Discussão:Lei Áurea

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

Texto legal[editar código-fonte]

Acho desnecessária a inserção da lei no verbete, até porque já consta no Sources. Vicejava uma política de se preservar no Sources tais textos, enquanto na Pedia reservar-se-iam os verbetes à exposição do objeto. --tony :: jeff ¿ 12h15min de 25 de maio de 2009 (UTC)

Teses polémicas[editar código-fonte]

Acho que há demasiadas teses neste verbete, que poderiam ser consideradas, ao mínimo, pesquisa original. Para complicar, tais teses são defendidas apenas por um ou dois livros dos mesmos autores que criaram tais teses. Acho necessário um melhor trabalho de referências para que se possa considerar este um verbete de destaque.

A maçonaria era contra a Igreja Católica
Apesar da questão maçônica e da questão católica, ainda no primeiro reinado, é inocente acreditar que a maçonaria brasileira, como um todo, adotava postura contra a Igreja. Muitos de seus membros eram católicos, incluindo sacerdotes.
A maioria dos fazendeiros eram católicos
Dado certamente verdadeiro, mas sem referências torna-se infundado.
A maçonaria era contra os fazendeiros
Silogismo falso advindo da primeira afirmação. Muitos mações eram fazendeiros.
A maioria dos políticos abolicionistas eram mações
Dado certamente verdadeiro, mas sem referências torna-se infundado. Se contarmos a infinidade de políticos e demais pessoas que eram ligados à causa abolicionista, tal afirmação passa a perder força.
A Constituição de 1824 mantinha a escravidão
A forma como está escrita esta informação é altamente questionável. Esta Carta simplesmente omitia a "questão servil", não mantendo, de forma deliberada, a escravidão. As interpretações feitas no verbete sobre certos artigos da Carta podem ser considerados pesquisa inédita.

Face algumas reações negativas que enfreitei ao questionar algumas dessas passagens, devo aqui ressaltar o seguinte: é meu desejo aprimorar o verbete e não quero questionar a inteligência nem a honestidade das pessoas que colocaram esses textos. Mas a Wikipedia adota a postura de aceitar apenas informações verificáveis, independentemente de serem conhecidas por muitos de nós. Não coloquei a tag {carece de fontes} nessas passagens porque desconheço tais teses, mas sim porque é preciso referenciá-las. Quem já fez tese de mestrado ou doutorado sabe das exigências para as afirmações ali contidas. --tony :: jeff ¿ 16h26min de 27 de março de 2010 (UTC)

Somente após a proclamação da república que se liberou a vinda de imigrantes não católicos como os japoneses.
De onde tiraram essa bobagem? Muito antes de 1889, já haviam sido trazidos chineses e alemães luteranos. Nunca li uma referência dizendo que havia qualquer impedimento religioso; o problema era racial. --tony :: jeff ¿ 15h11min de 22 de abril de 2010 (UTC)

Hiperligações[editar código-fonte]

Removi um excesso de hiperligações que constava no verbete. Não há necessidade de hiperligar inúmeras vezes uma mesma pessoa (Dona Isabel) ou uma data (13 de maio), especialmente se for uma data que nada tem a ver com o objeto principal do verbete (ex., 27 de agosto de 1885). O excesso de hiperligações é prejudicial para a leitura e para o sistema interno da Wikipedia. --tony :: jeff ¿ 16h26min de 27 de março de 2010 (UTC)

Escassez de mão-de-obra[editar código-fonte]

Acho que esse trecho está um pouco sem foco no verbete. Além de extenso, ele avança muito além do contexto de 1888, chegando até Washington Luís (!!!). Valoriza-se muito a cafeicultura do oeste paulista, quando outros polos também demandavam braços. Creio que este capítulo deveria ser mais conciso, citar mais fontes e deixar para o verbete sobre imigração tratar melhor o tema. --tony :: jeff ¿ 23h42min de 24 de abril de 2010 (UTC)

Desorganização da lavoura?[editar código-fonte]

Ao contrário do que está escrito, a extinção da escravatura não resultou em qualquer prejuízo econômico para o país. Pelo contrário. Além de que é hilário ver a opinião de Paulino de Souza (o segundo Visconde de Uruguai), reclamando que a abolição foi desumana. A forma como está escrito no texto dá a entender que ele estava sinceramente preocupado com a sorte dos ex-escravos. Na realidade, Paulino de Souza era o principal líder da facção pró-escravidão no Partido Conservador e com o fim da escravidão, ele e seus colegas se aliaram aos republicanos (a outra facção que compunha o Partido Conservador, liderada por João Alfredo, e chamada de "Progressista", se tornaria o núcleo dos monarquistas restauradores na década de de 1890). Essa frase dele que se encontra no texto está fora de contexto. É pura balela de político.

Para uma visão geral do Brasil pós-escravidão, recomendo o artigo "Decline and Fall of Pedro II of Brazil", que se encontra na wikipedia inglesa. --Lecen (discussão) 13h13min de 29 de abril de 2010 (UTC)

Pedido de opinião[editar código-fonte]

Abro aqui a sessão para discutir o impasse ocorrido entre mim e a usuária da Silva.

A referida usuária vem, insistentemente, adotando postura disruptiva, agindo agressivamente ao se colocar a tag {carece de fontes} em passagens polémicas do verbete. Pouco aberta ao diálogo, como pode ser visto em minha página de discussão e na dela (em que foram apagadas algumas de minhas mensagens), a editora não hesita em remover as tags, em vez de procurar inserir fontes ou dialogar na página de discussão. Parece ter tomado para si como pessoal a tarefa de destacar este verbete, colocando deduções por vezes arriscadas do período. Não creio que essa seja a melhor maneira de se trabalhar em um ambiente colaborativo. --tony :: jeff ¿ 23h01min de 30 de abril de 2010 (UTC)

Pela nossa política de verificabilidade, afirmações questionadas sem fonte que as sustentem não podem constar dos artigos. Quando muito pode ser dado o benefício da dúvida através do uso da tag {{carece de fontes}}, como prova de boa fé, mas a editora não parece estar disposta a sequer acatar isso. Como se trata de desrespeito insistente às normas do projecto, e uma vez que a editora se recusa ao diálogo, poderá ser caso para bloqueio ou filtro, até que haja disponibilidade por parte da editora para cumprir as normas.--- Darwin Alô? 23h21min de 30 de abril de 2010 (UTC)
a apresentação de fontes é uma necessidade reconhecida por todos os editores sérios e é recomendada no livro de estilo. a inserção da tag não deveria, pois, ser contestada, pois aponta um problema real. só discordo da multiplicação da tag várias vezes ao longo do texto, às vezes colocada em vários pontos de um mesmo parágrafo ou frase, é uma aplicação redundante e a meu ver desnecessária. acho que uma só tag geral no início da página ou das seções problemáticas bastaria, a fim de não poluir demais o visual e não quebrar o fluxo da leitura.Tetraktys (discussão) 23h26min de 30 de abril de 2010 (UTC)

Gostaria apenas de ressaltar que reconheço o valor da usuária e não gostaria de prejudicá-la em qualquer sentido. A inserção da tag, a busca pelo diálogo e o pedido de opinião de terceiro são um conjunto de ações de minha parte que denotam a busca pelo consenso, o crédito da boa-fé da parte dela. Espero mesmo que isto possa ser resolvido em bons termos.

Ressalto, também, que as passagens por mim consideradas críticas foram aqui citadas, logo acima, e estão abertas à avaliação dos demais, que também podem identificar outros pontos críticos do texto. No que se refere às tags, utilizei onde achei por bem colocar, havendo uma problemática de, às vezes, um ponto específico de um trecho já referenciado apresentar problemas. Contudo, a retificação do uso das tags pode ser abordado, com certeza. --tony :: jeff ¿ 13h30min de 1 de maio de 2010 (UTC)

Concordo com os usuários TonyJeff, RafaAzevedo e Darwin, já apontei os mesmos problemas no artigo, esta foi a minha opinião no dia 22 de março, escrevi então:
Concordo com Tony Jeff e RafaAzevedo, o artigo ainda tem que ser melhorado, especialmente as fontes. A respeito da maçonaria, tenho alguns pontos: 1. O papel da maçonaria é realmente controverso especialmente por ser uma organização secreta, os membros são difíceis de identificar. 2. As fontes que mencionam os políticos maçons normalmente são escritas por escritores maçons 3. Muitos membros da maçonaria nunca foram membros ativos da organização, entravam como aprendiz e abandonavam a maçonaria. 4. Ver a abolição como católicos versus maçons e extremamente simplista, a realidade foi muito mais complexa. 5. Muitos maçons eram católicos.
Como apontou o usuário Darwin as informações sem fontes devem ser retiradas, já se passou um bom tempo que esta discussão esta ocorrendo, ate’ agora as fontes pedidas por TonyJeff não foram providenciadas, já que não tem fontes, temos a obrigação de retirar as informações. O dia 13 de Maio esta chegando, neste dia o artigo estará na primeira pagina da Wikipédia, o trafico normalmente aumenta, talvez ate’ de estudantes usando as informações para uma pesquisa escolar. Acho que seria apropriado arrumar o artigo imediatamente. Obrigado a todos, Paulista01 (discussão) 17h34min de 4 de maio de 2010 (UTC)

Carece de fontes[editar código-fonte]

Devido a preocupação de diversos editores a respeito de algumas informações sem fontes, tomei a liberdade de retirar as seguintes partes do texto, se alguém achar fontes para estas afirmações podemos retorna-las ao texto, se discorda por favor argumente a baixo:

O significado do termo "Lei Áurea" e a data cívica de 13 de maio

Embora muitos discordem,[quem?] no Brasil, tem-se que a assinatura da Lei Áurea pela filha do Imperador Dom Pedro II, Dona Isabel (1846–1921), realizou-se na data de 13 de maio, por ter sido, esta data, escolhida por Dona Isabel,[carece de fontes] por ser uma das principais datas que acompanham a história brasileira, sendo o dia do nascimento de seu falecido bisavô, Dom João VI.

"""( No que diz respeito a outras anomalias, como o funcionamento das repartições publicas (congresso) num sábado, o ato da assinatura, que se seguiu a isso ter acontecido num domingo, demonstra claramente que esse treze de maio (e não outro) tratava-se de uma data áurea , inscrito nas efemérides monárquicas ) Speakhits (discussão) 14h15min de 4 de agosto de 2012 (UTC)~~


A falta de mão-de-obra no sudeste do Brasil

Assim, os imigrantes foram, em São Paulo, enviados para substituir o trabalho escravo nas lavouras de café, e para trabalharem nas fazendas de café que se expandiam para o norte paulista, mas não para desbravar o oeste paulista.[carece de fontes]

Houve também, no Senado e na Câmara Geral, nas seções em que se debateram a abolição, em maio de 1888, reclamações de parlamentares que lembraram que todas as províncias contribuíam, por meio dos impostos pagos, para o financiamento da imigração, a qual estava benecificiando apenas as províncias do sul e do sudeste do Brasil, para as quais se dirigiam os imigrantes.[carece de fontes]

Somente após a proclamação da república que se liberou a vinda de imigrantes não católicos como os japoneses.[carece de fontes] E naquela época, os partidários da imigração não demonstraram interesse em trazer trabalhadores da atual região Nordeste do Brasil, na época chamada de Norte, para trabalharem nas lavouras do Sudeste do Brasil.

A maçonaria

Este artigo necessita de referências de fontes secundárias fiáveis publicadas por terceiros Fontes primárias, ou que possuem conflito de interesse geralmente não são suficientes para se escrever um artigo em uma enciclopédia. Por favor, adicione referências mais apropriadas vindas de fontes fiáveis independentes. Encontre fontes: Google – news, books, scholar, Scirus

A Abolição foi amplamente apoiada pela maçonaria do Brasil.[1]{{carece de fontes}} Grande parte dos políticos que tiveram seu nome ligado às leis abolicionistas foram mações,[2][1]{{carece de fontes}} como, por exemplo, o membro honorário do Supremo Conselho do Grau 33 Eusébio de Queirós, responsável pela Lei Eusébio de Queirós, que proibia a importação de escravos, e o grão-mestre visconde do Rio Branco, responsável pela Lei do Ventre Livre. Eram mações os abolicionistas Castro Alves, Luís Gama, Antônio Bento, José do Patrocínio, Joaquim Nabuco, Silva Jardim e Rui Barbosa.[1] Em 1839, os mações David Canabarro e Bento Gonçalves emanciparam escravos durante a Guerra dos Farrapos.[3][2]

  1. a b c CASTELLANI, José. A Maçonaria na Década da Abolição e da República, Editora A Trolha, 2001
  2. a b CASTELLANI, José. A Ação Secreta da Maçonaria na Política Mundial. Landmark, 2007.
  3. CASTELLANI, José, A Maçonaria na Década da Abolição e da República, Editora A Trolha, 2001

Obrigado, Paulista01 (discussão) 17h48min de 6 de maio de 2010 (UTC)