Cânone Ocidental

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

O Cânone Ocidental é um termo utilizado para definir o cânone da literatura ocidental e, num sentido mais lato, também da música e arte clássicas europeias mais influentes para moldar a arte da cultura ocidental. Consiste num compêndio das que são consideradas as maiores obras de mérito artístico. Este cânone é fundamental para a construção do conceito de "alta cultura".

Obras[editar | editar código-fonte]

Das obras vulgarmente incluídas no cânone fazem parte obras de ficção, poema épico, poesia, música, drama, novelas e outras formas de literatura, de todas as proviniências consideradas influenciadas e/ou influenciadoras da cultura Ocidental. Muitas obras de não-ficção figuram também nestas listas, sobretudo obras das áreas da religião, mitologia, filosofia, política, história, ciência e economia.

Cânone Ocidental Português[editar | editar código-fonte]

Na sua obra de 1994 The Western Canon: The Books And School Of The Ages, Harold Bloom cita Camões, Eça de Queirós e, inevitavelmente, Fernando Pessoa como contibuidores portugueses para o Cânone Ocidental e acrescenta “Posso identificar para mim próprio certos escritores de génio palpável que estão entre nós: o romancista português José Saramago, a poeta canadiana Anne Carson, o poeta inglês Geoffrey Hill, e pelo menos meia dúzia de romancistas e poetas norte-americanos e latino-americanos (os quais me abstenho de mencionar)”[1]

Bloom coloca ainda Camões entre os 100 autores mais criativos da historia. [2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

  1. "Harold Bloom e a genialidade literária de vinte e cinco séculos - Açoriano Oriental".
  2. «Harold Bloom apresenta os 100 autores mais criativos da história da Literatura». diariodigital.sapo.pt. Consultado em 2016-10-26.