Aleksandr Konstantinovitch Glazunov

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Aleksandr Konstantinovitch Glazunov
Nascimento 10 de agosto de 1865
São Petersburgo
Morte 21 de março de 1936 (70 anos)
Neuilly-sur-Seine
Sepultamento Cemitério Tikhvin
Cidadania Império Russo, União Soviética
Ocupação compositor, coreógrafo, maestro, pedagogo, musicólogo, professor de música, professor universitário, pianista
Prêmios Artista do Povo da República Socialista Federativa Soviética da Rússia
Empregador Conservatório de São Petersburgo

Aleksandr Konstantinovitch Glazunov (em russo: Александр Константинович Глазунов, Aleksandr Konstantinovič Glazunov; em francês: Glazounov; em alemão: Glasunow); (São Petersburgo, 10 de agosto de 1865Paris, 21 de março de 1936) foi um professor de música e compositor tardo-romântico russo.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Glazunov por Ilya Repin, 1887

Mily Balakirev, professor de saxofone de sua mãe, aconselhou que o menino estudasse com Nikolai Rimsky-Korsakov (1880) e, dois anos depois, executou num concerto a primeira sinfonia em mi maior, de Glazunov. Entre 1882 e 1886 Glazunov compôs dois quartetos de cordas, duas aberturas sobre temas folclóricos gregos, o poema sinfônico Stenka e a segunda sinfonia em fá sustenido menor.

Visitou Franz Liszt em Weimar (1884) e sofreu sua influência, e também as de Richard Wagner e Tchaikovsky, mais tarde. Muitas das suas obras-primas datam da década de 1890: os balés Raymonda, Ruses d'amour e Les Saisons, as sinfonias nº 4, 5 e 6 (a 8ª e última é de 1906). De 1904 é o concerto para violino em lá menor.

Foi professor (1899) e diretor (1905) do Conservatório de São Petersburgo, permanecendo nessa função até 1928, quando decidiu deixar a União Soviética, por sentir-se isolado. Fez uma tournée aos Estados Unidos da América mas fixou-se em Paris depois de 1930. Obras importantes desses seus últimos anos são o Concerto Balada em ré maior para violoncelo e orquestra, Op. 109 (1931) e o Concerto para saxofone alto e orquestra de cordas em mi bemol maior (1934), uma das mais populares peças para sax alto - cujo número de opus é o mesmo do Quarteto de Saxofones em si bemol maior (1932), outro standard do repertório para saxofone.

Na Revolução de 1917, os revolucionários adotaram para a Rússia um hino provisório denominado A Marselhesa Operária, que durou de outubro 1917 a meados de 1918, e que possuía uma adaptação feita por Aleksandr da melodia de A Marselhesa.

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