Black (jogo eletrônico)

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Black
Desenvolvedora(s) Criterion Games
Publicadora(s) Electronic Arts
Compositor(es) Michael Giacchino
Motor RenderWare
Plataforma(s) PlayStation 2, Xbox
Lançamento
  • AN 28 de fevereiro de 2006
  • EU 24 de fevereiro de 2006
  • JP 6 de abril de 2006 (PS2)
  • WW 11 de fevereiro de 2008 (XBL)
Modos de jogo Um jogador

Black é um jogo eletrônico de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela Criterion Games e publicado pela Electronic Arts. Foi lançado em 24 de fevereiro de 2006 para o PlayStation 2 e para o Xbox. O jogo é notável por sua ação fortemente estilizada, assim como sua premiada qualidade de som e por se concentrar em efeitos destrutivos durante o jogo.

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

Black é um jogo de tiro em primeira pessoa. Os jogadores só podem carregar duas armas de cada vez; com isso, é necessário estratégia ao escolher as armas, com as armas tendo diferentes características. O jogador pode carregar granadas, que podem ser jogadas sem trocar de arma. Minas terrestres e granadas podem ser detonadas prematuramente ao atirar nelas. Essa é uma tática particularmente útil, pois os inimigos fogem de granadas e escapam de sua explosão. É interessante notar que jogar uma granada ou disparar um míssil em uma pequena construção com janelas vai destruir completamente o interior e jogar seus ocupantes para fora pelas janelas, não importando sua posição e a distância da explosão.

O jogo é baseado em sub-missões e Missões, com cada missão sendo separada por uma live action. Em dificuldades maiores, há mais objetivos que devem ser completados antes do jogador poder progredir. Esses objetivos extras envolvem coletar vários documentos de informação, blue prints, ou destruir partes do ambiente. Esses são todos indicados com a mira em cruz mudando de cor quando o jogador aponta para um objeto relevante.

O game dispõe de um total de oito missões, sendo a primeira muito curta e que se apresenta praticamente como um mero tutorial sobre os comandos - servindo então, de um breve aquecimento para as sete longas seguintes. Os cenários são variados: florestas, cemitérios, fábricas e outros espaços transparecem uma excelente ambientação ao jogo que, com o apoio de um poderoso som e jogabilidade otimizada, torna Black um ícone dos tiros em primeira pessoa.[carece de fontes?]

Enredo[editar | editar código-fonte]

O jogo se passa em duas linhas de tempo diferentes. Uma em uma prisão nos Estados Unidos e outra em uma guerra nos balcãs, ambas focadas no sargento Jack Kellar, e na sua missão de matar o líder de uma organização terrorista.

A primeira se passa 4 dias antes de sua prisão, em meio a uma guerra nos países balcânicos onde Kellar e sua equipe descobrem planos para construção de uma base na fronteira de Treneska. Após destruir a base o sargento ruma para uma cidade abandonada de Nazran, de lá rumam para a fabrica de aço de Nazran onde descobrem informações de que seu alvo estaria em um hospital psiquiatrico em Tivliz.

Eles não encontram-no lá, mas conseguem informações sobre documentos que informem seu paradeiro, em um porto.

Recepção[editar | editar código-fonte]

Segundo algumas revistas especializadas , os gráficos deste jogo são comparáveis aos da 7ª geração de consoles.[1] Agregando sites de análise, GameRankings e Metacritic deram a versão de PlayStation 2, 79,62% e 79/100 respectivamente[2][3]e a versão de Xbox: 77,38% e 77/100.[4][5] Em 2013, IGN colocou Black na 99º posição na lista das "100 Maiores Shooters". [6]

Black: Second Mission e Bodycount[editar | editar código-fonte]

O jogo termina com a história deixada em aberto, que é por isso que tem havido muita discussão de uma sequência, que era para ser intitulado com o nome de Black: Second Mission. Desenvolvido pela Criterion Games (a mesma de Burnout) e distribuído pela Electronic Arts. O jogo, no entanto, foi eliminado em desenvolvimento.[7]

Em uma entrevista recente, o co-criador e designer, Stuart Black revelou que os planos para Black 2 estavam em andamento, mas estão agora desmanteladas devido a diferenças com a Electronic Arts. Stuart Black e muitos dos desenvolvedores de Black trabalharam no já lançado Bodycount, um sucessor espiritual do jogo que desenvolvido pela Codemasters, foi lançado para o Xbox 360 e PlayStation 3 durante o 3º trimestre de 2011.[8][9]

Referências

  1. «Black for PlayStation 2 reviews». Metacritic. Consultado em 17 de maio de 2013 
  2. "Black for PlayStation 2". GameRankings.
  3. "Black for PlayStation 2 reviews". Metacritic.
  4. "Black for Xbox reviews". Metacritic
  5. "Black for Xbox". GameRankings.
  6. http://www.ign.com/top/shooters
  7. Stuart Black: Black 2 abbandonato
  8. Bodycount Officially Unveiled
  9. Bodycount Hands-on
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