Frances Farmer

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Frances Farmer
Nome completo Frances Elena Farmer
Nascimento 19 de setembro de 1913
Seattle, em Washington
Morte 1 de agosto de 1970 (56 anos)
Indianápolis, em Indiana
Ocupação atriz
Cônjuge Leif Erickson (1936-1942)
Alfred Lobley (1954-1958)
Leland Mikesell (1958-1970)

Frances Elena Farmer (Seattle, 19 de setembro de 1913Indianápolis, 1 de agosto de 1970) foi uma actriz norte-americana de cinema, teatro e televisão.

Ela é, talvez, mais conhecida pelas narrações sensacionalistas e ficcionais a respeito de sua vida e, especialmente, pelo seu internamento compulsivo de seis anos num hospital psiquiátrico. Viveu em Indianápolis de 1958 até a morte. Em 1972, foi publicada sua suposta autobiografia "Will There Really Be a Morning?" (Haverá Realmente Uma Manhã?). Em 1978, William Arnold publicou um livro sobre a atriz intitulado "Shadowland" (Terra da Sombra). Arnold afirmou ter descoberto informações anteriormente não divulgadas de que Farmer teria sofrido uma lobotomia transorbitária nas mãos de Walter Freeman, o homem que, com James Watts, havia introduzido a lobotomia pré-frontal nos Estados Unidos e que mais tarde "refinou" sua técnica para evitar a perfuração através do crânio, em vez disso, recorrer à inserção de um dispositivo similar a um pedaço de gelo através da entrada do olho no cérebro para cortar os lobos frontais. Após sua morte, Farmer foi assunto de três filmes, três livros e numerosas canções e artigos de revistas. Em 1982, foi lançado o filme "Frances" estrelado por Jessica Lange.

Sua irmã se chama Edith Farmer Elliot.

A banda estadunidense Nirvana fez uma música em homenagem à atriz: "Frances Farmer Will Have Her Revenge On Seattle" ("Frances Farmer Vai Se Vingar De Seattle"), que é a quinta faixa do último álbum da banda, In Utero.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filha de um advogado, foi ótima estudante, tanto no secundário quanto na Universidade de Washington.[1] Estreou no cinema em 1936 e no ano seguinte passou a dividir-se entre as telas e os palcos. Talentosa e bonita, tudo levava a crer que seu futuro no teatro e no cinema estavam garantidos. Porém, o alcoolismo levou-a a frequentes problemas com a Lei. Finalmente, viu-se compelida a deixar a carreira em 1942.[1]

Passou grande parte da década de 1940 em hospitais psiquiátricos. No final dos anos 1950, no entanto, sentia-se tão bem que apareceu em um filme, The Party Crashers (1958), e participou de diversas telesséries. Também apresentou um programa de TV em Indianápolis, entre 1958 e 1964.[2]

Seus dois primeiros casamentos terminaram em divórcio. O terceiro, somente com sua morte, em 1970, vítima de câncer no esôfago. Não deixou filhos.[3]

Filmografia[1][editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c Katz, Ephraim (2008). The Film Encyclopedia (em inglês). Nova Iorque: HarperCollins. ISBN 9780061432859 
  2. «Frances Farmer» (em inglês). IMDB. Consultado em 4 de novembro de 2018 
  3. «Frances Farmer Biography» (em inglês). IMDB. Consultado em 4 de novembro de 2018 
Commons
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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