Ferdinand von Lindemann

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Ferdinand von Lindemann
Conhecido(a) por Teorema de Lindemann–Weierstrass
Nascimento 12 de abril de 1852
Hanôver
Morte 6 de março de 1939 (86 anos)
Munique
Nacionalidade Alemanha Ocidental Alemão
Alma mater Universidade de Erlangen-Nüremberg
Orientador(es) Felix Klein[1]
Orientado(s) Emil Hilb, David Hilbert, Martin Wilhelm Kutta, Max Otto Lagally, Alfred Loewy, Hermann Minkowski, Oskar Perron, Arthur Rosenthal, Wilhelm Schlink, Arnold Sommerfeld, Otto Volk
Instituições Universidade de Munique
Campo(s) Matemática
Tese 1873: Über unendlich kleine Bewegungen und über Kraftsysteme bei allgemeiner projektivischer Maßbestimmung

Carl Louis Ferdinand von Lindemann (Hanôver, 12 de abril de 1852Munique, 6 de março de 1939) foi um matemático alemão, notável por sua prova, publicada em 1882, que π é um número transcendente, isto é, não é raiz de nenhum polinômio com coeficientes racionais.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Seu pai, Ferdinand Lindemann, era professor de línguas modernas no Ginásio em Hannover. Sua mãe, Emile Crusius, era filha do diretor desta escola. A família se mudou para Schwerin, onde o jovem Ferdinand começou a estudar. Estudou matemática na Universidade de Göttingen, Universidade de Erlangen-Nüremberg e Universidade de Munique.

Em 1873, orientado por Felix Klein, obteve o título de doutor, e em 1877 se tornou professor em Friburgo, com a tese sobre geometria não euclidiana Über unendliche kleine Bewegungen und über Kraftsysteme bei allgemeiner projektivischer Massbestimmung.

Entre 1883 e 1893 foi professor em Königsberg. É conhecido por ter sido orientador de alunos ilustres como David Hilbert e Hermann Minkowski.

Prova da transcendência de [editar | editar código-fonte]

Em 1882 publicou seu resultado pelo qual é mais conhecido, a transcendentalidade de . Seus métodos são parecidos com aqueles que, nove anos antes, permitiram a Charles Hermite demonstrar que e, a base dos logaritmos naturais, é transcendente. Anteriormente à publicação da demonstração de Lindemann, sabendo-se que se fosse transcendente, então o antigo problema da quadratura do círculo não poderia ser resolvido.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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