Drive (filme)

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Drive
Drive: Risco Duplo (PT)
Drive (BR)
Pôster promocional
 Estados Unidos
2011 •  cor •  100 min 
Direção Nicolas Winding Refn
Produção Michael Litvak
John Palermo
Marc Platt
Gigi Pritzker
Adam Siegel
Roteiro Hossein Amini
Baseado em Drive,
de James Sallis
Elenco Ryan Gosling
Carey Mulligan
Bryan Cranston
Christina Hendricks
Ron Perlman
Oscar Isaac
Albert Brooks
Gênero Drama
Neo-noir
Policial
Suspense
Música Cliff Martinez
Direção de arte Beth Mickle
Direção de fotografia Newton Thomas Sigel
Figurino Erin Benach
Edição Matthew Newman
Companhia(s) produtora(s) Bold Films
Odd Lot Entertainment
Marc Platt Productions
Motel Movies
Distribuição FilmDistrict
Lançamento 16 de setembro de 2011
Idioma Inglês
Orçamento US$ 15 milhões[1]
Receita US$ 76.175.166[1]
Site oficial
Página no IMDb (em inglês)

Drive (em Portugal, Drive: Risco Duplo) é um filme policial neo-noir de drama e suspense estadunidense de 2011, dirigido pelo dinamarquês Nicolas Winding Refn e escrito por Hossein Amini. É estrelado por Ryan Gosling, Carey Mulligan, Bryan Cranston e Albert Brooks.

Drive foi aclamado pela crítica especializada e pelo grande público. É tido como o melhor filme estrelado por Ryan Gosling, contribuindo para impulsionar a carreira do ator canadense.

Com um orçamento de US$ 15 milhões, arrecadou US$ 35 milhões no mercado externo, totalizando US$ 76 milhões mundialmente. Foi considerado um sucesso financeiro, sendo o quinto melhor desempenho da produtora FilmDistrict, que teve um curto período de atividade.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Durante o dia, um misterioso e soturno motorista (Ryan Gosling) trabalha como mecânico e dublê automobilista de filmes de Hollywood. À noite, ele se dedica como piloto de fuga de bandidos e mafiosos. Este motorista também é vizinho de Irene (Carey Mulligan), uma solitária garçonete que é casada e tem um filho com Standard Gabriel (Oscar Isaac). Ao aproximar-se da moça e da criança, o motorista começa a criar um forte relacionamento com ambos até a volta de Standard, que acaba de sair da prisão. Percebendo a situação difícil de Standard, o motorista se dispõe a ajudá-lo num assalto que pagaria sua dívida aos criminosos. Entretanto, o golpe dá errado e mostra uma incrível reviravolta, colocando em risco as vidas do motorista, Irene e seu filho.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Produção[editar | editar código-fonte]

Apesar de Drive partilhar várias características com o filme The Driver, dirigido por Walter Hill em 1978, ele é uma adaptação do romance de mesmo nome escrito por James Sallis em 2005, com roteiro de Hossein Amini.

Como o livro, o filme segue a história de um dublê de Hollywood que também trabalha como motorista de escape para ladrões. Antes de ser lançado comercialmente em setembro de 2011, o filme foi mostrado em vários festivais. No Festival de Cannes de 2011, Drive foi muito elogiado e aplaudido de pé por cerca de 10 minutos. Nicolas Winding Refn, diretor do longa, venceu o prêmio de melhor diretor na cerimônia, dizendo que Drive foi inspirado em vários filmes da década de 1980.

Filmado e ambientado em Los Angeles, o filme foi gravado em formato digital com câmeras Arri Alexa.[2] Os veículos utilizados durante o longa foram: Chevelle Malibu 1973, Impala 2006 e um Mustang GT 2011, estes utilizados pelo personagem do "Motorista", Monte Carlo NASCAR e um Chrysler 300.[3]

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

Entre as músicas selecionadas para o filme está "Nightcall", de Kavinsky, que conta com a participação da brasileira Lovefoxxx e é a primeira durante os créditos iniciais.[4] James Verniere, do Boston Herald, deu à trilha original do longa um A, afirmando: "As pessoas não apenas assistem Drive; eles estão ouvindo-o também... A trilha sonora de Drive é uma parte absoluta da experiência do filme, uma vez que você o assiste, você não consegue imaginá-lo sem sua trilha". O crítico da AllMusic James Christopher Monger destacou as faixas "Nightcall", "I Drive", "Hammer" e "Bride of Deluxe" como suas preferidas. Mayer Nissim, do Digital Spy, deu à trilha sonora uma classificação de quatro estrelas, com cinco sendo o máximo, dizendo que ela é tão importante quanto o próprio filme. Ela especificou que começar com as faixas não-originais de Martinez em vez de misturá-las para uma experiência de audição mais agradável custou à trilha a nota máxima.

Crítica[editar | editar código-fonte]

Para Luiz Carlos Merten, é um suspense violento mas o personagem principal não perde a ternura.[5]Isabela Boscov classifica como o melhor filme americano de 2011.[6]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]