Coral Bracho

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Coral Bracho (Cidade do México, 1951) é uma poeta, tradutora e acadêmica mexicana.

Vida e obra[editar | editar código-fonte]

Nascida na Cidade do México em 22 de maio de 1951, Coral terminou sua educação básica na Inglaterra e na França, e se graduou em Língua e Literatura Hispânica na Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).

No Brasil foi publicado o volume Rastros de Luz (2004), com tradução de Josely Vianna Baptista, que reúne três de seus livros: "Peixes de Pele Fugaz" (1977), "O Ser que Vai Morrer" (1982) e "Terra de Entranha Ardente" (1992). Poemas seus foram incluídos na antologia O Jardim de Camaleões, organizado por Cláudio Daniel e apresentado por José Kozer e Haroldo de Campos.[1] Em 2007 esteve no Brasil, participando do Tordesilhas - Festival ibero-Americano de Poesia.

Sua poesia é conhecida como uma das mais relevantes dentro do neobarroco latinoamericano.[2]

Publicou os seguintes livros:

  • Peces de piel fugaz (1977)
  • Reeditado como Huellas de luz (1994)
  • El ser que va a morir (1982), vencedor do Premio Nacional de Poesía Aguascalientes
  • Bajo el destello líquido (1988)
  • Tierra de entraña ardiente (1992)
  • Jardín del mar (1993)
  • Los amigos primero (1994)
  • La voluntad del ámbar (1998)
  • Ese espacio, ese jardín (2003)
  • Cuarto de hotel (2007)
  • Se ríe el emperador (2010)
  • ¿A donde fue el Ciempiés? (2007)

Referências

  1. «Folha de S.Paulo - Livros - Poesia: Obras permitem nova visão sobre a tradição neobarroca». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 23 de junho de 2017 
  2. «- ZUNÁI- Revista de Poesia & Debates». www.revistazunai.com. Consultado em 23 de junho de 2017 
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