Lev Shestov

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Si Léon Chestov noong 1927.jpg

Lev Isaakovich Shestov (Russo: Лев Исаакович Шестов), nascido Yehuda Leyb Schwarzmann (Russo:Иегуда Лейб Шварцман) (Kiev, 31 de janeiro(13 de fevereiro) - 19 de novembro de 1938), foi um filósofo existencialista russo. Nascido em 1866, mudou-se para a França em 1921, onde relacionou-se com a Revolução de Outubro. Viveu em Paris até morrer, em 19 de novembro de 1938. Albert Camus (1913-1960), em sua obra "Le Mythe de Sisyphe" (O Mito de Sísifo), inicia com uma crítica negativa ao existencialismo. O filósofo defendia que os existencialistas reconhecem inicialmente que esta vida é absurda e sem sentido, mas, em seguida, dão um "salto existencial" ou um "salto de fé" e atribuem um significado fabricado à sua existência,  muitas vezes divinizando o absurdo - o "suicídio filosófico", segundo Camus.

Por exemplo, ele escreve sobre Shestov: "(Quando) Shestov descobre a absurdidade fundamental de toda a existência, ele não diz "Isso é um absurdo", mas sim "Isto é Deus". Assim como Kierkegaard: “Kierkegaard também dá o salto. O fato de sua infância ter sido tão assustada pelo cristianismo faz com que ele finalmente retorne ao seu aspecto mais áspero. Para ele também, antinomia e paradoxo se tornaram os critérios do religioso". .

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