Dedos da mão

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Os dedos da mão humana, chamados de quirodáctilos, principalmente o dedo oposto aos restantes - o polegar, foram um salto evolutivo, pois permitiu a esses animais a utilização de instrumentos, com os quais podem mais facilmente defender-se e modificar o meio ambiente (Edgar Morin, no seu O Paradigma Perdido se refere à dialéctica "pé - mão - cérebro").

Os dedos movem-se (novamente, com exceção do polegar, no ser humano) por ação de tendões ligados a músculos no antebraço e de outros pequenos músculos que ligam as falanges. O polegar move-se ainda por ação dos músculos flexores e rotadores, que se encontram na palma da mão, ligados ao primeiro metacarpal.

Nomenclatura[editar | editar código-fonte]

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  1. Polegar - polegar, também vulgarmente conhecido como "dedão", "positivo" ou "mata-piolho";
  2. Dedo indicador - indicador, também vulgarmente conhecido como "apontador" ou "fura-bolo";
  3. Dedo médio - dedo médio, também vulgarmente conhecido como "dedo do meio", "maior-de-todos" ou "pai-de-todos";
  4. Anular - anular, anelar, também vulgarmente conhecido como "seu-vizinho";
  5. Dedo mínimo - dedo mínimo, também vulgarmente conhecido como "dedinho" ou "mindinho".

A pele da parte interna dos dedos, tem uma elevada concentração de terminais nervosos, tornando-os os centros do sentido do tato; isto permite, por exemplo, a leitura em braille. Para além disso, esta pele tem uma textura especializada para a preensão, que dá origem às impressões digitais.

Estudos sobre relações entre o tamanho dos dedos e o nível de testosterona pré-natal[editar | editar código-fonte]

Segundo um estudo sul-coreano publicado no Asian Journal of Andrology, comprimento de dedo poderia estar ligado a tamanho do pênis.1 2 De acordo com o pesquisador Tae Beom Kim, do departamento de urologia do Hospital Gil da Universidade Gachon, após medir o tamanho dos dedos e do pênis de diversos coreanos, concluiu-se que o nível de testosterona pré-natal pode determinar o desenvolvimento dos dedos e ao mesmo tempo comprimento do pênis.3 4 Segundo o pesquisador, além de fornecer pistas sobre o tamanho do órgão sexual, conhecer as relações decorrentes do nível de exposição à testosterona pode ajudar no diagnóstico de doenças ligadas ao hormônio, como câncer de próstata.5 6

Referências