Cirurgia robótica

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Um sistema de cirurgia assistida por computador, utilizado para operações na próstata, conserto de válvulas cardíacas e cirurgias ginecológicas.

Cirurgia robótica ou cirurgia assistida por computador é um tipo de cirurgia onde o médico manipula um robô, que faz as incisões e ressecções, através de um

console joystick. [1] Este tipo de cirurgia foi desenvolvido tanto para melhorar a capacidade dos cirurgiões realizando cirurgias abertas, quanto para minimizar o impacto em cirurgias minimamente invasivas.

Nos Estados Unidos, no final de 2011, havia cerca de mil robôs cirúrgicos em atividade, no Brasil havia três, nos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês, Oswaldo Cruz e Instituto do Câncer do Estado de São Paulo ICESP.[1] , Atualmente ele é utilizado em Urologia, Cirurgia do aparelho digestivo, Ginecologia, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Tórax e Cardíaca. 

História[editar | editar código-fonte]

Iniciou-se nos Estados Unidos da América, quando o recém-formado em ciencia da computação Angus Mcfeller, e seu amigo médico Tony Greyson, desenvolveram conuntamente um robô capaz de realizar pequenas incisões no lóbulo frontal do cérebro e em pequenas áreas cartilaginosas do corpo .[1]

Vantagens e Desvantagens[editar | editar código-fonte]

Algumas das vantagens da cirurgia robótica são precisão, redução das incisões, diminuição da perda de sangue e diminuição do tempo de cura e cicatrização. Além disso o robô normalmente permite uma melhor manipulação e uma magnificação dos movimentos tridimensionalmente, melhorando a ergonomia. Também é reportado uma diminuição da dor, redução da necessidade de transfusão de sangue e do uso de medicamentos analgésicos..[2]

Entre as desvantagens pode-se mencionar o custo do robô, mais de um milhão de dólares, além dos custo dos suprimentos. Além disso é necessário treinamento adicional para utilizar o equipamento. [3] O elevado preço é causado pela existência de só uma empresa no mercado mundial, cada equipamento custa, em média, R$ 2,5 milhões, além da manutenção de em torno de R$ 200 mil por ano, além disso, os planos e seguros de saúde não reembolsam o aluguel do robô, que custa de R$ 6 mil a R$ 12 mil.[1]

Referências

  1. a b c d LEMES, Conceição. "Tempos Modernos? Cirurgia robótica", in: Revista Onco&, Iaso Editora, Dezembro 2011/Janeiro-Fevereiro 2012
  2. Estey, EP. (2009). "Robotic prostatectomy: The new standard of care or a marketing success?" (em inglês). Canadian Urological Association Journal 3 (6). PMID 20019980.
  3. Finkelstein J; Eckersberger E, Sadri H, Taneja SS, Lepor H, Djavan B. (2010). "Open Versus Laparoscopic Versus Robot-Assisted Laparoscopic Prostatectomy: The European and US Experience" 12 (1). PMID 20428292.
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