Associação cloreto de benzalcônio/óxido de zinco/cânfora

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Minancora)
Ir para: navegação, pesquisa
Exposição sobre a história do produto.

A Pomada Minancora é o nome comercial do composto associação cloreto de benzalcônio/óxido de zinco/cânfora é um produto farmacêutico tradicional no mercado brasileiro.

História[editar | editar código-fonte]

Publicidade da marca em 1923.

A sua fórmula foi desenvolvida no Brasil, no início do século XX. Mais precisamente em 1912, quando o farmacêutico Eduardo Augusto Gonçalves começou sua fabricação caseira e a batizando de Minancora, uma junção dos nomes Minerva, deusa romana da sabedoria, e âncora, palavra cujo sentido significa a permanência definitiva do produto na cultura farmacêutica brasileira; seu criador registrou a marca em 1915.[1]

Fórmula e usos[editar | editar código-fonte]

O produto é uma pomada à base de cloreto de benzalcônio, óxido de zinco e cânfora, indicada para o tratamento de doenças de pele como espinhas, frieiras, escaras. É utilizada ainda como auxiliar no tratamento de picadas de mosquitos, urticárias e pequenos ferimentos superficiais. Previne os odores desagradáveis das axilas e dos pés, o ressecamento da pele ocasionado pelo sol, frio ou poeira e as lesões do barbear.[2]

Referências

  1. Sanofi-aventis assina acordo de comercialização e distribuição da marca Minancora no Brasil. Sanofi. Acesso em 14 de novembro de 2016.
  2. Minancora (16 de fevereiro de 2017). «BULA AO PACIENTE». Pomada Minancora 
Ícone de esboço Este artigo sobre associações medicamentosas é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.