Eletricidade em Portugal

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Aerogeradores no concelho da Lourinhã.

A electricidade em Portugal é produzida de várias maneiras, seja através da energia hidráulica, energia eólica, energia solar ou outros.

História[editar | editar código-fonte]

  • As primeiras empresas do sector estavam disponíveis a trabalhar pela melhoria da infra-estrutura urbana no final do século XIX.
  • O delineamento de uma política central a partir da análise de custos e benefícios das alternativas térmicas e hidreléctricas, e as consequências do avanço para uma rede integrada.
  • O crescimento do consumo e a difusão de equipamentos privados que tiram partido da electricidade no modo de vida das cidades.
  • O fim do ciclo das barragens e a equação de novas alternativas energéticas (a opção nuclear e as energias alternativas). Estas quatro áreas correspondem, na perspectiva do projecto, a campos de investigação menos explorados cujo estudo poderá consolidar uma visão mais profunda dos problemas.
  • O fio condutor das investigações analíticas estará constituído pelos momentos de transição entre as várias alternativas técnico-económicas, a saber: o gás, electricidade térmica, hidroeléctrica, petróleo e derivados, nuclear e energias alternativas.
  • Em 2017, Portugal conta com 20.758 megawatts de capacidade instalada de produção de eletricidade, dos quais 5.313 megawatts correspondem a energia eólica e 291 megawatts são de origem fotovoltaica. A parcela relativa à energia térmica e hídrica é de 8.287 megawatts e 7.108 megawatts, respetivamente. Os restantes 29 megawatts referem-se à geotermia.[1]

Ética social e impacto ambiental[editar | editar código-fonte]

A centralidade do objecto de estudo nas diferentes alternativas tecnológicas e económicas para a produção de energia ao longo do século XX permite colocar em primeiro plano a maneira como os custos sociais e ambientais foram sendo equacionados em Portugal.

A frente de investigação sobre a opção nuclear e o aparecimento de sectores de conhecimento e empresas dedicadas às energias alternativas (sobretudo energia solar) permitirá confirmar quais as razões que levam ao desânimo das expectativas e do investimento nestas fontes de energia no período posterior a 1962.

Energia hídrica[editar | editar código-fonte]

Portugal produz um quarto do seu consumo através de barragens.[2]

Em 2017, dos 20.758 megawatts de capacidade instalada de produção de eletricidade a parcela relativa à energia hídrica é de 7.108 megawatts.[3]

Energia eólica[editar | editar código-fonte]

aerogeradores às margens do IP6.
Ver artigo principal: Energia eólica em Portugal

Portugal ocupa a quinta posição mundial dos países que investem mais no domínio na energia eólica, com um número sempre crescente de aerogeradores espalhados no seu território.

Energia Solar[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Energia solar em Portugal

Em Portugal existem ou estão em construção algumas das maiores centrais fotovoltaicas do Mundo, nomeadamente os Parques fotovoltaicos de Serpa, Moura e Ferreira do Alentejo. Está também em construção uma central solar térmica em Tavira. A participação de pequenos produtores (microgeração) também começa a ganhar importância.

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  1. «Portugal vai ter 14 novas centrais solares fotovoltaicas» 
  2. «Desde 1990 que as barragens não estavam tão vazias» 
  3. «Portugal vai ter 14 novas centrais solares fotovoltaicas»