Governador Valadares

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Município de Governador Valadares
"Capital do Vale do Rio Doce"
"Princesinha do Vale"
"Valadares"
"GV (Gevê)"
"GOVAL"
Vista da cidade às margens do Rio Doce

Vista da cidade às margens do Rio Doce
Bandeira de Governador Valadares
Brasão de Governador Valadares
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 30 de janeiro de 1938 (78 anos)
Gentílico valadarense
Prefeito(a) Elisa Maria Costa (PT)
Localização
Localização de Governador Valadares
Localização de Governador Valadares em Minas Gerais
Governador Valadares está localizado em: Brasil
Governador Valadares
Localização de Governador Valadares no Brasil
18° 51' 03" S 41° 56' 56" O18° 51' 03" S 41° 56' 56" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Vale do Rio Doce IBGE/2013[1]
Microrregião Governador Valadares IBGE/2013[1]
Municípios limítrofes Oeste: São Geraldo da Piedade e Sardoá; Norte: Marilac, Mathias Lobato, Frei Inocêncio, Jampruca e Santa Efigênia de Minas; Nordeste: Nova Módica e Mendes Pimentel; Leste: Divino das Laranjeiras; Sudeste: Galileia; Sul: Alpercata, Fernandes Tourinho e Tumiritinga; Sudoeste: Açucena e Periquito; Noroeste: Coroaci
Distância até a capital 320 km[2]
Características geográficas
Área 2 342,319 km² [3]
População 278 363 hab. (MG: 9º) –  estatísticas IBGE/2015[4]
Densidade 118,84 hab./km²
Altitude 170 m
Clima tropical quente semiúmido Aw
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,727 alto PNUD/2010[5]
PIB R$ 4 200 111 mil IBGE/2013[6]
PIB per capita R$ 16 801,36 IBGE/2013[7]
Página oficial
Prefeitura www.valadares.mg.gov.br

Governador Valadares é um município brasileiro no interior do estado de Minas Gerais, Região Sudeste do país. Pertence à Mesorregião do Vale do Rio Doce e à microrregião homônima e localiza-se a leste da capital do estado, distando desta cerca de 320 km.[2] Ocupa uma área de 2 342,319 km², sendo que 24,4 km² estão em perímetro urbano,[8] e sua população em 2015 era de 278 363 habitantes.[4] O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,727, considerando como alto em relação ao estado.[5]

O desbravamento da região da atual cidade teve início no século XVI, em expedições como a de Sebastião Fernandes Tourinho que seguiam pelo curso do rio Doce à procura de metais preciosos em suas margens.[9] No entanto, o povoamento foi iniciado somente entre os séculos XVIII e XIX, com a instalação de quarteis destinados a vigiar ataques dos índios Botocudos contra colonos e comerciantes que navegavam pelo rio Doce. Com a locação da EFVM, por volta de 1907, houve a consolidação do povoado, cuja localização próxima de produtores de café e extração de madeira favoreceu o desenvolvimento comercial e o crescimento populacional. Dessa forma, o município foi emancipado de Peçanha na década de 30.[10]

Após a década de 1940, a extração de mica e pedras preciosas trouxe um forte crescimento populacional, sendo ainda considerada a principal fonte de renda municipal ao lado da pecuária e do comércio.[11] A cidade é banhada pelo rio Doce e tem como importante marco natural o Pico da Ibituruna, o qual pode ser avistado de quase todo o município e oferece a oportunidade de escaladas e saltos de voo livre, inclusive campeonatos nacionais e internacionais dessa modalidade. Eventos como o GV Folia e a Expoagro GV (exposição agropecuária) também configuram-se como principais atrativos.

História[editar | editar código-fonte]

Colonização da região[editar | editar código-fonte]

Botocudos, primitivos habitantes.

A região do atual município de Governador Valadares se encontra habitada por indígenas há pelo menos 10 mil anos e registros dos primeiros exploradores da região após a descoberta do Brasil, ocorrida em 1500, apontam que nessa ocasião eles ainda eram numerosos.[12] O desbravamento dessa área teve início no século XVI, em expedições como a de Sebastião Fernandes Tourinho que seguiam pelo curso do rio Doce à procura de metais preciosos em suas margens.[9] Fernandes Tourinho acompanhou o caminho inverso do rio Doce até atingir o Rio Santo Antônio,[12] no entanto o povoamento da região foi proibido no começo do século XVII, a fim de evitar contrabando do ouro extraído na região de Diamantina.[13]

O povoamento foi liberado em 1755[13] e para garantir a segurança de colonos e comerciantes que navegavam pelo rio Doce foram instalados quarteis destinados a vigiar ataques dos índios Botocudos.[10][11] O quartel de Baguari foi o primeiro em território do atual município e a partir dele surgiram povoamentos próximos, dentre os quais Figueira, que corresponde à atual sede municipal. Os indígenas eram vistos como uma ameaça aos colonizadores e os quartéis serviram como uma estratégia de forçá-los a deixar a região. Perto de Figueira foi criado em 1818 o quartel D. Manoel, na margem esquerda do rio Doce, onde funcionou um pequeno porto que atendia ao serviço militar, local onde também se formou um núcleo comercial.[12] Posteriormente, o povoado foi elevado a distrito de paz com a denominação de Baguari, levando à criação do distrito subordinado a Peçanha pela lei provincial nº 3.198, de 23 de setembro de 1884, passando então a denominar-se Santo Antônio da Figueira.[10]

Emancipação e desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

No começo do século XX, o anúncio da locação da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) pela região favoreceu o desenvolvimento do então distrito e em 15 de agosto de 1910, houve a inauguração da primeira estação ferroviária da localidade. A consolidação da ferrovia incentivou a instalação de plantações de café e a extração da madeira, que passaram a ter uma alternativa de escoamento da produção em direção aos portos do Espírito Santo. No início da década de 1920, o núcleo urbano ainda se restringia a poucas ruas existentes entre o rio Doce à direita e a via férrea à esquerda, com algumas fazendas ao redor. Nessa ocasião, o povoamento era atendido por estradas que o ligavam a outras regiões para o tráfego de tropeiros, estabelecendo-se ali um ponto de descanso.[12]

Pela lei estadual nº 843, de 7 de setembro de 1923, Santo Antônio da Figueira recebeu o nome de Figueira.[10] Em 1925, foi construída uma pequena usina elétrica movida a vapor com o objetivo de fornecer energia elétrica ao povoamento e em 1928, foi estruturada a primeira estrada, ligando o distrito a Coroaci.[12] Na década de 1930, houve os primeiros movimentos a favor da emancipação do distrito, que veio a ocorrer pelo decreto-lei estadual nº 32, de 31 de dezembro de 1937, instalando-se em 30 de janeiro de 1938. Em 17 de dezembro de 1938, o município recebeu a denominação de Governador Valadares em referência ao então governador de Minas Gerais Benedito Valadares.[10] À época da emancipação, seu território abrangia total ou parcialmente as áreas dos atuais municípios de Alpercata, Açucena, Naque e Periquito, que foram desmembrados no decorrer das décadas seguintes.[10]

Governador Valadares atingiu 1940 com a marca de 5 734 habitantes. Nessa ocasião, a Companhia Siderúrgica Belgo-Mineira e a Acesita apossaram-se de vastas áreas do município e do Vale do Rio Doce com a intenção de extrair madeira destinada a abastecer suas usinas, localizadas em João Monlevade e Timóteo, respectivamente. Na região central da cidade foram abertas 14 serrarias entre 1940 e 1950, apesar do declínio da atividade em 1960. Também na década de 1940 houve o encetamento da exploração mineral em terras valadarenses, com a extração de mica e pedras preciosas que atraíam consumidores e investidores de várias partes do Brasil, o que impulsionou a população para 20 357 habitantes em 1950 e 70 494 residentes em 1960. A cana-de-açúcar e a pecuária também se mostravam como atividades promissoras, tendo em vista as terras férteis.[12]

Topázio extraído em Governador Valadares em exposição no Museu Americano de História Natural de Nova Iorque.

O crescimento urbano abrupto ocorreu de forma descontrolada e sem planejamento, culminando na ocupação de áreas sujeitas a enchentes nas margens do rio Doce e no despejo de esgoto no curso hidrográfico, de onde era extraída a água consumida pela população sem tratamento. Os casos de malária e outras doenças tropicais eram comuns, situação que começou a ser amenizada após a criação do primeiro serviço de saúde pública em 1942. Ainda na década de 1940, o abastecimento de energia elétrica foi reestruturado com a construção da Usina Hidrelétrica de Tronqueiras, em Coroaci, e o município passou a ser atendido pela BR-116 (Rodovia Rio–Bahia). Mais tarde também houve a chegada da BR-381.[12]

Esgotamento econômico e emigração[editar | editar código-fonte]

O esgotamento dos recursos naturais no município levou ao declínio da exploração madeireira na década de 1960, resultando no fechamento das serrarias existentes na cidade. A falta de mercado consumidor na região e a evasão dos investidores implicaram na queda da produção pecuária e de cana de açúcar, que tinha como importante investidor a Companhia Açucareira do Rio Doce (CARDO), subsidiária da Belgo-Mineira desativada na década de 1970. Em 1950, havia uma média de duas cabeças de gado por hectare, passando a uma taxa de 0,8 cabeças por hectare em 1980. A partir da década de 70, parte das terras devastadas para a extração de madeira e a agropecuária foi cedida para abrir espaço à monocultura de eucalipto destinada à usina de celulose da Cenibra, no município de Belo Oriente.[11][12]

Em vista do declínio de suas principais atividades econômicas, o município passa a registrar uma queda em sua produção econômica, deixando de gerar capital e emprego.[12] Como agravante, dias seguidos de chuvas intensas em toda a bacia do rio Doce elevaram o nível do leito em 5,18 metros acima do normal na cidade durante a histórica enchente de fevereiro de 1979, gerando situação de calamidade com repercussão internacional.[14] Em alternativa à improdutividade, ganhou impulso entre as décadas de 70 e 80 a emigração da população com destino a outras partes do país e principalmente ao exterior, culminando na entrada de capital que, por fim, foi capaz de movimentar a economia valadarense. Setores como construção civil, o comércio e a prestação de serviços se viram impulsionados por esse retorno de capital no decorrer das décadas de 80 e 90, ao passo que cerca de 27 mil habitantes haviam emigrado do município com destino a outros países, em especial para os Estados Unidos, até 1993.[12][15]

História recente: enchentes, falta d'água e corrupção[editar | editar código-fonte]

Distribuição de água pelo Exército Brasileiro durante desabastecimento na cidade em novembro de 2015.

Em janeiro de 1997, Governador Valadares foi afetada pela segunda pior enchente da história da cidade, perdendo apenas para a de 1979, com o rio Doce atingindo 4,77 metros acima do nível normal.[14] Em dezembro de 2013, chuvas fortes e contínuas provocaram duas mortes[16] e deixaram mais de 250 desalojados na cidade, afetando 25 bairros. Foi decretado estado de emergência.[17] Em novembro de 2015, o município foi novamente destaque nacional, dessa vez como um dos afetados pelos impactos do rompimento de barragem ocorrido em Mariana. A lama da barragem de rejeitos da Samarco chegou ao rio Doce, comprometendo o abastecimento de água em várias cidades que dependem do curso para o suprimento, como em Governador Valadares a partir do dia 8 de novembro.[18]

Em 10 de novembro de 2015, foi decretado estado de calamidade pública em função do desabastecimento na cidade, que já vinha sendo afetada pela estiagem prolongada,[19] levando o Exército Brasileiro a liderar a distribuição gratuita de água fornecida pela Samarco no Centro de Valadares em 13 de novembro. Centenas de moradores aguardavam o recebimento de água potável em filas que dobravam quarteirões,[20] enquanto que roubos e saques nas casas, caixas d'água e distribuidoras se tornaram frequentes.[21] Iniciou-se então uma campanha com amplo alcance nacional visando a doar água para o município e outras cidades com abastecimento prejudicado[22] e nos dias seguintes pontos de distribuição também foram estabelecidos pelo Exército em alguns bairros. O abastecimento começou a ser retomado em 16 de novembro,[23] mas nas semanas seguintes a água ainda apresentava odor e coloração diferentes e novas filas se formavam para conseguir água potável.[22]

Em abril de 2016, Governador Valadares mais uma vez esteve em destaque nos noticiários por causa de um embaraço. O desencadeamento da Operação Mar de Lama, realizada pela Polícia Federal em parceria com o Ministério Público, iniciou uma investigação a uma organização criminosa suspeita de desviar R$ 1 bilhão de reais, grande parte dos quais desviados de recursos federais que seriam destinados a cobrir os impactos das enchentes de 2013.[24] Apenas nas primeiras semanas de investigação, 26 pessoas foram afastadas de suas funções no município, incluindo 13 vereadores.[25]

Geografia[editar | editar código-fonte]

A área do município é de 2 342,319 km², representando 0,4003% do território mineiro, 0,254% da área da região Sudeste do Brasil e 0,0276% de todo o território brasileiro.[26] Desse total 24,4 km² estão em perímetro urbano.[8] Limita-se com os municípios de São Geraldo da Piedade e Sardoá a oeste; Marilac, Mathias Lobato, Frei Inocêncio, Jampruca e Santa Efigênia de Minas a norte; Divino das Laranjeiras a leste; Galileia a sudoeste; Alpercata, Fernandes Tourinho e Tumiritinga a sul; Coroaci a noroeste; Nova Módica e Mendes Pimentel a nordeste e Açucena e Periquito a sudoeste.[2]

Relevo e hidrografia[editar | editar código-fonte]

De forma geral, o território municipal está inserido em duas unidades geomorfológicas, sendo 60% do território valadarense ondulado, 25% montanhoso e 15% plano.[2] As áreas a sul, onde está localizado o perímetro urbano, estão situadas nos domínios da depressão interplanáltica do Vale do Rio Doce, cujo relevo é resultado de uma dissecação fluvial atuante no período Pré-Cambriano e que acompanha o curso do rio Doce.[27] Trata-se de uma região relativamente aplainada, cujas altitudes médias variam entre 250 a 500 metros, com a presença de colinas suaves, vales, cursos hídricos em demasia e as maiores altitudes presentes em elevações abruptas isoladas, além do Pico da Ibituruna, com seus 1 123 m, separado da zona urbana pelo rio Doce. Predominam nessa unidade solos com xistos, micaxistos, biotita-gnaisse, com a presença de quartzo. O Planalto Soerguido/Maciço Montanhoso, por sua vez, corresponde a uma região de relevo acidentado a norte e noroeste do município. Compõe-se vales abruptos e colinas de topo em crista que têm em média 850 a 900 metros de altitude, podendo ser encontrados solos com granito-gnaisse, granitos e biotita-gnaisse.[28]

O município se encontra na bacia do rio Doce, cujo curso corta o território municipal e banha a zona urbana, sendo o responsável pelo fornecimento de água à maior parte da cidade.[29][30] Diversos outros cursos hidrográficos banham o município e em conjunto compõem a calha do rio Doce, destacando-se em massa d'água os rios Corrente Grande, Suaçuí Grande, Suaçuí Pequeno e Tronqueiras. Outros cursos menores e que também banham Governador Valadares são os córregos Capim, Caramanho, Cassiano, Cedro, do Bernardo, do Desidério, do Onça, do Tapinoã, Figueirinha, Melquíades, Paca e Santa Helena. Dentre eles, os córregos Capim, do Onça e Figueirinha cortam o perímetro urbano, recebendo consideráveis níveis de poluição hídrica com destino ao rio Doce, o qual também recebe boa parte dos efluentes urbanos sem tratamento da cidade.[29][30]

Clima[editar | editar código-fonte]

Um pôr do sol no município em um dia de agosto.

O clima valadarense é caracterizado, segundo o IBGE, como tropical subquente semiúmido (tipo Aw segundo Köppen),[31] tendo temperatura média anual de 23,9 °C com invernos secos e amenos (raramente frios) e verões chuvosos e com temperaturas elevadas.[32][33] O mês mais quente, fevereiro, tem temperatura média de 26,4 ºC (mínima média de 20,7 °C e máxima de 31,8 °C) e o mês mais frio, julho, de 20,7 °C (14,8 °C de mínima e 27,3 °C de máxima). Outono e primavera são estações de transição.[34][35][36] A umidade relativa do ar (URA) média é de 75%,[37] com ventos predominantes na direção nordeste,[38] e o tempo de insolação de aproximadamente 2 020 horas anuais.[39]

Maiores acumulados de precipitação em 24 horas registrados
em Governadores Valadares (INMET) por meses (1961-2007)[40]
Mês Acumulado Data Mês Acumulado Data
Janeiro 120,2 mm 27/01/1973 Julho 26,4 mm 13/07/1990
Fevereiro 89 mm 27/02/1968 Agosto 31,2 mm 30/08/1990
Março 96,3 mm 13/03/1973 Setembro 87 mm 27/09/1997
Abril 97 mm 14/04/1980 Outubro 120,6 mm 24/10/2003
Maio 54 mm 12/05/1973 Novembro 122,8 mm 20/11/1994
Junho 52 mm 22/06/1969 Dezembro 99,7 mm 16/12/1971

As precipitações ocorrem principalmente sob a forma de chuva e às vezes de granizo, como em 15 de maio de 2009,[41] 23 de dezembro de 2010[42] e 20 de outubro de 2014.[43] O índice pluviométrico é de 1 059 milímetros (mm) anuais, concentrados entre outubro e março, sendo julho o mês mais seco, quando ocorrem apenas 14 mm. Em novembro, o mês de maior precipitação, a média é de 215 mm.[44] Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o município é o 575º colocado no ranking de ocorrências de descargas elétricas no estado de Minas Gerais, com uma média anual de 2,7375 raios por quilômetro quadrado.[45]

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1961 a 2007 (até 26 de agosto), a menor temperatura registrada em Governador Valadares foi de 3,3 °C em 23 de agosto de 1974,[46] e a maior atingiu 40,4 °C em 13 de dezembro de 1963 e 11 de fevereiro de 1998.[47] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 122,8 mm em 20 de novembro de 1994. Outros grandes acumulados foram 120,6 mm em 24 de outubro de 2003, 120,2 mm em 27 de janeiro de 1973, 119,6 mm em 15 de janeiro de 1980, 111,8 mm em 7 de janeiro de 2006 e 103,6 mm em 30 de outubro de 1995.[40] O menor índice de umidade relativa do ar foi de 22%, em 28 de julho de 1973.[48] No dia 31 de outubro de 2012, os termômetros chegaram à marca de 41 ºC, sendo que em alguns pontos a sensação térmica chegou a quase 50 °C.[49] Em 4 de fevereiro de 2010, Governador Valadares registrou rajadas de vento de 134,6 km/h.[50]

Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Governador Valadares Weather-rain-thunderstorm.svg
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima absoluta (°C) 40,2 40,4 37,8 38,2 35,8 34,8 35,4 38 39,6 39,8 39,6 40,4 40,4
Temperatura máxima média (°C) 31,8 32,5 32,4 30,2 28,3 27,4 27,3 28,3 28,6 29,4 29,9 30,4 29,9
Temperatura média (°C) 26,1 26,4 26,3 24,4 22,3 21,1 20,7 22 23,2 24,3 24,9 25,4 23,9
Temperatura mínima média (°C) 20,7 20,6 20,5 19,1 16,7 15,1 14,8 15,9 17,3 19,2 19,8 20,4 18,3
Temperatura mínima absoluta (°C) 12,5 11,7 15 9,8 8,6 7 6,9 3,3 5,9 9,1 8,4 10,5 2,2
Precipitação (mm) 167,7 129,2 90,9 57,1 35 18,9 14,3 14,5 31,4 124,8 214,7 160,9 1 059,3
Dias com precipitação (≥ 1 mm) 10 7 6 5 3 3 3 2 3 9 12 11 74
Umidade relativa (%) 76,7 74,5 73,6 76,6 76 76,6 74,7 69,3 70,9 73,6 78,4 78,9 75
Horas de sol 191,8 189,9 204,4 182,1 182,3 168,7 172,4 188,1 135,3 118,7 129,9 159,1 2 022,7
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (normal climatológica 1961-1990;[34][35][36][44][51][37][39] recordes de temperatura de 1961 a 2007).[46][47]

Ecologia e meio ambiente[editar | editar código-fonte]

Vegetação natural na área de proteção ambiental (APA) do Pico da Ibituruna, às margens do rio Doce.

A vegetação nativa pertence ao domínio florestal Atlântico (Mata Atlântica), restando poucas regiões fragmentadas em meio a áreas reflorestadas, pastagens e ao perímetro urbano. O processo de derrubada da mata nativa teve início no começo do século XX, com a exploração e a expansão do perímetro urbano a partir da margem do rio Doce, no entanto foi fortemente alavancado entre 1940 e 1960, quando ocorreu o encetamento e o auge da exploração madeireira. Muitas das áreas devastadas deram lugar às pastagens para a pecuária e, mais tarde, à monocultura de reflorestamento com eucalipto destinado a empresas produtoras de celulose.[52] Multinacionais como a Cenibra passaram a pagar aos pequenos produtores para que cultivassem o eucalipto em suas propriedades, destinado a sua produção de celulose, em vez de manterem o gado e/ou lavouras para própria subsistência, contribuindo para a remoção de árvores.[53]

Segundo informações da prefeitura de 2015, a vegetação natural abrange 374,27 km², ou 16% do território municipal, porém esse percentual está dividido em pontos dispersos pelo município e isolados um do outro[52] e apenas 2% da área do município compreendem Mata Atlântica nativa.[54] A APA do Pico da Ibituruna é a única área de proteção ambiental de Governador Valadares, destinada a proteger a vegetação natural existente na região do Pico da Ibituruna. Criada em 1983, abrange cerca de 6 243 hectares, ou 2,7% da área municipal, e é considerada como um dos maiores remanescentes de Mata Atlântica do médio rio Doce,[55] porém incêndios ocasionais atingem a unidade de conservação, contribuindo para sua degradação.[56]

Apesar da degradação em alguns pontos, a APA do Pico da Ibituruna concentra uma considerável gama de espécies arbóreas típicas do bioma nativo, com destaque ao jacarandá, jequitibá e ipê-amarelo, bem como na fauna, representada por paca, capivara, cutia, jaguatirica, o sabiá-laranjeira, o beija-flor, sanhaço, pica-pau, saíra, inhambu, jacu, tico-tico, alma-de-gato, maritaca, tuim e pintassilgo.[52] O município também administra um parque municipal, o chamado Parque Natural Municipal de Governador Valadares, área verde de cerca de 400 mil m² situada entre a cidade, o pico da Ibituruna e o rio Doce que foi estruturada pela Vale S.A. e inaugurada em 6 de fevereiro de 2015.[54] Com foco à conservação ambiental, destacam-se campanhas de conscientização ecológica realizadas ocasionalmente nas escolas e que envolvem a população e programas de arborização de logradouros.[57][58]

Problemas ambientais[editar | editar código-fonte]

Trecho do rio Doce banhando a cidade, onde recebe consideráveis índices de poluição.

Durante a época das secas e em longos veranicos em pleno período chuvoso são comuns registros de queimadas em morros e matagais, principalmente na zona rural,[59] colocando em risco a já escassa cobertura vegetal natural existente.[56] Por outro lado, no período chuvoso as enchentes provocam grandes estragos nas áreas mais baixas e populosas das margens do rio Doce e em alguns anos chegam a afetar mais de 11 mil habitantes.[60][61] A prefeitura e órgãos como a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) mantém estações pluviométricas e pontos de medição do nível do rio em Governador Valadares e em outros municípios da bacia hidrográfica[62] e em caso de alerta os moradores das áreas ribeirinhas são recuados para abrigos.[63]

Desde 2014, no entanto, a região vem sendo afetada por uma seca severa que diminuiu fortemente o nível do rio Doce, gerando regimes de abastecimento de água,[64] situação que foi agravada após o leito do rio ter sido atingido pela lama da barragem de rejeitos da Samarco que se rompeu no município de Mariana em 5 de novembro de 2015. Apesar do abastecimento de água à cidade ter sido comprometido por cinco dias, o rio Doce ainda apresenta contaminação acima do normal.[65][66] Além disso, Governador Valadares não conta com estações de tratamento de águas residuais e o efluente urbano é despejado diretamente no rio Doce ou nos cursos hidrográficos que banham a cidade, o que contribui para a degradação dos leitos.[29][30] A poluição visual, por sua vez, é intensa em diversos locais do perímetro urbano, sendo considerável a presença de cartazes com anúncios fixados sem controle em postes, muros e pilastras de viadutos.[67]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Crescimento populacional
Censo Pop.
1970 162 020
1980 196 117 21,0%
1991 230 524 17,5%
2000 247 131 7,2%
2010 263 689 6,7%
Est. 2015 278 363 12,6%
Fonte: Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística
(IBGE)[68]

Em 2010, a população do município foi contada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 263 689 habitantes.[69] Segundo o censo daquele ano, 125 237 habitantes eram homens e 138 452 habitantes mulheres. Ainda segundo o mesmo censo, 253 300 habitantes viviam na zona urbana e 10 389 na zona rural.[69] Já segundo estatísticas divulgadas em 2015, a população municipal era de 278 363 habitantes, sendo o nono mais populoso do estado.[4] Da população total em 2010, 63 015 habitantes (23,90%) tinham menos de 15 anos de idade, 179 270 habitantes (67,99%) tinham de 15 a 64 anos e 21 404 pessoas (8,12%) possuíam mais de 65 anos, sendo que a esperança de vida ao nascer era de 75,1 anos e a taxa de fecundidade total por mulher era de 2,1.[70]

Indicadores e religião[editar | editar código-fonte]

Residências de classe baixa na região do bairro Nova União, às margens da BR-381.

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Governador Valadares é considerado alto pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sendo que seu valor é de 0,727 (o 1107º maior do Brasil e o 97° maior de Minas Gerais). A cidade possui a maioria dos indicadores próximos à média nacional segundo o PNUD. Considerando-se apenas o índice de educação o valor é de 0,644, o valor do índice de longevidade é de 0,834 e o de renda é de 0,714.[5] De 2000 a 2010, a proporção de pessoas com renda domiciliar per capita de até meio salário mínimo reduziu em 51,4% e em 2010, 89,1% da população vivia acima da linha de pobreza, 7,5% encontrava-se na linha da pobreza e 3,4% estava abaixo[71] e o coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, era de 0,538, sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor.[72] A participação dos 20% da população mais rica da cidade no rendimento total municipal era de 57,6%, ou seja, 14,6 vezes superior à dos 20% mais pobres, que era de 3,9%.[71]

De acordo com dados do censo de 2010 realizado pelo IBGE, a população municipal está composta por: 134 557 católicos (51,03%), 98 974 evangélicos (37,53%), 21 057 pessoas sem religião (7,99%), 1 954 espíritas (0,74%), 209 judeus (0,08%) e os 2,63% estão divididos entre outras religiões.[73] Segundo divisão feita pela Igreja Católica, o município abriga a sé episcopal da Diocese de Governador Valadares, que é a Catedral Santo Antônio. A circunscrição foi criada em 1º de fevereiro de 1956 e abrange 32 municípios,[74] que por sua vez se dividem em mais de 50 paróquias, sendo 23 delas em Governador Valadares.[75]

Etnias e emigração[editar | editar código-fonte]

Em 2010, a população era composta por 88 856 brancos (33,70%), 24 731 negros (9,38%), 3 262 amarelos (1,24%), 146 463 pardos (55,54%), 335 indígenas (0,13%) e 42 sem declaração (0,02%).[76] Considerando-se a região de nascimento, 254 991 eram nascidos no Sudeste (96,7%), 5 060 no Nordeste (1,92%), 641 no Sul (0,24%), 535 no Centro-Oeste (0,2%) e 473 na Região Norte (0,18%). 245 654 habitantes eram naturais de Minas Gerais (93,16%) e, desse total, 175 328 eram nascidos em Governador Valadares (66,49%).[77] Entre os 18 035 naturais de outras unidades da federação, Espírito Santo era o estado com maior presença, com 4 360 pessoas (1,65%), seguido pela Bahia, com 3 023 residentes (1,15%), e por São Paulo, com 2 656 habitantes residentes no município (1,01%).[78]

Entre a década de 1990 e no começo do século XXI, Governador Valadares se tornou conhecida pela grande quantidade de pessoas que emigraram da cidade para o exterior em busca de melhores condições de vida. Há no município uma grande injeção de dinheiro por conta desses milhares de imigrantes, localizados em sua maioria nos Estados Unidos. Por outro lado, tornou-se um conhecido reduto brasileiro de mão de obra clandestina para os EUA. Boa parte dessa remessa foi devida aos chamados "cônsules", com a promessa de conseguir acesso ao território americano a quem deseja mediante pagamento de um determinado valor, no entanto esse processo ocorre de forma ilegal visando a burlar trâmites burocráticos. Há relatos de casos em que os emigrantes clandestinos foram abandonados pelos encarregados de ajudá-los a entrar ilegalmente nos Estados Unidos e tornaram-se vítimas de sequestro, estupro ou homicídio.[79][80]

Política e administração[editar | editar código-fonte]

Panorama de Governador Valadares com o Pico da Ibituruna ao fundo.

A administração municipal se dá pelos poderes Executivo e Legislativo.[81] O primeiro representante do poder Executivo do município foi Moacyr Palleta de Cerqueira Lage, empossado pelo governador Benedito Valadares após a emancipação do município.[82] Elisa Costa, do Partido dos Trabalhadores (PT), é a representante do poder Executivo de Governador Valadares eleita nas eleições municipais em 2012, ao conquistar um total de 46 543 votos (32,29% dos eleitores), tendo Ronaldo Perim como vice-prefeito.[83]

O poder Legislativo, por sua vez, é constituído pela câmara municipal, composta por 21 vereadores eleitos para mandatos de quatro anos (em observância ao disposto no artigo 29 da Constituição[84]) e está composta por três cadeiras do Partido dos Trabalhadores (PT), duas do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), duas do Partido Republicano Brasileiro (PRB), duas do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), duas do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), duas do Partido Social Democrático (PSD), uma do Partido Democrático Trabalhista (PDT), uma do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), uma do Partido Social Liberal (PSL), uma do Partido Popular Socialista (PPS), uma do Democratas, uma do Partido da Mobilização Nacional (PMN), uma do Partido Trabalhista Cristão (PTC) e uma do Partido Socialista Brasileiro (PSB). Cabe à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao Executivo, especialmente o orçamento participativo (lei de diretrizes orçamentárias).[85]

A cidade é a sede da Comarca de Governador Valadares, classificada como de entrância especial, que também engloba os municípios de Alpercata, Frei Inocêncio, Marilac, Mathias Lobato e Periquito e foi instalada em 1º de janeiro de 1936.[86] Havia 203 993 eleitores em maio de 2016, o que representava 1,299% do total do estado de Minas Gerais.[87] Administrativamente o município está dividido em 12 distritos, além da sede: Alto de Santa Helena, Baguari, Brejaubinha, Chonin, Chonin de Baixo, Derribadinha, Vila Nova Floresta, Goiabal, Penha do Cassiano, Santo Antônio do Pontal, São José do Itapinoã e São Vítor.[88] O perímetro urbano se encontra dividido em 83 bairros oficiais segundo o IBGE, sendo o Santa Rita o mais populoso, com 19 687 habitantes,[89][90] no entanto 141 bairros se encontram cadastrados pela divisão oficial da prefeitura.[91]

Economia[editar | editar código-fonte]

No Produto Interno Bruto (PIB) de Governador Valadares, destaca-se a áreas de prestação de serviços. De acordo com dados do IBGE, relativos a 2013, o PIB do município era de R$ 4 200 111 mil.[92] 429 805 mil eram de impostos sobre produtos líquidos de subsídios a preços correntes e o PIB per capita era de R$ 16 801,36.[92] Em 2010, 65,34% da população maior de 18 anos era economicamente ativa, enquanto que a taxa de desocupação era de 9,53%.[70]

Em 2014, salários juntamente com outras remunerações somavam 1 126 091 mil reais e o salário médio mensal de todo município era de 2,0 salários mínimos. Havia 7 463 unidades locais e 7 463 empresas atuantes.[93] Segundo o IBGE, 58,82% das residências sobreviviam com menos de salário mínimo mensal por morador (48 059 domicílios), 28,75% sobreviviam com entre um e três salários mínimos para cada pessoa (23 490 domicílios), 5,04% recebiam entre três e cinco salários (4 121 domicílios), 3,52% tinham rendimento mensal acima de cinco salários mínimos (2 876 domicílios) e 3,86% não tinham rendimento (3 156 domicílios).[94]

Agropecuária[editar | editar código-fonte]

Produção de milho, mandioca e feijão (2014)[95]
Produto Área colhida (hectares) Produção (tonelada)
Milho 1 800 3 600
Mandioca 200 1 600
Feijão 100 62
Gado em pastagens às margens da BR-259.

Em 2013, a pecuária e a agricultura acrescentavam 46 159 mil reais na economia de Governador Valadares,[92] enquanto que em 2010, 4,69% da população economicamente ativa do município estava ocupada no setor.[70] Na lavoura temporária, são produzidos principalmente o milho (3 600 toneladas produzidas e 1 800 hectares cultivados), a mandioca (1 600 toneladas produzidas e 200 hectares cultivados) e o feijão (62 toneladas e 100 hectares), além do arroz.[95] Já na lavoura permanente, destacam-se a banana (1 000 toneladas produzidas e 100 hectares cultivados), a laranja (150 toneladas e 10 hectares) e o coco (70 hectares e 600 mil frutos).[96]

Apesar do declínio da atividade econômica entre as décadas de 1960 e 80,[12] sua região é uma dos mais representativas no campo da pecuária em Minas Gerais, segundo a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento.[97] Segundo o IBGE, em 2014 o município possuía um rebanho de 157 335 bovinos, 10 000 equinos, 2 350 caprinos, 210 bubalinos, 4 200 ovinos, 25 000 suínos e 331 100 aves, entre estas 30 000 galinhas e 1 100 codornas.[98] Neste mesmo ano, a cidade produziu 58 043 mil litros de leite de 31 804 vacas, 138 mil dúzias de ovos de galinha, 25 mil dúzias de ovos de codorna e 8 500 quilos de mel de abelha. Nos cursos hidrográficos foram pescados 110 000 kg de tilápia.[98]

Indústria[editar | editar código-fonte]

A indústria, em 2014, era o segundo setor mais relevante para a economia do município. 591 575 mil reais do PIB municipal eram do valor adicionado bruto do setor secundário.[92] Boa parte da produção industrial da cidade está atrelada à agroindústria, em função da significativa produção leiteira do município e da região.[99] No entanto, também há de se destacar a exploração mineral e transformação de mica e outras pedras preciosas, cujo setor foi um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento da cidade e ainda está entre as principais fontes de renda municipais.[11] Governador Valadares possui um distrito industrial que é administrado pela Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), foi estruturado em 1977 e conta com área de cerca de 1 695 596 m².[100]

Dentre outros ramos industriais, fazem-se presentes a confecção de artigos e acessórios de vestuário, manipulação de borracha, fabricação de móveis e artefatos mobilísticos e produção de alimentos e bebidas diversas,[2] além da extração de eucalipto destinado a abastecer a usina de celulose da Cenibra, situada no município de Belo Oriente.[53] Em 2014, de acordo com o IBGE, foram extraídos 21 275 metros cúbicos de madeira em tora, sendo 97,8% desse total destinado à produção de papel e celulose.[101] Segundo estatísticas do ano de 2010, 0,63% dos trabalhadores do município estavam ocupados no setor industrial extrativo e 8,90% na indústria de transformação.[70]

Comércio e prestação de serviços[editar | editar código-fonte]

Uma das entradas do GV Shopping.

Em 2014, 9,15% da população ocupada estava empregada no setor de construção, 1,08% nos setores de utilidade pública, 21,33% no comércio e 48,74% no setor de serviços[70] e em 2013, 2 702 244 mil reais do PIB municipal eram do valor adicionado bruto do setor terciário.[92] Governador Valadares é considerada um polo regional no que diz respeito à diversificação da atividade comercial e de unidades de prestação de serviços, destacando-se em sua infraestrutura, dentre diversos ramos de estabelecimentos atacadistas e varejistas, a distribuição e revenda de veículos automotores, retíficas, assistência técnica de bens de consumo duráveis, supermercados, hotéis, restaurantes, escritórios e consultórios.[15] Também cabe ser ressaltado o comércio de pedras preciosas extraídas no município e na região, cuja clientela é representada em sua maioria por japoneses, norte-americanos e brasileiros de São Paulo e do Rio de Janeiro.[15]

O Centro de Governador Valadares apresenta um significativo movimento comercial, no entanto bairros como Jardim Pérola, Santa Rita e Vila Isa também concentram um fluxo relevante de consumidores.[102] O Mercado Municipal de Governador Valadares surgiu na década de 1940 com um aglomerado de comerciantes informais e ao longo do tempo recebeu infraestrutura, configurando-se como um dos principais centros comerciais do município.[103] De origem mais recente, o GV Shopping foi inaugurado em 2 de dezembro de 1999 e gerava 1 200 empregos diretos e 2 300 indiretos em 2014 em sua área total de 70 mil m², sendo não apenas uma das principais opções para a realização de compras como também de lazer e entretenimento.[104][105]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Saúde[editar | editar código-fonte]

Governador Valadares possuía, em 2009, 197 estabelecimentos de saúde, sendo 108 deles privados e 89 públicos municipais entre hospitais, pronto-socorros, postos de saúde e serviços odontológicos. Neles havia 410 leitos para internação, dos quais 266 eram privados e 144 públicos.[106] O Hospital Municipal (HM) de Governador Valadares é o principal hospital da cidade e é considerado como referência no atendimento a pacientes de cerca de 80 cidades do Vale do Rio Doce, disponibilizando 275 leitos e propiciando atendimento a 900 pessoas por dia, além da única UTI neo-natal da região, segundo informações da prefeitura em 2015.[107][108]

Em 2010, 2,15% das mulheres de 10 a 17 anos tiveram filhos.[70] Em 2014, foram registrados 3 987 nascidos vivos, sendo que o índice de mortalidade infantil neste ano foi de 15,6 óbitos de crianças menores de cinco anos de idade a cada mil nascidos vivos. No mesmo ano, 98,6% das crianças menores de 1 ano de idade estavam com a carteira de vacinação em dia[109] e 96,3% das crianças do município foram pesadas pelo Programa Saúde da Família, sendo que 0,2% delas estavam desnutridas.[71]

Educação[editar | editar código-fonte]

Na área da educação, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) médio entre as escolas públicas de Governador Valadares era, no ano de 2013, de 5,1 (numa escala de avaliação que vai de nota 1 à 10), sendo que a nota obtida por alunos do 5º ano foi de 5,7 e do 9º ano foi de 4,5; o valor das escolas públicas de todo o Brasil era de 4,5.[110] Em 2010, 2,77% das crianças com faixa etária entre seis e 14 anos não estavam cursando o ensino fundamental.[70] A taxa de conclusão, entre jovens de 15 a 17 anos, era de 55,6% e o percentual de alfabetização de jovens e adolescentes entre 15 e 24 anos era de 98,7%. Em 2013, a distorção idade-série entre alunos do ensino fundamental, ou seja, com idade superior à recomendada, era de 5,4% para os anos iniciais e 18,6% nos anos finais e, no ensino médio, a defasagem chegava a 26,2%.[110] Dentre os habitantes de 25 anos ou mais, em 2010, 50,50% tinham completado o ensino fundamental, 34,56% o ensino médio e 9,96% o ensino superior, sendo que a população tinha em média 9,47 anos esperados de estudo.[70]

Em 2010, de acordo com dados da amostra do censo demográfico, da população total, 78 076 habitantes frequentavam creches e/ou escolas. Desse total, 2 762 frequentavam creches, 6 577 estavam no ensino pré-escolar, 5 189 na classe de alfabetização, 991 na alfabetização de jovens e adultos, 36 116 no ensino fundamental, 11 515 no ensino médio, 2 833 na educação de jovens e adultos do ensino fundamental, 3 351 na educação de jovens e adultos do ensino médio, 694 na especialização de nível superior, 7 877 em cursos superiores de graduação, 128 em mestrado e 44 em doutorado. 185 613 pessoas não frequentavam unidades escolares, sendo que 25 723 nunca haviam frequentado e 159 890 haviam frequentado no passado.[111] O município contava, em 2015, com 55 314 matrículas nas instituições de educação infantil e ensinos fundamental e médio da cidade,[112] sendo que dentre as 113 escolas que ofereciam ensino fundamental, 44 pertenciam à rede pública estadual, 36 à rede municipal e 33 às redes particulares. Dentre as 45 instituições de ensino médio, 33 pertenciam à rede pública estadual, uma federal e onze eram escolas privadas.[112]

Governador Valadares é considerado um relevante polo educacional em Minas Gerais, disponibilizando campus de diversas instituições de ensino superior, a exemplo dos campus da Faculdade Pitágoras, da Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) e da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), além do complexo da Universidade Vale do Rio Doce (Univale), que é um dos maiores do Vale do Rio Doce.[113][114]

Educação de Governador Valadares em números (2015)[112]
Nível Matrículas Docentes Escolas (total)
Ensino pré-escolar 6 147 621 84
Ensino fundamental 37 723 2 309 113
Ensino médio 11 444 867 45

Serviços e habitação[editar | editar código-fonte]

Vista noturna da cidade.

No ano de 2010, Governador Valadares possuía 81 703 domicílios particulares permanentes. Desse total, 70 254 eram casas, 620 casas de vila ou em condomínio, 10 530 apartamentos e 299 eram habitações em casas de cômodos ou cortiço. Do total de domicílios, 52 513 eram próprios, sendo que 50 062 eram próprios já quitados; 2 451 próprios em aquisição e 21 748 eram alugados; 7 180 imóveis foram cedidos, sendo que 1 281 haviam sido cedidos por empregador e 5 899 foram cedidos de outra maneira. Os 262 restantes foram ocupados de outra forma.[115]

Os serviços de abastecimento de água e coleta de esgoto da cidade são feitos pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE),[29] sendo que em 2008 havia 94 963 unidades consumidoras e eram distribuídos em média 107 011 m³ de água tratada por dia.[116] Em 2010, segundo o IBGE, 99,35% dos domicílios eram atendidos pela rede geral de abastecimento de água e 83,29% eram beneficiados pela rede de coleta de esgoto.[29] A água utilizada para o suprimento do município é originada do rio Doce e do Córrego Figueirinha, sendo tratada em três estações de tratamento de água (ETAs).[29][117] O esgoto coletado é despejado diretamente nos cursos hidrográficos que cortam o território municipal ou mesmo no rio Doce, no entanto duas estações de tratamento de águas residuais estão sendo construídas.[29][118]

O serviço de abastecimento de energia elétrica é feito pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), que atende ainda a boa parte do estado de Minas Gerais. No ano de 2003, existiam 89 068 consumidores e foram consumidos 344 323 934 KWh de energia,[2] sendo que em 2010, 99,7% dos domicílios possuía acesso à rede elétrica, de acordo com o IBGE.[29] No curso do rio Doce está localizada a Usina Hidrelétrica de Baguari, que contribui para o Sistema Interligado Nacional (SIN) por meio de suas quatro unidades geradoras, cada uma com potência de 35 MW.[119] Cerca de 94,6% do município é atendido pelo serviço de coleta de lixo,[115] que é de responsabilidade da Pavotec, assim como os demais serviços de limpeza urbana.[120] Os resíduos da cidade eram descartados em um lixão a céu aberto até 2011, quando passou a ser utilizada a Central de Resíduos do Vale do Aço (CRVA), localizada em Santana do Paraíso, na Região Metropolitana do Vale do Aço.[121]

Segurança e criminalidade[editar | editar código-fonte]

Rua Benjamin Constant, no Centro de Governador Valadares.

A provisão de segurança pública de Governador Valadares é dada por diversos organismos. A Polícia Militar, uma força estadual, é a responsável pelo policiamento ostensivo das cidades, o patrulhamento bancário, ambiental, prisional, escolar e de eventos especiais, além de realizar ações de integração social.[122] O município é a sede da 8ª Região da Polícia Militar (8ª RPM), à qual se subordinam os Batalhões 6º e 43º, que por sua vez comandam as Companhias da Polícia na cidade e em outros municípios do Vale do Rio Doce.[123] Já a Polícia Civil tem o objetivo de combater e apurar as ocorrências de crimes e infrações[124] e tem representação em Governador Valadares por meio do 8º Departamento de Polícia Civil, cuja área de atuação abrange 64 municípios.[125] A cidade sedia o 6º Batalhão do Corpo de Bombeiros[126] e também há a atuação da defesa civil, subordinada à prefeitura.[127]

De acordo com dados do "Mapa da Violência dos Municípios Brasileiros 2014", publicado pelo Instituto Sangari, Governador Valadares registrou uma taxa de 59,0 homicídios para cada 100 mil habitantes em 2013, o quarto maior índice do estado de Minas Gerais, perdendo apenas para os municípios de São Joaquim de Bicas (71,3), Mateus Leme (63,3) e Teixeiras (61,5). [128] Entretanto, segundo dados da Secretaria de Estado da Defesa Social (SEDS), de janeiro a junho de 2015 foram registradas 52 mortes por homicídios no município, uma redução de 36% em relação ao mesmo período de 2014, quando foram notificados 83 assassinatos. A maior parte dos homicídios está relacionada ao tráfico de drogas, que também contribui com a prática de outros delitos, visto que os usuários normalmente furtam e roubam para sustentar seus vícios.[129] Boa parte da população carcerária é abrigada no Presídio de Governador Valadares, que, no entanto, já foi denunciado como um local de maus tratos a apenados, superlotação e mortes.[130]

Comunicações[editar | editar código-fonte]

Estúdio da TV Leste em Governador Valadares.

Em dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Governador Valadares possuía 594 orelhões em 2016.[131] O código de área (DDD) de Governador Valadares é 033[29] e o Código de Endereçamento Postal (CEP) da cidade vai de 35000-001 a 35109-999.[132] Em 10 de novembro de 2008, o município passou a ser servido pela portabilidade, assim como as outras cidades que possuíam o mesmo DDD.[133] O serviço postal é atendido por onze agências da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos distribuídas pelos bairros da cidade e nos distritos de Brejaubinha (Córrego dos Desirérios), Goiabal e São Vítor.[134]

Em relação à mídia, Governador Valadares se destaca por ser a sede da TV Leste, retransmissora da Rede Record que abrange boa parte dos vales do Rio Doce e do Mucuri.[135] A TV Rio Doce, filiada à Rede Minas e à TV Cultura, também tem sede em Governador Valadares e está no ar desde 10 de julho de 1991, destinando boa parte de sua grade às programações da cidade.[136] A TV Kefas, criada em 28 de setembro de 2014, é uma filiada à Rede Século 21 e transmite conteúdo local produzido pelas comunidades católicas.[137] Dentre os jornais locais com circulação diária, destacam-se o Conselho Central, Nosso Jornal, Diário do Rio Doce e Diário do Leste.[138] A cidade também conta com diversas emissoras de rádio, destacando-se a Globo GV AM, Mundo Melhor AM e FM, Imparsom FM, Cultura GV FM, e Transamérica GV FM.[29]

Transportes[editar | editar código-fonte]

Ferroviário

Governador Valadares é atendida pela Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), administrada pela Vale. A Estação Governador Valadares, que está situada próxima ao Centro da cidade, possibilita o transporte de passageiros por meio das paradas diárias das composições que circulam entre as regiões metropolitanas de Vitória e Belo Horizonte. Dentre as alternativas de transporte coletivo regulares, a EFVM é a via de viagem mais barata possível para várias cidades que contam com estações.[139] Vizinho à estação ferroviária está localizado um pátio ferroviário, onde são armazenados vagões, linhas e equipamentos de auxílio para a ferrovia.[140][141]

O transporte ferroviário em Governador Valadares se faz presente desde seus primórdios, com a inauguração da primeira estação da localidade em 15 de agosto de 1910, antiga Estação Figueira do Rio Doce, onde está localizado o atual terminal. Por volta da mesma ocasião outra estação ferroviária foi construída na cidade, mas uma alteração do traçado da EFVM levou à sua desativação na década de 1940.[140] A atual estação foi construída no lugar da antiga e teve sua inauguração em 1951,[142] porém veio a receber outras reformas e ampliações ao longo de sua existência e ao seu redor foi estruturada a Praça João Paulo Pinheiro, popularmente conhecida como Praça da Estação.[139]

Aeroviário e rodoviário

O transporte aeroviário do município é possível por meio do Aeroporto de Governador Valadares (IATA: GVRICAO: SBGV), denominado Aeroporto Coronel Altino Machado de Oliveira, que foi inaugurado em 1966[143] para substituir o antigo, que por sua vez havia sido construído por volta de 1950 e precisou ser relocado por estar situado em meio à região central, no bairro Lourdes. A antiga pista, apesar de relativamente pequena, era a única opção de transporte aéreo no leste mineiro com destino a Belo Horizonte e assim continuou a ser após a abertura do atual aeródromo, até a construção do Aeroporto de Ipatinga, situado a cerca de 100 km. Ainda assim, foram ofertadas rotas para Rio de Janeiro-Galeão, São Paulo-Guarulhos, Brasília, Vitória e Salvador, dentre outros destinos.[144] Em junho de 2016, no entanto, a única empresa que operava no terminal era a Azul Linhas Aéreas Brasileiras, que disponibilizava três voos diários para Belo Horizonte-Confins.[143]

Governador Valadares conta com um dos principais terminais rodoviários da região, que é atendido com saídas diárias regulares para as principais cidades de Minas Gerais e mesmo para fora do estado e conta com movimento médio de cerca de 100 mil pessoas.[145] Uma média de 130 ônibus passam pelo terminal diariamente, no entanto o movimento cresce cerca de 50% nos feriados.[146] O município é cortado pela BR-381, principal acesso da cidade à capital mineira, ao Vale do Aço e ao Espírito Santo; pela BR-116, ligação entre o estado do Rio de Janeiro à Bahia; pela BR-451, que começa em Governador Valadares e termina em Bocaiuva; e pela BR-259, ligação entre o Espírito Santo à região central mineira.[29][147] Estradas vicinais ligam a sede municipal aos distritos e comunidades rurais.[148] A malha rodoviária no interior do território municipal, incluindo o perímetro urbano, estende-se por cerca de 650 km, sendo a maior parte pavimentada.[29]

Urbano
Ônibus padronizado da Valadarense.

A frota municipal no ano de 2015 era de 124 682 veículos, sendo 56 669 automóveis, 3 456 caminhões, 781 caminhões-trator, 8 062 caminhonetes, 2 349 caminhonetas, 320 micro-ônibus, 40 105 motocicletas, 7 803 motonetas, 367 ônibus, 587 utilitários, dois tratores e 4 181 classificados como outros tipos de veículos.[149] O crescimento no número de veículos de Governador Valadares causa um tráfego cada vez mais lento de carros, principalmente na região central do município.[150][151] Próximo aos núcleos comerciais, a disponibilidade de vagas para estacionar por vezes é escassa, o que gera prejuízos no comércio. Sendo assim, medidas como a adoção do sistema de estacionamento rotativo vêm sendo adotadas.[152]

O transporte coletivo urbano do município é de responsabilidade da Valadarense, que mantém 22 linhas urbanas e três estações rodoviárias, segundo informações de 2012.[29] Os distritos do município são atendidos por linhas da Valadarense e de outras empresas concessionárias.[153] Uma possível forma de transporte alternativo é por meio da malha cicloviária, que é calculada em cerca de 15 quilômetros, segundo dados da prefeitura em 2014. O município possui cerca de duas bicicletas por morador, uma das taxas mais altas de Minas Gerais,[150] porém parte das ciclovias e ciclofaixas possui problemas como falta de continuidade e irregularidades.[154] A infraestrutura das calçadas também é deficiente em muitos bairros, sendo notados problemas com falta de padronização.[155]

Cultura e lazer[editar | editar código-fonte]

Turismo[editar | editar código-fonte]

Santo de asa-delta a partir do Pico da Ibituruna.
Parque Municipal de Governador Valadares.

Uma das principais fontes de renda da cidade ainda é o turismo. O município possui várias atrações turísticas. Com destaque para o Pico da Ibituruna. Com 1.123 metros de altitude acima do nível do mar, possui as melhores térmicas do mundo e se consagra como cenário nacional e internacional na prática do voo livre. Além do voo livre, a área do pico é propícia para a prática de outros esportes de aventura. É uma marca registrada de Governador Valadares, sendo um dos mais lindos cartões postais. Atualmente, o Ibituruna é considerado como APA (Área de preservação ambiental).[156]

O município possui ainda outras diversas atrações turísticas em seu território, sendo em área rural ou na zona urbana de Governador Valadares. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH), existiam no ano de 2000 cerca de 43 hotéis em toda cidade.[2]

  • Ilha dos Araújos: É um bairro residencial de alto padrão e paisagens ao som do Rio Doce quebrando entre as pedras no fundo do rio. Excelente para a prática de esportes como uma caminhada ou um passeio de bicicleta e até mesmo para o lazer. Possui 4,5 km de extensão e intensa arborização.[156]
  • Açucareira: Antiga usina de cana-de-açúcar, a Açucareira foi recentemente tombada como patrimônio histórico de Governador Valadares. Está em estudo um projeto para transformá-la em um grande centro cultural da cidade.[157]
  • Praça Serra Lima: É uma homenagem a um dos pioneiros de Governador Valadares: José Serra Lima, o homem que projetou a área central da cidade. É um dos pontos mais tradicionais, e que não passa despercebida. É exuberante para quem trafega pelo centro. Possuía um chafariz com iluminação, e no Natal, ela destaca-se pelos arranjos natalinos nas noites (árvore urbana predominante).[157]
  • Praça da Estação: Conhecida também por Praça João Paulo Pinheiro, tem a primeira locomotiva a cruzar a cidade entre as décadas de 1920 e 1930. Possui uma enorme fonte onde fica a locomotiva, cercada de lindos jardins floridos e árvores centenárias. O parque fica na entrada da estação ferroviária, e próximo ao GV Shopping.[157]
  • Ponte do São Raimundo: É a primeira ponte da cidade. Surgiu com o progresso da rodovia BR-116 (Rio-Bahia). Quem passa por ela, vê a grande extensão do Rio Doce e uma vista parcial de Governador Valadares bem ao fundo.[158]
  • Rio Doce: Visto em vários bairros da cidade, o Rio Doce é admirado por sua largura e comprimento. Em toda a sua margem há árvores e gramas. Alguns pontos com pedras, fazendo assim um barulho de cachoeira inconfundível. Pássaros também são vistos com frequência. Lindas garças brancas e outras espécies canárias.[156]
  • Museu da Cidade: O Museu Histórico do Município de Governador Valadares foi fundado em 1983, com o nome de Museu da Cidade. Abriga uma variada gama de objetos, com um acervo de mais de 1.200 peças, desde instrumentos de suplício (utilizados para castigar escravos), trajes litúrgicos antigos, aparelhos telefônicos, cerâmicas indígenas, documentos e fotografias até pequenas curiosidades como a cópia da Planta Original do Traçado da Cidade.[157]
  • Mercado Municipal: Após passar por um processo de revitalização com recursos do governo estadual, o velho mercado, inaugurado na década de 1940, foi entregue à população em março de 2007 completamente reestruturado. Os trabalhos de recuperação de um dos principais centros comerciais da cidade se prolongaram por cerca de dois anos. Uma gigantesca estrutura metálica foi erguida sobre a área de 9.500 metros quadrados. Ultimamente, o mercado sofre problemas de segurança.[159]

Costumes, artes e eventos[editar | editar código-fonte]

Na esperança em combater as altas taxas de violência, a prefeitura vem assinando acordos e promovendo atividades culturais para tentar retirar jovens das ruas. Entre as metas propostas, está a modernização da biblioteca pública da cidade, obra prevista em cerca de R$ 1 milhão, segundo a prefeita Elisa Costa; a instalação de cinco Pontos de Cultura; a transformação de uma antiga usina de açúcar em Usina de Produção Cultural, dentre outras ações e projetos.[160]

No município, possui uma razoável tradição em seu artesanato e culinária. Normalmente, pratos regionais - que vão desde tortas e bombons a pequenas refeições caseiras, como arroz e feijão - e peças artesanais são vendidas em barracas e feiras da cidade ou em eventos recorrentes ao longo do ano. Na cidade existe a Associação dos artesãos de Governador Valadares. A associação organiza eventualmente exposições e vendas de artefatos produzidos. Um dos principais locais utilizados é o mercado municipal de Governador Valadares.[161][162]

Atualmente, com o objetivo de estimular o turismo local, a prefeitura em parceria com empresas da cidade organiza durante o ano algumas festas e eventos. Muitas já são tradição no município. São algumas delas:

  • GV Folia: Carnaval fora de época. Ocorre todo ano no mês de abril. No ano de 2007 foi eleita a micareta mais segura do país. Com bandas nacionais, excelente estrutura e a festa movimenta a cidade em seus 3 ou 4 dias deixando os Hotéis lotados.[163][164]
  • Festa da Fantasia: Uma das maiores do gênero no Brasil e a maior de Minas Gerais ocorre anualmente entre os meses de abril e maio. Conta com a participação de cantores e grupos musicais nacionais.[165]
  • TIM Valadares Jazz Festival: O Festival de Jazz de Governador Valadares, chega à sua décima primeira edição cumprindo a missão de levar aos valadarenses e aos mineiros do leste de Minas Gerais, o melhor do jazz e da música instrumental brasileira, com o vigor e a energia que sempre caracterizaram o evento.[166]
  • Expoleste: A Expoleste é uma feira de negócios do Leste de Minas Gerais, tem como objetivo ser uma vitrine do desenvolvimento da região. Reúne diversos setores da economia e promove a interação entre público – consumidor, fornecedores, imprensa e meio empresarial. Sua credibilidade levou à inclusão no calendário oficial de eventos da Secretaria de Estado da Indústria e Comércio de Minas Gerais e no calendário Brasileiro de Exposições e Feiras do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.[167]
  • Expoagro: A exposição é realizada todo mês de julho, promovida pela união ruralista Rio Doce. Sua duração é de uma semana. Dentro da programação constam exposições, leilões, concursos de animais, rodeios, vaquejadas e shows artísticos. A exposição é o maior evento do setor agropecuário, com destaques para bovinos e equinos da região do Vale do Rio Doce. A exposição vem atraindo cada vez mais visitantes e expositores das diversas regiões de Minas Greais.[157]
  • Brasil Gem Show: É considerada a maior e mais importante feira da América Latina no segmento de pedras e gemas. Possui ainda relevante importância na economia valadarense.[168]

Esportes[editar | editar código-fonte]

O município possui uma plataforma de voo livre no alto do Pico da Ibituruna, e é bastante conhecida internacionalmente pelos praticantes deste esporte, sendo sede de vários campeonatos de nível nacional e internacional. Também é comum a prática da canoagem no Rio Doce.[169][170][171] Entretanto, nos últimos anos o futebol regional tem se destacado.[172]

Futebol[editar | editar código-fonte]

O clube representante do município no Campeonato Mineiro de futebol é o Esporte Clube Democrata (Democrata-GV). A Pantera, como o time é conhecido, já revelou jogadores que tiveram projeção internacional como o atacante Fábio Júnior e zagueiro João Carlos, que tiveram passagens pela Seleção Brasileira. O clube também foi um dos primeiros a ser treinado pelo técnico de futebol Vanderlei Luxemburgo. Seu atual presidente é Edvaldo Soares.[173] Em Valadares também já se destacou o Clube Atlético Pastoril, fundado em 1966 e tendo participado do Campeonato Mineiro de Futebol de 1969. Mas não foi muito bem sucedido no profissionalismo.[174]

As partidas não só do Democrata, mas também de pequenos clubes da cidade são disputadas no Estádio José Mammoud Abbas, apelidado pelos valadarenses de Mamudão, um dos maiores de todo Leste mineiro. Tem capacidade para 5.500 pessoas e foi inaugurado em 1964, com a derrota para o Democrata de 2 a 0 para o Botafogo/RJ. Nessa época, a equipe mineira promoveu um campeonato com os principais times cariocas, para a inauguração do estádio.[172][175]

Feriados[editar | editar código-fonte]

Em Governador Valadares há três feriados municipais, oito feriados nacionais e três pontos facultativos. Os feriados municipais o aniversário da emancipação de Governador Valadares, dia 30 de janeiro;[176] o Corpus Christi, que sempre é realizado na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade e Dia de Santo Antônio, padroeiro da cidade, comemorado em 13 de junho [177] De acordo com a lei federal nº 9.093 de 12 de setembro de 1995, os municípios podem ter no máximo quatro feriados municipais, já incluso neste, a Sexta-Feira Santa.[178][179]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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