Coroaci

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Coroaci
  Município do Brasil  
Símbolos
Bandeira de Coroaci
Bandeira
Brasão de armas de Coroaci
Brasão de armas
Hino
Gentílico coroaciense
Localização
Localização de Coroaci em Minas Gerais
Localização de Coroaci em Minas Gerais
Coroaci está localizado em: Brasil
Coroaci
Localização de Coroaci no Brasil
Mapa de Coroaci
Coordenadas 18° 37' 19" S 42° 17' 09" O
País Brasil
Unidade federativa Minas Gerais
Região intermediária[1] Governador Valadares
Região imediata[1] Governador Valadares
Municípios limítrofes Sardoá, Peçanha, Governador Valadares, Nacip Raydan, Marilac e Virgolândia.
Distância até a capital 306 km
História
Fundação 1 de janeiro de 1949
Aniversário 1 de janeiro
Administração
Prefeito(a) Emerson Andrade (PDT, 2017 – 2020)
Características geográficas
Área total [3] 576,700 km²
População total (Censo IBGE/2010[4]) 10 274 hab.
Densidade 17,82 hab./km²
Clima tropical (Aw)
Altitude 352 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
CEP 39710-000 a 39714-999[2]
Indicadores
IDH (PNUD/2000 [5]) 0,699 médio
PIB (IBGE/2008[6]) R$ 57 947,409 mil
PIB per capita (IBGE/2008[6]) R$ 5 216,26
Outras informações
Padroeiro(a) Sant'Ana[7]
www.coroaci.mg.gov.br (Prefeitura)
www.coroaci.cam.mg.gov.br (Câmara)

Coroaci é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Localiza-se no Vale do Rio Doce.

História[editar | editar código-fonte]

Coroaci, antigo distrito criado em 1900 com a denominação de Santana do Suassuí (a partir de 1923: Coroaci) e subordinado ao município de Peçanha, tornou-se município pela lei estadual nº336 de 27 de dezembro de 1948 e foi instalado em 1 de janeiro de 1949.[8]

Em meados do século XVIII predominava na região de matas fechadas a tribo indígena Botocudos, primitivos que habitavam o sul da Bahia e boa parte da área mineira, e eram bravos guerreiros nômades, que viviam principalmente da caça. Foram perseguidos e aniquilados por serem guerreiros. Alguns sobreviventes foram mantidos escravos, prisioneiros do governo. Descendentes ainda restam deles: os Krenak que vivem em reservas no Vale do Rio Doce, preservando alguns costumes de seus antepassados. A região ainda era desconhecida, e seus desbravadores foram: Martim de Carvalho, Sebastião Fernandes Tourinho, Antonio Dias Adorno, Marcos Azeredo Coutinho, Fernão Dias Paes Leme, Manuel Chassin Monteiro, João de Azevedo Leme, João Peçanha Falcão e Vigário Francisco Martins. O interesse por pedras preciosas e minérios atraíram a atenção dos expedicionários, enviados pelo governo provincial em nome do rei. Organizaram expedições que enfrentaram muita resistência dos indígenas, e, dominando ou eliminando os índios, avançavam pela região para maiores conquistas: riquezas minerais.

O governo de D.Antonio de Noronha realizou grande desbravamento do Rio Doce visando regiões auríferas das Minas Gerais. Com a exploração desse rio foram se descobrindo novas terras, e surgiram os garimpos, o que trouxe lavouras e então novas povoações. Os povoados foram se expandindo e recebendo denominações. No dia 26 de julho de 1879 foi realizada pelo Vigário Pe. Alexandre Generozo a primeira missa ao pé de um cruzeiro. A partir dessa data o povoado de “Santana do Onça”, como era conhecido, cresceu devido a chagada de novas famílias: Francisco Vieira Simões, Demétrio Coelho Oliveira, Rogério de Ávila, Joaquim Pereira Cândido, José Gomes, Henrique Coelho, João Duarte, Cornélio Vaz e outros. Em 1900 o povoado foi elevado a distrito “Santana do Suaçuí”, pertencente ao município de Peçanha. Mais tarde a denominação foi dada de Suassui, e a sete de setembro de 1923 o distrito passou a se chamar Coroacy, continuando subordinado a Peçanha.

Antes de se chamar Coroaci, a cidade ainda teve os seguintes nomes: Sertão do Cuité, Mata do Peçanha, Santana do Onça, Santana do Suaçuí, Suaçuí, Coroacy. Coroaci foi emancipado em em 1 de janeiro de 1949, sendo o primeiro prefeito (intendente – nomeado pelo governador) foi José Martins Guedes. O primeiro prefeito eleito foi José Simões. A prefeitura municipal funcionava na época em um prédio alugado. Coroaci evoluía, a economia impulsionava baseando-se na produção de café e extração de mica. Fonte: http://www.vivacoroaci.com.br/

Geografia[editar | editar código-fonte]

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

  • Principais rios:
    • Rio Tronqueiras (a localização do rio tronqueiras é na comunidade do boca junta)
    • Ribeirão da Onça
    • Rio suacui pequeno

Bacia: Bacia Rio Doce.

Clima[editar | editar código-fonte]

  • Temperatura:
    • Média anual: 24,5 C
    • Média máxima anual: 29,6 C
    • Média mínima anual: 18,2 C
  • Índice médio pluviométrico anual: 1113,8 mm

Topografia %[editar | editar código-fonte]

  • Plano: 20
  • Ondulado: 30
  • Montanhoso: 50

Dados da cidade[editar | editar código-fonte]

  • Localização: Rio Doce
  • Área: 576,66 Km2
  • Altitude:
    • Máxima: 940 m. Local: Serra das Aboboras
    • Mínima: 290 m. Local: Foz Corrego Bugrinho
    • Ponto central da cidade: 465,24 m

Transporte[editar | editar código-fonte]

Rodoviário[editar | editar código-fonte]

Comunicação[editar | editar código-fonte]

A principal mídia da cidade é sua rádio comunitária, Coroaci Fm. Fundada em Fevereiro de 2012, opera na sintonia de 104.9 MHz e tem cobertura em todo município e também via Internet.

Turismo[editar | editar código-fonte]

Atrativos naturais[editar | editar código-fonte]

O município tem como atrações as cachoeiras e o Morro do Cruzeiro. Há também algumas cachoeiras e algumas grutas que continham muitas orquídeas há alguns anos, e também alguns lugares aonde os moradores gostam de ir para se refrescarem; um deles é o pedrão e o outro é o tombo, ambos muito frequentados.

Evento[editar | editar código-fonte]

  • FESCANA
  • Tronqueirense Ausente
  • Bugrense Ausente
  • Coroaci Folia
  • Festas Religiosas

Referências

  1. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 10 de fevereiro de 2018 
  2. Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. «Busca Faixa CEP». Consultado em 1 de fevereiro de 2019 
  3. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010 
  4. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  5. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  6. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010 
  7. Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC). «Lista por santos padroeiros» (PDF). Descubra Minas. p. 6. Consultado em 14 de setembro de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 14 de setembro de 2017 
  8. «Prefeitura Municipal de Coroaci». coroaci.mg.gov.br. Consultado em 23 de junho de 2012 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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