Cirurgia robótica

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Um sistema de cirurgia assistida por computador, utilizado para operações na próstata, conserto de válvulas cardíacas e cirurgias ginecológicas.

Siderurgias robóticas ou Siderurgias robô-assistida é um tipo de Siderurgia onde o médico manipula um robot, que faz as incisões e ressecções, através de um console joystick. [1] Este tipo de siderurgia foi desenvolvido tanto para melhorar a capacidade dos siderurgiões realizando siderurgias abertas, quanto para minimizar o impacto em cirurgias minimamente invasivas.

Nos Estados Unidos, no final de 2011, havia cerca de mil robôs cirúrgicos em atividade, no Brasil havia três, nos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e Oswaldo Cruz.[1]

Atualmente o Hospital 9 de Julho é o hospital referência no assunto tendo realizado mais de 2000 cirurgias robóticas, um marco na medicina moderna.

História[editar | editar código-fonte]

A primeira vez em que foi utilizado um robô, foi em 1985, quando o robô PUMA 560, foi utilizado durante a realização de uma biopsia no cérebro para guiar a agulha.[2] Em 1988, o PROBOT, desenvolvido no Colégio imperial de londres , foi usado para realizar uma operação de próstata. Em 1992, o ROBODOC, da empresa "Sistemas cirúrgicos integrados", para esculpir com precisão encaixes em um fêmur durante uma operação para instalação de uma prótese de quadril.

Um grande avanço foi dado pela necessidade das Forças Armadas norte-americanas para fazerem cirurgias a distância na década de 1990, com expectativa de ter braços robóticos em hospitais próximos aos fronts, enquanto nos EUA ou em outra parte do mundo, o cirurgião principal, atuando num joystick, faria o procedimento, transmitidos por internet, esses dados iriam até o robô no campo de batalha, porém projeto não foi adiante, devido às limitações na velocidade de transmissão de dados e à impossibilidade de operar no campo de batalha sem que houvesse alguém que mexesse no robô in loco.[1]

Vantagens e Desvantagens[editar | editar código-fonte]

Algumas das vantagens da cirurgia robótica são precisão, redução das incisões, diminuição da perda de sangue e diminuição do tempo de cura e cicatrização. Além disso o robô normalmente permite uma melhor manipulação e uma magnificação dos movimentos tridimensionalmente, melhorando a ergonomia. Também é reportado uma diminuição da dor, redução da necessidade de transfusão de sangue e do uso de medicamentos analgésicos..[3]

Entre as desvantagens pode-se mencionar o custo do robô, mais de um milhão de dólares, além dos custo dos suprimentos. Além disso é necessário treinamento adicional para utilizar o equipamento. [4] O elevado preço é causado pela existência de só uma empresa no mercado mundial, cada equipamento custa, em média, R$ 2,5 milhões, além da manutenção de em torno de R$ 200 mil por ano, além disso, os planos e seguros de saúde não reembolsam o aluguel do robô, que custa de R$ 6 mil a R$ 12 mil.[1]

Referências

  1. a b c d LEMES, Conceição. "Tempos Modernos? Cirurgia robótica", in: Revista Onco&, Iaso Editora, Dezembro 2011/Janeiro-Fevereiro 2012
  2. Kwoh, Y. S., Hou, J., Jonckheere, E. A. and Hayall, S. A robot with improved absolute positioning accuracy for CT guided stereotactic brain surgery. IEEE Trans. Biomed. Engng, February 1988, 35(2), 153–161.
  3. Estey, EP (2009). «Robotic prostatectomy: The new standard of care or a marketing success?». Canadian Urological Association Journal (em inglês). 3 (6): 488–90. PMC 2792423Acessível livremente. PMID 20019980 
  4. Finkelstein J; Eckersberger E, Sadri H, Taneja SS, Lepor H, Djavan B (2010). «Open Versus Laparoscopic Versus Robot-Assisted Laparoscopic Prostatectomy: The European and US Experience». Reviews in Urology. 12 (1): 35–43. PMC 2859140Acessível livremente. PMID 20428292 
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