Filadélfia (Tocantins)

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Município de Filadélfia
Bandeira desconhecida
Brasão desconhecido
Bandeira desconhecida Brasão desconhecido
Hino
Aniversário 1 de janeiro
Fundação 1951
Gentílico filadelfiense
Prefeito(a) Edenilson da Silva e Sousa (DEM)
Localização
Localização de Filadélfia
Localização de Filadélfia no Tocantins
Filadélfia está localizado em: Brasil
Filadélfia
Localização de Filadélfia no Brasil
07° 20' 09" S 47° 29' 24" O07° 20' 09" S 47° 29' 24" O
Unidade federativa  Tocantins
Mesorregião Ocidental do Tocantins IBGE/2008[1]
Microrregião Araguaína IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Araguaína, Babaçulândia, Goiatins e Carolina (MA)
Distância até a capital 508 km
Características geográficas
Área 1 988,068 km² [2]
População 8,800 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 0 hab./km²
Clima Tropical
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,668 médio PNUD/2000[4]
PIB R$ 51 551,886 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 6 438,35 IBGE/2008[5]
Página oficial

Filadélfia é um município brasileiro do Estado do Tocantins. Sua população estimada em 2013 era de 8.800 habitantes. Fundada em 1951, Fíladélfia tem seu nome originado do seu fundador, o senhor Filadélfio Antônio de Noronha e seu primeiro prefeito foi o senhor Dotorveu Maranhão Machado' um dos pioneiros da cidade. Pacata e ordeira, Filadélfia fica localizada na margem esquerda do Rio Tocantins, onde faz divisa com o estado do Maranhão, do outro lado do rio está a cidade de Carolina.

Filadélfia é uma cidade turística. No interior do município está localizada a Reserva Estadual das Árvores Fossilizadas, que apresenta o maior número de árvores petrificadas já descobertas no planeta. Outro fator que atrai os turistas é a praia fluvial, que se forma no Rio Tocantins nos meses de estiagem, fazendo com que a população aumente consideravelmente com a presença de turistas e filhos da terra vindos de todas as regiões e estados do Brasil. A atividade predominante no município é a pecuária e a agricultura, além da produção mineral, pois Filadélfia é grande produtora de gesso. Sua economia vem se desenvolvendo muito nos últimos anos, com o aumento considerável de empregos formais e a abertura de novos empreendimentos industriais e comerciais. O município conta com várias regiões e distritos, tais como a região da Barraria, os vilarejos "Zé Biel" ou "Bielândia", "Canabrava", "Mamoneira" e "Rodeador". Em 2010, parte do município, foi atingido pela formação do Lago da represa no Rio Tocantins, construída na cidade de Estreito, Maranhão. A cidade está a 512 km de Palmas, capital do Tocantins.

Até a criação do estado do Tocantins, em outubro de 1988, o município pertencia a Goiás, com o mesmo nome.[6]

Prefeitos:

Dotorveu Maranhão Machado;

Adeuvaldo de Oliveira Moraes;

Raimundo Franco de Souza;

Lindolfo Bento Pereira;

Wilson Martins de Castro;

Adailton de Oliveira Moraes;

Manoel Gonçalves de Alencar;

Ivanilzo Gonçalves de Alencar;

Jose Bento Fragoso;

Pedro Iram Pereira Espírito Santo;

Gilmar Aires Fragoso;

Carlos Martins Carneiro de Araújo (1º interventor);

Sebastiao Dias da Silva (2º interventor);

Capitão Tavares (4º interventor);

Ivanilzo Gonçalves de Alencar (eleito em 2000);

Pedro Iram Pereira Espírito Santo (eleito em 2004);

Cleber Gomes Espírito Santo (eleito em 2008);

Edenilson da Silva e Sousa (mandato tampão);

Edenilson da Silva e Sousa (atual prefeito eleito em 2012).

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  2. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010. 
  3. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010. 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010. 
  6. IGBE Formação administrativa