Heduíno Gomes

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Heduíno Gomes (também conhecido como Eduíno Vilar) é um militante político e empresário português.

Enquanto estudante do Instituto Superior Técnico, em inícios da década de 60, Heduíno Gomes envolveu-se nas lutas políticas que dominavam a Universidade portuguesa. Exilado em Bruxelas, fez parte de CMLP, criado em 1964 por Francisco Martins Rodrigues. Em 1970, o CMLP transformou-se em PCP(m-l)[1], já sob a sua liderança. Com o pseudónimo de 'Vilar', foi o líder deste pequeno partido que tinha a sua base fundamental de militância em Paris.[2]

Em Maio de 1974, o PCP (m-l) dividiu-se em dois partidos com o mesmo nome e editando um jornal, também com o mesmo título - Unidade Popular. Este partido, em 17 de Novembro de 1974, deu origem à Aliança Operário-Camponesa, de duração efémera, e entendia que os principais inimigos do povo eram o PCP de Álvaro Cunhal e o «social-imperialismo russo».

Nos anos 80, Heduíno Gomes abandonou a militância política de extrema-esquerda e tornou-se no empresário musical da mulher, a cantora Ana Faria.

Actualmente Heduíno Gomes é militante do PSD, onde é frequentemente conotado com a facção mais conservadora.

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]