Movimento de Mulheres Camponesas

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O Movimento de Mulheres Camponesas (MMC) é o movimento social popular brasileiro, fundado em 2004, que representa as mulheres trabalhadoras rurais do país[1].

Defende a reforma agrária e a implementação de políticas públicas que promovam a agricultura familiar e agroecológica, com o uso de fontes de energia alternativas e a preservação do meio ambiente.[2]

Histórico[editar | editar código-fonte]

A organização das trabalhadoras rurais remonta à década de 1980, com grupos ligados à Pastoral da Terra e à Teologia da Libertação, como o Movimento de Mulheres Agricultoras (MMA) em Santa Catarina[3].

Ao longo da década de 1990, começou uma articulação nacional entre grupos, que em 1995 criaram a Articulação Nacional de Mulheres Trabalhadoras Rurais (ANMTR). Em 2004, a AMTR tornou-se o MMC, para englobar sob o nome de "camponesas" uma ampla variedade de mulheres que trabalham no campo, incluindo agricultoras, assalariadas rurais, pescadoras e extrativistas, filiando-se também à Via Campesina[4]

Referências

  1. I Encontro Nacional do Movimento de Mulheres Camponesas inicia com forte representação de mulheres de todo o Brasil. CLOC, 21 de fevereiro de 2013
  2. SILVA, Isabela Costa da. Movimento de Mulheres Camponesas na Trajetória Feminista Brasileira: Uma Experiência de Luta por Direitos e Liberdade. Dissertação de Mestrado em Serviço Social. Universidade Federal de Juiz de Fora, 2013. P. 99
  3. BETTO, Janaina; PICCIN, Marcos Botton. Movimento de Mulheres Camponesas (MMC/SC) e o percurso de sua luta feminista, Amerika [En ligne], 16/2017
  4. BONI, Valdete. MMC um movimento camponês e feminista. REVISTA GRIFOS - N. 34/35 - 2013. P. 67

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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