Zaibatsu

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Zaibatsu (財閥? literally círculo financeiro) é um termo da língua japonesa que se refere aos conglomerados industriais e/ou financeiros do Império do Japão, cuja influência e tamanho propiciaram o controle de parte significativa da economia japonesa do período Meiji até o fim da Segunda Guerra Mundial.1 Empresas como Mitsui, Mitsubishi, Sumitomo e Yasuda são exemplos de zaibatsus.2

História[editar | editar código-fonte]

Sede Central Marunouchi para o zaibatsu Mitsubishi, pré-1923

Durantes os últimos estágios da Segunda Guerra Mundial, tornou-se claro que a defesa militar era inevitável, a comunidade dos negócios tomaram medidas para se proteger da culpa por começarem a guerra e por perdê-la e assim muitos relatórios foram destruídos e muitas pessoas se demitiram, durante a guerra, grandes quantidades de estoque de equipamentos que foram obtidos por interesses industriais foram escondidos para serem descartados mais tarde. Estes esforços tiveram consequências no pós-guerra, já que esses carteis então chamados de zaibatsu o poder político e econômico gozaram de grande político e econômico.3

No final da Segunda Guerra Mundial, as autoridades da ocupação dos Aliados ordenaram a dissolução dos zaibatsu, mas o sistema não desapareceu por completo, esses sistemas foram substituídos por grupos chamados de keiretsu (系列),4 cujo modelo organizacional manteve os benefício e estratégias coletivas dos zaibatsus, mas com melhorias administrativas trazidos pelos ocidentais.5

Keiretsu[editar | editar código-fonte]

Os keirestu apresentam três características:5

  • Cada um dispões de um banco comercial em seu centro, acompanhado de uma ou mais companhias e indústrias.
  • Todos os keirestu matém conselhos mensair de presidentes como um fórum para a integração entre o alto escalão das firmas afiliadas.
  • Constumam manter projetos executados entre as equipes de empresas participantes.

Referências

  1. Toshie M. Evans. A Dictionary of Japanese Loanwords. Greenwood Publishing Group; 1997. ISBN 978-0-313-28741-1. p. 223.
  2. Yoshi Tsurumi; Rebecca R. Tsurumi. Sogoshosha: Engines of Export-based Growth. IRPP; 1984. ISBN 978-0-88645-008-3. p. 60.
  3. Louis D. Hayes. Introduction to Japanese Politics. M.E. Sharpe; 2001. ISBN 978-0-7656-2742-1. p. 40–41.
  4. Jagdish N. Sheth. Os Maus Hábitos das Boas Empresas. Bookman; ISBN 978-85-7780-221-0. p. 102.
  5. a b Alsones Balestrin; Jorge Verschoore. Redes de cooperação empresarial: Estratégias de gestão na nova economia. Bookman; ISBN 978-85-7780-539-6. p. 68–.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Hibi, sidao –(org.) – Japan, profile of a nation. Tóquio: Kadansha International, 1995.
  • Reischauer, Edwin O., - Japón, historia de uma nación. México. Fondo de Cultura Econômica, 1986.
  • Vogel, Ezra F. – O Japão como Primeira Potência. Brasília. Universidade de Brasília, 1982.