Design de jogos

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O design de jogos, ou desenho de jogos (do inglês game design) é uma extensão da prática do design de software, onde o foco é a criação de jogos eletrônicos.

O desenho de jogos tende à multidisciplinaridade, uma vez que a construção de jogos requer subsídios de diversas áreas técnicas, como a programação, sonoplastia, computação gráfica e outros. Nele, engloba-se o game design (responsável pela concepção, criação e coordenação de todo o jogo), game art (responsável por toda criação de arte, design e efeitos visuais), game sound (responsável pela criação de sons e efeitos sonoros) e game programming (responsável pela implementação do jogos, das regras, da jogabilidade).

A preocupação fundamental do desenhador de jogos é agregar os conceitos de interatividade com o planeamento da interface e entretenimento, garantindo a diversão do usuário final.

A modelagem tridimensional é uma ferramenta essencial para um designer de jogos eletrônicos.

Designer[editar | editar código-fonte]

Projetista de jogos (do inglês game designer) é uma pessoa que exerce o design de jogos. No Brasil o termo, normalmente, é utilizado para se referir a uma pessoa que projeta jogos para computador ou jogos para video games, mas também para aqueles que projetam jogos convencionais, como jogos de tabuleiro, jogos de cartas colecionáveis e RPGs.

História[editar | editar código-fonte]

Designer de jogos[editar | editar código-fonte]

No início da história dos jogos eletrônicos, os designers de jogos eram muitas vezes o programador principal ou o único programador para um jogo. Este é o caso de designers famosos como Sid Meier e Will Wright. Esta pessoa às vezes também incorporava todo o time de arte. Enquanto os jogos ficavam mais complexos e os computadores e consoles ficavam mais poderosos (permitindo mais características), o trabalho de designer de jogos tornou-se uma função separada, com o programador principal dividindo seu tempo entre as duas funções, indo de um papel para o outro.[1] [2]

Mais tarde, a complexidade dos jogos subiu ao ponto onde começou a precisar de alguém que se concentrasse inteiramente no design do jogo. Muitos veteranos escolheram o design de jogos para não precisar programar e passar estas funções para os outros.[2] [3]

Hoje em dia, é raro encontrar um jogo eletrônico onde o programador principal também é o designer principal, exceto em casos de jogos relativamente simples, como Tetris ou Bejeweled. Com muitos jogos complexos, como MMORPGs, os designers podem chegar a dezenas! Nestes casos, há geralmente um ou dois designers principais e vários programadores iniciantes que especificam subsistemas ou subconfigurações do jogo.

Hoje em dia, a indústria dos jogos é a que mais fatura no mundo, segundo dados da revista Reuters.[4]

Designers notáveis[editar | editar código-fonte]

Designers de jogos eletrônicos[editar | editar código-fonte]

Designers de jogo de cartas colecionáveis[editar | editar código-fonte]

Designers de RPG[editar | editar código-fonte]

Designers de jogos de tabuleiro[editar | editar código-fonte]

Designers brasileiros[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Luiz Dal Monte Neto (Julho de 2000). «Entrevista». Consultado em 25 de março de 2013. 
  2. a b c Luiz Dal Monte Neto (maio de 1992). «Um criador de problemas». Consultado em 25 de março de 2013. 
  3. a b Andre Zatz (julho de 2000). «LUIZ DAL MONTE NETO». Consultado em 25 de março de 2013. 
  4. Sir Harold Evans (21 de janeiro de 2013). «REUTERS MAGAZINE-The do-good profit motive-Sir Harold Evans» (em inglês). Consultado em 25 de março de 2013. 
  5. «RPG Legend Ken Rolston Retires». Joystiq. Consultado em 2009-05-13. 
  6. «Oblivion's Ken Rolston Speaks». H Consumer. Consultado em 2009-05-13.  [ligação inativa]
  7. «Masters of Narrative Design 6: Ken Rolston». narrativedesign.org. Consultado em 2009-05-13. 
  8. Ludomania. «MÁRIO SEABRA». Consultado em 25 de março de 2013.