2013.
  15. Kurdish Syria: From cultural to armed revolution Egypt Independent. Visitado em 13 de abril de 2013.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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