Inhambu-xintã

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Como ler uma caixa taxonómicaInhambu-xintã
Crypturellus tataupa.JPG

Estado de conservação
Espécie pouco preocupante
Pouco preocupante (IUCN 3.1)
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Tinamiformes
Família: Tinamidae
Género: Crypturellus
Espécie: C. tataupa
Nome binomial
Crypturellus tataupa
(Temminck, 1815)

Crypturellus tataupa, popularmente conhecido como inhambu-xintã,[1][2] pé-roxo, bico-de-lacre, chitão, chororó, inhambuxintã, inambuxintã, nambuxintã, nhambuxintã, nhambuxintã, inamuxintã, inhambumirim e nambuzinho,[3] é uma ave de ampla distribuição geográfica no Brasil (habitando o nordeste, centro-oeste, sudeste e sul), Peru, Bolívia, Paraguai e Argentina. É terrícola. Ocupa um biótopo intermediário entre a floresta alta e a capoeira. É ave cinegética. Seu canto consiste numa sequência de notas rápidas e descendentes.

Seu aspecto e dimensões (aproximadamente 23 centímetros) situam-se entre as do inhambu-chororó (Crypturellus parvirostris) e as do inhambu-guaçu (Crypturellus obsoletus). Alimenta-se de sementes e insetos. Apresenta resistência às alterações antrópicas em seu habitat. Adapta-se bem ao cativeiro, reproduzindo-se com relativa facilidade.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O termo Crypturellus é formado a partir de três palavras do latim ou grego: Kruptos significa "coberto" ou "escondido", oura significa "cauda" e Ellus significa "diminuto". Portanto, Crypturellus significa "pequena cauda escondida".[4]

"Inhambu-xintã" procede do guarani antigo ynambûtimĩtã, que significa "inambu do bico avermelhado".[5]

Referências gerais[editar | editar código-fonte]

  • MASSARIOLI, MARCOS, 2003 UNIABC-SP. Tinamiformes do Brasil. Artigo Científico.
  • Aves de Alagoas

Referências

  1. Gomes, Wagner. Lista das espécies de aves brasileiras com tamanhos de anilha recomendados. 7/2/2013, CEMAVE
  2. Lista das espécies de aves brasileiras com tamanhos de anilha recomendados - Ordem sistemática e taxonômica segundo lista primária do CBRO, DOU, Nº 249, 24 de dezembro de 2013, ISSN 1677-7042, p.121
  3. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 947.
  4. Gotch, A. F. (1995)
  5. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo. São Paulo. Global. 2013. p. 157.