Max Scheler

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Max Scheler
Nascimento 22 de agosto de 1874
Munique, Alemanha
Morte 19 de maio de 1928
Frankfurt, Alemanha
Nacionalidade alemã
Ocupação filósofo
Escola/tradição fenomenologia
Principais interesses ontologia, epistemologia e psicologia

Max Scheler (22 de agosto de 1874, Munique - 19 de maio de 1928, Frankfurt am Main) foi um filósofo alemão conhecido por seu trabalho sobre fenomenologia, ética e antropologia filosófica.

Scheler desenvolveu o método do criador da fenomenologia, Edmund Husserl, e era chamado por José Ortega y Gasset de "o primeiro homem do paraíso filosófico". Em 1954, Karol Wojtyla, posteriormente papa João Paulo II, defendeu sua tese sobre "Uma avaliação da possibilidade de construir uma ética cristã baseada no sistema de Max Scheler".

Contribuições filosóficas[editar | editar código-fonte]

O centro do pensamento de Scheler era a sua teoria do valor. De acordo com Scheler, o ser-valor de um objeto precede a percepção. A realidade axiológica dos valores é anterior à sua existência. Os valores e seus correspondentes opostos existem em uma ordem objetiva.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

A filosofia de Max Scheler (em português)