Carlos Amaral Dias

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Carlos Amaral Dias
Nome completo Carlos Augusto Amaral Dias
Nascimento 26 de agosto de 1946 (71 anos)
Coimbra
Ocupação Médico e Professor universitário
Instituições Instituto Superior Miguel Torga
Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Especialidade Psicanálise

Carlos Augusto Amaral Dias (Coimbra, 26 de agosto de 1946[1]) é um psicanalista e professor universitário português.[2]

Médico licenciado pela Universidade de Coimbra, com especialização em Psiquiatria, obteve o grau de doutor pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação (FPCE) da mesma Universidade, com a dissertação A influência relativa dos factores psicológicos e sociais no evolutivo toxicómano (1981).[2] É director do Instituto Superior Miguel Torga e professor catedrático da FPCE da Universidade de Coimbra e do Instituto Superior de Psicologia Aplicada, em Lisboa.[2] Teve colaboração com as universidades de Wisconsin e Porto Alegre. É vice-presidente da Academia Internacional de Psicologia e coordenador do Nusiaf - Núcleo de Seguimento Infantil e Acção Familiar. Foi também presidente da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e é o actual presidente da Sociedade Portuguesa de Psicodrama Psicanalítico de Grupo.

É autor dos livros O Inferno Somos Nós - conversas sobre crianças e adolescentes (2002)[3] e Modelos de Interpretação em Psicanálise (2003). Com João Sousa Monteiro publicou Eu Já Posso Imaginar que Faço (1989). Foi também revisor científico da edição portuguesa do Dicionário de Psicanálise de Elisabeth Roudinesco e Michel Plas (2000). Foi director da Revista Portuguesa de Psicanálise. Dirigiu Esta Inquietante Estranheza, programa para a TSF, e partilhou Alma Nostra, com Carlos Magno, na Antena1 cuja última emissão foi em 1 de Novembro de 2011. É, também, comentador televisivo.

O problema da toxicodependência é um dos temas principais da sua investigação. Os seus referênciais de interesse científico e de investigação são a psicanálise, a psicologia clínica, a psicopatologia do funcionamento mental, a toxicodependência e a investigação sobre a psicose.

Casou-se primeira vez com Teresa Maria de Castro Nunes Vicente, de quem tem um filho Henrique (casado e pai de António e Bárbara) e duas filhas, a psicóloga e política Joana Beatriz Nunes Vicente Amaral Dias e Leonor Nunes Vicente Amaral Dias. De Luísa Gonçalves tem uma filha Inês Gonçalves. Casou segunda vez em 1999 na 7.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa com Susana Maria Garcez dos Santos Quintas, de quem tem uma filha Carlota Maria Garcez e Quintas de Amaral Dias

Obras[editar | editar código-fonte]

  • Para uma Psicanálise da Relação (1988)

Referências

  1. Apresentação dos Conferencistas de "Psicanálise e Simbologia Religiosa"
  2. a b c «Carlos Amaral Dias». Grupo Porto Editora. Wook.pt. Consultado em 14 de Abril de 2012 
  3. «O Inferno Somos Nós». Grupo Porto Editora. Wook.pt. Consultado em 14 de Abril de 2012 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]