José Adalberto Coelho Alves

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Adalberto Alves
Nome completo José Adalberto Coelho Alves
Nascimento 18 de julho de 1939
Lisboa, Portugal
Nacionalidade Portugal Português
Ocupação Poeta, escritor, pensador, ensaísta, arabista, historiador, conferencista e jurista
Prémios Prémio Internacional Sharjah UNESCO, 2008

Adalberto Alves (18 de Julho de 1939) é poeta, pensador, escritor, ensaísta, arabista, historiador, conferencista e jurista português.

Foi premiado com o Prémio Internacional Sharjah da UNESCO para a Cultura Árabe - 2008 .

Antes do 25 de Abril de 1974 fez activa oposição ao regime salazarista e advogou no Tribunal Plenário, em defesa de presos políticos, tendo-lhe sido vedado, até ao 25 de Abril, o acesso à Função Pública

Biografia

Adalberto Alves nasceu e foi criado em Lisboa, apesar das ligações afectivas ao Minho (S. Miguel de Fontoura), terra de seu pai, e ao Alentejo (Beja), terra de sua mãe, lugares onde passava na juventude.

Embora de origens modestas, seus pais proporcionaram-lhe os meios de, após os estudos secundários no Liceu Nacional de Camões, ingressar na Universidade Clássica de Lisboa, onde se licenciou em Direito.

Desde muito cedo, os seus interesses centraram-se em áreas diversas como, por exemplo, a Música, as Ciências Naturais, a Poesia, o Cinema e a Filosofia ,onde procurou abrir caminho com desiguais resultados. Na Música, depois de breve iniciação nos estudos de violino, com Adolf Clandé, no Conservatório Nacional, passou à Guitarra clássica, com António Vinagre na Escola de Guitarra de Duarte Costa. Mais tarde foi tenor-solista em vários coros, nomeadamente no da Academia de Amadores de Música, sob a direcção de Fernando Lopes-Graça, para quem escreveu o libreto de uma ópera, "D. Sebastião", que este deixou apenas esboçada. Escreveu também as letras para um projectado último disco de Amália, sobre música de Alain Oulman que, por doença da artista, já não chegou a ser gravado.

Na Poesia e Dramaturgia começou cedo: naquela aos treze anos, e nesta aos dezasseis, influenciado pela estética dos Angry Young Men de que era líder principal John Osborne. A inquietação espiritual leva-o a embrenhar-se profundamente nas sagezas do Extremo-Oriente.

Depois de outras ocupações, passa a viver exclusivamente da Advocacia. Ingressa mais tarde nos quadros do Banco Pinto & Sotto Mayor, onde virá a desempenhar as funções de Director dos Serviços Jurídicos. Chega a representar os interesses do Estado Português nos tribunais da África do Sul e intervém em alguns processos judiciais de grande repercussão pública.

Retoma a escrita e publica, em 1979, o seu primeiro livro de poesia, na colecção Unicórnio da Editora Arcádia.

Nunca deixando de escrever poesia, começa a dedicar-se, em princípios dos anos 1980, ao estudo da Civilização Árabe na Universidade Nova de Lisboa, e a aprender os rudimentos da respectiva língua, não mais deixando de estudar e investigar nesse campo.

Vive, desde sempre, em Lisboa, embora tenha os seus refúgios no Alentejo, em Sintra e na região de Ansião, lugares onde ganhou raízes e afectos.

Habilitações Literárias

  • História Natural (Zoologia e Botânica)
  • Filosofia e Religiões, em particular as do Médio Oriente, da Índia, China e Japão
  • Poesia
  • Cinema

Como naturalista, tem participado, além da observação própria, como membro em instituições como Grupo Lobo , Liga para a Protecção da Natureza e “Associação Portuguesa para o Direito do Ambiente”.

Começa a escrever poesia com 13 anos de idade.

No Cinema, frequenta um curso de iniciação à realização ministrado por António da Cunha Telles.

Em princípio dos anos 80 desperta o seu interesse pela Civilização Árabe e inicia na Universidade Nova de Lisboa, o estudo da respectiva língua, não mais deixando de trabalhar e investigar nesse campo, a par das suas restantes actividades.

Uma vez licenciado em Direito, ingressa, alguns anos depois nos quadros do Banco Pinto & Sotto Mayor, onde virá a desempenhar funções de Director no departamento dos Serviços Jurídicos. Como advogado chega a representar os interesses do Estado Português em tribunais da África do Sul e intervém em alguns processos judiciais de repercussão pública, nomeadamente patrocinando presos políticos durante o regime do Estado Novo.

Divulgação da Cultura Árabe e Trabalho Poético[editar | editar código-fonte]

Desde 1985, data da publicação da sua primeira obra em matéria de Arabismo, dedicou-se, persistentemente, à divulgação dos numerosos aspectos da Herança Árabe em Portugal, com especial enfoque nos domínios como os da Poesia, Espiritualidade Muçulmana (Sufismo), Arquitectura, Filosofia, Música e Língua.

Tal divulgação inclui a da vida e obra de autores luso-árabes, como Al-Mu'tamid, Ibn 'Ammâr, Abû al-Wâlid al-Bâjî ou Ibn Qasî, revelando aspectos, até então, inéditos para o grande público.

É de salientar a colaboração activa no estabelecimento de pontes de amizade entre o Mundo Árabe e Portugal, com numerosas conferências na Europa, Oriente e Países Muçulmanos. Por exemplo, é de referir a participação tida na geminação entre a cidade de Beja (Portugal) e a cidade de Beja (Tunísia).

Bibliografia como Autor[editar | editar código-fonte]

OBRAS PUBLICADAS[editar | editar código-fonte]

  • Uma obscura visão, poesia, Editora Arcádia, Lisboa, 1979.
  • O Gume e o Tempo,  poesia, Editora Arcádia, Lisboa, 1982.
  • D. Sebastião, libreto (inédito) para uma ópera de Lopes-Graça, 1983.
  • Al-Mu‘tamid, poesia, Câmara Municipal de Beja, Beja, 1985.
  • O Meu Coração é Árabe: a poesia luso-árabe, poesia, última edição, Althum, Lisboa, 2016; 1.ª ed. Assírio & Alvim, Lisboa, 1987.
  • Arabesco, música árabe e música portuguesa, ensaio, última edição, Althum, Lisboa, 2016.
  • Partidos Políticos e crise de democracia, ensaio, última edição, Althum, Lisboa, 2016.
  • A Pega Azul e seis historietas mais, contos infantis, Editorial Teorema,  Lisboa, 1990.
  • Portugal e o Islão – Escritos do Crescente , ensaio, Editorial Teorema, Lisboa, 1991.
  • Um Humanista do século XI, al-Bâjî, ensaio, Câmara Municipal de Beja, Beja, 1992.
  • Oriente de Mim, poesia, Editorial Teorema, Lisboa, 1993.
  • A Noite do Destino, poesia, Editorial Teorema, Lisboa, 1993.
  • Portugal, Ândalus e Magrebe, ensaio, Ed. Universitárias Lusófonas, Lisboa, 1995.
  • Al-Mu'tamid, poeta do destino, poesia, última edição, Althum, Lisboa, 2016.
  • Nítido Crescente, ensaios, última edição, Althum, Lisboa, 2016.
  • Portugal: Ecos de um Passado Árabe, ensaio, Instituto Camões, Lisboa, 1999.
  • Ibn 'Ammâr al-Andalusî, o drama de um poeta (com Hamdane Hadjadji), poesia, última edição, Althum, Lisboa, 2016.
  • A Herança Árabe em Portugal, ensaio, Clube de Filatelia - C.T.T., Lisboa, 2001.
  • As Sandálias do Mestre. Em torno do Sufismo de Ibn Qasī nos Começos de Portugal, ensaio, última edição, Althum, Lisboa, 2016; pref. de José Carlos Fernández, 1.ª ed. Hugin Editores, Lisboa, 2001. ISBN 978-989-8092-54-0[1]
  • História da Advocacia em Portugal, ensaio, Clube de Filatelia-C.T.T., Lisboa, 2003.
  • Al-Mu‘tamid, Poeta do Destino, poesia, Assírio & Alvim, nova edição, Lisboa, 2004.
  • Em Busca da Lisboa Árabe, ensaio, Clube de Filatelia, C.T.T., 2007.
  • Portugal e o Islão Iniciático, ensaio, pref. de José Manuel Anes, Ésquilo, Lisboa, 2007. ISBN 978-989-8092-02-1[2]
  • No Vértice da Noite, poesia, ed. Argusnauta, Lisboa, 2008.
  • Viagem ao País das Rosas, poesia, ilustrações de Isabel Ferreira da Silva, última ed. Althum, Lisboa, 2016
  • Qasa'id mukhtara, ed. bilingue, última edição, Althum, Lisboa, 2016.
  • Portugal e o Islão – Novos Escritos do Crescente, ensaio, Ed. Teorema, Lisboa, 2009.
  • Dicionário de Arabismos da Língua Portuguesa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, Lisboa, 2013.
  • A Aparição do Tempo, poesia, ed. Althum, Lisboa, 2015. [3]
  • A Presença dos Dias, aforismos, ed. Althum, Lisboa 2016.
  • Volver ao Presente. Poesia, 1979-1993, poesia, Arandis Editora, Albufeira (Algarve), 2017
  • Navegação Imperfeita, poesia, ed. Labirinto, Fafe, 2017
  • Os Indícios da Palavra, poesia, ed. Althum, Lisboa, 2017
  • Istmos, ensaio, ed. Imprensa Nacional, Lisboa, 2017.
  • A Urgência do Impossível, poesia, ed. Althum, Lisboa, 2018.
  • Os Dedos (Trans)lúcidos do Escrevinhador, poesia, no prelo.
  • Salir, entre a Historia e a Lenda, ensaio, CM Loulé, em preparação.
  • Sonhando sob a luz das estrelas, poesia, no prelo.
  • O Passo da Montanha, poesia, no prelo.

PARTICIPAÇÃO EM OBRAS COLECTIVAS[editar | editar código-fonte]

  • Revista Xarajib, Centro de estudos Luso-Árabes de Silves, diversos números, Silves
  • Revista Temas Árabes, nº 3, ensaio,1987, Tunes-Tunísia.
  • Este rio de quatro afluentes, poesia, org. e com. por João Rui de Sousa, Património XXI, Lisboa, 1988.
  • Água clara, poesia, património XXI, Lisboa, 1988.
  • O legado cultural de Judeus e Mouros, ensaio, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa. 1991.
  • Memórias Árabe-Islâmicas, ensaio, Comissão dos Descobrimentos, Lisboa, 1997.
  • Tudo o que a água consigo leva, poesia, Edições Tema, Lisboa, 1997.
  • Cem anos-Garcia Lorca, poesia, Universitária Editora, Lisboa, 1998.
  • O Algarve - Da Antiguidade aos nossos dias, ensaio, Edições Colibri, Lisboa, 1999.
  • Rosa do Mundo, antologia literária, Assírio & Alvim, Lisboa, 2001.
  • Lobos, Hugin Editores, Lisboa, 2002.
  • Enciclopedia de Al-Andalus, Editora El Legado Andalusí, Granada, 2003.
  • Nós e os Árabes, Câmara Municipal de Cascais, Cascais, 2005.
  • O Deserto e a Viagem, em Bouzean, Assírio & Alvim, Lisboa, 2005.
  • Grandes Enigmas da História de Portugal, ensaio, Ésquilo, Lisboa, 2008.
  • Nas Margens da Solidão, poesia, Padrões Culturais, Lisboa, 2008.
  • Os Dias do Amor, poesia, Ministério dos Livros, Parede, 2009.
  • Divina MúsicaAntologia de Poesia sobre Música, Conservatório Regional de Música de Viseu, Viseu, 2009.
  • Enciclopédia de la Cultura Andalusí, Fundación Ibn Tufayl de Estúdios Árabes, Almeria, 2012 ( 7 vols.).
  • Livros da Nossa Vida, depoimentos, Câmara Municipal de Sintra, Sintra, 2009.
  • O Prisma de Muitas Cores - Poesia de Amor Portuguesa e Brasileira, Labirinto, Fafe, 2010.
  • Sur la Guerre et Sur la Paix, 86 poètes d’aujourd’hui,revista Bacchanales nº 51, Maison de la Poésie Rhônes-Alpes, Saint-Martin-d’Hères, 2014.
  • UNESCO 70 ANOS, Comissão Nacional da UNESCO, Lisboa, 2015.
  • Antologia “O Ouro e as Sementes”, poesia, ed. Livro Aedo, Lisboa, 2015.
  • Abril em Florença (trad. it. Aprile a Firenze), poema, trad. it. Orietta Abbati, Florença, 2016.[4]
  • Revista Seara Nova, Lisboa, 2017.[5][6]
  • Antologia Luso-Brasileira do Amor, poesia, Labirinto, Lisboa, no prelo.
  • Antologia “O Vinho”, poesia, Labirinto, Lisboa, no prelo.
  • Antologia “Morrer de Amor”, poesia, Lua de Marfim, Lisboa, no prelo.

Prefácios[editar | editar código-fonte]

  • Atalaia (Manuel Neto dos Santos), C.M. Silves, Silves, 1989.
  • Os Nossos Companheiros Árabes (António Camilo-Alves), ed. Hugin, Lisboa, 1997.
  • Portugal e o Al-Andalus  (José D. Garcia Domingues), ed. Hugin, Lisboa, 1997.
  • Palestina-A Saga de Um Povo (Tariq al-Khudayri), ed. Hugin, Lisboa, 2002.
  • Vozes da Poesia Europeia (David Mourão-Ferreira), ed.Calouste Gulbenkian, Lisboa, 2005.
  • O Cavaleiro e a Moura (Lina Soares), ed. Colibri, Lisboa, 2004.
  • No Rasto de Um Cometa (A..Aires), ed. Papiro, Porto, 2006.
  • A Escrava de Córdova (Alberto S. Santos), ed. Porto Editora, 2008.
  • Cursum Perficio (Victor Borges), ed. Orfeu Editora – Livraria Portuguesa e Galega, Bruxelas, 2011. [7][8]
  • Revista Cintilações, nº 1, Fafe, 201
  • Revista Cintilações, nº 2, Fafe, 2017/8
  • Rubâ'iyat, Poemas do Amor e do Vinho (Gonçalo Salvado/José Rodrigues). ed. A23, 2ª ed., no prelo
  • O MIRANTE, Boletim da Associação de Estudos e Defesa do Património do Concelho de Silves.
  • O Mágico da Lua (Rui Sobral de Campos)

Conferências, Comunicações e Palestras[editar | editar código-fonte]

TEMÁTICA DAS CONFERÊNCIAS[editar | editar código-fonte]

  • Literatura
  • História e Cultura do Alandalus
  • Sufismo
  • Direito
  • Religiões e Espiritualidade
  • Diálogo entre Culturas
  • Filosofia
  • Música

TÍTULO DE CINCO DAS SUAS CONFERÊNCIAS[editar | editar código-fonte]

  • "Ibn Qasî e os Começos de Portugal", comunicação, Simpósio Internacional O Al-Andalus e a Formação do Reino de Portugal, Reitoria da Universidade de Lisboa, 16/17 de Fevereiro de 1996.[9]
  • "Al-Mu'tamid e o Destino", comunicação introdutória à apresentação do livro "Al-Mu'tamid - Poeta do Destino", na primeira sessão pública da Comissão Instaladora do Centro Centro de Estudos Luso-Árabes de Silves – CELAS, em 16 de Novembro de 1996.[10]
  • "Lisboa Árabe", conferência. Auto-Clube Médico Português – ACMP, Lisboa, em 8 de Março 2012.[11]
  • "O Istmo das Palavras", conferência, no âmbito do evento organizado, no Museu de Arqueologia, por Maria do Sameiro Barroso Al-An- dalus e os novos zejeleiros de Espanha, Marrocos e Portugal: Al-Mu'tamid e a recriação das antigas formas poéticas árabes, Museu Nacional de Arqueologia de Lisboa,11 de Julho de 2013.[12]
  • "O Árabe no Léxico Português", comunicação, no Ciclo de Conferências Testemunhos da Presença Islâmica em Portuga/, Academia das Ciências de Lisboa, 9 de Fevereiro de 2015.[13][14]
  • Intervenção sem título, no âmbito do programa do 19.º Aniversário do Centro de Estudos Luso-Árabes de Silves – CELAS, Casa da Cultura Islâmica e Mediterrânica de Silves/Centro de Estudos Luso-Árabes de Silves – CELAS, 18 de Setembro de 2016.[15]
  • ALGUMAS DAS INSTITUIÇÕES ONDE INTERVEIO COMO CONFERENCISTA CONVIDADO
  • Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa)
  • Lectorium Rosacrucianum
  • Universidade Lusófona (Lisboa)
  • Centro Nacional de Cultura
  • Centro Cultural de Belém
  • Universidade Lusíada
  • Universidade Moderna (Lisboa)
  • Universidade Católica (Lisboa)
  • Universidade Nova de Lisboa
  • Universidade (Clássica) de Lisboa
  • Fundação Al-Idrisi Hispano-Marroqui
  • Fundação Aga Khan (Portugal)
  • AMORC
  • Sociedade da Língua Portuguesa
  • Centro de Estudos Luso-Árabes de Silves
  • Companhia de Jesus
  • Clube UNESCO (Porto)
  • Instituto Piaget (Viseu)
  • Carrrefour des Littératures -1998, Bordéus
  • Alice Bonner Foundation, (Seminário International  Alain Daniélou - 1/4 de Outubro de 2008 (Varanasi-Nova Delhi, Índia)
  • Fundação Abdulaziz Saud al-Babtain para a Criatividade Poética (Kuwait/ Córdova)
  • Fundação Luso-Americana
  • Comunidade Islâmica de Lisboa
  • Universidade de Westminster (Reino Unido)
  • Universidade Rei Saud (Arábia Saudita)
  • Câmara de Comércio Árabe-Portuguesa
  • Universidade de de Saba (Líbia)
  • Universidade de Al-Quds (Jerusalém)
  • Association "Ribat al-Fath" (Rabat- Marrocos)
  • Universidade de ‘Ain Chock (Casablanca-Marrocos)
  • Universidade Estival al-Mu'tamid ibn 'Abbâd (Arzila-Marrocos)
  • Universidade Sidi Mohamed ben ‘Abdallâh (Fês)
  • Universidade de Verão Al-Mu’tamid (Arzila)
  • Universidade Lumière-2 (Lyon/Grenoble)
  • Universidade Aberta
  • Universidade Lusíada
  • Biblioteca-Museu República e Resistência
  • Universidade de Coimbra
  • EXPO- 98 ( Pavilhão dos Emirados Árabes Unidos )
  • Mouvement Européen (Cannes)
  • Academia das Ciências de Lisboa.
  • Sociedade de Geografia
  • Casa da Cultura (Beja)
  • Office de Coopération Économique pour la Méditerranée et l’Orient (Marselha)
  • Centro Cultural de Portugal (Rabat)
  • Universidade do Algarve
  • Lions Club de Portugal
  • Rotary Club Cascais-Estoril
  • Associação Comercial do Porto
  • Universidade de Florença ( Faculdade de Letras e Filosofia )
  • Centro Nacional de Cultura
  • Câmara Municipal de Castro Verde
  • Câmara Municipal de Beja
  • Câmara Municipal de Lagos
  • Câmara Municipal de Loulé
  • Câmara Municipal de Silves
  • Câmara Municipal de Palmela
  • Câmara Municipal de Lagoa
  • Câmara Municipal de Lisboa
  • Câmara Municipal de Lamego
  • Câmara Municipal de Santarém
  • Câmara Municipal de Vila Real de Santo António
  • Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz
  • Câmara Municipal de Coruche
  • Câmara Municipal de Barcelos
  • Câmara Municipal de Óbidos
  • Câmara Municipal de Oeiras
  • Comissão de Coordenação Regional do Algarve
  • Ministério da Cultura-Gabinete das Relações Internacionais
  • Presidência do Conselho de Ministros/Comissão Nacional dos Descobrimentos Portugueses
  • Fundação Oriente

Algumas entrevistas[editar | editar código-fonte]

  • Entrevistado por Madalena Balsa, no programa de rádio da R.D.P. 1001 Escolhas, em 31 de Janeiro de 2009.[16]
  • Entrevistado por Baptista Bastos, no programa Conversas Secretas , RTP-2
  • Entrevistado por Júlia Fernandes, no filme Al-Mu'tamid, Poeta do Destino, RTP-2

Actividades e Qualidades[editar | editar código-fonte]

  • Ex-Director do Departamento Jurídico do BANCO PINTO & SOTTO MAYOR
  • (2003) Presidente da Comissão Instaladora da FUNDAÇÃO DA MEMÓRIA ÁRABE
  • (1994/1995) Presidente da SOCIEDADE DA LÍNGUA PORTUGUESA
  • (1995/2000) Vice-Presidente do INSTITUTO LUSO-ÁRABE PARA A COOPERAÇÃO
  • (1989/1990) Vogal do Conselho de Administração da FUNDAÇÃO PORTUGUESA DA HERANÇA ÁRABE-ISLÂMICA.
  • (1995/2000) Vice-Presidente do INSTITUTO LUSO-LÍBIO PARA A AMIZADE E COOPERAÇÃO
  • (1993/1995) Vogal do Conselho Directivo da FUNDAÇÃO CULTURAL NATÁLIA CORREIA
  • (2001) Presidente da Assembleia-Geral da ACADEMIA DE ALTOS ESTUDOS IBERO-ÁRABES
  • (2000/…) Presidente do Conselho-Geral do CENTRO DE ESTUDOS LUSO-ÁRABES DE SILVES (CELAS)
  • Membro do CENTRO PORTUGUÊS DE ESTUDOS ISLÂMICOS
  • Membro da ASOCIACIÓN ESPAÑOLA DE ORIENTALISTAS
  • Membro da SOCIEDADE DE GEOGRAFIA DE LISBOA
  • Membro da NATIONAL GEOGRAPHIC SOCIETY (E.U.A.)
  • Membro da ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DIREITO DO AMBIENTE
  • Membro do GRUPO LOBO
  • Membro da LIGA DA PROTECÇÃO DA NATUREZA
  • Membro da ORDEM DOS ADVOGADOS DE PORTUGAL
  • Membro da ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE ESCRITORES JURISTAS
  • Membro da ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE ESCRITORES
  • Membro da Comissão Instaladora do MUSEU DA ADVOCACIA
  • (2004/2006) Membro do P.E.N. CLUBE PORTUGUÊS
  • Membro do Conselho Editorial da revista ARQUIVO DE BEJA
  • Membro do Conselho Consultivo de TIRAZ, Revista do Centro de Estudos Árabes da Universidade de S. Paulo (Brasil)
  • Integrante da comitiva do Presidente da República, dr. Jorge Sampaio, na Visita de Estado a Marrocos (1998)
  • (1978/2000) Director Bancário: Direcção Jurídica do BANCO PINTO & SOTTO MAYOR
  • Participante convidado no CARREFOUR DES LITTÉRATURES, Bordéus, 1996
  • Participante convidado na FEIRA DO LIVRO DE CASABLANCA (Marrocos, 1999)
  • Participante convidado nas JORNADAS POÉTICAS DA REGIÃO DE MEKNÈS-TAFI-LALET (Marrocos, 2007)
  • Integrante da VIAGEM OFICIAL da Ministra da Cultura de Portugal à ARÁBIA SAUDITA (2007)
  • Autor da teatralização dos episódios históricos da XII Feira Medieval de Silves (2015)[17]
  • Membro do júri para atribuição do Prémio Literário de Poesia do Sindicato dos Bancários (SBSI)
  • Membro do júri para atribuição do Prémios Literários ( poesia e romance ) da Sociedade Portuguesa de Escritores e Artistas Médicos

Distinções[editar | editar código-fonte]

NACIONAIS[editar | editar código-fonte]

- Medalha de Prata e Diploma, por relevantes serviços prestados à causa zoófila - Sociedade Protectora dos Animais, 1972

- Prémio de Tradução - Sociedade da Língua Portuguesa, 1987

- Certificado de Honra - Liga para a Protecção da Natureza, 2008

- Certificado e Medalha Comemorativa de Carreira – Ordem dos Advogados de Portugal, 2016

- Diploma de Honra e Reconhecimento - Comunidade Islâmica de Lisboa, 2018

ESTRANGEIRAS[editar | editar código-fonte]

  • Louvor, por unanimidade, do Conselho Estadual de Cultura do Estado de Goiás-Brasil, pela obra poética e arabística
  • Diploma de Reconhecimento da Biblioteca de Alexandria ( Egipto )
  • Comenda da Soberana y Real Ordem de Muza I, Beni- Casi  ( Espanha )
  • Comenda da Real Ordem Alauíta  ( Marrocos )

INTERNACIONAIS[editar | editar código-fonte]

  • Prémio Internacional UNESCO ( Sharjah ) para a Cultura Árabe (2008)

Reflexos da sua Obra e Percurso[editar | editar código-fonte]

A sua obra tem exercido influência em criadores de diversos domínios, tais como escritores, artistas plásticos, dramaturgos, compositores, cineastas e encenadores nacionais e estrangeiros. Por exemplo, o romancista espanhol Pedro Plasencia dedicou-lhe a novela El tiempo de los cerezos: Memorias andalusíes de Ibn Ammar de Silves (2004), inspirada na obra de Adalberto Alves.

No âmbito da música popular, transcriações poéticas ou poemas seus foram musicados por Janita Salomé, Eduardo Ramos, Pedro Jóia e Ricardo Ribeiro.

No âmbito da música erudita, José Luís Tinoco dedicou-lhe a cantata Os Viajantes da Noite produzida para o Festival de Música do Estoril, com 1.ª audição absoluta em 12 de Julho de 2012, e Andreia Pinto-Correia dedicou-lhe Xántara, com primeira audição absoluta em Portugal, em 12 de Abril de 2013, no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian.[18]

Em 2016, Elena Chiarini apresentou, na Faculdade de Letras e Filosofia da Universidade de Florença, a tese universitária intitulada La Cultura Araba nell' Opera Letteraria di Adalberto Alves.

Destaques[editar | editar código-fonte]

- “… A sua obra de especialista da Cultura Árabe, de escritor e de divulgador, inspirou numerosos autores portugueses e espanhóis, em domínios tão variados como o Cinema, a Televisão e todas as artes do espectáculo, bem como no Romance e na Poesia, e trouxe uma contribuição maior ao conhecimento da Cultura árabe na Península Ibérica …

(Extracto da fundamentação do Júri Internacional na atribuição do Prémio da UNESCO)

- “... Trabalhou para pôr em relevo os valores comuns, para fazer redescobrir os contactos esquecidos, para preservar o património literário e científico árabe… Todas as suas funções oficiais, passadas e presentes e as suas acções são outros tantos caminhos nos quais convida os povos a empenharem-se no diálogo e numa estima recíproca. Queira aceitar aqui a expressão da nossa homenagem colectiva …

(Extracto do discurso proferido pelo então Director-Geral da UNESCO, aquando da cerimónia oficial de entrega do Prémio UNESCO)

- "...Por mim, acolho, com comovida gratidão, o conhecimento que Adalberto Alves dá aos Portugueses de valores estéticos e espirituais que neste Ocidente do Ândalus semeou o ímpeto civilizador do Islão, então no apogeu, que a lógica do declínio infligido às arrogâncias imperiais, faria empalidecer. Ao fazer-nos ouvir as batidas poéticas do coração que os Árabes implantaram no peito lusíada, vem reavivar com a seiva do sentimento...coisas da carne, da alma e do espírito, em uníssono de exaltação, de que a nossa cultura andava esquecida. E fê-lo no momento próprio de nos safarmos dos ventos gélidos de uma civilização cadaverosa que tudo faz para apagar a chama da poesia da alma que nos dá asas para saltarmos sobre as patéticas assembleias dos seus espectros, rumo à luz do futuro que só a poesia na escuridão alcança."

( Extracto de artigo de recensão de Natália Correia, sobre as obras O Meu Coração é Árabe e Al-Mu'tamid-Poeta de Destino, in rev. A Phala, nº 22, 1991 )

- " ... Adalberto Alves deve ser dos poucos que sabem que dentro de si arde uma chama de perpétua juventude, a conquista de se ter caminhado a si próprio...Por ser místico e poeta. é realmente desconhecido: pegadas esforçadas e fecundas, testemunhos luminosos da passagem de uma alma enamorada em direcção a Deus, como uma flecha lançada ao coração de tudo quanto vive."

( Do prefácio de José Carlos Fernández Romero, em A Aparição do Tempo )

-" Adalberto Alves é uma presença rara na literatura portuguesa... A sua escrita é de uma perturbante precisão verbal...A reflexão filosófica que os seus poemas indiciam é superada pelo sopro espiritual do seu universo interior...A sua obra poética não pode pertencer ao numerável, ao infinito linear. Pertence a uma outra categoria: à categoria do fogo. Do fogo que incendeia. Que abraça e abrasa. "

( Do prefácio de Maria Azenha, em Navegação Imperfeita )

- " Aqui, a palavra toma o rumo de seus sentidos e conduz o olhar poético para um profundo e cirúrgico rastreamento do ser e da realidade exterior, numa perspectiva em que avalia criticamente o mundo que o cerca e os labirintos da alma. Essa condição vai permear toda a obra, na medida em que a poesia é, além de uma condição estética, um compromisso ético, uma espécie de profissão de fé nessa busca permanente de respostas para o que é assombro, dúvida e inquietação, de um ser que não deseja ser "traído pelas pupilas" mas, a partir de um agudo penetrar na condição humana, acender a fagulha crítica que lhe permita essa flama que "nunca tolhe a escuridão", pois a palavra é coisa-causa, aquela partícula que ilumina o esconso que há em nós e no mundo e, com as faíscas do grito, vai "iluminando silêncios/pontuando mumúrios" para descodificar os enigmas do mundo, desafiar a esfinge da nossa própria pequenez existencial...Do sopro de universalidade e a estatura do seu agudo olhar, há-de se esperar muito mais da crítica e da mídia, reconhecendo-se uma escritura que em nada deve aos nomes tão em voga e tantas vezes excessivamente incensados. Adalberto Alves está a nos mostrar, com a sua sensibilidade extremada e a sua sofisticação formal, que embeleza de cristalinidade, delicadeza e elegância o corpo poético, que ainda há espaço para a POESIA num tempo de tamanha dissolução e desencanto."

( Extracto da recensão crítica, de Ronaldo Cagiano, na apresentação de Navegação Imperfeita )

- "... Another publication (and another lifetime work as well) deserves to be mentioned here, owing to the consequences it had on Portuguese society – and once again by its impact on the media,... Adalberto Alves published in 1998 [sic] his book O meu coração é árabe (“My heart is Arab”), with texts by Gharb Al-Andalus poets, poems by authors of what later became Portuguese territory and an introduction to Arab poetry... The book complemented and amplified the poetic proposals inserted by Borges Coelho in his Portugal na Espanha Árabe. Success was immediate, with Portuguese society, unaware of foreign bibliography on this subject, discovering Arab Islamic poetry – or more precisely luso-árabe, as the author states. Such success has stayed with Adalberto Alves in his multiple and varied output on the Portuguese Islamic past (over 30 books published), ranging from biographies to historical and esoteric essays or even translations from contemporary Arab poetry. This continued labour of divulgation was acknowledged by the Sharjah International Prize, awarded to him by Unesco in 2008. His work, pursued outside Academia, was crowned in 2013 with the publication of his Dicionário de Arabismos de Língua Portuguesa (Lisboa, Imprensa Nacional), with the support of Instituto Camões and UNESCO. [...] The Dicionário de Arabismos, by Adalberto Alves, show very clearly what Academia does not do... but definitely should..."

(Extracto do artigo de Maria Filomena Lopes de Barros, da Universidade de Évora – CIDEHUS, publicado em Hamsa. Revista de Estudos Judaicos e Islâmicos 1, em 2014)

-"... O que o "tijolo" de Adalberto Alves tem de mais instigante é soar plausível, expondo, em tempos de acirramento da islamofobia europeia, a inverosimilhança da "história oficial" – a de que tantos séculos de hegemonia árabe numa fase de formação do português teriam deixado, como saldo linguístico, nada, além de umas poucas páginas com perfume de alfazema."

(Extracto do artigo-recensão de Sérgio Rodrigues, Folha de S. Paulo de 4 de Maio de 2017, sobre a publicação de Dicionário de Arabismos da Língua Portuguesa)[19]

- " ...Refiro-me à poesia que dialoga com a tradição filosófica e metafísica. Para além de Ramos Rosa e de Herberto Helder,...também Adalberto Alves surge como um dos nomes que privilegia na sua oficina poética essa fértil relação, de antiquíssima tradição...(n)uma época que, em boa verdade, pouco se compadece do poder mágico da linguagem e das suas ressonâncias, procurando antes no realismo mais rasteiro a sua inspiração. Em A. A. esta é também estruturante, na forma como o poeta opera sobre a linguagem com os seus dispositivos retóricos, revelando como domina a métrica e a rima, as formas poéticas...usando as mais diversas figuras de estilo com mestria... Entre vários registos, A.A. alterna entre o poema mais formal e o poema em prosa, mais livre e narrativo, com o mesmo à-vontade, mostrando a sua ousadia, no que respeita à linguagem e ao seu trabalho formal..."

(Extracto de recensão crítica de Maria João Cantinho, edição de Julho de 2018 da revista Caliban)

- " Adalberto Alves scopri il poeta che viveva dentro di sé molto presto...A riguardo, sostienne che i mezzi di cui siamo dotati per conoscere noi stessi sono molto incerti. A volte per lui è complicato e difficile comprendere se stesso e l'immagine che ha di sé, oppure se sia soltanto la persona che gli altri vedono in lui... Di questa incertezza esistenziale si alimentano molti suoi scritti... I poeti , grazie alla loro speciale sensibilità e connoscenza, sono gli unici che, a differenza degli altri, riescono a approdare ad una comprensione profonda, scoprendo cosi i legami nascosti trale criature e la magia musicale e poetica che vive intorno e dentro de esse. La poesia e la scrittura son dunque, per Alves, un colloquio profondo e segreto con l'anima piu intima..."

(Extracto da tese universitária inédita, La Cultura araba nell' opera letteraria di Adalberto Alves apresentada por Elena Chiarini, em 2016, à Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Florença, pág. 7)

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

BIBLIOGRAFIA GERAL[editar | editar código-fonte]

  • Barros, Maria Filomena Lopes de (2014). «From the history of Muslims to Muslims in History: some critical notes on "Arab-Islamic Studies" in Portugal». Hamsa. Revista de Estudos Judaicos e Islâmicos 1, pp. 37-38. Disponível em http://www.hamsa.cidehus.uevora.pt/hamsa_n1/publications_n1/3FilomenaBarros.pdf. Consultado em 3 de Julho de 2017.
  • Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. VI) do Instituto Português do Livro e das Bibliotecas, ed. Publicações Europa-América, 2001.
  • The UNESCO Sharjah Prize for Arab Culture-2008, UNESCO, 2008.
  • Site UNESCO, na Internet

COMUNICAÇÃO SOCIAL[editar | editar código-fonte]

REDES SOCIAIS[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. «As Sandálias do Mestre». Consultado em 3 de Julho de 2017. 
  2. «Portugal e o Islão Iniciático». Consultado em 3 de Julho de 2017. 
  3. https://www.facebook.com/Adalberto-Alves-n-1939-Subs%C3%ADdios-para-uma-Biobibliografia-1701679596762915/events/ (Consultado em 21 de julho de 2017)
  4. Alves, Adalberto (2016). La spugna è la mia anima : omaggio a Piero Ceccucci. Florença: Firenze University Press. 1 páginas 
  5. «Revista Seara Nova, Edição N.º 1738». www.searanova.publ.pt. Seara Nova. Primavera de 2017. Consultado em 16 de Junho de 2017. 
  6. Alves, Adalberto (Primavera de 2017). «Revista Seara Nova - Cultura - Momento de Poesia: "Um canto para Whitman" De Adalberto Alves». www.searanova.publ.pt. Seara Nova. Consultado em 16 de Junho de 2017. 
  7. Jornal do Algarve (20 de Abril de 2011). «Biblioteca de Silves apresenta livro "Viagem a Akhshanba" [sic]». Jornal do Algarve. Consultado em 3 de Julho de 2017. 
  8. «Ficção». Consultado em 3 de Julho de 2017. 
  9. Alves, Adalberto (1999). Portugal – Ecos de um Passado Árabe. Lisboa: Instituto Camões. pp. 43–48. ISBN 972-566-202-4 
  10. Alves, Adalberto (1999). Portugal – Ecos de um Passado Árabe. Lisboa: Instituto Camões. pp. 15–21. ISBN 972-566-202-4 
  11. «Lisboa Árabe- Escritor Adalberto Alves | ACMP». www.acmp.pt. Consultado em 16 de junho de 2017. 
  12. http://www.wherevent.com/detail/Maria-Do-Sameiro-EL-ANDALUZ-E-OS-NOVOS-%E2%80%9CZEJELEROS%E2%80%9D-DE-ESPANHA-MARROCOS-E-PORTUGAL-Al-mut-Amid-e-a-recriacao-das-antigas-formas-poeticas-arabes (Visitado em 21 de Julho de 2017)
  13. Alves, Adalberto (2015). O Árabe no Léxico Português. Lisboa: Academia das Ciências de Lisboa 
  14. «CICLO DE CONFERÊNCIAS TESTEMUNHOS DA PRESENÇA ISLÂMICA EM PORTUGAL | Agenda Cultural de Lisboa». www.agendalx.pt. Consultado em 16 de junho de 2017. 
  15. «CELAS comemora 19 anos, com festa em Silves». Terra Ruiva. 13 de setembro de 2016. Consultado em 16 de junho de 2017. 
  16. http://www.rtp.pt/programa/radio/p1049/e31012009 (Consultado em 3 de Julho de 2017)
  17. Sul Informação (7 de agosto de 2015). «Adalberto Alves faz contextualização histórica da Feira Medieval de Silves». Sul Informação. Consultado em 3 de Julho de 2017. 
  18. Belanciano, Vítor (11 de Abril de 2013). «Uma compositora a viver nos EUA, às voltas com a memória, na Gulbenkian». Público. Consultado em 3 de Julho de 2017. 
  19. Rodrigues, Sérgio (4 de maio de 2017). «Fraude histórica minimizou herança árabe no português, diz estudioso». Folha de S. Paulo